Caso Feliciano: PSC expressa apoio a pastor e registra B. O. contra Patrícia Lélis

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O Partido Social Cristão (PSC), que vinha sendo envolvido pela estudante Patrícia Lélis nas acusações contra Marco Feliciano, decidiu se posicionar a respeito do caso e anunciou que processará a jovem, além de manter o pastor na liderança da legenda na Câmara dos Deputados.

A iniciativa foi tomada para “defender a imagem do partido”, segundo a presidência do PSC, já que a estudante afirmou que a cúpula da legenda “sempre soube da denúncia”, mas pediu que ela “ficasse calada”.

Patrícia Lélis chegou a afirmar, em depoimento para o registro de um Boletim de Ocorrência (B. O.) em São Paulo (SP), que havia sido ameaçada de morte pelo presidente do partido, pastor Everaldo Dias Pereira.

Especulações

O jornal O Estado de S. Paulo chegou a divulgar que o PSC afastaria Feliciano da liderança da bancada do partido na Câmara, mas o movimento do partido foi em sentido contrário.


A decisão da cúpula do PSC foi tomada pela cúpula, e foi além da manutenção do prestígio a Feliciano: o partido deu início aos trâmites para processar Patrícia Lélis, registrando um B.O. por difamação e denunciação caluniosa na 1ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal, segundo informações do G1.

Pronunciamento

Em nota, divulgada na última terça-feira, 09 de agosto, o partido afirma que as acusações feitas pela estudante “passam longe da verdade”.

“Houvesse qualquer base factual inquestionável, o partido já teria tomado uma atitude punitiva contra seus próprios membros”, diz a nota, que ressalta que Patrícia Lélis nunca foi filiada ao PSC.

O partido pontua ainda que foi procurado pela estudante, que teria relatado a suposta tentativa de abuso, e foi orientada a procurar a Justiça “uma vez que a Executiva é uma instância política”.

“O seu relato atual é confuso e descomprometido com as provas. Diz que sofreu, além da tentativa de estupro, agressão física e lesão corporal, mas não apresentou qualquer laudo de corpo de delito. Promoveu acusações, desmentiu e depois desmentiu o desmentido”, frisa o documento. “A mentira e o oportunismo político não podem prosperar. O PSC irá até as últimas consequências para garantir que os fatos sejam corretamente apurados”, acrescenta.

Confira a íntegra da nota do PSC:

O Partido Social Cristão por sua natureza e princípios não compactua com qualquer afronta à dignidade humana e vem a público manifestar sua indignação ante ilações criminosas perpetradas contra dirigentes partidários, as quais não resistem à menor averiguação.

Houvesse qualquer base factual inquestionável, o partido já teria tomado uma atitude punitiva contra seus próprios membros.

Claramente, porém, essas declarações passam longe da verdade. Aliás, os antecedentes da acusadora já apontam para uma mente fantasiosa, fortemente inclinada para a mentira.

Assim:

Declarou em boletim de ocorrência  que foi estuprada três vezes, em três dias seguidos, por um mesmo autor desconhecido. Porém, em seus relatos públicos, ela afirma que esfaqueou o autor e que este se encontra preso.

Na compulsão de denunciar, já registrou outros boletins de ocorrência contra inúmeras pessoas, que resultaram arquivados por falta de comprovação.

O seu relato atual é confuso e descomprometido com as provas. Diz que sofreu, além da tentativa de estupro, agressão física e lesão corporal, mas não apresentou qualquer laudo de corpo de delito.

Promoveu acusações, desmentiu e depois desmentiu o desmentido. Disse que foi desfiliada pelo partido a título de represália, quando, na verdade, nunca foi filiada ao PSC, pois não apresentou os documentos essenciais para a filiação.

Afirma ser jornalista, trabalhar na ONU e ser líder do PSC Jovem em Brasília. Na verdade, não tem nível superior, nunca esteve na ONU e não pode ser líder de um partido ao qual nunca foi filiada.

Não surpreende, pois, que, de mentira em mentira, tenha evoluído para a mais grosseira e abjeta afirmação de toda essa história mal construída: a de que teria sido aliciada pelo partido para receber vantagens materiais em troca do seu silêncio.

Ela foi recebida coletivamente por membros da Executiva Nacional que, pacientemente, ouviram seu relato e recomendaram que procurasse a Justiça, uma vez que a Executiva é uma instância política.

A mentira e o oportunismo político não podem prosperar. O PSC irá até as últimas consequências para garantir que os fatos sejam corretamente apurados. E, neste momento, representado pelo seu advogado, comparece à 1ª Delegacia do DF para registrar as ocorrências delituosas praticadas pela acusadora, com vistas às providências legais cabíveis.

Marcondes Gadelha – presidente
Denise Assumpção – membro, representando o PSC Mulher
Samuel Oliveira – membro, representando o PSC Jovem


91 COMENTÁRIOS

  1. Ou Patricia está mentindo ou o PSC virou uma organização criminosa. Se ele está mentindo, qual será o objetivo? Ela rejeitou dinheiro, ele é do mesmo partido de Feliciano, /ela tem a mesma ideologia politica ele. Qual seria o objetivo de inventar essa historia?

  2. Todo ser humano é cheio de defeito cheio de falhas outra coisa ao inves de ficarmos olhando cisco nos olhos dos outros temos que tirar a trave do nossos olhos outra coisa santo é so Deus tem uma coisa se ele for inocente Deus disse não toqwue na menina dos meus olhos e eu tenho certesa da inocencia deste homem de Deus Deus vai mostrar o certo pode ter certesa os que vive de engano não permanece na casa do senhor é muito facil julgar muitos que julgam émais podre que tudo

  3. Claro que não estava a favor de ninguém, mas a lógica era de que essa mulher é marginal querendo tomar dinheiro dos outros, seu lugar é na cadeia. Essa é um verdadeiro LIXO DE GENTE. Se os outros são, não sei, mas nesse caso não tenho dúvida.
    SÓ no Brasil que acontece essas bagunças e tudo fica nessa.

  4. Pode chamar a mulher de louc etc,mas tem coisa ai sim, esse cara não me engana, o áudio do acessor dele,chegando com papo mole pra ela esquecer tudo que ele vez ! Políticos desse país são lixos sim! Lixos! Quem fica defendendo mal sabem que esse cara é mentiroso classe A.

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