Pastor Silas Malafaia divulga nova data do “ato profético” contra a corrupção em Brasília

5

Ontem, em seu canal oficial no Youtube, o pastor Silas Malafaia divulgou nova data de realização da manifestação em Brasília quando diversas lideranças evangélicas iriam à capital federal para protestar contra a corrupção. Originalmente marcada para o dia 11 de Maio, o líder evangélico adiou o “ato profético” para o dia 1 de Junho.

No vídeo de dois minutos, Malafaia justifica que a nova data do evento mudou em virtude do calendário de votações da comissão de impeachment no Senado. O presidente da comissão especial que emitirá o parecer sobre o afastamento de Dilma, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), informou que a votação está prevista para dia 11 de Maio.

“Mesmo que ocorra um imprevisto – dia 12 ou dia 10 – precisamos de uma semana para montar o palco. E como está programado dia 11 de Maio, o evento em Brasília, não vamos ter como montar o palco devido às manifestações”, disse o pastor no vídeo.

Malafaia pede para que os fiéis utilizem sua redes sociais para divulgar a mudança do ato. “Deus abençoe você, Deus abençoe sua família, Deus abençoe o Brasil”, finaliza.


Confira abaixo o calendário de trabalho aprovado pela comissão no Senado:

03/05 – Especialistas que falarão contra a realização do julgamento

04/05 – Apresentação do relatório do senador Antônio Anastasia (PSDB-MG) recomendando ou não abertura de processo

05/05 – Discussão do relatório na comissão

06/05 – Votação do relatório pela comissão

11/05 – Votação do relatório no plenário do Senado

Assine o Canal

5 COMENTÁRIOS

  1. Polícia Civil denuncia pastor por abuso sexual dentro de igreja de Joinville
    04/05/16
    Homem admitiu que levou fiel para sala separada, mas disse à polícia que estava ‘possuído’

    A Polícia Civil de Joinville concluiu esta semana um inquérito que investigava o abuso sexual cometido no fim do ano passado dentro de uma igreja na zona Norte de Joinville. O acusado é o próprio pastor da congregação.

    No depoimento feito à polícia, a vítima, uma mulher de 30 anos, disse que foi abordada pelo pastor logo na primeira vez que foi ao culto. Ele pediu a ela que voltasse no dia seguinte, à noite, para “orar” com ele.

    Ela voltou por volta das 19 horas com a irmã e o cunhado, mas os dois ficaram no templo ouvindo as músicas enquanto ela foi levada para uma salinha separada.
    Durante a oração, o pastor deitou a mulher no chão e começou a passar a mão sobre o corpo dela, principalmente nas partes íntimas. A mulher disse à polícia que ficou paralisada e que a sessão durou entre 30 e 40 minutos.

    Ela procurou a delegada Tânia Harada, titular da Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Idoso de Joinville e fez um boletim de ocorrência por estupro. Também gravou uma conversa em que dizia ao pastor que estava muito constrangida com tudo o que aconteceu e não entendia o porquê de ele ter tocado no corpo dela daquele jeito.

    As gravações fazem parte do inquérito e nelas o homem assume o abuso, mas diz que era preciso tocar no corpo para tirar uma “pomba gira” que havia se apossado dela. Ao ser interrogado pela delegada, o pastor primeiro disse que não lembrava de nada e que não havia abusado de nenhuma fiel. Mas, ao ser confrontado com a gravação, ele admitiu que houve o abuso, mas justificou dizendo que estava possuído.

    A delegada vai indiciar o pastor por posse sexual mediante fraude e não estupro. Um dos requisitos para que o crime fosse tipificado como estupro era haver violência ou grave ameça, o que não foi o caso. O crime de posse sexual mediante fraude também é conhecido no meio jurídico como “estelionato sexual” e está descrito no Código Penal no artigo 215. Porém, a delegada tem indícios de que outras pessoas foram vítimas e podem procurar à Polícia nos próximos dias.

    “Quando há um erro, a gente tem de pagar pelo erro”, diz pastor

    No começo da tarde desta quarta-feira, o pastor disse à reportagem de A Notícia que errou e que pediu perdão à mulher.

    — A igreja não tem nada a ver com isso. O que houve, na verdade, é que eu não estou negando nada. Eu errei. Eu pedi perdão pra ela, tudo. Na verdade, eu não tenho nem como mentir. Eu sou um religioso e não posso mentir. Houve aquele abuso porque ela se bateu, eu fui segurar ela. Mas, eu vou fazer o quê? Quando há um erro, a gente tem de pagar pelo erro.

    O pastor disse que não tem advogado, nem vai contar com a igreja para pagar sua defesa. Ele disse que agiu em seu nome e fez questão de dizer que o fato não tem relação nenhuma com a congregação.

    — Vou ficar numa situação pior. Não tenho nem um carro para vender e pagar um advogado. Já pedi perdão a ela. Mas ela não entendeu. Agora, não sei o que vou fazer.
    A NOTÍCIA

  2. Antes de lutar contra a corrupção de Brasília o melhor seria começar não apoiando corruptos dentro das igrejas para poder ter moral e lutar contra as falcatruas de fora.

  3. a culpa é nossa, quantas vezes voce orou pelos nossos govarnantes????
    Jesus nos ensinou a orar por aqueles que estão em evidência.
    Crente não pode falar mal da Dilma e nem do LUla e nem de ninguem, Lembrem -se
    maldizentes não entrarão no Reino de Deus.
    Oremos pelos nossos governantes sejam eles quem for e não caiam na conversa de falsos profetas, pois eles te ensinam a desobedecer a Jesus de uma forma subliminar

DEIXE UMA RESPOSTA