No Natal, milhões de cristãos da Igreja Perseguida precisam de orações; Entidade divulga lista de países mais hostis

9

Durante a celebração do nascimento de Jesus a entidade Christian Solidarity Worldwide (CSW) pede aos cristãos que se lembrem dos irmãos perseguidos ao redor do mundo.

A CSW publicou uma lista de países onde cristãos sofrem perseguição religiosa ou são vítimas de conflitos culturais que resultam em ameaças e mortes.

A lista de oração da CSW é uma intercessão para que os irmãos em Cristo permaneçam firmes na fé, e resistam às agressões – que tendem a aumentar em épocas de datas importantes do cristianismo.

Entre os países listados pela CSW estão nações que a perseguição a cristãos já é comum e muitas vezes, amparada por leis ou pelas autoridades, que fazem vistas grossas à questão.


Nigéria: o grupo extremista islâmico Boko Haram prega a extinção dos cristãos;
Irã: vem sendo registradas invasões de igrejas e prisões de cristãos para intimidação;
Vietnã: autoridades costumam usar a tradição dos cristãos de entoar hinos natalinos como argumento para prender e condenar fiéis por “evangelismo ilegal”;
Egito: os cristãos coptas, minoria no país, vêm atravessando um dos períodos de perseguição mais intensa por parte de muçulmanos;
Paquistão: a população cristã soma aproximadamente 2% da população do país e sofre hostilidades constantes;
Bangladesh: o país vive fase de tensão social por conta das eleições em janeiro e as minorias, como os cristãos, costumam ser ameaçadas;
Síria: a nação vive uma guerra civil e muitos cristãos sírios estão exilados em países vizinhos por temerem os grupos rebeldes;
Sudão: cristãos e outras minorias enfrentam repressão constante. No Natal de 2012, uma muçulmana se converteu ao Evangelho e os sacerdotes que a batizaram foram presos e a igreja fechada;
Indonésia: as autoridades do país fecharam centenas de igrejas nos últimos meses e desautorizou celebrações de Natal;
México: conflitos entre católicos, evangélicos e seguidores de religiões indígenas já resultaram em mortes e ameaças a comunidades inteiras;
Coreia do Norte: cristãos fllagrados de posse de uma Bíblia são condenados, junto com toda a família, a trabalho forçado por gerações;
República Centro-Africana: os tempos de paz entre muçulmanos e cristãos foram substituídos por conflitos que, nos últimos meses, já mataram mais de mil pessoas;

Ore pelos cristãos e seus adversários em cada um desses países. Interceda pelos irmãos da Igreja Perseguida, que não gozam da liberdade de expressão e culto que existe em países como o Brasil, e peça a Deus para que os dê força para suportar a caminhada cristã e demonstrar amor ao próximo, mesmo nas situações adversas.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


9 COMENTÁRIOS

  1. Mensagens de Deus
    Tire um tempo para ler esta história…

    Aprender com a experiência

    Um cão foi tão fiel que a mulher poderia deixar seu bebê com ele e sair para cuidar de outros assuntos. Ela sempre voltava e a criança dormindo profundamente com o cão fiel cuidando. Um dia algo aconteceu.

    A mulher, como de costume, deixou o bebê nas “mãos” de este cão fiel e foi às compras. Quando ela voltou, ela descobriu uma cena bastante desagradável, não era uma bagunça total. Berço do bebê foi desmantelado, suas fraldas e roupas rasgadas com manchas de sangue por todo o quarto onde ela deixou a criança e o cão. Chocada, a mulher perdeu o chão.

    De repente, ela viu o cão fiel saindo de debaixo da cama. Ele estava coberto de sangue e lambendo sua boca, como se tivesse acabado de uma refeição deliciosa.

    A mulher ficou com raiva e concluiu que o cão tinha devorado o bebê. Sem pensar muito, ela bateu no cão com uma madeira até a morte. Mas, como ela continuou procurando os “restos” de seu filho, ela viu uma outra cena. Perto da cama estava o bebê que, apesar de estar no chão, estava a salvo e sob a cama uma serpente em pedaços. Foi uma batalha feroz entre a cobra e o cão, que agora estava morto. Então a realidade veio à mulher, que entendeu o que aconteceu na sua ausência. O cão lutou para proteger o bebê da cobra faminta.

    Era tarde demais para ela agora para fazer as pazes, porque na sua impaciência e raiva, matou o cão fiel.

    Quantas vezes julgamos mal as pessoas e as rasgamos em pedaços com palavras duras e ações antes de ter tido tempo para avaliar a situação?

    É o pecado da presunção. Presumindo as coisas da nossa maneira, sem se dar ao trabalho de descobrir, exatamente, qual a real situação. Pouco de paciência pode reduzir drasticamente principais erros ao longo da vida. Quem é você para julgar mal agora? Não pense que você sabe o que os outros estão pensando. Tire um tempo para ter toda a verdade.

    Feliz Natal e um próspero Ano Novo para todos.

  2. Importa que se façam orações, que Deus haverá de fazer a parte a Ele inerente.

    Digo que Deus haverá de fazer a parte Dele em face de que temos de fazer a nossa também, qual?

    Que essa instituição citada na coluna envie à ONU e outros desse órgãos a listagem determinando que elas encontrem meios visando a acabar com toda e qualquer matança de cunho religioso em todas as nações, criando sanções econômicas em caso de desobediência.

    Quanto a todos nós, devemos enviar essa listagem aos nossos parlamentares para junto aos governos administrarem ações visando forçar a quem tem obrigação de fazer alguma coisa, no caso os órgãos que devem agir e não estão agindo, como a ONU, a OEA e demais.

    Ficam os nossos parlamentares que se dizem humanitários, amantes da justiça, todos calados, inertes, omissos, e o viés que dizem ter, cadê? E os nossos governos que a população se deu para acabar com os atos ditatoriais? Por quê não respondem à altura o favor que o povo lhes fez? Mas não, ficam sentados, bem acomodados, enquanto no mundo passeia livremente as distorções, os crimes, o terror, contra inocentes, contra os que manifestam interesses de culto diferente da maioria.

    Cadê o vaticano? Cadê os pastores? Cadê Obama? Cadê os ingleses, os franceses, os alemãos, cadê o Brasil, cadê o Equador, a Bolívia, a China, o Japão?

    Ora, não é por acaso que a bíblia fala da perda de amor nos finais dos tempos, pois povos e nações livres sequer agem, muito menos em conjunto para alcançar nem que seja em médio tempo algum resultado, pois como estamos, não vamos conseguir vê o próximo sorrindo nunca, mas nunca mesmo, pois é grande o desinteresse pelo próximo.

  3. Importa que se façam orações, que Deus haverá de fazer a parte a Ele inerente.

    Digo que Deus haverá de fazer a parte Dele em face de que temos de fazer a nossa também, qual então?

    Que essa instituição citada na coluna envie à ONU e outros desse órgãos a listagem determinando que elas encontrem meios visando a acabar com toda e qualquer matança de cunho religioso em todas as nações, criando sanções econômicas em caso de desobediência.

    Quanto a todos nós, devemos enviar essa listagem aos nossos parlamentares para junto aos governos administrarem ações visando forçar a quem tem obrigação de fazer alguma coisa, no caso os órgãos que devem agir e não estão agindo, como a ONU, a OEA e demais.

    Ficam os nossos parlamentares que se dizem humanitários, amantes da justiça, todos calados, inertes, omissos, e o viés que dizem ter, cadê? E os nossos governos que a população se deu para acabar com os atos ditatoriais? Por quê não respondem à altura o favor que o povo lhes fez? Mas não, ficam sentados, bem acomodados, enquanto no mundo passeia livremente as distorções, os crimes, o terror, contra inocentes, contra os que manifestam interesses de culto diferente da maioria.

    Cadê o vaticano? Cadê os pastores? Cadê Obama? Cadê os ingleses, os franceses, os alemãos, cadê o Brasil, cadê o Equador, a Bolívia, a China, o Japão?

    Ora, não é por acaso que a bíblia fala da perda de amor nos finais dos tempos, pois povos e nações livres sequer agem, muito menos em conjunto para alcançar nem que seja em médio tempo algum resultado, pois como estamos, não vamos conseguir vê o próximo sorrindo nunca, mas nunca mesmo, pois é grande o desinteresse pelo próximo.

  4. Por motivo de crença religiosa, evangélicos sofrem crueldade atroz da parte de muitos que se dizem religiosos. Entretanto, evangélicos também têm sido responsáveis, por ação ou omissão, pelo sofrimento de muitas pessoas que, por motivo de orientação sexual, despertam a militância furiosa e reacionária de fundamentalistas fanáticos que querem forçar os governos a comungar de sua estreita e mágica visão de mundo (vide, por exemplo, a crueldade do governo cristão da Uganda ao criminalizar quem, sabendo da existência de um gay, não o denuncie às autoridades, bem como punindo, com prisão perpétua, pessoas que praticam atos homossexuais). Em face de tais fatos, aprendam, evangélicos, com o sofrimento de seus irmãos, nos países que em que estes sofrem perseguição, o quanto dói sofrer nas mãos daqueles que não respeitam as diferenças alheias, e tenham, no mínimo, um pouco mais de compaixão, já que tolerância vocês não tem.

    • Tolerância é você quem não a tem.

      Aqui no Brasil, nas américas, na europa há leis de autoria dos cristãos com esse teor de perseguição?

      Se tem traga o texto para exame.

      O fato de um país africano ser radical, por Deus, não atribua essas posturas radicais a cristãos, pois nunca isso feito.

      A única coisa que tem certa semelhança é a lei de Moisés, não de Deus, que também autorizava país matar filhos desobedientes, cônjuges infiéis, isso quando Moisés teve que vivenciar 40 anos, no deserto, conduzindo sem um estado formal mais de três milhões de pessoas.

      • “Tolerância é você quem não a tem.”

        Levi, em que frase demonstrei intolerância?

        “Aqui no Brasil, nas américas, na europa há leis de autoria dos cristãos com esse teor de perseguição? Se tem traga o texto para exame.”

        É fora de contestação o fato de que militantes evangélicos fundamentalistas, eleitos ou não, principalmente no Brasil e nos EUA, estão opondo-se aos homossexuais e suas reivindicações por direitos civis igualitários.

        Ao apresentar os homossexuais como destruidores da família e da religião, entre outras falsas acusações, evangélicos sem prudência e compaixão acabam, querendo ou não, por incitar o ódio de certos grupos criminosos que atacam minorias. Vide o caso, por exemplo, dos jovens gays russos que estão sendo torturados por Skinheads que justificam suas criminosas ações através de argumentos religiosos.

        “O fato de um país africano ser radical, por Deus, não atribua essas posturas radicais a cristãos, pois nunca isso feito.”

        Não foi feito? O que me diz, então, do infamante Tribunal da Inquisição, do qual se serviram católicos e protestantes ao tentar impor suas visões religiosas?

        “A única coisa que tem certa semelhança é a lei de Moisés, não de Deus, que também autorizava país matar filhos desobedientes, cônjuges infiéis, isso quando Moisés teve que vivenciar 40 anos, no deserto, conduzindo sem um estado formal mais de três milhões de pessoas.”

        Não, não é só a lei de Moisés, como você argumenta; a Inquisição também esta lá, no limbo da História, como solene advertência contra o perigo de tentar legislar a partir da religião. Os protestantes, sabiamente, trouxeram ao mundo o princípio do Estado Laico, da separação entre religião e estado justamente para salvaguardar o direito de todos.

        Concluindo, eu ratifico o que disse, ou seja, que a perseguição dos cristãos deveria fazê-los compreender como estão agindo descaridosamente com os gays ao apresentá-los como pessoas más e, desta forma, entrega-los, como os fariseus fizeram com Jesus, à sanha dos violentos que não têm compromisso com o amor e a compaixão. Se houver sinceridade em seu coração, você não negará estes fatos.

      • Levi, eu respondi aos seus argumentos, mas, até o presente, minhas resposta não foram publicadas. Talvez por eu haver citado alguns sites com informações importantes. Vamos aguardar que o moderador, em atenção ao nosso diálogo, publique. Abraços.

  5. domingo, 8 de setembro de 2013
    Criminosos evangélicos perseguem adeptos de cultos afro-brasileiros
    Crime e preconceito: mães e filhos de santo são expulsos de favelas por traficantes evangélicos
    Extra

    A roupa branca no varal era o único indício da religião da filha de santo, que, até 2010, morava no Morro do Amor, no Complexo do Lins. Iniciada no candomblé em 2005, ela logo soube que deveria esconder sua fé: os traficantes da favela, frequentadores de igrejas evangélicas, não toleravam a “macumba”. Terreiros, roupas brancas e adereços que denunciassem a crença já haviam sido proibidos, há pelo menos cinco anos, em todo o morro. Por isso, ela saía da favela rumo a seu terreiro, na Zona Oeste, sempre com roupas comuns. O vestido branco ia na bolsa. Um dia, por descuido, deixou a “roupa de santo” no varal. Na semana seguinte, saía da favela, expulsa pelos bandidos, para não mais voltar.

    — Não dava mais para suportar as ameaças. Lá, ser do candomblé é proibido. Não existem mais terreiros e quem pratica a religião, o faz de modo clandestino — conta a filha de santo, que se mudou para a Zona Oeste.

    A situação da mulher não é um ponto fora da curva: já há registros na Associação de Proteção dos Amigos e Adeptos do Culto Afro Brasileiro e Espírita de pelo menos 40 pais e mães de santo expulsos de favelas da Zona Norte pelo tráfico. Em alguns locais, como no Lins e na Serrinha, em Madureira, além do fechamento dos terreiros também foi determinada a proibição do uso de colares afro e roupas brancas. De acordo com quatro pais de santo ouvidos pelo EXTRA, que passaram pela situação, o motivo das expulsões é o mesmo: a conversão dos chefes do tráfico a denominações evangélicas.

    Atabaques proibidos na Pavuna

    A intolerância religiosa não é exclusividade de uma facção criminosa. Distante 13km do Lins e ocupada por um grupo rival, o Parque Colúmbia, na Pavuna, convive com a mesma realidade: a expulsão dos terreiros, acompanhados de perto pelo crescimento de igrejas evangélicas. Desinformada sobre as “regras locais”, uma mãe de santo tentou fundar, ali, seu terreiro. Logo, recebeu a visita do presidente da associação de moradores que a alertou: atabaques e despachos eram proibidos ali.

    —Tive que sair fugida, porque tentei permanecer, só com consultas. Eles não gostaram — afirma.

    A situação já é do conhecimento de pelo menos um órgão do governo: o Conselho Estadual de Direitos do Negro (Cedine), empossado pelo próprio governador. O presidente do órgão, Roberto dos Santos, admite que já foram encaminhadas denúncias ao Cedine:

    — Já temos informações desse tipo. Mas a intolerância armada só pode ser vencida com a chegada do estado a esses locais, com as UPPs.

    O deputado estadual Átila Nunes (PSL) fez um pedido formal, na última sexta-feira, para que a Secretaria de Segurança investigue os casos.

    — Não se trata de disputa religiosa mas, sim, econômica. Líderes evangélicos não querem perder parte de seus rebanhos para outras religiões, e fazem a cabeça dos bandidos — afirma.

    Nas favelas, os ‘guerreiros de Deus’

    Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, chefe do tráfico no Morro do Dendê, ostenta, no antebraço direito, a tatuagem com o nome de Jesus Cristo. Pela casa, Bíblias por todos os lados. Já em seus domínios, reina o preconceito: enquanto os muros da favela foram preenchidos por dizeres bíblicos, os dez terreiros que funcionavam no local deixaram de existir.

    Guarabu passou a frequentar a Assembleia de Deus Ministério Monte Sinai em 2006 e se converteu. A partir daí, quem andasse de branco pela favela era “convidado a sair”. Os pais de santo que ainda vivem no local não praticam mais a religião.

    A situação se repete na Serrinha, ocupada pela mesma facção. No último dia 22, bandidos passaram a madrugada cobrindo imagens de santos nos muros da favela. Sobre a tinta fresca, agora lê-se: “Só Jesus salva”.

    O babalaô Ivanir dos Santos, representante da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), criada justamente após casos de intolerância contra religiões afro-brasileiras em 2006, afirma que os casos serão discutido pelo grupo, que vai pressionar o governo e o Ministério Público para que a segurança do locais seja garantida e os responsáveis pelo ato sejam punidos. “Essas pessoas são criminosas e devem ser punidas. Cercear a fé é crime”, diz o pai de santo.

    Lei mais severa

    Desde novembro de 2008, a Polícia Civil considera como crimes inafiançáveis invasões a templos e agressões a religiosos de qualquer credo a Lei Caó. A partir de então, passou a vigorar no sistema das delegacias do estado a Lei 7.716/89, que determina que crimes de intolerância religiosa passem a ser respondidos em Varas Criminais e não mais nos Juizados Especiais. Atualmente, o crime não prescreve e a pena vai de um a três anos de detenção.

    Filha de santo, que foi expulsa do Lins: ‘Não suportava mais fingir ser o que não era’.

    — Me iniciei no candomblé em 2005. A partir de minha iniciação, comecei a ter problemas com os traficantes do Complexo do Lins. Quando cheguei à favela de cabeça raspada, por conta da iniciação, eles viravam o rosto quando eu passava. Com o tempo, as demostrações de intolerância aumentaram. Quando saía da favela vestida de branco, para ir ao terreiro que frequento, eles reclamavam. Um dia, um deles veio até a minha casa e disse que eu estava proibida de circular pela favela com aquelas “roupas do demônio”. As ameaças chegaram ao ponto de proibirem que eu pendurasse as roupas brancas no varal. Se eu desrespeitasse, seria expulsa de lá. No fim de 2010, dei um basta nisso. Não suportava mais fingir ser o que eu não era e saí de lá.

    Mãe de santo há 30 anos, expulsa da Pavuna: ‘Disseram que quem mandava ali era o ‘Exército de Jesus”.

    — Comprei, em 2009, um terreno no Parque Colúmbia, na Pavuna. No local,. não havia nada. Mas eu queria fundar um terreiro ali e comecei a construir. No início, só fazia consulta, jogava búzios e recebia pessoas. Não fazia festas nem sessões. Não andava de branco pelas ruas nem tocava atabaque, para não chamar a atenção. Um dia, o presidente da associação de moradores foi até o local e disse que o tráfico havia ordenado que eu parasse com a “macumba”. Ali, quem mandava na época era a facção de Acari. Já era mais de santo há 30 anos e não acreditei naquilo. Fui até a boca de fumo tentar argumentar. Dei de cara com vários bandidos com fuzis, que disseram que ali quem mandava era o “Exército de Jesus”. Disse que tinha acabado de comprar o terreno e que não iria incomodar ninguém. Dias depois, cheguei ao terreiro e vi uma placa escrito “Vende-se” na porta — eles tomaram o terreno e o puseram a venda. Não podia fazer nada. Vendi o terreno o mais rapidamente possível por R$ 2 mil e fui arrumar outro lugar.
    às 13:00
    Marcadores: Crime organizado, Fanatismo, Intolerância, Religião

  6. Religião não faz bem a ninguém, apenas enriquece ainda mais estelionatários que se apropriam da fé para aproveitar de pessoas ingenuas. O cristianismo onde chegou e onde chega tenta desconstituir as religiões ali existentes para fazer imposição da sua crença como única e absoluta . Não gosto deste proselitismo nojento religioso. Para o cristão vale a máxima ” ou nós ou vocês” e ninguém vai aceitar isto pacificamente e com certeza vai tentar banir esse absolutismo das religiões principalmente o islamismo e o cristianismo, a meu ver as mais intolerantes. Eis porque a importância do ESTADO LAICO sem a ingerência religiosa…

DEIXE UMA RESPOSTA