Na Suécia, Estado Islâmico dá ultimato a cristãos assírios: “Convertam-se ou morram”

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As ameaças do Estado Islâmico de perseguir e matar cristãos em todo o mundo ganharam um novo episódio recentemente, com pichações contra os assírios na cidade de Gotemburgo, na Suécia.

Os cristãos assírios que vivem no país vêm, constantemente, deparando-se com mensagens de intolerância religiosa e ultimatos, pichados em estabelecimentos comerciais e muros da cidade.

Mensagens como “o califado está aqui” e “convertam-se ou morram” tem surgido por toda Gotemburgo, de acordo com informações do jornal sueco Dagens Nyheter.

Além dessas ameaças, a letra ن (“N” no alfabeto árabe), usada pelos extremistas para identificar cristãos com uma abreviação de “Nazareno” (termo usado para se referir aos seguidores de Jesus Cristo de Nazaré), tem sido pichada em propriedades dos cristãos assírios, como forma de identificar onde vivem seus alvos.


Essa mesma estratégia havia sido usada pelo Estado Islâmico quando invadiu Mosul, no Iraque, cidade que era considerada um reduto de cristãos.

“Eu senti um súbito arrepio percorrendo a minha espinha. É terrivelmente doloroso, nos sentimos ameaçados”, disse Markus Samuelsson, cristão assírio dono de uma padaria em Gotemburgo, em entrevista ao jornal Dagens Nyheter. “Nossa família fugiu da Turquia para a Suécia na década de 70. Esta exposição ao perigo nos lembra das histórias que nos contaram, quando éramos crianças. É muito real e ameaçador. Estamos aterrorizados”, acrescentou.

Um representante do distrito assírio da cidade, Josef Garis, disse que a polícia está investigando a autoria das ameaças: “É como se a perseguição do passado se reaproximasse”, lamentou.

Meses atrás, outro jornal, o Aftonbladet, noticiou que aproximadamente 150 pessoas haviam deixado Gotemburgo, mudando-se para o Iraque e a Síria, a fim de juntarem-se ao Estado Islâmico.

Gotemburgo foi descrita pelo estudioso em terrorismo Magnus Ranstorp como o “centro sueco dos jihadistas”, segundo informações do Christian Today.

Cristãos assírios

Recentemente o Estado Islâmico revelou ao mundo, em vídeo, a execução de três cristãos assírios, por decapitação, após se recusarem a negar Jesus, e pediu um resgate milionário para libertar os outros quase 200 reféns.

Os cristãos assírios são fiéis da Igreja Assíria do Oriente, que tem origem no século 1º d. C. Boa parte dos adeptos dessa vertente do cristianismo falam aramaico, o dialeto que era falado por Jesus.


11 COMENTÁRIOS

  1. Certamente há muitos infiltrados entre as pessoas de bem. Mas como o governo da Suécia permite uma coisa dessas?
    O Estado islamico foi muito inteligente nessa sua investida na europa, agora resta saber, se o Obama é ou não infiltrado, suas ações de mamae contra o EI são muito suspeitas. E o Brasil ainda por cima dá agora entrada frana para iranianos, é mole? Há ainda quem defenda o PT…quem defende que vá a PT que pariu!!

  2. Engraçado.

    Quando lia os textos bíblicos dizendo que Cristo seria reconhecido por todos os reis e nações como o rei dos reis, confesso que achava meio que tolice, afinal quem não o receberia.

    A forma como os judeus, muçulmanos, ateus, comunistas falam contra a pessoa de Jesus Cristo, aí razão há de nos vermos aliviados quando todo o olho vir a entender em sua manifestação que Cristo é mais que um profeta, um religioso ou coisa do tipo.

    Ele esmagará e é mais breve do que muitos imaginam, não mais que dois anos, a cabeça da serpente da mentira, da denegação, da enrolação.

    É um direito do ser humano seguir o caminho que escolher pra si, será que esse a quem eles não dão crédito acaso falou alguma mentira a ponto de exigir conversões à força?

    Ora, se não acreditam nele como algum superior a qualquer um que já botou os pés na terra, que ao menos aprendam e pratiquem a sua lição de tolerância, qual seja, não forçar o próximo a seguir minha religião, ao meu grupo de pessoas, ao meu entendimento. Aprendam pelo menos isso com o homem simples de Nazaré, o nazareno.

    E

  3. Engraçado.

    Quando lia os textos bíblicos dizendo que Cristo seria reconhecido por todos os reis e nações como o rei dos reis, confesso que achava meio que tolice, afinal quem não o receberia.

    A forma como os judeus, muçulmanos, ateus, comunistas falam contra a pessoa de Jesus Cristo, aí razão há de nos vermos aliviados quando todo o olho vir a entender em sua manifestação que Cristo é mais que um profeta, um religioso ou coisa do tipo.

    Ele esmagará e é mais breve do que muitos imaginam, não mais que dois anos, a cabeça da serpente da mentira, da denegação, da enrolação.

    É um direito do ser humano seguir o caminho que escolher pra si, será que esse a quem eles não dão crédito acaso falou alguma mentira a ponto de exigir conversões à força?

    Ora, se não acreditam nele como algum superior a qualquer um que já botou os pés na terra, que ao menos aprendam e pratiquem a sua lição de tolerância, qual seja, não forçar o próximo a seguir minha religião, ao meu grupo de pessoas, ao meu entendimento. Aprendam pelo menos isso com o homem simples de Nazaré, o nazareno.

    Repito, todos vão se ajoelhar ante o Cristo, o Messias.

  4. Esses Falsos seguidores do Grande Criador do universo Iavé, Deveriam saber que quem conhece o verdadeiro Deus não pode se converter a outra Falsa religião o caso deles. Disse Jesus: E conhecereis a verdade e verdade vos libertará, ora os verdadeiros Cristãos já conheceram o Verdadeiro Deus que só se pode conhecer através de seu Filho Jesus e não de Maomé Os Cristãos preferem morrer a mudar para o lado desses falsos profetas e seguidores de Lúcifer que foi homicida desde o princípio e quem é homicida trabalha para ele. Os Estados Unidos que Deus abençoou para protege Israel e os Cristãos do Mundo se eles fizessem isso ficariam a cada dia mais ricos e não teriam problemas em sua Economia Nacional e Internacional a china que é um pais de Falsos credos está melhor porque tem leis mais radical contra o pecado por isso sua economia tem crescido.

  5. (resumo copiado – Paul Crawford)

    A chocante experiência que estamos vivendo diante do grau assassino de fanatismo dos agressores faz com que venha ao caso reavaliar com outros olhos um contexto muito semelhante: o dos cristãos da Idade Média, que também sofreram atrocidades de todo tipo e se viram diante da urgência de reagir, ainda que fosse pela força.

    Foi nesse contexto que a cristandade empreendeu as Cruzadas: em reação a uma ameaça horrenda, que já durava mais de 400 anos e que precisava ser vigorosamente repelida.

    Até o ano 632, o Egito, a Palestina, a Síria, a Ásia Menor, o Norte da África, a Espanha, a França, a Itália e as ilhas da Sicília, da Sardenha e da Córsega eram todos territórios cristãos. Dentro das fronteiras do Império Romano, que ainda existia no Mediterrâneo oriental, o cristianismo ortodoxo era a religião oficial e esmagadoramente majoritária.

    Apenas um século mais tarde, em 732, os cristãos já tinham perdido o Egito, a Palestina, a Síria, o Norte da África, a Espanha, a maior parte da Ásia Menor e o sul da França. A Itália e suas ilhas associadas também estavam sob ameaça; tanto que as ilhas acabariam sob o domínio islâmico no século seguinte. Logo após o ano de 633, as comunidades cristãs da Arábia foram inteiramente destruídas. Tanto os judeus quanto os cristãos foram expulsos da península arábica. Os da Pérsia estavam sob forte pressão. Dois terços do antigo mundo cristão romano se viam agora governados pelos muçulmanos.

    O que é que tinha acontecido? Cada uma dessas regiões listadas acima foi tomada pelos muçulmanos no espaço de apenas cem anos. Cada uma delas foi arrancada do controle cristão por meio da violência, em campanhas militares deliberadamente concebidas para expandir o território do islã. E o programa de conquistas do islã não terminou por aí. Carlos Magno bloqueou o avanço muçulmano rumo à Europa ocidental por volta do ano 800, mas as forças islâmicas simplesmente mudaram seu foco para a Itália e para a costa francesa, atacando a Itália continental em 837. Uma luta confusa pelo controle do sul e do centro da Itália prosseguiu durante o resto do século IX e continuou no século X.

    Longe de ser “gratuitas” e de não terem sido provocadas de fora, as Cruzadas representam o primeiro grande contra-ataque cristão ocidental em defesa própria diante dos ataques muçulmanos ocorridos continuamente durante mais de 400 anos, desde o início do islã, no século VII, até o final do século XI, e que ainda continuariam depois também. Três das cinco principais sedes episcopais do cristianismo (Jerusalém, Antioquia e Alexandria) tinham sido capturadas já no século VII; Constantinopla seria tomada em 1453, deixando em mãos cristãs apenas uma das cinco (Roma).

    Todo o Norte da África, antigamente repleto de cristãos, foi conquistado. Chegou a haver 500 bispos cristãos no Norte da África. Hoje, as ruínas da Igreja estão enterradas na areia. Há bispos titulares, mas não residentes. Toda a Ásia Menor, tão amorosamente evangelizada por São Paulo, foi perdida. Grande parte do sul da Europa esteve a ponto de ser tomado também. É mesmo possível afirmar categoricamente que os cristãos deviam assistir impávidos ao próprio extermínio sem se defender?

    Talvez se as Cruzadas não tivessem acontecido, os muçulmanos teriam invadido a Europa, e hoje, seriamos todos muçulmanos, rezando em direção a Meca.

    • TODOS VOCES CRISTAOS QUEIMARAO NO INFERNO, SEUS IDOLATRAS OU SE CONVERTAM OU MORRAM, O ISLAMISMO E A UNICA RELIGIAO DE DEUS, CRISTAOS SE CONVERTAM ENQUANTO AINDA E TEMPO, O ISLAMISMO JA ESTA FORTE NO BRASIL E EM QUESTAO DE POUCO TEMPO DOMINAREMOS AQUI TAMBEM

  6. E pensar que os cristãos já fizeram isso no passado e onde, além de serem intolerantes entre si mesmos – católicos versus protestantes -, ainda queriam forçar adeptos de outras religiões, como os judeus e os próprios muçulmanos, a se tornarem cristãos. E assim as religiões abraâmicas seguem manchando a história com o sangues dos mártires que elas mesmas provocam por seu espírito de exclusivismo, intolerância e cruel beligerância.

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