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Adolescente cristão sofre bullying de colegas e é “crucificado”; Caso foi parar na Justiça

Comments (2)
  1. clamando disse:

    será que o princepe vai sair em defesa deste cristão assim como saiu em defesa dos gays?

  2. Emanuelle disse:

    Pastor evangélico é procurado por roubo de gado
    Pastor e vaqueiro são apontados como líderes de quadrilha

    A polícia civil desarticulou uma associação criminosa acusada de roubo de gado e comercialização de animais clandestinos no município de Propriá. Cinco acusados foram presos, mas os principais articuladores, segundo o delegado Antonio Wellington de Brito Júnior, estão foragidos. Entre os procurados pela polícia, estão um pastor evangélico, que se apresenta como homem fluente e comerciante na cidade, e um vaqueiro, que é acusado de dilapidar todo o patrimônio de uma fazendeira da região, para a qual ele prestava serviços.
    Estão foragidos Magno Balbino dos Santos, o Pastor Dinho, de uma igreja evangélica, o vaqueiro José Francisco dos Santos, conhecido como Zé Bracinho, e Antonio dos Santos Alves, o Tontom. Em operação articulada pela polícia civil foram presos José Cícero dos Santos, o Ciço de Fidelis, Wellington da Silva Santos, o Ieié, Robson Santos Honorato, conhecido como Preto, José Adelson dos Santos, o Zé de Falati, e Edilson Vieira dos Santos.

    Nesta operação, a polícia localizou 85 reses [animal que serve para alimento do homem] em uma fazenda onde o vaqueiro Zé Bracinho trabalhava, que também era usada como esconderijo das reses roubadas. Nesta fazenda, a polícia também encontrou várias ossadas de animais. “Eles desapareciam com o corpo dos animais e enterravam as partes que não tinham serventia, como a cabeça”, comentou o delegado.
    Segundo o delegado, além de dilapidar o patrimônio da patroa [uma fazendeira da região], Zé Bracinho utilizou a propriedade onde trabalhava para enterrar as cabeças dos animais mortos. A quadrilha começou a ser desarticulada no mês de março deste ano com a prisão em flagrante de um dos integrantes, conhecido como João Paulo. Ele continua preso e deu importante contribuição às investigações, conforme o delegado.

    O delegado informou que Ieié, Preto e Edilson realizavam os furtos dos animais, enquanto Ciço de Fidelis e Zé de Falati os adquiria para a revenda e estão sendo indiciados por crime de receptação. Além de revendê-los vivos, os criminosos abatiam os animais roubados e também trocavam por reses vivas, com procedência lícita. As investigações continuam.

    Por Cássia Santana
    Fonte infonet

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