Papa Francisco comemora seu aniversário de 77 anos em café da manhã com moradores de rua

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Quatro moradores de rua, um deles levando seu cachorro de estimação, acompanharam o papa Francisco na comemoração de seu aniversário de 77 anos nessa terça-feira (17) em um café da manhã no Vaticano.

Os homens, que vivem nas ruas de Roma, numa rua de um bairro vizinho aos muros da Santa Sé, foram convidados pelo monsenhor Konrad Krajewski, esmoleiro oficial do papa, a participar da missa matinal que é celebrada diariamente pelo Papa. Após a celebração, eles forma apresentados ao papa, e tomaram café junto ao líder da Igreja Católica.

Segundo um comunicado divulgado pelo serviço de comunicação do Vaticano, o papa convidou também os funcionários da santa sé para participaram da celebração, em “um clima particularmente familiar”.

O aniversário do papa está sendo comemorado desde o último sábado, quando ele ganhou um bolo das crianças do Vaticano e soprou as velinhas junto com elas. Entre as comemorações do aniversário do papa Francisco está também a visita de uma delegação do San Lorenzo, seu time de futebol favorito argentino, de Buenos Aires.


Por Dan Martins, para o Gospel+

28 COMENTÁRIOS

  1. Engraçado que ele não foi tão simples assim quando veio aqui na jornada mundial da juventude. E ele ainda teve a cara de pau de ficar em um hotel de luxo aqui no nosso país.

  2. Pois é!
    Enquanto a “evangelicada” tá preocupada em ganhar no jogo do poder político, há quem mostra como é o verdadeiro evangelho. (as pedras clamarão)
    Pena que ao invés de aprender com ele vão criticar.

    • vamos aprender o que , a fazer o bem, isso nao passa de obrigação , e vc acha que ele é o unico que faz isso, e tem mais depois que tomaram o café, qual foi a atitude do papa, tirou ele das ruas, pq se tem alguem que pode fazer isso é ele, e vc tem que parar de falar dos evangelicos, pq tem muitas que fazem isto e mto mais, mais a midia não vai lá falar não, então pare de julgar, apenas elogie a atitude dele, e pare de achar que ele é o unico que faz alguma coisa de bom para os outros pq não é, ok…

      • Não disse que íam criticar?!
        Tudo bem!

        Em nenhum momento eu disse que só ele fazia esse tipo de trabalho. Mas o que eu quis dizer, e vc não entendeu, é que ao invés de se preocupar com jogo de poder político devemos fazer o bem, como apóstolo Paulo disse:
        ” Não queres temer as autoridades? Então façam o bem e terá louvor delas.”
        Eu acho que fui bem claro agora.

        Sei que existem muitos evangélicos que fazem esses trabalhos, mas quando eu disse “evangelicada”, estava dizendo exatamente dos supostos líderes que estão na mídia o tempo todo, e não os verdadeiros que carregam a qualidade do evangelho.

        Mas se vc se sentiu ofendido, me desculpe, não foi a minha intenção ofender alguém que nem conheço.
        Fazer o bem, como bem dito por vc, é dever de todos os discípulos de Jesus. E como Ele ensinou: ” ninguém faz nada oculto para não ser revelado”.

        Mas temos que reconhecer que as atitudes do papa foram exemplar, independentemente se ele é católico, papa, besta, ou que mas de títulos acrescentarem a ele.

        Ou o que ele fez não foi ensinado por Jesus ????

    • “E adorá-la-ão(Besba papa) todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro(Jesus Cristo – Único Salvador)que foi morto desde a fundação do mundo.” Apocalipse 13:8

    • Enquanto os fundamentalistas, aceitam dia a dia a oferta de Lucifer de “poder” a qual Jesus nos quarenta dias no deserto abriu mão.
      Do outro lado, Papa Francisco, cada vez mais, ensina ao mundo o verdadeiro evangelho de Cristo. simplicidade, humildade e amor ao próximo.
      Não sou católico, mas sou admirador deste Papa, que Deus abençoe cada dia mais, o amado Chiquinho.

      • sim uma rica criatura desceu de seu trono e toma com quatro mendigos dentre centenas oi café da manha, fala-se que até deixar usar o banheiro onde tudo é de ouro maciço ele deixou.. realmente uma inspiração ele nos leva a refletir de como é bondoso…quero pedir um presente de aniversário a ele…que despeje o bento 16 só para vermos a policia botar as mãos nele…realmente seria um grande presente e demonstração de humildade, e serviço aos pobre irmãos católicos. que tem nas suas fileiras ala gay e pedófilos

          • Robson, esse Francisco se diz pecador como qualquer outro. Bem diferente de certos pastores que se dizem “ungidos (Messias) do Senhor”, esses sim estão se sentando no trono de Deus e hipocritamente julgando os outros.

          • Arthur,

            Vá com calma.

            Todos se dizem ungidos, aliás, a bem da verdade, a igreja que mas faz distinção da unção apóstolica dos demais crédos é a católica quando afirma que a sucessão vem via pedro, já as outas cristãs, impostoras e seitas, diferente da única(católica)

            Mais ainda, o papa se diz: a ponte(pontíce), se da a si o título de quem nunca erram, dado em 1870 quando os votantes cochilaram.

            O que o papa está fazendo é o que a igreja deveria ter feito desde a junção com constantitino, coisa que não fez, pois deu preferência aos ricos, embora de boca o discurso fosse em prol dos pobres, uma ou outra ação social que é praticada, não como frente, sim da vontade de indivíduos.

            Deve os demais do clérigo católico começar a fazer isso, pois foi deles que muito o papa falou, e nem eu e nem ninguém pode contestar a sua fala, pois é o lider e sabe o que se passa na igreja dele, aliás coisa que qualquer um sabe.

            Mas não é qualquer um que sabe o que os pastores fazem, pois vocês, por discriminação, não os enxerga, não os vê, e ficam a perguntar o motivo do crescimento evangélico: assistência material e espiritual nas periferias das cidades, local onde vocês sequer possuem um escritório da assitência, muito menos igrejas.

            Vai retrucar a verdade? Se vai, de novo será respondido não com meias verdades como muitos fazem aqui, sim com toda a verdade;

          • Levi, eu só não vou perder muito tempo com você, para poupar todo mundo das suas heresias, pois todos já sabem o que acontece quando te damos corda.

            Que bom que você reconhece a humildade do Francisco, e que ele pode mudar muita coisa no Vaticano (ou ser morto tentando). Ele nunca diz que não erra, pelo contrário, confessou que erra como todos, e ele mesmo se confessa regularmente.

            Leia direito meu comentário, eu disse “certos pastores”, e não todos. E nem citei nomes, mas se você está no meio evangélico deve conhecer os tais “ungidos (Messias) do Senhor”.

            Eu não sou católico. Ajudo no que posso, tenho meus projetos, e não me vanglorio com isso, creio na justiça, que ajudar não é nenhum mérito meu, é justiça social, é um privilégio, e ninguém deve se gabar disso.

            A igreja católica também ajuda os necessitados. Os mórmons ajudam. Os espíritas ajudam. As Testemunhas de Jeová ajudam. Os judeus ajudam. Os muçulmanos ajudam. E Legião da Boa Vontade ajuda. Ajudar o necessitado não é exclusividade de pastor.

            Ajudar o necessitado não é motivo para orgulho, todos temos que fazer isso, cada indivíduo. Não precisa alimentar uma favela ou a África. Não precisa entregar o dinheiro ao pastor para ele fazer todo o trabalho por você. Tem sempre alguém próximo de você precisando de ajuda. Observe bem, e verá que alguém está orando por ajuda, e você pode ser a resposta de Deus à oração dessa pessoa.

          • Nunca disse que caberia exclusivamente às instituições religiosas ou as não religiosas o mister de sozinhas fazerem a parte social.

            A verdade é uma só, o que fazemos é tão pouco a ponto de ser considerado como algo profissional, apenas amador, motivo, pois, de se fazer campanhas para garantir casas, ruas com esgotamentos simples, fazendas comunitárias para garantir o básico a quem não tem nada, cadeias dignas…

          • levi, infelizmente defendendo o herege arthur jussara bereana, não importa se o q vc faz é pouco, se cada um fizesse a sua parte, o mundo não estaria assim. lembre-se da história da viúva, aquilo não vale só para dinheiro, mas para tudo q vc faz. ou seja, dar o seu melhor em tudo q vc faz. para Deus, vc que é pobre, mas divide o que vc tem com outro pobre, fez muito mais do q um Bill Gates q doou só 10% da sua fortuna para caridade. vc deu tudo q tinha, ele deu algo q não lhe fazia falta.

  3. Alguem imagina, Silas Malafaia, Feliciano, comemorando seu aniversáio com anônimos pobres???
    Rs. amigos de Silas e Feliciano são o Pr. estuprador Marcos Pereira, Donadon, e a elite de Pastores milionários.
    Se é que, Feliciano prefere o Pastor estuprador como amigo, que o próprio Mandela.
    E disse Jesus:
    Fariseus, até quando vos suportáreis.

    • André,

      Claro que os pastores não serão vistos jamais aniversariando ladeados por pobres, vez que não possuem tempo para isso(não que despreze a festa), pois o tempo todo cuidadando dos pobres, nunca num dia apenas.

      Você não vê em face de que não se levanta do seu bem bom para investigar, prefere os achismos misturado com calúnia, esquecendo que a igreja protestante sempre creceu no mundo em face da assistência espiritual e material dada nos focos de pobreza em nível de mundo, não apenas no Brasi,

      O papa está sendo um agente indutor aos próprios da igreja católica a quem vem criticando de encastelados, então não fique comparando a frieza dos seus com o fervor dos outros, pois não os conhece, meu caro.

      Um minuto pra pedir perdão a Deus pela calúnia sob pena de se morrer ou Cristo voltar você ser julgado com o mesmo peso, ou seja, condenando os outros sem conhecê-los.

        • Os crentes na sua essência são pobres; gente jogada nos lixões que os pastores pregam, nas drogas,.

          Quem faz isso é a igreja encastelada como diz o homem sério da tua igreja, o lutero atual, Francisco I. Vai desmenti-lo agora?

  4. essa do papa tomar cafezinho com mendigos de rua mas parece o começo de uma estrategia
    do anti- cristo que virá SEGUNDO A BIBLIA como anjo de luz tentando resolver os problemas das naçoes . as diretrizes da igreja catolica tem tudo a ver com a grande babilonia e o falso profeta descrito na biblia, leiam e compare, ou será ”mera coincidencia ” ?

  5. fiquem atendo sobre as atitudes do papa pois satánas tambem vai pregar a palavra de DEUS . assim diz a biblia ; ele [ satanas sentará no trono de DEUS fazendo se parecer DEUS e se possivel enganárá até mesmo os escolhidos de DEUS .

    • sim uma rica criatura desceu de seu trono e toma com quatro mendigos dentre centenas oi café da manha, fala-se que até deixar usar o banheiro onde tudo é de ouro maciço ele deixou.. realmente uma inspiração ele nos leva a refletir de como é bondoso…quero pedir um presente de aniversário a ele…que despeje o bento 16 só para vermos a policia botar as mãos nele…realmente seria um grande presente e demonstração de humildade, e serviço aos pobre irmãos católicos. que tem nas suas fileiras ala gay e pedófilos

  6. O edyr morcego SERÁ que desce do seu “palco” para acolher alguém?? Claro que não.
    Nem mendigo eles permitem nas portas da iurd. Seguranças armados botam todos os que ESTÃO MAL VESTIDOS, para correr das CALÇADAS da iurd.

  7. Esta mensagem é para as pessoas que gostam de acusar a Igreja Católica:

    A Inquisição Protestante que poucos conhecem.

    O artigo que segue, revela em rica bibliografia, os números de mortos, e requintes de crueldade dos incomparáveis tribunais eclesiásticos protestantes. E deixará claro que as levianas acusações protestantes contra a Igreja Católica sorrateiramente mudaram o significado da palavra “inquisição”, que quer dizer apenas: “sindicância”, “investigação”, em sinônimo de “matança de pessoas”. Ainda hoje, esse erro circula no meio protestante. Tal quimera caiu por terra, quando o renomado historiador Agostino Borromeo, após demorado estudo sobre a inquisição, concluiu que não chegaram a cem, o número de mortes, cometidas por católicos que em desobediência ao Papa, empregaram pena de morte contra os inquiridos.
    Antes, abramos um parêntese, para de fato mostrarmos conforme os historiadores, que muita calúnia se lançou contra a Igreja Católica, no que concerne a falsa acusação de matança de “centenas”, “milhares” e até “milhões” de pessoas. Pura lenda, que na verdade não passava de mentira estratégica protestante, fomentada por anticatólicos como: Russel Hope Robbins, o apostata Doelling, Jules Baissac, Jean Français e Reinach.
    O próprio Rui Barbosa quando principiante inexperiente, traduziu “O Papa e o Concílio” uma obra de um deles, Doelling, e se arrependeu mais tarde, proibindo no prefácio a publicação da mesma, pelas calúnias apaixonadas. Dizia mais tarde Rui Barbosa, quando maduro e experiente:“Estudei todas as religiões do mundo e cheguei à seguinte conclusão: religião ou a Católica ou nenhuma.” (Livro Oriente, Carlos Mariano de M. Santos (1998-2004) artigo 5º).
    Publicou a Agência europeia de notícias Zenit: [CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 16 de junho de 2004 (ZENIT.org).- [Atualmente, os pesquisadores têm os elementos necessários para fazer uma história da Inquisição sem cair em preconceitos negativos ou na apologética propagandista, afirma o coordenador do livro «Atas do Simpósio Internacional “A Inquisição”».
    No volume, Agostino Borromeo, historiador, recolhe as palestras do congresso que reuniu ao final de outubro de 1998, no Vaticano, historiadores universalmente reconhecidos especializados nesses tribunais eclesiásticos.
    «Hoje em dia –afirmou essa terça-feira, em uma coletiva de imprensa de apresentação do livro, o professor da Universidade «La Sapienza» de Roma– os historiadores já não utilizam o tema da Inquisição como instrumento para defender ou atacar a Igreja».
    Diferentemente do que antes sucedia, acrescentou o presidente do Instituto Italiano de Estudos Ibéricos, «o debate se encaminhou para o ambiente histórico, com estatísticas sérias».
    O especialista constatou que, à «lenda negra» criada contra a Inquisição em países protestantes, opôs uma apologética católica propagandista que, em nenhum dos casos, ajudava a conseguir uma visão objetiva.
    Isto se deve, entre outras coisas –indicou–, ao «grande passo adiante» dado pela abertura dos arquivos secretos da Congregação para a Doutrina da Fé (antigo Santo Ofício), ordenada por João Paulo II em 1998, onde se encontra uma base documental amplíssima.
    Borromeu ilustrou alguns dos dados possibilitados pelas «Atas do Simpósio Internacional “A Inquisição”».
    Revela o historiador sobre os processos e condenação referentes ao tribunal católico: “dos 125.000 processos de sua história, a Inquisição espanhola condenou à morte 59 «bruxas». Na Itália, acrescentou, foram 36 e em Portugal 4. Se somarmos estes dados –comentou o historiador– não se chega nem sequer a cem casos…”
    A Inquisição na Espanha, afirmou o historiador, em referência ao tribunal mais conhecido, celebrou entre 1540 e 1700, 44.674 julgamentos. Os acusados condenados à morte foram 1,8% e, destes, 1,7% foi condenado em «contumácia», ou seja, pessoas de paradeiro desconhecido ou que em seu lugar se queimavam ou enforcavam bonecos].(1) Até aqui a notícia de ZENIT.org.
    Outro historiador, o protestante, Henry Charles Léa, cita 47 bulas, nas quais a Santa Sé continuamente insiste na jurisprudência que deve se observar nos tribunais eclesiásticos católicos. Alertam para não cair na violência e injustiças frequentes dos juízes leigos. Basta folhear a monumental obra do próprio Léa, para convencer-se que na realidade as bruxas foram perseguidas e condenadas mais pelos detentores do poder civil e pelos protestantes do que pelo tribunal católico. (2)
    Também o historiador Daniel Roups, é categórico nos seus registros: ”Foram numerosos os cânones dos concílios que, excomungando os hereges e proibindo os cristãos de lhes darem asilo, não admitiam que se utilizassem contra eles a pena de morte. Deviam bastar as penas espirituais ou, quando muito, as penas temporais moderadas”. (3)
    João Paulo II enviou uma mensagem com motivo da apresentação das «Atas» do Simpósio Internacional sobre a Inquisição, na qual sublinha a necessidade de que a Igreja peça perdão pelos pecados cometidos por seus filhos através da história. Ao mesmo tempo, declarava, «antes de pedir perdão é necessário conhecer exatamente os fatos e reconhecer as carências ante as exigências cristãs».(Zenit).
    Pelos filhos da Igreja Católica, que em desobediência cometeram alguns crimes, o Papa João Paulo II pediu perdão. Mas, quando o protestantismo cessará de deturpar, omitir e caluniar, reconhecendo finalmente os extermínios que cometeu e atribui maldosamente aos católicos?
    A VERDADE DOCUMENTADA.
    A quantidade de registros literários dos próprios protestantes é vasta, porém, estranhamente ocultada pelos livros escolares, pela imprensa e mídia em geral. Muitas vezes vemos o que é omitido pelo lado protestante sendo, por esses veículos, atribuídos maldosamente à Igreja Católica.
    O próprio Lutero nos legou o relato dessa prática, anos antes de lançar-se em revolta aberta, dizia: “(…) os hereges não são bem acolhidos se não pintam a Igreja como má, falsa e mentirosa. Só eles querem passar por bons: a Igreja há de figurar como ruim em tudo.” (Franca, Leonel, S.J. A Igreja, a reforma e a civilização, Ed. Agir, 1952, 6ª ed. Pág. 200).
    Uma vez no protestantismo, já ensinava Lutero aos protestantes: “Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da igreja (luterana).” (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).
    Logo a mentira, a omissão e o falso testemunho se tornaram as colunas das doutrinas dos pseudo “reformadores” protestantes.
    A crueldade foi especialmente severa na Alemanha protestante. As posições de Lutero, contra os anabatistas, causaram a morte de pelo menos 30.000 camponeses (4). Foram as palavras de Lutero: “Eu, Martinho Lutero, exterminei os camponeses revoltados, ordenei-lhes os suplícios, que o seu sangue recaia sobre mim, mas o faço subir até Deus, pois foi ele quem me mandou falar e agir como agi e falei”. Centenas de rebeldes, segundo Goethe, foram torturados, empalados, esquartejados e queimados vivos. A Alemanha, disse o autor de Hermann e Dorothéia, “parecia um açougue onde a carne humana tinha preço vil”.
    Calvino, pai dos presbiterianos, mandou queimar o espanhol Miguel Servet Grizar, médico descobridor da circulação sanguínea. Acusado de heresia, Servet foi preso e julgado em Lyon, na França. Conseguiu evadir-se da prisão e quando se dirigia para a Itália, através da Suíça, foi novamente preso em Genebra, julgado e condenado a morrer na fogueira, por decisão de um tribunal eclesiástico sob direção do próprio Calvino. A sentença foi cumprida em Champel, nas proximidades de Genebra, no dia 27 de outubro de 1553. Puseram-lhe na cabeça uma coroa de juncos impregnada de enxofre e foi queimado vivo em fogo lento com requintes de sadismo e crueldade. (5)
    O luterano Benedict Carpzov, legista brilhante e figura esclarecida, até hoje ocupa lugar destacado na história do Direito Penal. Mas perdia a compostura contra a bruxaria, que considerava merecedora de torturas três vezes intensificadas com respeito a outros crimes, e cinco vezes punível com pena de morte. Protestante fanático, afirmava, quando velho, ter lido a Bíblia inteira 53 vezes. Assinou sentença de morte contra 20.000 bruxas, apoiando-se principalmente na “Lei” do Antigo Testamento. Não compreendendo o verdadeiro significado da Bíblia, considerava o Pentateuco como lei promulgada pelo próprio Deus, Supremo Legislador. Carpzov, para condenar a morte, usava (Lv 19,31; 20,6.27; Dt 12,1-5), citava de preferência o Êxodo (22,18);“Não deixarás viver a feiticeira”. (6)
    Outro famoso perseguidor de bruxas na Alemanha foi Nicholas Romy, considerado grande especialista e que escreveu um longo tratado sobre bruxaria, teve sobre sua consciência a morte de 900 pessoas. (7)
    Já Froehligh, reitor da Universidade de Innsbruck e catedrático de Direito, que chegou a ser chanceler da Alta Áustria, insistia em que não só as supostas bruxas fossem condenadas, senão também seus filhos! E não se precisava muito para ser considerada bruxa, pois o seria qualquer pessoa que não tivesse um olhar franco.(8)
    Naquele ambiente de superstição, crueldade e pânico perante as bruxas, foi possível o aparecimento de um Franz Buirmann, pervertido magistrado protestante e degenerado inimigo da bruxaria. Era um juiz itinerante. Referindo-se a ele dizia seu contemporâneo Hermann Loher:“Preferiria mil vezes ser julgado por animais selvagens, cair numa fossa cheia de leões, de lobos e ursos, do que cair em suas mãos”.
    Deste impiedoso juiz se afirma que somente em duas incursões que realizou por pequeninas aldeias ao redor de Bonn, que perfaziam um total de 300 pessoas contando-se crianças e velhos, queimou vivas nada menos que 150 pessoas! Consta que ao menos em duas oportunidades (da viúva Boffgen e do Alcaide de Rheinbach), o juiz se apoderou de todos os bens dos condenados à fogueira (o Alcaide de Rheinbach era seu inimigo político. . .).(9)
    Em Bamberga, sob a administração de um bispo protestante, 600 pessoas foram queimadas. Na Genebra protestante, 500 pessoas por Calvino.(10)
    Se os protestantes do passado nenhum valor davam a essas muitíssimas vidas ceifadas no fogo, muito menos valor dão os protestantes de hoje, que por ignorância, orgulho ou omissão, se escusam de um simples pedido de perdão, para não ter que admitir as iniquidades que falaciosamente atribuem aos outros.
    A técnica é a mesma do gatuno que bate uma carteira e grita: “pega ladrão!!!” Baseados no grito do gatuno, as mal informadas e ou mal intencionadas editoras de livros didáticos, a imprensa e a mídia, fazem o resto do trabalho sujo. Tudo contribui para a perdição do que não busca conhecer a verdade.
    Dizia Marcus Moreira Lassance Pimenta: “Ao ignorante, basta uma mentira bem contada para que a tenha como verdade. E ao sábio, não há mentira que o impeça de buscar a verdade”.
    Bibliografia:
    1. Agência Zenit, Sunday, June 20, 2004 1:17 PM.
    2. Henry Charles Léa, A History of the inquisition of the Middle Ages, 3 vols. Nova Yorque, Happer, 1888, principalmente vol. I, pp. 137ss; tradução de Salomon Reinach, Historie de L’Inquisition au Moyen-Áge. Ouvrage traduit sur l’exemplaire revu et corrigé de l’auter, 3 vols., Paris, 1900-2 vol. 3.
    3. Daniel-Rops, História da Igreja de Cristo, vol. III, A Igreja das Catedrais e das “Cruzadas”, Quadrante, pp. 605-606.
    4.. VEIT, Valentim, História Universal, Livraria Martins Editoras, SP, 1961, Tomo II, pp. 248-249.
    5. http://www.adventistas.com/marco2003/miguel_servetus.htm
    6. Benedict Carpzov, Practica Nova Rerum Criminalium Imperialis Saxonica in Tres
    Partes Divisão, Wittenberg, 1635.
    7. Nichólas Romy, Daemonolatriae Libri Tres, Lião, 1595; Colônia, 1596; Frankfurt, 1597.
    8. Johan Christopher Froehlich von Froehlichsberg, De sorcelleria, Innsbruck, 1696;
    tradução: Animismes, Paris, Orent, 1964, pp. 62ss.
    9. Cf.. Jacques Finné, Erotismo et sorcellerie, Verviers (Bélgica), Gerard, 1972; tradução de Charles Marie Antoine Bouéry, Erotismo e feitiçaria, São Paulo, Mundo Musical, 1973, p. 41.
    10. W. Bommbeg, The mind of man: the history of man’s conquest of mental illness, 2ª ed., Nova Yorque, Harpel, 1959; tradução: La mente del hombre, Buenos Aires, 1940.
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    A SEVERIDADE DOS TRIBUNAIS PROTESTANTES
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    Foram terríveis os genocídios causados pelos protestantes na Alemanha. A então Alemanha estava dividida em mais de trezentas circunscrições, cada uma delas com seu próprio Supremo Tribunal civil e seu Direito particular. A perseguição às bruxas e a severidade dos castigos dependiam geralmente dos respectivos senhores de cada região, que governavam com muita independência e poder quase absoluto.
    Dentro de cada região, havia oscilações pendulares inclusive extremas, segundo os critérios subjetivos do mesmo senhor e segundo os conceitos das diversas sucessões no poder através dos anos e dos séculos. Daí a dificuldade em se calcular o número de pessoas condenadas à fogueira e à forca na Alemanha. Mas, das crônicas e processos regionais que chegaram até nós, cabe deduzir, que as vítimas se contaram por milhares. Gardner calcula 9 milhões (1). Morrow simplesmente diz que foram milhões (2).
    W. A. Schoeder, contemporâneo aos fatos, anotou que nas localidades de Bamberg e Zeil, entre 1625 e 1630, (cinco anos) se realizaram nada menos que 900 processos de bruxaria. Deles (numa exceção), 236 terminaram com condenação à morte na fogueira. Só num ano, 1617, em Wurzburgo, foram queimadas 300 bruxas (3); em total nesta região, as atas apresentam 1.200 condenações à morte (4).
    Em 20 anos, de 1615 à 1635, em Estrasburgo, houve 5.000 queimas de bruxas (5).
    Em cidades pequenas como a imperial Offenburg, que só tinha entre dois e três mil habitantes, se desenvolveram acérrimas perseguições às bruxas durante três decênios, e em só dois anos, segundo as atas, foram queimadas 79 pessoas (6).
    Segundo o VERITY MURPHY em 16/6/2004, da BBC de Londres, o novo e mais completo relatório da inquisição, indica que, no auge da Inquisição, a Alemanha protestante matou mais bruxas e bruxos que em qualquer outro lugar.
    Na Suíça, quando protestante, os casos de condenação de bruxas descritos nas crônicas conservadas, chegam a 5.417 (7). Nos Alpes Austríacos, as mortes chegaram ao menos a 5.000 (8).
    Era absolutamente falsa a afirmação de muitos autores protestantes ingleses, de que a Inglaterra foi uma exceção dentro da bruxomania geral.
    Segundo Ewen, (9), que cita documentos oficiais, o número de condenados à pena de morte por bruxaria, na Inglaterra protestante, exatamente de 1541 a 1736, teria sido menos de mil. As condenações à morte teriam sido menos de 30% das acusações. Mesmo assim, o comportamento inglês não fugiu ao ditado de que não há regras sem exceções.
    Na Inglaterra destacava-se o protestante Mathew Hopkins que se autodenominava “descobridor geral de bruxas”. Parece que era um sádico encoberto. Quando encontrava uma mulher que excitava seus instintos sexuais anormais, obrigava-a a despir-se na sua presença e começava a fincar com uma agulha, as diversas partes do corpo dela (assim se procuravam áreas insensíveis, o que seria sinal de possessão demoníaca).
    Mas… ele mesmo diante de outros protestantes, foi acusado de possuir estranhos poderes. Submetido às provas de bruxaria que empregara, foi condenado e morto (10).
    Na Inglaterra não era necessário aplicar torturas — às vezes se deram! — porque a condenação frequentemente era sentenciada sem necessidade de confissão por parte do acusado (11).
    Em 1562 a rainha Elizabeth, e a versão definitiva do Witch Act ou “lei contra os bruxos”, de Jacques I em 1604, condenavam à morte a pessoa que tivesse feito qualquer malefício pretendendo acabar com a vida ou danar o corpo de alguém. Mesmo que não se percebesse efeito nenhum do malefício! Esta lei se manteve em vigor na Constituição até 1736.
    Os protestantes do Reino Unido foram lentos. Na Inglaterra do século XVII, na área da interpretação dos fenômenos misteriosos ainda grassava a superstição demonológica, e houve várias condenações. O último juízo por bruxaria foi já entrado o século XVIII, em 1717, (12). E ainda demorariam mais vinte anos para abolir o estatuto inglês contra as bruxas, em 1736 (13).
    A última morte por condenação como bruxa, na Escócia, foi em 1738. Na Irlanda, a lei contra bruxaria não foi abolida até 1821!
    Em 1863, segunda metade do século XIX!, o povo inglês ainda linchou um velho por considerá-lo bruxo.
    As perseguições protestantes atravessaram o Atlântico, e chegaram aos EUA. O primeiro corpo de estatutos — The Body of Liberties — que houve em Massachusetts, é de 1641 (14). Nele se diz: “Se algum homem ou mulher é bruxo que manifesta ou consulta um espírito familiar(?), será enviado à morte” (15).
    A revisão de 1649 reiterava a mesma lei com pena capital (16). De sua vigência é um exemplo famoso, “o processo das bruxas de Salem,” em 1692. Como resquício, ainda hoje em alguns estados americanos, a pena de morte é vista com naturalidade, aos condenados gravemente pela justiça. Mudaram apenas os réus e a forma de exterminar.
    O pânico da população perante as bruxas e a ira contra elas, refletem-se no caso de Ann Hibbins. Parece que foi acusada por motivos meramente socioeconômicos. Era irmã de um rico comerciante e antigo assistente da colônia, Richard Beilingham, que fora governador da Baía de Massachusetts. O júri a condenou. Os juízes não aceitaram o veredicto. O caso foi levado à Corte Geral. Foi fácil incitar a opinião pública. Tanto pressionaram a Corte que Ann Hibbins foi condenada à morte (17).
    No ano 1670, na Suécia, houve um processo deplorável: Como consequência das declarações, arrancadas pelas interrogações feitas pelos teólogos protestantes, foram queimadas 70 mulheres, açoitadas mais 56, queimadas 15 crianças que já tinham chegado aos 16 anos e outras 40 foram açoitadas (18).
    Na Alemanha protestante, o poder civil condenou Anna Maria Schwugelin. Foi decapitada como bruxa em 1759.
    No dia 18 de junho de 1782, o governo protestante ainda decapitou uma bruxa na Suíça (19).
    Agora os protestantes têm aqui reunidos, grande parte dos números de mortes, nomes e documentos, para a própria cruel “inquisição” de seus tribunais, que tanto omitem. E isso não é tudo.
    Atacado por um diabólico ódio racial, Lutero antes de sua morte, lançou o panfleto “Contra os judeus e as suas mentiras.” onde pregava aos alemães, toda sorte de desumanidade contra os judeus, culminando no holocausto nazista. Esta obra, está reproduzida na “História do anti-semitismo”, de Leon Poliakov.
    Dia 6 de maio de 1527, quando saquearam Roma, cerca de quarenta mil homens espalharam na Cidade Eterna o terror, a violência e a morte. Eram seis mil espanhóis, quatorze mil italianos e vinte mil alemães, quase todos luteranos, esses últimos, indivíduos perversos, gananciosos, desprovidos de qualquer escrúpulo. Gritavam: ”Viva Lutero, nosso papa!!!” Ávidos, incansáveis na busca das riquezas, dos despojos do inimigo, os lanquenetes luteranos e os outros invasores assaltaram, estupraram, saquearam, incendiaram, trucidaram, arrebentaram as suas vítimas, jogaram crianças pelas janelas ou as esmagaram contra as paredes. Grande parte da população foi dizimada. Conforme disse Maurice Andrieux, esse ataque a Roma “superou em atrocidade todas as tragédias da História”, até mesmo a destruição de Jerusalém e a tomada de Constantinopla.
    E no Brasil? Encontra-se facilmente nas enciclopédias que os protestantes calvinistas em 15 de julho de 1570, mataram 40 jesuítas, entre elesInácio de Azevedo, morto a CUTILADAS (golpe de espada) quando, segurando num quadro da Virgem Maria, animava a tripulação a resistir ao ataque protestante, que degolou a todos (Enc. Microsoft Encarta 99, verbete: “Inácio de Azevedo, beato”).
    Todo esse genocídio com requintes de crueldade, parece encontrar doce justificativa nas palavras de Lutero, pai do protestantismo do “somente a fé”:
    “… Seja um pecador e peque fortemente, mas creia e se alegre em Cristo mais fortemente ainda…Se estamos aqui (neste mundo) devemos pecar…Pecado algum nos separará do Cordeiro, mesmo praticando fornicação e assassinatos milhares de vezes ao dia”. (Carta a Melanchthon, 1 de agosto de 1521 (American Edition, Luther’s Works, vol. 48, pp. 281-82, editado por H. Lehmann, Fortress, 1963).
    Esta “fé”, de Lutero, apesar de dirigida pela vontade, é um simples ato do intelecto. Apesar de necessária à salvação, não é suficiente. Tiago diz que até mesmo os demônios têm esta fé (Tg 2,19). É por este motivo que ele diz: “Vedes como o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé?” (Tg 2,24). Infelizmente, Lutero designou esta carta do Apóstolo de “Carta de Palha”. Ele não entendeu o que Tiago estava querendo dizer (sobre a fé de Abraão): “Vês como a fé cooperava com as suas obras e era completada por elas” (Tg 2,22). Sob o erro do pai do protestantismo, as seitas evangélicas ainda hoje pregam que seus seguidores já estão “salvos”, só porque simplesmente “creem” em Jesus. Se assim fosse, iriam encontrar Lúcifer no céu.

  8. Estamos ocupados d mais criticando as ações e atitude dos outros!!! Hipocritas… Jesus nos ensina que devemos ser humildes, seguir seus passos… quem somos nós para criticar e julgar uma autoridade instituida por Deus?? Sou evangelica, e admiro a atitude do´Papa, agora as coisas que ele faz, segue, somente Deus deve julgar… Jesus está voltando (crente) e da mesma medida que julga sera medido….

  9. No século sexto tornou-se o papado firmemente estabelecido. Fixou-se a sede de seu poderio na cidade imperial(Roma) e declarou-se ser o bispo de Roma a cabeça de toda a igreja. O paganismo cedera lugar ao papado. O dragão(diabo)dera à besta(Roma papal)”o seu poder, e o seu trono, e grande poderio”. Apocalipse 13:2

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