Professora repreende aluna de seis anos que falou sobre Jesus e citou versículo da Bíblia durante aula

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Uma aluna do Ensino Fundamental foi reprimida por sua professora ao falar sobre Jesus e citar a passagem bíblica de João 3:16 durante uma atividade de Natal. A informação só veio à tona agora, depois que a entidade Defensores da Fé e Liberdade denunciou o ocorrido.

Brynn Williams, 6 anos de idade, frequenta uma escola pública em Temecula, na Califórnia, Estados Unidos, e durante uma atividade de montagem de uma árvore de Natal, ela havia ficado responsável por colocar a estrela no topo.

A menina disse que sua família a havia ensinado que aquele objeto representava a Estrela de Belém, que tinha servido de guia para os três reis magos “encontrarem o menino Jesus, Salvador do mundo”.

Quando Brynn começava a complementar sua explicação citando João 3:16, a professora a interrompeu e mandou-a sentar, dizendo que “não a autorizava falar sobre a Bíblia ou compartilhar seus versos” durante as aulas.


A entidade Defensores da Fé e Liberdade divulgou um comunicado manifestando indignação com o ocorrido, e frisando que os Estados Unidos atravessam uma “epidemia” de intimidação a cristãos nas escolas públicas do país, o que vai na direção contrária à liberdade religiosa e de expressão garantidas na Constituição.

“Espero que a escola assuma o papel de aderir a uma política exemplar para este tipo de abuso que se torna cada vez mais comum aos estudantes que assumem sua religiosidade”, disse Robert Tyler, representante dos Defensores da Fé e Liberdade.

A escola respondeu ao comunicado afirmando que ainda investiga a denúncia e que quer esclarecer os fatos antes de estabelecer as medidas cabíveis ao caso, pois “leva muito a sério qualquer alegação de discriminação”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

8 COMENTÁRIOS

      • Tour natrak,

        A intransigência da professora não se resolve com mais intransigência. É querer curar a loucura com mais loucura, veneno com mais veneno, histeria com mais histeria, absurdo com mais absurdo, violência com mais violência, feliciano com willys…..ad infinitum et ad nauseaum, carajo!!! rsrs

        Tá tudo ferrado mesmo! Não-religiosos intransigentes de um lado e religiosos intransigentes do outro. Todo mundo que deseja endireitar o mundo de acordo com uma única e exclusiva fórmula, sem disposição ao diálogo e à negociação, corre o risco de congraçar com o autoritarismo, sejam heteros, homos, religiosos ou ateus.

        Fundamentalistas triunfam de TODOS os lados, infelizmente.

  1. ATENÇÃO: DESTRUIÇÃO DA FAMILIA PROJETADA EM LEI.

    O Estatuto das Famílias, que tramita na Câmara dos Deputados (PL 2.285/2007, apensado ao PL 674/2007) e foi reapresentado no Senado em 12/11 (PL 470/2013), com o mesmo conteúdo, embora com roupagem diferente, parte de premissas individualistas, aparentemente baseadas no afeto, mas que pretendem impor em nossa legislação, por meio de engodo linguístico, a devassidão. Essa legislação projeta que as denominadas relações paralelas – expressão enganosa, porque suaviza seu conteúdo de mancebia – sejam alçadas ao patamar de entidades familiares.

    Assim, consta do título das Entidades Familiares, artigo 14, caput, que “as pessoas integrantes da entidade familiar têm o dever recíproco de assistência, amparo material e moral, sendo obrigadas a concorrer, na proporção de suas condições financeiras e econômicas, para a manutenção da família”. E no parágrafo único do mesmo artigo, que “a pessoa casada, ou que viva em união estável, e que constitua relacionamento familiar paralelo com outra pessoa, é responsável pelos mesmos deveres referidos neste artigo, e, se for o caso, por danos materiais e morais”. Os amantes terão direito a pensão alimentícia e poderão, ainda, requerer reparação dos danos morais e materiais por falta das mesmas atenções e benesses dadas às famílias oriundas de casamento ou união estável. Isso é poligamia.

    O Estatuto chega ao cúmulo, nas suas justificativas, de argumentar que “a realidade social subjacente obriga a todos, principalmente a quem se dedica ao seu estudo, a pensar e repensar o ordenamento jurídico para que se aproxime dos anseios mais importantes das pessoas”. Desde quando é anseio social no Brasil que as relações conjugais ou de união estável admitam relações paralelas ou mancebia? Vê-se que o projeto distorce o pensamento social e quer institucionalizar a poligamia.

    Além da poligamia velada, o projeto pretende institucionalizar a poligamia consentida. Ora, quem recebe um trio formado por duas mulheres e um homem ou por dois homens e uma mulher em sua casa e lhe diz: “Venha, sente-se e coma à minha mesa”? Ditado que bem representa e resume que relações paralelas não são aceitas pela sociedade e devem ser repudiadas pela legislação e por todas as formas de expressão do Direito.

    Ao proteger a família, a Constituição estabelece no artigo 226, § 3.º, que as entidades familiares são monogâmicas quando oriundas da união estável, que só comporta duas pessoas, e não três ou mais. Portanto, o projeto é inconstitucional.

    No artigo 69, § 2.º, do tal projeto, a “família pluriparental é a constituída pela convivência entre irmãos, bem como as comunhões afetivas estáveis existentes entre parentes colaterais”. Estaria aí a busca de atribuição de legalidade às relações incestuosas? Recorde-se que nesse projeto de lei tudo pode e cabe numa entidade familiar, em afeto e sexualidade.

    Nas famílias chamadas recompostas, o padrasto e a madrasta têm direitos e deveres para com os enteados, compartilhando a autoridade dos pais, conforme o artigo 70. O padrasto ou a madrasta, além de poder exigir a convivência com o enteado, passará a ter o dever de pagar-lhe pensão alimentícia, em complementação ao sustento que já lhe dê o pai ou a mãe, como prevê o artigo 74, o que é retomado no artigo 90, § 3.º: “O cônjuge ou companheiro de um dos pais pode compartilhar a autoridade parental em relação aos enteados, sem prejuízo do exercício da autoridade parental do outro”. Isso é multiparentalidade.

  2. ATENÇÃO:

    DESTRUIÇÃO DA FAMILIA PROJETADA EM LEI.

    O Estatuto das Famílias, que tramita na Câmara dos Deputados (PL 2.285/2007, apensado ao PL 674/2007) e foi reapresentado no Senado em 12/11 (PL 470/2013), com o mesmo conteúdo, embora com roupagem diferente, parte de premissas individualistas, aparentemente baseadas no afeto, mas que pretendem impor em nossa legislação, por meio de engodo linguístico, a devassidão. Essa legislação projeta que as denominadas relações paralelas – expressão enganosa, porque suaviza seu conteúdo de mancebia – sejam alçadas ao patamar de entidades familiares.

    Assim, consta do título das Entidades Familiares, artigo 14, caput, que “as pessoas integrantes da entidade familiar têm o dever recíproco de assistência, amparo material e moral, sendo obrigadas a concorrer, na proporção de suas condições financeiras e econômicas, para a manutenção da família”. E no parágrafo único do mesmo artigo, que “a pessoa casada, ou que viva em união estável, e que constitua relacionamento familiar paralelo com outra pessoa, é responsável pelos mesmos deveres referidos neste artigo, e, se for o caso, por danos materiais e morais”. Os amantes terão direito a pensão alimentícia e poderão, ainda, requerer reparação dos danos morais e materiais por falta das mesmas atenções e benesses dadas às famílias oriundas de casamento ou união estável. Isso é poligamia.

    O Estatuto chega ao cúmulo, nas suas justificativas, de argumentar que “a realidade social subjacente obriga a todos, principalmente a quem se dedica ao seu estudo, a pensar e repensar o ordenamento jurídico para que se aproxime dos anseios mais importantes das pessoas”. Desde quando é anseio social no Brasil que as relações conjugais ou de união estável admitam relações paralelas ou mancebia? Vê-se que o projeto distorce o pensamento social e quer institucionalizar a poligamia.

    Além da poligamia velada, o projeto pretende institucionalizar a poligamia consentida. Ora, quem recebe um trio formado por duas mulheres e um homem ou por dois homens e uma mulher em sua casa e lhe diz: “Venha, sente-se e coma à minha mesa”? Ditado que bem representa e resume que relações paralelas não são aceitas pela sociedade e devem ser repudiadas pela legislação e por todas as formas de expressão do Direito.

  3. VAMOS ADORAR NÃO A DEUS ..MAS SIM A PROSTITUIÇÃO, AS DROGAS, A PEDOFILIA, AOS TARADOS TALVEZ SE A GAROTA FALASSE DESSAS COISAS ELA NÃO SERIA REPREENDIDA..NÃO É MESMO ..A FALTA DE DEUS EM SUAS VIDAS VÃO VIRAR CONTRA SI MESMOS.

  4. A professora estava certa. A escola não é lugar de se discutir religião. Se o aluno quiser falar sobre esses deuses que as pessoas acreditam, ele que vá para uma igreja, sinagoga, mesquita ou sei lá qual é a religião da pessoa.

  5. Só faz bem as crianças rezar o PAI NOSSO nas escolas e falar do amor de JESUS.Existe a
    Bíblia ilustrada para as crianças na rede pública.Cabe aos professores fazer bom uso,assim
    como fazem com a literatura clássica infantil.A educação é laica,mas o objetivo da escola é
    ensinar valores cristãos como amor,paz,solidariedade,fraternidade,honestidade….

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