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No Rio, Igreja Batista Atitude vai pôr bloco evangelístico na rua durante o sábado de carnaval

Comments (20)
  1. ROBERTO SOMBRA disse:

    ESSA ABERTURA PARA MEMBROS DE IGREJA EVANGÉLICA SAIR COM BLOCO DE CARNAVAL
    ABRE UM PRECEDENTE PARA O MUNDANISMO. DIZ A PALAVRA SEM SANTIFICAÇÃO NINGUÉM VERÁ O SENHOR….

  2. ROBERTO SOMBRA disse:

    Romanos 12.1 NÃO VOS CONFORMEIS COM ESSE MUNDO…

  3. Eduardo Nobre disse:

    Crise financeira pede agressividade nos “negócios”.. criatividade, soluções inovadoras…

    1. clamando disse:

      olha o poeirinha ai genteeee!!!

    2. Eduardo Nobre disse:

      Clamando é um exemplo de agressividade nos negócios… para arrecadar dinheiro, inventa até que Jacó deu dízimo anjo….

      Aliás, já até sabemos como o Clamando vai sair nesse bloco evangélico… fantasiado de anjo de Jacó (a mesma fantasia que ele usa nos cultos para arrecadar dízimos).

      – Clamando só não é uma festa porquê tem cara de velório –

      1. clamando disse:

        é poeirinha bem melhor quando posta usando o nick correto…isto sim é agressividade nos negócios, se fazer aprovar a qualquer custo, mesmo que seja blasfemar contra Deus e sua palavra. ativismo fundamentalismo radical ateu gay

  4. Janete disse:

    ”ABADEUS” por 25,00- aí deu para entender os propósitos.

    1. Emanuelle disse:

      Amiga, morro de rir dos seus comentários!

      1. luciano disse:

        Emanuelle a janet já tem namorada e é catolica também.

        1. Emanuelle disse:

          O Edvan é da tua seita. Por que não assume o seu namoro com ele?

    2. edivan disse:

      va jogar pedra nos macunbeiros de novo sua puta vadia!

    3. edivan disse:

      voçes duas vão trepar no ferro e rebolar encima da galera doidonas de cerveja e lolol!
      Ces vão mandar ver na gandaia!

  5. Raji Obama disse:

    Valeria a pena só para ver a Mariana (Princesa), Vanessa e Célia Mulata lindas sambando de salto alto e saia de crente…

    1. edivan disse:

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Saia transparente sem calcinha

  6. alex disse:

    1 instituição já é ta bom pra que 12?

  7. luciano disse:

    O que a Bíblia diz sobre isso?

               Em um cenário evangélico marcado por aberrações e modismos é importante nos balizarmos pela palavra de Deus, não se juntando a incautos na fé, para que não haja em nós nenhuma impureza diante de Deus. Tem se tornado popular no meio evangélico a santificação de festas pagãs, a fim de atrair e motivar a juventude para um “movimento diferente”, inclusive oposto a própria palavra de Deus. Opior de tudo é que os pseudo-renovadores acham que estão trabalhando a favor de Deus, no entanto, acabam trabalhando
    contra o próprio Deus. Deus deseja que a sua igreja conserve o modelo doutrinário dos apóstolos, e permaneça firme no fiel propósito de anunciar o evangelho as nações.

    “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o” (I Reis 18:21). 

          Tenho certeza de que alguns leitores ao final desse artigo, poderão pensar que o posicionamento apresentado aqui é radical, mas ao menos quero que compreendam a visão que é
    centrada nas escrituras sagradas, pois assim está escrito: 

     

    “Toda Escritura É Inspirada Por Deus e Útil Para O Ensino, Para a Repreenção, Para a Correção, Para a Educação Na Justiça, A Fim De Que O Homem De Deus Seja Perfeito e Perfeitamente Habilitado Para Toda Boa Obra.” (2 Timóteo 3 – 16,17)

    Quando analisamos a fundo os processos históricos ligados a essas conhecidas festas, observamos uma relação cultural
    ligada fortemente aos ritos religiosos, principalmente o catolicismo e o espiritismo. A exemplo da festa junina, que é uma festa destinada a homenagear a santos católicos: “São” João, “São Pedro” e “Santo” Antônio. Não basta apenas rotularmos festas como “gospel” para que elas sejam santificadas e aprovadas por Deus. Até onde podemos pegar coisas sacrificadas a ídolos e denomina-las de coisas santas. O santo e o profano não andam juntos. Não existe relação entre elas, não pode haver ligação, pois diz as escrituras:
     “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça?” (2 Coríntios 6:14-18) 

    O apóstolo Paulo nos ensina que não devemos ser partícipes nessas práticas. Leia:

    “Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo. Porventura, o cálice da bênção que abençoamos não é a comunhão do corpo de Cristo? Porque nós, embora muitos, somos unicamente
    um pão, um só corpo. Considerai o Israel segundo a carne; não é certo que aqueles que se alimentam dos sacrifícios são participantes do altar? Que digo, pois? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o próprio ídolo tem algum valor? Antes, digo que as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou provocaremos zelos no Senhor? Somos, acaso, mais fortes do que ele?” (I Coríntios
    10:14-22).

    Recentemente os chamados evangélicos góspeis fizeram até uma festa rave gospel na cidade do Rio de Janeiro. Infelizmente estão negociando o que não pode ser negociado. A igreja deve ser o modelo para o mundo, e não ao contrário. Assim diz a Bíblia:

    Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar?

    Carnaval é festa da carne e não do espírito.

    1. António disse:

      Por está razão e outras que não vou mensionar é que me afastei dessas igrejas. Elas não pregam a Verdade sobre Jesus e sobre a Bíblia.

  8. luciano disse:

    Por que evangélicos não devem participar do Carnaval? Qual a origem dessa festa?

    A origem do Carnaval ainda é desconhecida. As primeiras referências a ele estão relacionadas a festas agrárias. Alguns atribuem seu surgimento aos cultos de agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela colheita, realizados na Grécia durante o século 7 a.C. A festividade incluía orgias sexuais e bebidas, e os foliões usavam máscaras e disfarces simbolizando a inexistência de classes sociais.

    As folias do Carnaval também estão ligadas às festas pagãs romanas, marcadas pela licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música. Eram conhecidas como bacanais (em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia), lupercais (em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco) e saturnais (em homenagem ao deus Saturno, que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).

    Com o advento do cristianismo, a Igreja Católica Apostólica Romana começou a tentar conter os excessos do povo nessas festas pagãs e a condenar a libertinagem. Porém, com a resistência popular, em 590 d.C. ela própria oficializou o Carnaval dando origem ao “carnaval cristão”, quando o Papa Gregório I marcou definitivamente a data do Carnaval no calendário eclesiástico.

    Esse momento de grandes festejos populares antecedia a Quaresma, período determinado pela Igreja Católica para que todos os anos os fiéis se dedicassem, durante 40 dias, a assuntos espirituais, antes da Semana Santa. No período que ia da Quarta-feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum, para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se.

    Como o povo enfrentaria um longo período de privações e abstinência, alguns “carnais” permitiram que o povo cometesse então algumas extravagâncias antes. Às vésperas da Quaresma, os cristãos fartavam-se de assados e frituras entre o domingo e a “terça-feira gorda”. O que deveria ser apenas uma festa religiosa acabou assimilando os antigos costumes de libertinagem e bebedeiras.

    Esses dias de “vale-tudo” que antecedem a Quaresma, em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne, passaram a ser chamados de adeus à carne, que em italiano é carne vale, ou carnevale, resultando na palavra carnaval.

    A Quarta-feira de Cinzas, primeiro dia da Quaresma, simbolizava o momento em que as pessoas se revestiam de cinzas, evocando que do pó vieram e para o pó retornariam, e ingressavam no período em que a Igreja celebra a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.

    Visto que até hoje essa festa da carne traz consequências físicas, morais e espirituais degradantes, estampadas nos noticiários da Quarta-feira de Cinzas, aconselho aos que não participam do Carnaval que continuem de fora; e, aos que participam ou pretendem participar, meu conselho é 1 João 2.16: Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. Sendo assim, não convém ao cristão, mesmo a título de curiosidades, participar dessa festividade.

    SUGESTÕES DE LEITURA:

    Salmo 1.1; Tiago 1.2-4; Apocalipse 22.15

  9. Mary disse:

    Eu gosto muito de dançar, mas no carnaval, não! Mesmo que vc saia, separadamente, em grupo num bloco, não importa, vc está no mesmo embalo da maioria. O propósito da festa não muda só pq vc e seu grupo estão lá! Vc será confundido com a maioria, seu tema será diferente, mas o samba e o ambiente é um só! Pronto, falei!

  10. HERALDO WILLIAM BERTRAND disse:

    Interessante como o velho satanás age e os novos “pastores” e “pastoras” são usados por ele e levam consigo multidões. As armas de Deus para a pregação do Evangelho foram deixadas de lado e esses Josués “Malandros da vida” e seus comparsas se utilizam com a maior desfaçatez das armas satânicas para confundir, se possível, até os escolhidos (ainda bem que não é possível). Perderam o respeito e o temor a Deus. Descaracterizaram a igreja como denominação batista e tentam de todas as formas apagar qualquer resquício do que se conhece da igreja primitiva, que crescia e caía no gosto de todo o povo, sem se corromper com nada desse mundo. Conheci um jovem que “pintava e bordava” nesse mundo e um certo dia, me disse que agora estava indo à igreja e eu perguntei se ele havia deixado de fazer as coisas que fazia e ele disse que continuava a fazê-las, mas agora era diferente e perguntei ainda, qual a igreja que você está indo? Para minha surpresa ele falou que ia à essa citada igreja. Nunca deixei de orar pela sua conversão e transformação pelo verdadeiro evangelho de Jesus, porque sei que por outros “evangelhos” ele jamais seria salvo e transformado. Por fim, a única coisa boa que resta disso tudo, é a certeza de que Jesus está próximo e juntamente com seus anjos separará o joio do trigo e viveremos uma eternidade de adoração. E termino orando por todos eles: piedade, Senhor, clemência!

  11. josino Alves Rodriguês neto disse:

    Presepada ! Pretexto para poder participar da festa. nós não precisamos nos misturar a eles, se fizessem o verdadeiro evangelismo boca a boca surtiria mais efeito.

  12. A Bíblia diz que “Haverá sinais nos Céus e na Terra”, com relação ao fim do mundo. Essa atitude (incompatível) dessas pessoas já não seria um sinal do fim? Eu acredito que sim

  13. Sandro disse:

    Prevejo o bloco carnavalesco “Os vendilhões do Evangelho”, com mascaras do Morris Cerullo.

  14. Renan disse:

    A culpa é da igreja católica né Lima e Levi!

  15. fim dos tempos quanta hipocrisia entáo se for para evangelizar um viciado em drogas tera que experimentar também?não é preciso fazer blocos carnavalescos para evangelizar esses são os crentes raimundos que querem sentar na roda dos escarnecedores e vem com essa desculpa se convertam

  16. Jefferson disse:

    Dou gloria a Deus por pessoas que não tem medo de ir pra rua em tempos a qual satanas esta na rua destruindo vidas , Deus tem usados os loko que estão dispostos a ir pra cima e saquear o inferno , essas pessoas que não se contentam em estar sentado dentro da igreja sentadinho se tornando um obeso espiritual
    Gloria a Deus pelo ministério

  17. Cinegrafista Rodrigues disse:

    A Bíblia fala para os cristãos serem sal e luz.
    Esse bloco é totalmente o oposto. As pessoas irão, ao invés de ser sal e luz, ser uma “montanha de barro” em meio a uma estrada de lama.
    Como se pode evangelizar nessas condições, e ainda mais COBRANDO R$25,00 por um abadá?
    E o pior, é que eu tenho uma conhecida minha (que já foi minha amiga, mas a gente brigou) que era ou ainda é dessa “igreja”.
    Para evangelizar no carnaval, deve-se usar de sabedoria, abordando as pessoas depois da folia (quando a alegria acaba e começa a tristeza), sempre oferecendo auxílio e amor. Usar “bloco evangelístico” irá causar escândalo e gerar motivo para deboche.
    Talvez uma estratégia de evangelismo em um evento com fanfarra/corporação musical e com atividades circenses seria boa, mas EM UM LOCAL FIXO (e não saindo em bloco), SEM TOCAR SAMBA OU MARCHINHAS e COM MUITO CUIDADO.

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