Feminismo e islamismo se assemelham na rebeldia contra a Bíblia, diz ex-muçulmana

Ex-muçulmana revela em livro que 64% do Alcorão fala de não muçulmanos de forma depreciativa e diz que o feminismo se une ao islamismo contra os cristãos. "Os que deixam o islamismo, como eu, são aqueles que simplesmente não conseguiram continuar com as mentiras", disse ela

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A escritora e ex-muçulmana Nahid “Nonie” Darwish publicou um livro onde faz revelações surpreendentes sobre a doutrina islâmica acerca das mulheres e sua relação com a ideologia feminista ocidental. Para ela, feminismo e islamismo se assemelham na luta contra o cristianismo, e no segundo caso não se trata de interpretação, como alguns querem fazer pensar, mas sim da própria doutrina, que segundo ela a maioria dos muçulmanos desconhecem.

Em uma matéria publicada no The Christian Post, Darwish comentou que seu alerta não trata de pessoas, mas de uma ideologia; “Não é sobre os muçulmanos serem bons ou ruins. É muito importante que o Ocidente entenda isso. Estamos falando de uma ideologia, não de pessoas”, disse ela, que nasceu no Cairo, Egito, mas que mora atualmente nos Estados Unidos.

Darwish diz que a ideologia é o que “define a cultura em que vivemos, os padrões pelos quais vivemos”, e os valores islâmicos são “a medida do bom comportamento no mundo muçulmano”. Mas ela frisa que “…esses valores não são bons”.

Em seu livro, chamado “Completamente Diferente: Por que eu escolhi os valores bíblicos em vez dos valores islâmicos”, Darwish que há 20 anos se converteu ao cristianismo, afirma que os muçulmanos desconhecem sua própria doutrina. Ela mesma considera que aprendeu mais sobre o islamismo em poucos meses após chegar nos Estados Unidos do que o resto de sua vida quando ainda morava no Oriente Médio.


“Os muçulmanos são muitas vezes frustrados, não sabendo o que dizer quando questionados sobre o que é a ‘jihad’, o que é que ‘taqiyya’ [o termo árabe para a decepção, permitindo que os muçulmanos mintam sob a lei Sharia]. Nenhum muçulmano comprometido pode aventurar-se a dizer a verdade sobre essas doutrinas islâmicas, nem mesmo para eles mesmos. Os que deixam o islamismo, como eu, são aqueles que simplesmente não conseguiram continuar com as mentiras”, disse ela.

O feminismo esquerdista se une ao islamismo contra o cristianismo

Outro aspecto importante destacado por Darwish é a sua afirmação de que o islamismo, apesar de ser acusado de oprimir as mulheres, quando se trata de questões relacionadas a Bíblia cristã, o feminismo esquerdista se une ao islamismo:

“Os esquerdistas no Ocidente gostam de se declararem ‘liberais’. ‘Eu defendo a liberdade, a democracia, a liberdade de expressão’. Mas o que existe realmente é o ódio, a sua posição é mais uma rebelião do que uma ideologia estabelecida”, disse ela.

Questionada pelo The Christian Post sobre a diferença entre muçulmano radical e moderado, considerando os esforços de alguns autores para reformar a doutrina islâmica, como Zuhdi Jasser e Asra Nomani, ela disse que considera louvável esse esforço, mas vê com pessimismo essa tentativa, insistindo que se trata da própria doutrina:

“64% do Alcorão está falando sobre não-muçulmanos de uma maneira muito depreciativa, com muitas passagens ordenando para que eles sejam mortos, uma vez que eles são ‘inimigos de Alá”.

Por fim, Darwish contou sobre a sua experiência de conversão e disse ter sido privilegiada por encontrar em Jesus Cristo a Verdade e poder falar disso publicamente nos Estados Unidos, sem ser proibida:

“Eu só agradeço a Deus cada minuto do dia por estar na América, que me permitiu tocar em uma Bíblia e conhecer Jesus. É um privilégio estar livre para tocar uma Bíblia, para falar sobre isso em público. E isso é algo que é proibido se você vive no mundo muçulmano.”, disse ela.

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