“Peruada” da Faculdade de Direito da USP faz sátira ao pastor Marco Feliciano

7

A edição de 2013 da “Peruada”, festa estudantil tradicionalmente promovida pelos estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), terá o pastor e deputado federal Marco Feliciano como tema, devido às recentes polêmicas relacionadas aos homossexuais nas quais o parlamentar esteve envolvido.

Conhecida por suas constantes críticas a políticos, a Peruada chegou a ser proibida durante a ditadura militar em razão das sátiras políticas que sempre marcaram seus temas. Esse ano, o político “homenageado” pelos acadêmicos será Feliciano, conhecido por suas posições polêmicas na Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Deputados.

De acordo com a tradição, a festa começou em 1948, quando um grupo de estudantes do Centro Acadêmico XI de Agosto furtou 9 perus premiados na Exposição do Parque da Água Branca. Os animais roubados tiveram como fim um banquete realizado pelos alunos.

A festa terá como título “Contra o ódio do pastor, meu peru é mais amor”, e será realizado no dia 18 de outubro no Largo São Francisco da capital paulista.


Por Dan Martins, para o Gospel+

7 COMENTÁRIOS

  1. Como Dar Credito Pra Essas Peruadas, A Satira Deles Fez O Mundo Melhor? A Historia Deles Começou Com Roubos De Perus… Vai Entender Esses Aparecidos Da Vida, So Rindo Mesmo Kkkkkkkkk…

  2. Feliciano é um servo de Deus. Tentem fazer o que quiserem com ele. Deus julgará aos que vivem na miséria do pecado. A vitória lhe está garantida no poder do sangue do Cordeiro. Satanás é que odeia o pecador e procura enganá-lo com essa estória de que tudo hoje é preconceito.

  3. Maconha no campus da USP

    Universidade de São Paulo (USP),

    Já quase terminando meu post sobre o encontro anual da Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais (Anpocs), como havia prometido, parei tudo para ler as notícias sobre a retirada dos estudantes que ocupavam há dias a reitoria da USP. Decidi então mudar o rumo da minha prosa e refletir sobre este fato que me comoveu quando li que três alunos haviam sido presos por estarem, dentro de um carro, fumando maconha num dos campi da Universidade de São Paulo.

    Pelas notícias entendi que a reitoria desta universidade, depois de muitos episódios de roubos e de um assassinato em um de seus campi, fizera um convênio com a polícia militar para proteger o patrimônio e a vida das pessoas que lá estudam ou trabalham. Desde então a universidade é patrulhada e, segundo algumas versões, várias pessoas vinham sendo desrespeitadas por revistas policiais. Finalmente, a gota d’água: a PM deu voz de prisão a três estudantes que estavam fumando maconha num carro estacionado. Houve reação ao ato de prisão. O protesto se espalhou pelo campus e, depois de uma assembléia, um grupo decidiu invadir o prédio da faculdade e lá permaneceu até a polícia retirá-lo à força.

    Imagino a angústia dos professores e administradores diante de um ato de violência como este. Invasão deste tipo ocorreu no passado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, e eu mesma já me senti presa de um sentimento de horror diante da ocupação da nossa reitoria, lá pelos idos de 1998, por jovens que protestavam contra a nomeação de um reitor. Membro do Conselho Universitário fiquei horrorizada ao ver meus pares perdoarem os estudantes invasores apesar dos inúmeros crimes praticados. Quebraram móveis, fizeram gastos exorbitantes de telefone, mexeram e reviraram gavetas e arquivos com processos, picharam paredes etc. Ninguém foi processado ou punido. Mas eu nunca mais fui a mesma. Votei, com um nó na garganta, pela punição dos estudantes. Eles haviam praticado um crime, ou vários e, embora jovens, eram maiores de idade e sabiam o que estavam fazendo.

    Entre os ocupantes da reitoria havia muitos do Instituto de Ciências e Filosofia e, entre eles, um especialmente engajado na luta contra o que, na época, tornou-se um bordão – “o neoliberalismo, FHC e Vilhena” (nome do reitor menos votado, mas nomeado, legalmente, pela presidência da república mediante uma lista tríplice). Este estudante, até se formar, cruzava comigo pelos corredores sem me dirigir a palavra, apesar dos meus esforços para restabelecer o diálogo. Anos mais tarde recebi uma mensagem-convite deste aluno para a marcha pela descriminalização da maconha. Fiquei pasma. Respondi prontamente e fui à manifestação para me solidarizar com aquele rapaz que, afinal, tinha encontrado um canal de luta que se aproximava de ideais, do meu ponto de vista, mais nobres.

    Este episódio triste na USP, passados mais de dez anos do ocorrido na UFRJ, me trouxe de volta os tempos idos. Os ideais hoje são mais fragmentados e tenho certeza de que estes jovens e não tão jovens que invadiram a reitoria da USP não representam a totalidade dos estudantes. A grande maioria sabe que é privilegiada por estudar numa universidade pública, gratuita e de qualidade, e quer contribuir para o avanço da ciência, das humanidades e das artes.

    Fico pensando o que levou estes estudantes a protestar de forma tão pouco democrática pelo direito de estarem num campus sem a presença da polícia militar e de serem usuários de maconha. A prisão dos três estudantes foi ilegal, pois segundo a lei vigente no País, eles deveriam ter sido levados imediatamente ao juiz para receber uma advertência. Não eram traficantes, mas jovens usuários.

    Os estudantes da USP não precisavam utilizar o vandalismo cometido no campus de sua universidade para defender seus direito de fumar maconha. Estão bem acompanhados na luta contra a guerra ao tráfico. A Comissão Internacional sobre a Política de Drogas, liderada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso ao lado do ex-secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, de Gana, de vários ex-presidentes e personalidades de organismos internacionais, ativistas dos direitos humanos e ex-ministros da saúde, representantes do mundo empresarial, além de escritores e intelectuais como Carlos Fuentes, do México, e Mario Vargas Llosa, do Peru declarou em alto e bom som há alguns meses: “A guerra contra as drogas falhou com consequências devastadoras para os indivíduos e para as sociedades ao redor do mundo”, e afirmou que é necessário repensar as políticas nacionais e mundiais de controle das drogas. Se estes estadistas e intelectuais se engajaram nesta luta os estudantes devem ser tratados com o cuidado que os tempos exigem.

    Sobre a PM no campus a questão é complicada, concordo. Como evitar roubos, furtos e até assassinatos? No entanto, acho estranho a polícia militar fazer a segurança de um campus universitário onde só deveriam estar “aqueles que passaram no vestibular”, na frase lapidar do reitor Pedro Calmon impedindo a entrada da polícia no campus da UFRJ no tempo da ditadura. Afinal, a universidade é autônoma e deve gerir o seu patrimônio e a vida daqueles que ali convivem com seus próprios meios.

    “Maconha e polícia militar no campus da USP”
    Aulo:
    eu fico triste quando vejo uma cena dessas…. Vejo tantos jovens morrendo de estudar,sem condições nenhuma,sem dinheiro para se alimentar ,transporte, etc…… e que n tem essa oportunidade de Estudar numa universidade! Ai vejo esses “riquinhos” com tudo na vida,oportunidades e o q acontece? se perdem no meio das drogas! o primeiro passo é a maconha…….. depois vem a curiosidade de conhecer outras drogas como a Cocaina, Crack entre outras…e o final todos nós já sabemos! Famílias sofrem por conta disso!
    Acordem….! A criminalidade nunca vai diminuir desse jeito, “vcs” FINANCIAM A CRIMINALIDADE!!
    DEUS tenha misericordia!

    54
    Assis:
    11 novembro, 2011 as 23:53
    Um monte de pivete querendo fumar maconha, quanta besteira, tinham era que estar presos ainda

  4. Esses estudantes incoerentes que não sabem o que falam.
    Primeiro, citam o suposto “ódio” do Pastor e na mesma frase falam de “amor”.
    Se dizem entender de direito mas não sabem Interpretar nem ao menos Julgar.

  5. O nome já faz jus ao tipo de gente “peruada” normalmente são piruas e usuários de maconha e cocaína nas faculdades que é o pau que mais tem. So faltou colocar gayzada do direito. … Pra completar poderiam comemorar na BOATE KISS ao som da GURIZADA FANDANGUEIRA ou PERUADA FANDANGUEIRA, ao menos sairiam de lá ja assados e pronto para serem comidos e comidas.

  6. Vai, vai, vai começar a brincadeira
    Tem cerveja gelada a tarde inteira
    Vem soltar a lascívia acumulada
    Vai, vai, vai começar a PERUADA!!!

    tá chegando, a cidade vai parar.

DEIXE UMA RESPOSTA