Senador Magno Malta propõe redução drástica no salário de juízes, parlamentares e do presidente

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O senador evangélico Magno Malta (PR-ES) propôs, na última semana, uma redução drástica no salário dos parlamentares, de funcionários do Congresso, do presidente da República e dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

No discurso, Malta diz que o ideal era que o governo estabelecesse um teto salarial para todas as esferas e sugere um valor: R$ 15 mil. “E olha que quinze conto é dinheiro, ninguém vai morrer de fome”.

“Tem que fazer um teto para os grandes salários. Nós não podemos viver com gente desempregada e o pequeno empresário não podendo investir, contratar mais uma pessoa porque da empresa dele foi subtraído, mas tem juiz ganhando 100 mil reais; porque tem funcionário do Senado que ganha 60 mil reais”, disse o senador.

Para Malta, é importante que a PEC 241, que limita os gastos do governo federal, seja aprovada, mas diz que é preciso fazer algo mais do que se propõs até agora. “Está todo mundo nessa crise”, afirmou. “Defendo um teto salarial para todos os poderes nos próximos 20 anos. Vamos reduzir salários, R$ 15 mil está bom para senadores e magistrados. O sacrifício tem que ser de todos”, acrescentou.
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Redução de despesas

A proposta de criar uma emenda à Constituição que limite os gastos do governo ao que for arrecadado com impostos, permitindo um aumento controlado dos gastos conforme a inflação do ano anterior vem recebendo apoio entre as lideranças evangélicas.

Logo após a aprovação em primeiro turno do texto da PEC 241 na Câmara dos Deputados, no final de outubro, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) comemorou a decisão, afirmando que a medida proposta pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB) é essencial para o futuro do Brasil.

Qualquer um de nós, cidadão e trabalhador brasileiro comprometido em honrar seus compromissos, sabe que não se pode gastar mais do que se ganha. Não faz sentido mantermos o crescimento das despesas em total desencontro com o crescimento das receitas”, avaliou.


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