Ciência & Saúde

Pesquisador renomado diz que a abertura do Mar Vermelho “pode ser explicada pela ciência”

Comments (11)
  1. HILDO disse:

    NAO SEI SE ESSE CARA E CRENTE OU CATOLICO, MAS ELE ESQUECEU QUE UM VENTO COM TAMANHA POTENCIA AO PONTO DE FAZER UM FENOMENO DE TAL PROPORCAO LEVARIA UM GRUPO DE PESSOAS PELOS ARES JUNTO COM PEDRAS E O QUE TIVESSE DE POSSIVEL ARRASTAR;
    SERIA UMA VENTANIA OU FURACAO!

    O MAR CONTINUOU ABERTO MESMO APOS O VENTO PARAR DE SOPRAR DURANTE O DIA POIS SO OCORREU O MESMO DURANTE A NOITE;
    COMO FOI QUE O MAR NAO VOLTOU AO NORMAL ATE O POVO PASSAR TODO ATE O OUTRO EXTREMO?

    MAIS UMA VEZ A CIENCIA TENTA EXPLICAR O SOBRENATURAL DE DEUS LIMITANDO O PODER DO ALTISSIMO!

    P E R D E U D E N O V O ! ! !

    1. Bruno disse:

      Exatamente. O mais interessante, seria ele explicar de “forma científica”, como o mar fechou logo que Israel toda atravessou o mar. Porque não fechou antes? Porque não ficou aberto depois da travessia de Israel? Não tem nada de natural nisso, foi poder de Deus.

    2. roberto disse:

      é assim tentando usar o racional, sempre se caí no erro da cegueira, pois não se enxerga coisas obvias.

  2. luciano disse:

    Deus abriu o mar e Deus fechou o mar.

  3. Deus e amor disse:

    KKKKKKKKKKKKK
    Esses “admiradores” de Jesus me divertem .
    so vao passar a crer em Deus que criou o mar vermelho e que colocou limite nele com sua ordem e que pode ordenar que ele se abra quando começarem a andar com Jesus. Que o Senhor abra os olhos dessa gente ,mas e compreensível ja que Ele nao leva em consideraçao o tempo da ignorância deles .

  4. levi varela disse:

    Acho que o cientista está a dizer que Deus usou as leis da natureza para fazer um milagre.

    Não vejo ele diminuindo a ação de Deus, apenas apontando os elementos da natureza usados para um fim, tanto é que tal abertura nunca mais foi vista lá e nem em lugar algum.

  5. levi varela disse:

    Outra coisa.

    O que ele explica tem a mesma correlação com os outros milagres acontecidos antes.

    piolho, é coisa nossa.

    Sapo, é coisa nossa,

    Chagas, é coisa nossa.

    Sangue, é coisa nossa,

    Morte de familiares, é coisa nossa.

    Chuvas de pedras de fogo, é coisa nossa.

    Ou seja, Deus não precisou ir buscar noutra constelação as pragas. Foi tudo coisa conhecida do povo.

    1. HILDO disse:

      BICHO!!

      IMAGINO VC PASSANDO 40 DIAS E NOITES SEM COMER NEM BEBER NADA DENTRO DE UMA NUVEM CARREGADA DE RELANPAGOS!

      CIENTIFICAMENTE E TUDO NOSSO, MAS VC TEM QUE FAZER ISSO PRA CIENTIFICAMENTE A GENTE CRER…
      …SE VOCE SOBREVIVER!!

      1. levi varela disse:

        Foram 40 anos, não dias.

        1. HILDO disse:

          40 ANOS NO DESERTO COM O POVO!

          NO MONTE MORIA FORAM 40 DIAS!

          VA LER A BIBLIA POXA!!

          1. levi varela disse:

            Hildo,

            Entendi não.

            O povo passou quarenta anos comendo uma comida só, sob uma nuvem de dia, e à noite num coluna de fogo.

            Pode ser que tenham passado quarenta dias sem comer e sem beber, mas confesso que não lembro dessa passsagem. E se foi, desculpe, meu caro.

  6. Sandro disse:

    A narrativa de Gênesis, desde a criação, o Éden, o primeiro casal, a torre de babel, o dilúvio (o dilúvio bíblico foi claramente plagiado do dilúvio sumério, não havendo dúvida quanto a isso), as 10 pragas, a travessia do mar vermelho, a peregrinação por 40 anos no deserto – um deserto pequeno para que um povo inteiro ficasse ali, vagando por tanto tempo sem sair para fora dos contornos do mesmo, e sem prejuízo do fato de que a arqueologia não encontrou prova alguma da peregrinação -, sim, toda essa narrativa é lenda, é mito, é produção literária realizada muitos séculos depois dos alegados eventos e destinada a compor a história de Israel, seus heróis, sua identidade como um povo. Quem quer que pesquise com sinceridade o tema chegará a essa conclusão: Gênesis é mito.

    Segue transcrição de uma entrevista com um dos mais proeminantes arqueólogos da atualidade:

    “ENTREVISTA COM ISRAEL FINKELSTEIN

    O arqueólogo israelense Israel Finkelstein, professor de Arqueologia de Israel na Idade do Bronze e Idade do Ferro na Universidade de Tel Aviv, concedeu uma entrevista à Biblical Archaeology Review (mai/jun 2010). O título original da matéria é: The Devil Is Not So Black as He Is Painted. A reprodução da entrevista é parcial. A tradução foi feita pelo Numinosum.

    Na entrevista, o editor Hershel Shanks, lhe pergunta sobre a historicidade do Êxodo (citando a Estela de Merneptah como evidência arqueológica da presença israelita na Palestina):

    “A Estela Merneptah é realmente uma prova de que houve um grupo de pessoas chamado Israel no final do século 13 a.C. Não há como discutir sobre isso. […] mas o que dizer sobre o Êxodo? Ou a ascensão de Israel em Canaã? Ou o tamanho e a localização desse grupo de pessoas?”.

    Sobre o processo de formação do Antigo Testamento, Finkelstein explica que:

    “…este é um processo longo. A arqueologia é estratificada e a história também é estratificada […] No fundo, houve um movimento de pessoas dentro e fora do Egito no final da Idade do Bronze e da Idade do Ferro, e uma memória foi desenvolvida sobre um possível evento antigo, e depois essa memória ganhou importância e foi transmitida oralmente por várias gerações até que finalmente se tornou a história do Êxodo por escrito. Não estou dizendo que não há qualquer germe histórico nela. Você nunca vai me ver dizer isso. Mas eu não vejo isso como totalmente histórico também”.

    Ele continua:

    “Não há nenhuma evidência de um movimento de grandes grupos de pessoas. Não há possibilidade, no fundo da dominação egípcia de Canaã no século 13 a.C., de pessoas marchando para a terra, e assim por diante. A maioria dos israelitas vieram dos cananeus locais do segundo milênio a.C. Por um lado a história do Êxodo na Bíblia retrata realidades eternas, e por outro as realidades específicas da Idade do Ferro. É possível que haja algum tipo de memória por trás da história. Pronto, esta é a minha resposta”.

    A falta de evidências arqueológicas que comprovem a permanência de um grande grupo de pessoas em Cades-Barnéia, por exemplo, é destacada pelo arqueólogo:

    “Por exemplo, Etzion Geber, Cades-Barnéia, lugares que são mencionadas especificamente, que são fundamentais para a história da peregrinação no deserto e que não foram habitadas no Bronze Tardio”.

    Já no final da entrevista, Hershel Shanks lhe pergunta sobre as escavações de Eilat Mazar, que parecem ter desenterrado o palácio do rei Davi, construído no século X a.C.:

    “Eu acho que suas escavações são importantes. Eles nos fornecem informações importantes sobre Jerusalém na Idade do Ferro. Mas não vejo qualquer ligação entre as escavações e o palácio do rei Davi. Eilat Mazar lê o texto bíblico literalmente. A Bíblia diz que Davi “desceu”, e David “subiu”, e David foi “para a esquerda”, e David foi “para direita” e assim por diante. Eu não acho que se deva fazer isso. Há muitas camadas no texto bíblico. Não é um guia para a topografia de Jerusalém. Em minha opinião, ter a Bíblia como um guia para a topografia de Jerusalém no século X a.C. diminui o texto da Bíblia. Este é o tipo de arqueologia bíblica que não pode mais ser feito”.

    Fonte:

    h t t p : / / numinosumteologia. blog spot. com. br/2010/04/entrevista-com-israel-finkelstein.h t m l

  7. Roberto Machilico disse:

    Israel Frinkelstein que o Senhor tenha misericórdia de ti, que ele possa te resgatar o quanto antes, e que ele te guarde e que ilumine os teus caminhos, a vossa ciência é nula e vazia diante do meu Deus.
    A vossa arqueologia é super vazia, arrependam-se enquanto é tempo.
    E você Sandro veja se te convertes ao Senhor enquanto é tempo, antes que seja tarde demais.

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