Liberais invocaram “lúcifer” e vaiaram Jesus durante oração de políticos

Durante oração em nome de Jesus, liberais invocaram lúcifer e vaiaram capelão em protesto pedindo a separação entre Estado e a Religião. Manifestantes foram identificados como apoiadores de Hillary Clinton e adversários de Donald Trump

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Sob o argumento de “Estado laico”, liberais identificados com as pautas da esquerda norte-americana e apoiadores da ex-candidata Hillary Clinton, demonstraram mais uma vez que desconhecem a função do verdadeiro Estado laico. Dessa vez, durante a oração de um capelão em uma reunião de políticos, liberais invocaram “lúcifer” e vaiaram Jesus em protesto contra a manifestação religiosa de alguns participantes.

O caso ocorreu em 22 de fevereiro, para discutir questões como cuidados de saúde e de imigração, no município de Metairie, Estado de Louisiana, nos Estados Unidos, durante uma reunião convocada pelo senador republicano Bill Cassidy.

Na ocasião, conforme tradição da prefeitura local, um capelão chamado Michael Sprague abriu a reunião oferecendo uma oração, quando os manifestantes se revoltaram, interrompendo a fala do capelão sob gritos de protestos; “Ore em seu próprio templo. Este é o nosso templo”, disse um deles, enquanto ouvia-se alguém chamar por “lúcifer”, confrontando Sprague, ao dizer que a oração era feita “em nome de Jesus”.

Outros gritavam “separação de igreja e Estado”. Mesmo após a oração, os manifestantes continuaram gritando, tentando impedir o discursos do , que apoia Donald Trump. Veja o vídeo abaixo:


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Não é a primeira vez que casos desse tipo acontecem. Noticiamos recentemente como a esposa do Presidente Trump, Melania Trump, foi criticada pela mídia e por militantes liberais, após fazer a oração do pai nosso em um pronunciamento, no dia 18 de fevereiro.

Apesar do discurso de “tolerância” e “diversidade”, alguns liberais norte-americanos parecem utilizar a tática de “guerrilha cultural” para influenciar a opinião pública, fazendo parecer que a laicidade de um Estado não permite a manifestação particular de fé de quem pertencem ao próprio Estado, o que é um equívoco, tendo em vista que a separação de Estado e Religião se dá no uso da máquina pública em respeito a população, como um todo, e não na expressão individual de crença.

“Eu nunca passei por uma situação como essa, é triste não haver honra nem respeito por Deus.”, disse o capelão Michael Sprague em publicação na CBN

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