Ex-homossexual, palestrante fala sobre sua reorientação sexual e oferece ajuda a gays que desejam abandonar a prática; Assista

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Um escritor e terapeuta norte-americano que dedica sua carreira à reorientação sexual criou uma instituição chamada International Healing Foundation e oferece ajuda a homossexuais que desejem abandonar a prática.

Richard A. Cohen, 62 anos, é palestrante e apontado como um dos pioneiros em terapias de reorientação sexual, segundo informações do site do pastor Joide Miranda, ex-travesti convertido ao Evangelho.

Cohen declara-se ex-homossexual desde 1987, e atualmente é casado e tem três filhos. Sua história na homossexualidade começou na infância, aos seis anos de idade, quando era abusado frequentemente por um amigo de sua família.

O terapeuta afirma que esse fato desencadeou uma demanda de carência e criou um ciclo, suprindo-a e substituindo a necessidade de maior atenção de seu pai. Cohen afirma também que até os trinta anos de idade, suprimia as lembranças dos abusos sexuais e mantinha um relacionamento público com outro homem.


Entretanto, durante o período na faculdade, conheceu o Evangelho e se converteu. Cohen submeteu-se a períodos de celibato, e quando conheceu Sun Myung Moon, casou-se com ela.

O casamento, segundo Cohen, não foi suficiente para fazê-lo abandonar por completo a prática homossexual, e durante três anos, manteve um relacionamento extra-conjugal com outro homem, o que desencadeou uma turbulência que o fez procurar ajuda para curar as lembranças do passado.

No vídeo abaixo, assista a uma entrevista do palestrante Richard Cohen a uma emissora argentina:

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15 COMENTÁRIOS

    • Olha eu acho que o JORGE VINÍCIUS até quer viu, mas ele não quer o gostinho, eu então ele já gostou de usar o orifício anal para outras funções e está viciadinho rss…, mas isso tem cura também.

      • Com certeza, mas lembre o que diz Caio Fabio, casamento gay não é pecado, e Ricardo Condim diz nem todas as relações homossexuais são promiscuas, com pastores assim só o jorge ou as cabras, ovelhas fogem deste aprisco.

  1. Coitados desses homossexuais, não aguentam quando alguém deixa essa prática, não aceitam que isso é um distúrbio reversível, mas querem continuar com a prática e ainda querem que essa nojeira se propague pelas famílias de bem, coitados…, se pelo menos ficassem na deles.

    • Léllison, pessoas que se preocupam com a sexualidade alheia, o melhor a fazer é não ter filhos, para que não sofram preconceito dentro da própria família. Eu conheço muita gente e nunca vi nenhuma família que não tenha gerado um viadinho. Conheço algumas que tem mais de um gay. Uma família em Santarém, por exemplo, tem 3 irmãos viados, e parece que vivem em harmonia. Portanto, se não tiver cabeça para aceitar a natureza do filhos que gerar, não os tenha.
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  2. Mais um bissexual querendo se promover soh isso, conheci varios ao longo da vida, por isso nem me supreendo com essas declaracoes, tudo tubarao sereia. dizem para esposa que vao ali comprar um esfiha e vao eh dar uma re no kibe

    • Note que a vida do cara não se resume à homossexualidade. O cara era travesti, classe que é discriminada dentro do próprio segmento homossexual. Isso realmente deve gerar um conflito muito grande e a necessidade de tratamento.
      O homossexual, digamos assim normal, tem seus conflitos impostos pela família, pela sociedade e pelas religiões cristãs, mas não tem estes problemas. O travesti não é aceito dentro do segmento homossexual, daí os conflitos serem mais acentuados.
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      • Jose Carlos, os travestis nao sao dicriminados nao soh meio homossexual, eles sao discriminado no meio hetero tb, o que resta a eles fazer a nao ser se prostituir ou virar cabelereiro ? mas as travas na grande marioria sao marginais, por isso o preconceito, e outra, quem tem coragem de andar com uma trava em plena luz do dia ?

        • Anonimo e Jose claudio
          Para seus casos tem jeito para de ficarem tricotando e vão se tratar suas bichas que ficam dando ré no kibe kkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!

          • Baixou o nível. A vida de um homossexual não se resume a isso que você insinuou no seu comentário imbecil.
            Espero que você não seja um desses convertidos que já fez tudo o que não presta na vida (as igrejas evangélicas estão cheias dessa estirpe de gente), mas hoje posa de bastião da moral e dos bons costumes.
            Pelo nível do seu comentário, deve ser mais um incompetente fracassado que vive na esperança de conseguir alguma coisa na vida pagando dízimos, porque não consegue dar um passo sem ajuda de alguém.
            Eu nunca precisei pagar dízimos para ter uma vida próspera.

  3. Plano Nacional de Educação passa em plenário sem ‘ideologia de gênero’.

    O texto base do Plano Nacional de Educação – PNE 2011/2020 (PL nº 8035/2010), enfim, foi aprovado em Plenário da Câmara dos Deputados na noite desta quarta-feira, 28 de maio. A redação passou sem a inclusão da ideologia de gênero.

    Na votação de ontem, a deputada federal Jô Moraes (PC do B/MG) ameaçou levantar destaques sobre a ideologia. O texto será integralmente aprovado na próxima segunda-feira, 2 de junho, abarcando os destaques polêmicos restantes – um deles prevê a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) apenas para a educação pública.

    Enviado ao Congresso Nacional em 15 de dezembro de 2010, o PNE apresenta 10 diretrizes e 20 metas para as políticas voltadas à educação no próximo decênio. As diretrizes abarcam a destinação de 10% do PIB para a educação brasileira em geral, a erradicação do analfabetismo, aumento de número de vagas em creches, atendimento educacional para todas as crianças de 4 a 5 anos de idade e escola em tempo integral para 25% dos alunos de educação básica no país.

    Dentre as propostas, vários movimentos sociais, entre eles a União Nacional dos Estudantes (UNE), concordaram em incluir a questão do gênero na redação.

    Este conceito, dentro da ideologia de gênero, visa substituir o uso corrente do conceito de sexo (masculino ou feminino) – referindo-se a um papel socialmente construído -, retirando de análise qualquer realidade que tenha fundamento em fatos biológicos.

    Dentro da escola, isto afeta, de maneira especial, a formação de crianças e adolescentes, permitindo a escolha de qualquer identidade sexual independente do sexo feminino ou masculino.

    O PNE tramitou pela Câmara e Senado por quatro anos, onde sofreu diversas modificações. O texto aprovado sem ideologia veio da segunda casa, mesmo com as diversas pressões do governo e do Ministério da Educação.

  4. Plano Nacional de Educação passa em plenário sem ‘ideologia de gênero’.

    O texto base do Plano Nacional de Educação – PNE 2011/2020 (PL nº 8035/2010), enfim, foi aprovado em Plenário da Câmara dos Deputados na noite desta quarta-feira, 28 de maio. A redação passou sem a inclusão da ideologia de gênero.

    Na votação de ontem, a deputada federal Jô Moraes (PC do B/MG) ameaçou levantar destaques sobre a ideologia. O texto será integralmente aprovado na próxima segunda-feira, 2 de junho, abarcando os destaques polêmicos restantes – um deles prevê a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) apenas para a educação pública.

    Enviado ao Congress0 Nacional em 15 de dezembro de 2010, o PNE apresenta 10 diretrizes e 20 metas para as políticas voltadas à educação no próximo decênio. As diretrizes abarcam a destinação de 10% do PIB para a educação brasileira em geral, a erradicação do analfabetismo, aumento de número de vagas em creches, atendimento educacional para todas as crianças de 4 a 5 anos de idade e escola em tempo integral para 25% dos alunos de educação básica no país.

    Dentre as propostas, vários movimentos sociais, entre eles a União Nacional dos Estudantes (UNE), concordaram em incluir a questão do gênero na redação.

    Este conceito, dentro da ideologia de gênero, visa substituir o uso corrente do conceito de sexo (masculino ou feminino) – referindo-se a um papel socialmente construído -, retirando de análise qualquer realidade que tenha fundamento em fatos biológicos.

    Dentro da escola, isto afeta, de maneira especial, a formação de crianças e adolescentes, permitindo a escolha de qualquer identidade sexual independente do sexo feminino ou masculino.

    O PNE tramitou pela Câm@ra e Senad0 por quatro anos, onde sofreu diversas modificações. O texto aprovado sem ideologia veio da segunda casa, mesmo com as diversas pressões do governo e do Ministério da Educação.

  5. Plano Nacional de Educação passa em plenário sem ‘ideologia de gênero’.

    O texto base do Plano Nacional de Educação – PNE 2011/2020 (PL nº 8035/2010), enfim, foi aprovado em Plenário da Câmar@ dos Deputad0s na noite desta quarta-feira, 28 de maio. A redação passou sem a inclusão da ideologia de gênero.

    Na votação de ontem, a dep. fed Jô Moraes (PC do B/MG) ameaçou levantar destaques sobre a ideologia. O texto será integralmente aprovado na próxima segunda-feira, 2 de junho, abarcando os destaques polêmicos restantes – um deles prevê a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) apenas para a educação pública.

    Enviado ao Congress0 em 15 de dezembro de 2010, o PNE apresenta 10 diretrizes e 20 metas para as políticas voltadas à educação no próximo decênio. As diretrizes abarcam a destinação de 10% do PIB para a educação brasileira em geral, a erradicação do analfabetismo, aumento de número de vagas em creches, atendimento educacional para todas as crianças de 4 a 5 anos de idade e escola em tempo integral para 25% dos alunos de educação básica no país.

    Dentre as propostas, vários movimentos sociais, entre eles a União Nacional dos Estudantes (UNE), concordaram em incluir a questão do gênero na redação.

    Este conceito, dentro da ideologia de gênero, visa substituir o uso corrente do conceito de sexo (masculino ou feminino) – referindo-se a um papel socialmente construído -, retirando de análise qualquer realidade que tenha fundamento em fatos biológicos.

    Dentro da escola, isto afeta, de maneira especial, a formação de crianças e adolescentes, permitindo a escolha de qualquer identidade sexual independente do sexo feminino ou masculino.

    O PNE tramitou pela Câm@ra e Senad0 por quatro anos, onde sofreu diversas modificações. O texto aprovado sem ideologia veio da segunda casa, mesmo com as diversas pressões do governo e do Ministério da Educação.

  6. Não sei porque tanta discussão a respeito da sexualidade alheia. Isso já encheu o saco!!!
    Cada um se deita com quem quiser! Ninguém tem nada com isso, nem pastor, nem padre, nem pai de santo, nem o escambal. Se as pessoas envolvidas estiverem de boa vontade, que mál há? Não vem me dizer que se não for do jeito “normal” os envolvidos vão queimar no mármore do inferno… kkk, isso é ridiculo!! A Bíblia é interpretada da maneira que mais convém por seus guardiães.
    Por que não propor a cura para CORRUPÇÃO, para MENTIRA, para AMBIÇÃO DESENFREADA por exemplo? Só esses comportamentos destroem milhares de vidas diariamente, extinguem recursos naturais que nos farão falta, poluem nossa água, acabam com a fauna e a flora do planeta, desviam recursos que era destinado a melhorar a vida das pessoas para o prórpio bolso. Pessoas sofrem e morrem todos os dias as consequências desses comportamentos só para ter mais dinheiro nos bolsos dos “HOMENS DE BENS” !!! Será que são os gays mesmo que precisam de cura? O mundo vai acabar por causa dos gays? Me poupem…

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