Padre é investigado pelo Ministério Público por suspeita de abusar sexualmente de 20 adolescentes

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Enquanto a Igreja Católica vive momentos de cobrança dos órgãos de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) por soluções em relação aos casos de pedofilia entre suas fileiras, um novo escândalo de abuso sexual de menores é revelado pela imprensa.

Um padre, que renunciou às funções em 2013, é acusado de ter praticado abusos sexuais contra mais de 20 adolescentes na cidade de  Jacaraú, no litoral norte da Paraíba.

De acordo com informações da TV Cabo Branco, que trouxe o caso à tona, tanto as autoridades brasileiras quanto a Cúria Romana estão cientes do caso.

A identidade do padre foi mantida em sigilo, apesar de a Polícia não ter informações sobre seu paradeiro. O padre suspeito havia comandado a igreja em Jacaraú por quatro anos, antes de renunciar às suas funções.


O caso começou a ser investigado pelo Ministério Público quando alguns adolescentes foram detidos pela Polícia acusados de arrombamento e furto: “Nós soubemos que a casa do padre já tinha sido violada e quando esses meninos foram apreendidos, eram menores de idade e foram perguntados sobre a casa do padre. Foi aí que a coisa veio à tona. Ele disseram ‘não, a gente não furta. É o padre que nos dá. Ele nos chama para farrear, nos dá bebida alcoólica, nos paga e tem as sessões de sexo'”, revelou o promotor de Justiça Marinho Mendes.

Além deste padre, outros três padres já foram afastados de suas funções eclesiásticas pela Arquidiocese da Paraíba por suspeita de abusos sexuais contra menores, e estão sendo investigados pela Polícia Civil e MP.

“É uma vergonha, principalmente pra nós que participamos da Igreja, o padre vir fazer uma baixaria e uma sem-vergonhice dessas”, disparou o pai de um dos adolescentes que foram abusados sexualmente pelo sacerdote católico.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

3 COMENTÁRIOS

  1. Se fosse pastor já teria sido identificado, inclusive o dna.

    O que motiva da não identificação? Não se trata de um suspeito? Será que as informações sobre o caso veio à tona antes mesmo de determinado grau de certeza e provas?

    • é mais ou menos isso mesmo Levi.

      se quiser comparar casos, podemos tomar como o base o caso do seu Pa$$$$tô Marco Pereira.

      no caso dele, o nome foi divulgado depois que o mandando de prisão foi expedido, e tal mandado foi expedido depois de muito tempo de investigação, pelo que me lembro foram anos investigando, inclusive com arquivamento e posterior desarquivamento de processos.

      no caso do Padre, me parece que a denuncia é nova e a matéria não divulgou se já saiu o mandado de prisão. Talvez por isso ainda não tenha sido divulgado o nome do bandido.

      é assim que a justiça e a imprensa trabalham.

      A Justiça é lenta e a imprensa se cuida para depois não ter que pagar indenizações.

      Bom te ver de novo rsrsrsrs

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