Malafaia apoia deputados que protestaram contra Parada Gay: “Estado é laico, a política, não”

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O protesto dos deputados cristãos das bancadas evangélica e católica contra as agressões aos símbolos religiosos durante a Parada Gay foram tema de uma entrevista do pastor Silas Malafaia.

O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) afirmou que não há sentido na crítica aos deputados, pois a política é feita por pessoas, que são livres para se expressarem e terem crenças ou não. O fato de os parlamentares terem feito a oração do Pai Nosso durante o protesto, dentro do Plenário, gerou muitas críticas.

À Folha de S. Paulo, Malafaia disse que “as pessoas fazem confusão” quando afirmam que o protesto dos parlamentares foi uma afronta ao Estado laico, porque esse conceito “significa que o governo é laico, a política não é. Os políticos representam interesses do povo, seja ele ateu, evangélico, católico, anarquista… O povo não é laico”, frisou.

Questionado se os protestos não seriam uma incitação à homofobia, o pastor negou: “Opinião não é homofobia. Tem um monte de manifestações no plenário em apoio ao ativismo gay e ninguém fala nada. Atacar símbolo religioso é crime, artigo 208 [do Código Penal]. Os deputados não estavam condenando só a Parada Gay, mas a pouca vergonha que fazem na rua. Se falar disso aumenta a homofobia, pode acabar com todos os filmes violentos da televisão, porque aumenta a chance de as pessoas saírem por aí dando tiro”, afirmou.


Malafaia ainda destacou que, dentro da liberdade de expressão é legítimo que os ativistas gays marquem posição em todos os setores da sociedade, mas que isso não o obriga a concordar com eles: “Não é porque sou contra que não acho legítimo. Não sou a favor da mordaça ao ativismo gay. Mas eles não dão moleza para ninguém que fala deles. Eu também não vou dar”, concluiu.

18 COMENTÁRIOS

  1. sobre esses deputados da bancada evangélica que fizeram uma oração no plenário, só uma palavra do Senhor Jesus pra esses tipos que não representam os cristãos:

    “E quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de ficar orando em pé nas sinagogas e nas esquinas, a fim de serem vistos pelos outros. Eu lhes asseguro que eles já receberam sua plena recompensa” (Mateus 6:5)

  2. “E quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de ficar orando em pé nas sinagogas e nas esquinas, a fim de serem vistos pelos outros. Eu lhes asseguro que eles já receberam sua plena recompensa” (Mateus 6:5)

  3. Stardust,

    Quer dizer, grande guru, que Cristo era um hipócrita também? Ele estava falando dele próprio também?

    Ora, Cristo orou nas sinagogas, nas esquinas, nos campos, seja estando em pé, sentado.

    Hipócrita é você que distorce a bíblia no intuito e querendo perseguir os pastores, no caso agora o pastor silas.

    Pastorfobia?

    .

    • levi varela

      Pastorfobia?

      Cara, pastores como Silas Malafaia são de longe um dos maiores problemas deste país e estão nos conduzindo para uma situação desastrosa com consequências que nem queria imaginar.

      A política não é laica? Percebe a ideologia teocrática por trás desta afirmação. Me desculpe, mas não tem como concordar com um absurdo desses. Uma afronta a laicidade do nosso estado. Silas é um demônio.

      Realmente, o contexto da trans crucificada se faz verdadeiro. Estamos sendo crucificados por não nos convertermos, por não ir com a maioria.

      Precisamos reagir ou não sei onde isso vai parar.

  4. certa vez os escribas e fariseus passavam pela rua e avistaram Jesus comendo ,coversando, bebendo……., e os escribas e fariseus disseram vejam só este homem se diz filho de Deus e da atencao a bebados, ladroes,prostutas e demais pecadores e Jusus percebendo que falavam dele disse eu vim para os doentes nao para os que se acham bem, ou seja eu vim para os perdidos, que querem mudar.

  5. SÓ PARA NÃO ESQUECER QUE DO REMÉDIO QUE RECEITA DEVES TOMAR TAMBÉM, BATER NO PEITO EM PLENO G+ DIZENDO QUE DEUS TE PUXOU AS ORELHAS PEDIR PERDÃO E VOLTAR AS VELHAS PRÁTICAS SÓ MOSTRAM QUE NÃO TEM CARÁTER E POR ISTO SE TORNOU O ENGOLIDOR DE SAPOS, É ASSIM COM TODOS OS MENTIROSOS.
    STARDUST disse: 1 de outubro de 2013 ás 12:25 pm
    COMUNICADO IMPORTANTE:

    Venho através deste comunicado informar que estou deixando de comentar no G+. Nada contra o site, que é fonte de informação, mas é uma decisão pessoal após orar e pedir direção a Deus. O Espírito Santo me mostrou a minha falha aqui. Levei um puxão de orelha “santo”. Peço perdão pela precipitação. Sei que todos somos falhos. E eu não vou esconder os meus erros. Não vou negar que cometi um erro, vários aliás. Peço perdão a todos que em maior ou menor grau se sentiram ofendidos com algo que eu disse.

    Peço perdão a todos que comentam aqui e em especial o clamando, edy ( ex ) e o vai arrebentar. Peço perdão a outros que não consigo lembrar. Peço que me perdoem pois eu pequei, errei. Peço que relevem. Não levem a sério. Eu errei e assumo publicamente meu erro.

    Peço perdão também a edir macedo, valdemiro santiago, marco feliciano, valdemiro santiago, silas malafaia e outros líderes religiosos que não consigo lembrar. Pequei contra vcs. Peço que igualmente me perdoem por tudo. Eu estou me retratando aqui que não agi corretamente com vcs também. E que Deus abençoe vcs e seus respectivos ministérios.

    Ao povo da iurd e outras denominações. Peço perdão. sim, pequei contra vcs também.

    A todos que não consigo lembrar, sejam comentaristas do site, ou pessoas do meio evangélico que se sentiram ofendidos com algo que eu disse, novamente peço perdão. Deixo a todos a seguinte mensagem de Cristo:

    ” [Mas, se não perdoardes, também vosso Pai celestial não vos perdoará as vossas ofensas.]” (Marcos 11:26)

    Estou pedindo perdão a todos. Os que me perdoarem, também terão seus pecado perdoados, pois todos somos pecadores.

    Agradeço aos que amigos que fiz aqui. Deus os abençoe da mesma forma que aos que estou pedindo perdão.

    Estou deixando o G+, e peço aos que comentam aqui que eu pedi perdão, que me perdoem. Vcs podem me responder?

    clamando, vc me perdoa? edy vc me perdoa? vai arrebentar vc me perdoa? E todos que se sentiram ofendidos comigo, vcs me perdoam?

    Aguardo as respostas.

  6. Ocorre, sr. Malafaia, entre outras questões, que o Congresso não é puxadinho de igreja. O Parlamento, reunido, não é mera política e tem, sim, que respeitar a laicidade do Estado!

  7. DIVULGADO NO PORTAL BOL – DOIS EVANGÉLICOS COVARDES APEDREJAM CRIANÇA:

    n o t i c i a s . b o l . u o l . c o m . b r /ultimas-noticias/brasil/2015/06/16/menina-e-apedrejada-na-saida-de-culto-de-candomble-no-rio. h tm

  8. O estado é laico, e não laicista (para quem desejar saber a diferença: http: // www . conjur . com . br / 2012 – mar – 21 / estado – laico – nao – sinonimo – estado – antirreligioso – ou – laicista).

    O deputado é a voz de uma parcela da população que depositou nele o seu voto e a sua confiança para representar seus ideias no Congresso. Se esses deputados foram eleitos pelos cristãos, é a seus eleitores que ele deve representar, e por eles deve falar e lutar, e o estado laico lhe garante esse direito. Um deputado cristão não foi eleito para lutar pelas causas feministas, LGBT, das religiões afro etc., assim como uma deputada feminista não vai ter como pauta os problemas relacionados ao sexo masculino, ou um deputado do movimento negro não vai se priorizar a resolver problemas dos sem-terra, e assim por diante. O estado não é laicista, não é sexista, não é racista, e isso permite à todas as camadas da população elegerem como seus representantes aqueles que se dispõe a falar de seus interesses no Congresso, isso é democracia.

    Assim, um deputado que foi eleito para lutar pelas causas LGBT, deve sim representar os interesses de seus eleitores. Uma deputada feminista que foi eleita para lutar pelas mulheres, pelo fim da violência doméstica, pela maior representatividade das mulheres na sociedade, deve sim brigar pelos ideias de quem a elegeu. Um deputado pode ser eleito com a promessa de lutar pelo fim da discriminação contra as religiões afro, e deve sim falar pelos interesses de quem o elegeu. Assim também os deputados cristãos. Nenhum homem vai ficar chateado porque determinada deputada só briga pelos interesses das mulheres, porque é essa camada que ela foi eleita para representar, isso vale para todos os setores, ideológicos, políticos, religiosos etc.

    E não há nada de errado em deputados cristãos representarem a indignação da parcela da sociedade que eles representam (cristãos), frente a um ato como esse da parada gay (não estou julgando o ato em si – não é o tema, mas o direito de alguém se indignar com algo com o qual se sentiu ofendido).

    “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.” – Desconheço o autor.

    Parafraseando, você pode até não concordar com a indignação da população cristã frente a tal ato, mas deve respeitar o direito dela de se indignar, e como consequência do político que a representa no congresso, falar em nome dela por essa indignação.

  9. O estado é laico, e não laicista (pesquisem para saber a diferença), já no preâmbulo de nossa Carta é solenemente declarado: “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil” (g.n.). Assim qualquer ideia de laicismo é repudiada ab ovo.

    O deputado é a voz de uma parcela da população que depositou nele o seu voto e a sua confiança para representar seus ideias no Congresso. Se esses deputados foram eleitos pelos cristãos, é a seus eleitores que ele deve representar, e por eles deve falar e lutar, e o estado laico lhe garante esse direito. Um deputado cristão não foi eleito para lutar pelas causas feministas, LGBT, das religiões afro etc., assim como uma deputada feminista não vai ter como pauta os problemas relacionados ao sexo masculino, ou um deputado do movimento negro não vai se priorizar a resolver problemas dos sem-terra, e assim por diante. O estado não é laicista, não é sexista, não é racista, e isso permite à todas as camadas da população elegerem como seus representantes aqueles que se dispõe a falar de seus interesses no Congresso, isso é democracia.

    Assim, um deputado que foi eleito para lutar pelas causas LGBT, deve sim representar os interesses de seus eleitores. Uma deputada feminista que foi eleita para lutar pelas mulheres, pelo fim da violência doméstica, pela maior representatividade das mulheres na sociedade, deve sim brigar pelos ideias de quem a elegeu. Um deputado pode ser eleito com a promessa de lutar pelo fim da discriminação contra as religiões afro, e deve sim falar pelos interesses de quem o elegeu. Assim também os deputados cristãos. Nenhum homem vai ficar chateado porque determinada deputada só briga pelos interesses das mulheres, porque é essa camada que ela foi eleita para representar, isso vale para todos os setores, ideológicos, políticos, religiosos etc.

    E não há nada de errado em deputados cristãos representarem a indignação da parcela da sociedade que eles representam (cristãos), frente a um ato como esse da parada gay (não estou julgando o ato em si – não é o tema, mas o direito de alguém se indignar com algo com o qual se sentiu ofendido).

    “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.” – Desconheço o autor.

    Parafraseando, você pode até não concordar com a indignação da população cristã frente a tal ato, mas deve respeitar o direito dela de se indignar, e como consequência do político que a representa no congresso, falar em nome dela por essa indignação.

  10. O estado é laico, e não laicista (pesquisem para saber a diferença), já no preâmbulo de nossa Carta é solenemente declarado: “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil” (g.n.). Assim qualquer ideia de laicismo é repudiada ab ovo.

    O político é a voz de uma parcela da população que depositou nele o seu voto e a sua confiança para representar seus ideias no Congresso. Se esses políticos foram eleitos pelos cristãos, é a seus eleitores que ele deve representar, e por eles deve falar e lutar, e o estado laico lhe garante esse direito. Um político cristão não foi eleito para lutar pelas causas feministas, LGBT, das religiões afro etc., assim como uma política feminista não vai ter como pauta os problemas relacionados aos homens, ou um deputado do movimento negro não vai se priorizar a resolver problemas dos sem-terra, e assim por diante. O estado não é laicista, não é s e x i s t a, não é r a c i s t a, e isso permite à todas as camadas da população elegerem como seus representantes aqueles que se dispõe a falar de seus interesses no Congresso, isso é democracia.

    Assim, um deputado que foi eleito para lutar pelas causas LGBT, deve sim representar os interesses de seus eleitores. Uma deputada feminista que foi eleita para lutar pelas mulheres, pelo fim da violência doméstica, pela maior representatividade das mulheres na sociedade, deve sim brigar pelos ideias de quem a elegeu. Um deputado pode ser eleito com a promessa de lutar pelo fim da discriminação contra as religiões afro, e deve sim falar pelos interesses de quem o elegeu. Assim também os deputados cristãos. Nenhum homem vai ficar chateado porque determinada deputada só briga pelos interesses das mulheres, porque é essa camada que ela foi eleita para representar, isso vale para todos os setores, ideológicos, políticos, religiosos etc.

    E não há nada de errado em deputados cristãos representarem a indignação da parcela da sociedade que eles representam (cristãos), frente a um ato como esse da parada gay (não estou julgando o ato em si – não é o tema, mas o direito de alguém se indignar com algo com o qual se sentiu ofendido).

    “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.” – Desconheço o autor.

    Parafraseando, você pode até não concordar com a indignação da população cristã frente a tal ato, mas deve respeitar o direito dela de se indignar, e como consequência do político que a representa no congresso, falar em nome dela por essa indignação.

  11. O estado é laico, e não laicista (pesquisem para saber a diferença), já no preâmbulo de nossa Carta é solenemente declarado: “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil” (g.n.). Assim qualquer ideia de laicismo é repudiada ab ovo.

    O político é a voz de uma parcela da população que depositou nele o seu voto e a sua confiança para representar seus ideias no Congresso. Se esses políticos foram eleitos pelos cristãos, é a seus eleitores que ele deve representar, e por eles deve falar e lutar, e o estado laico lhe garante esse direito.

    Um político cristão não foi eleito para lutar pelas causas feministas, LGBT, das religiões afro etc., assim como uma deputada feminista não vai ter como pauta os problemas relacionados ao sexo masculino, ou um político do movimento negro não vai se priorizar a resolver problemas dos sem-terra, e assim por diante. O estado não é laicista, não é s e x i s t a, não é r a c i s t a, e isso permite à todas as camadas da população elegerem como seus representantes aqueles que se dispõe a falar de seus interesses no Congresso, isso é democracia.

    Assim, um político que foi eleito para lutar pelas causas LGBT, deve sim representar os interesses de seus eleitores. Uma política f e m i n i s t a que foi eleita para lutar pelas mulheres, pelo fim da v i o l ê n c i a doméstica, pela maior representatividade das mulheres na sociedade, deve sim brigar pelos ideias de quem a elegeu. Um político pode ser eleito com a promessa de lutar pelo fim da discriminação contra as religiões afro-, e deve sim falar pelos interesses de quem o elegeu. Assim também os políticos cristãos. Nenhum homem vai ficar chateado porque determinada política só briga pelos interesses das mulheres, porque é essa camada que ela foi eleita para representar, isso vale para todos os setores, ideológicos, políticos, religiosos etc.
    E não há nada de errado em políticos cristãos representarem a indignação da parcela da sociedade que eles representam (cristãos), frente a um ato como esse da parada gay (não estou julgando o ato em si – não é o tema, mas o direito de alguém se indignar com algo com o qual se sentiu ofendido).

    “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.” – Desconheço o autor.

    Parafraseando, você pode até não concordar com a indignação da população cristã frente a tal ato, mas deve respeitar o direito dela de se indignar, e como consequência do político que a representa no congresso, falar em nome dela por essa indignação.

  12. O estado é laico, e não laicista (pesquisem para saber a diferença), já no preâmbulo de nossa Carta é solenemente declarado: “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil” (g.n.). Assim qualquer ideia de laicismo é repudiada ab ovo.

    O político é a voz de uma parcela da população que depositou nele o seu voto e a sua confiança para representar seus ideias no Congresso. Se esses políticos foram eleitos pelos cristãos, é a seus e l e i t o r e s que ele deve representar, e por eles deve falar e lutar, e o estado laico lhe garante esse direito.

    Um político cristão não foi eleito para lutar pelas causas feministas, LGBT, das religiões afro etc., assim como uma deputada feminista não vai ter como pauta os problemas relacionados ao sexo masculino, ou um político do movimento negro não vai se priorizar a resolver problemas dos sem-terra, e assim por diante. O estado não é laicista, não é s e x i s t a, não é r a c i s t a, e isso permite à todas as camadas da população elegerem como seus representantes aqueles que se dispõe a falar de seus interesses no Congresso, isso é democracia.

    Assim, um político que foi eleito para lutar pelas causas LGBT, deve sim representar os interesses de seus e l e i t o r e s. Uma política f e m i n i s t a que foi eleita para lutar pelas mulheres, pelo fim da v i o l ê n c i a doméstica, pela maior representatividade das mulheres na sociedade, deve sim brigar pelos ideias de quem a elegeu. Um político pode ser eleito com a promessa de lutar pelo fim da discriminação contra as religiões afro-, e deve sim falar pelos interesses de quem o elegeu. Assim também os políticos cristãos. Nenhum homem vai ficar chateado porque determinada política só briga pelos interesses das mulheres, porque é essa camada que ela foi eleita para representar, isso vale para todos os setores, ideológicos, políticos, religiosos etc.

    E não há nada de errado em políticos cristãos representarem a indignação da parcela da sociedade que eles representam (cristãos), frente a um ato como esse da parada gay (não estou julgando o ato em si – não é o tema, mas o direito de alguém se indignar com algo com o qual se sentiu ofendido).

    “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.” – Desconheço o autor.

    Parafraseando, você pode até não concordar com a indignação da população cristã frente a tal ato, mas deve respeitar o direito dela de se indignar, e como consequência do político que a representa no congresso, falar em nome dela por essa indignação.

  13. Aqui moderam um discurso decente e deixam passar palavras de baixo calão. (¬¬) Aff..

    O estado é laico, e não laicista (pesquisem para saber a diferença), já no preâmbulo de nossa Carta é solenemente declarado: “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil” (g.n.). Assim qualquer ideia de laicismo é repudiada ab ovo.

    O político é a voz de uma parcela da população que depositou nele o seu voto e a sua confiança para representar seus ideias no Congresso. Se esses políticos foram eleitos pelos cristãos, é a seus e l e i t o r e s que ele deve representar, e por eles deve falar e lutar, e o estado laico lhe garante esse direito.

    E não há nada de errado em políticos cristãos representarem a indignação da parcela da sociedade que eles representam (cristãos), frente a um ato como esse da parada gay (não estou julgando o ato em si – não é o tema, mas o direito de alguém se indignar com algo com o qual se sentiu ofendido).

    “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.” – Desconheço o autor.

    Parafraseando, você pode até não concordar com a indignação da população cristã frente a tal ato, mas deve respeitar o direito dela de se indignar, e como consequência do político que a representa no congresso, falar em nome dela por essa indignação.

    • Os parlamentares são eleitos para cuidarem dos interesses da população de um modo geral, não para ficar com essas picuinhas entres evangélicos e gay. Por acaso essa história de casamento gay é de interesse da população? Imagino que não, mas é de interesse dos gays, que por sinal também votam

    • Está enganado Mauro, de maneira geral sim, mas cada partido tem sua bandeira, as causas que defende, suas ideologias etc., em uma sociedade há diferentes opiniões e ideologias, por isso as coisas são decididas democraticamente, por isso há eleições, por isso há propostas e planos de governo, onde os candidatos se comprometem a determinadas agendas, e as pessoas que se identificam com elas, votam neles.

      Quer dizer que uma candidata feminista tem que ficar se preocupando com pauta sobre os direitos dos homens também? Não, o feminismo tem suas causas para defender, tem suas prioridades. Assim também, evangélicos tem no congresso os candidatos que apresentaram na campanha propostas e pautas com a qual se identificaram, e os escolheram seus representantes no congresso, e ele deve trabalhar para cumprir as propostas de sua campanha, e defender os interesses dos seus eleitores.

      Nunca ouviu aquele conselho, de depois da eleição não esquecer em quem votou, pois ele é o representante dos seus interesses no congresso.

      Portanto, o estado laico permite sim que deputados representem a indignação dos eleitores que depositaram neles sua confiança e seu voto. Pode discordar da minha indignação, mas não do meu direito de me indignar.

    • Está enganado Mauro, de maneira geral sim, mas cada partido tem sua bandeira, as causas que defende, suas ideologias etc., em uma sociedade há diferentes opiniões e ideologias, por isso as coisas são decididas democraticamente, por isso há votação, por isso há propostas e planos de governo, onde os candidatos se comprometem a determinadas agendas, e as pessoas que se identificam com elas, votam neles.

      Assim também evangélicos tem os candidatos que apresentaram na campanha propostas e pautas com a qual se identificaram, e os escolheram seus representantes em Brasília, e ele deve trabalhar para cumprir as propostas de sua campanha, e defender os interesses dos seus eleitores.

      Nunca ouviu aquele conselho, de depois da eleição não esquecer em quem votou, pois ele é o representante dos seus interesses na política

      Portanto, o estado laico permite sim que deputados representem a indignação dos eleitores que depositaram neles sua confiança e seu voto. Pode discordar da minha indignação, mas não do meu direito de me indignar.

    • Que moderação estúpida…

      De modo geral. Mas cada partido tem sua bandeira, as causas que defende, suas ideologias etc., em uma sociedade há diferentes opiniões e ideologias, por isso as coisas são decididas democraticamente, por isso há eleições, por isso há propostas e planos de governo, onde os candidatos se comprometem a determinadas agendas, e as pessoas que se identificam com elas, votam neles.

      Nunca ouviu aquele conselho, de depois da eleição não esquecer em quem votou, pois ele é o representante dos seus interesses no congresso.

      Portanto, o estado laico permite sim que deputados representem a indignação dos eleitores que depositaram neles sua confiança e seu voto. Pode discordar da minha indignação, mas não do meu direito de me indignar.

    • Que moderação estúpida…

      Mauro, na campanha os candidatos tem suas propostas, seus planos de governo, suas pautas etc., tem de direita, comunista, conservador, feminista etc., quem se identifica com suas propostas, e tem o direito de cobrar dele, ele é seu representante lá. Ou você vai cobrar de um partido de direito que não governa para a população de esqueda? Ele deve cumprir as propostas, os planos e os interesses daqueles que depositaram nele o seu voto e a sua confiança. Portanto, não há nada de errado nos deputados representarem a indignação daqueles que confiaram nas suas ideologias, propostas e planos de governo. Pode não concordar com isso, mas não pode discordar do meu direito de me indignar, e de ter minha indignação representada em Brasília por aquele que eu escolhi para falar em meu nome. Já viu aquela propaganda da responsabilidade que você tem por quem coloca lá para te representar? Pois é, é isso.

    • Que ódio desses que moderam.. se eu enchesse o texto de palavrões não haveria moderação, mas não pode falar de política é isso?

      Pode não concordar com minha indignação, mas não pode discordar do meu direito de me indignar, e de ter minha indignação representada em Brasília por aquele que eu escolhi para falar em meu nome. Já viu aquela propaganda da responsabilidade que você tem por quem coloca lá para te representar? Pois é, é isso, é o que a moderação me permite dizer… aff..

      • Esta enganada, Celia Mulata. Parlamentares são eleitos para representar a população como um todo, não segmentos isolados como você quer. Se fosse assim, de que forma seria possivel, aos milhares de seguimentos, ter seus representantes no Congresso. Uma vez participei, em Curitiba, de um Simpósio de Direito Eleitoral e um dos palestrantes, insigne jurista, abordou justamente esse tema. Quanto a questão semântica envolvendo laicidade e laicismo, você copiou isso de um raciocínio tosco do Malafaia ao defender o indefensável, ou seja, que as igrejas podem, afinal, subverter o Estado laico.

        • Sandro você é inteligente e fico feliz que responda sempre com educação, é sempre muito bom conversar com pessoas educadas, mesmo que não compartilhem das mesmas idéias. (≧◡≦)

          1) Sobre a diferença de laicidade e laicismo, não copiei nada do Malafaia, basta você digitar no Google e consultar a definição de diversas fontes, inclusive na acessível Wikipédia.

          2) Você já ouviu falar de feminismo? Nas últimas eleições algumas amigas estavam divulgando uma campanha para nós mulheres, votarmos em candidatas feministas, porque há pouco mais de 10% na câmara para representar mais de 50% da população feminina. Você acha que essas candidatas seriam eleitas para representar quem? Elas vão atender a sociedade como um todo, mas elas tem um compromisso com suas eleitoras, que confiaram em suas campanhas, pautas e planos de governo.

          3) O mesmo raciocínio vale para quaisquer candidatos que foram eleitos com a promessa de representar os interesses daqueles que depositaram neles sua confiança. Por isso há lá no Congresso políticos que representam os liberais, os conservadores, os comunistas, etc.

          4) Você tem o direito de lutar por seus ideais, de se indignar com o que acha errado na sociedade, e eu tenho o mesmo direito. Respeite o meu direito de me indignar, e de ter minha indignação representada por quem eu confiei meu voto, e da mesma forma eu vou respeitar o seu.

          É isso ≧◔◡◔≦

          • Celia Mulata, agradeço pelo elogio e o retribuo, mas contino convicto de que um parlamentar é eleito para representar a sociedade como um todo, não segmentos isolados, até porque os salários de suas excelências são pagos com o dinheiro de todos os cidadãos, e também porque seria profundamente injusto para com os seguimentos sem representatividade no Congresso Nacional.

          • Concordo que é injusto Sandro, como mulher sei como é. Agora por exemplo recusaram a proposta das cotas para ampliar a participação feminina no Congresso. : (

    • O que mais indignação me causa em relação aos pentecostais é o culto que tributam, com suas mentes tacanhas, à ignorância, à imbecilidade, à estupidez do ser humano!

      O Clamando, por exemplo, é um velho tapado que parou no tempo. Como não tem argumentos, vem com esse vídeo repleto de falácias dessa piada que foi o Enéias.

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