Franklin Graham critica pastores que omitem partes da Bíblia e afirma: “O céu não é para covardes”

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Durante um evento que aconteceu recentemente em Washington (DC), o pastor, evangelista e conferencista Franklin Graham teceu uma série de críticas contra pastores e líderes cristãos que omitem certos trechos da Bíblia que não são muito populares, sobretudo por tratar de questões morais.

Falando diretamente aos religiosos que, segundo ele, têm medo de falar abertamente sobre as questões morais abordadas na Bíblia, Graham disse que os cristãos tem a obrigação de falar a verdade sobre as Escrituras, e afirmou que “o céu não é para covardes!”.

– Os seguidores de Jesus Cristo e, especialmente, os pastores e líderes de igrejas, tem a responsabilidade de dizer a verdade contida nas Escrituras, chamar o pecado do que ele é, e reconhecer que ele (pecado) sempre tem reinado no coração da raça humanas – afirmou o pastor.

– Não se trata apenas de um debate sobre aborto ou a homossexualidade; todo o pecado é imoral e toda imoralidade é ruim. Nos Estados Unidos de hoje estamos vivendo uma seca épica. Não é só o mal-entendido básico da Palavra de Deus; é a ausência completa de toda a Palavra de Deus – completou Franklin Graham.


O pastor baseou suas falas no trecho de Apocalipse 21-8, que diz: “Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”.

– Os cristãos não podem ignorar partes da Palavra de Deus só porque são impopulares ou causam divisão. Nossa comissão é anunciar e proclamar Cristo e tudo o que Ele representa. Não podemos proclamar com sinceridade a verdade do amor de Deus, sem levar em conta que Deus odeia o pecado. Seu amor é derramado sobre a humanidade que está na escravidão do pecado. Em sua imerecida graça, se encontra o dom da salvação. Por esta razão, todo o Evangelho deve ser pregado, como demonstra o apóstolo Paulo – completou o evangelista.

De acordo com o evangelista, “os cristãos são chamados a recusar a aceitação do pecado em todas as suas formas, e não porque somos pessoas perfeitas, mas como um testemunho de transformação que Deus produz em uma vida dedicada a Ele, lavados e purificados pelo sangue de Cristo e revestidos de sua justiça. Devemos ser pessoas resistentes às criticas ou qualquer forma de perseguição. Se não mostrarmos coragem e não nos mantermos piedosamente firmes na fé divina, não podemos superar o espírito sedutor de “Satanás” que toma conta deste mundo”.

– Se nós, como povo de Deus, nos negarmos a falar contra o pecado para não incomodar os outros, somos covardes. Somos chamados a fazer soar o alarme, alertarmos que Deus exige obediência à Sua lei perfeita, que foi projetada para o bem da raça humana. A definição de um covarde é aquele que se nega a fazer a coisa certa, por medo das consequências – concluiu.


10 COMENTÁRIOS

  1. Mas isto e mais que evidente ser um crente verdadeiro não foi não e nem nunca sera para os covardes, ser um crente verdadeiro e para os fortes, pois para haver a verdadeira renuncia e sim para os fortes e não para os estardustianos da mundo, o que tem de crentes com c minusculuzinho por ai neste mundão não e brincadeira quem diz que os tais querem renunciar as coisas mundanas, por isso este Pastor esta sim mais que certo o Ceu não e para os fracotes e covardes, e sim para aqueles que verdadeiramente se comprometem com os Santos Estatutos e as Santas Ordenanças do Santo e Verdadeiro Evangelho do SENHOR DA GLORIA A SABER JESUS CRISTO O FILHO DO DEUS UNICO SANTO E VERDADEIRO HO GLORIAS ALELUIAS

    • ATENÇÃO DEVIDO TER DESMASCARADO STARDUST E SUAS FALSAS AFIRMAÇÕES CONTRA OS DÍZIMOS E SEUS CONSTANTES ATAQUES A IURD, INCLUSIVE POSTANDO SOBRE O LADRÃO QUE ASSALTOU A IGREJA, MUITO FELIZ DIVULGA NOTÍCIA QUE DEVERIA CONSTRANGER QUALQUER SER HUMANO, MOSTRANDO QUE MAIOR LADRÃO DO QUE AQUELE É STARDUST.
      Há muito tempo tem se criado múltiplos conflitos em relação ao dízimo, perguntando-se se hoje no Novo Testamento ele ainda deve ser cumprido, vou responder essa questão. Eu sempre cri no Dízimo, que deveríamos praticar isso e escrevi isso nesse blog. Bom, defendia essa prática e continuo defendendo, mas sobre outro aspecto. Espero que compreendam, pois sempre em meu coração houve uma ideologia firme sobre o PRINCÍPIO e BEM MAIOR disso e nunca mudará em meu coração. Fui muitissimamente agredido aqui, ofendido e em nenhum momento os tais “Cristãos”, defendendo suas verdades usaram de suaves ou educadas palavras, mesmo sabendo que aqui do outro lado existe um filho de Deus querendo expor com segurança e temor a Palavra de Deus. Lá em Malaquias 3! Deus começa um tratamento com o povo, uma conversa:

      (Ml 3.7-10) “Desde os dias de vossos pais vos desviastes dos meus estatutos, e não os guardastes; tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar? Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação. Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes. Deus explicita ao povo que desde antes já se desviavam dos Seus caminhos e principalmente o que Deus quis enfatizar, que não guardavam os Seus estatutos. Deus enfatiza ao povo que eles estavam lhe roubando, pois na Lei do culto do Antigo Testamento, o dízimo fazia parte integrante das obrigações do povo, não era uma opção, era uma das determinações do culto a Deus. O povo tinha que trazer 10% do rebanho, da colheita, da sua propriedade e isso era convertido para o sustendo da tribo dos levitas que se dedicavam exclusivamente as tarefas do templo e para ajuda as viúvas, órfãos, os sacrifícios e necessitados de Israel. Ora, como parte integrante e obrigatória do culto, Deus atribuía isso como roubo, assim como desviardes dos seus estatutos, assim como o povo levava para sacrifício animal imundo, sego e coxo, da mesma forma lhe omitiam o dízimo, traziam pouco, metade ou nada do dízimo.

      No versículo 9 mostra por que Israel estava sendo amaldiçoada, por que com maldição sois amaldiçoados, estavam roubando a Deus, não estavam cumprindo a aliança de Deus com Israel, os dízimos faziam parte das leis cerimoniais do culto, então não era em si o dízimo o motivo do desagrado de Deus, mas a DESOBEDIÊNCIA, indiferença, falta de fé do povo. Essa era a razão porque o povo não prosperava e murmurava contra Deus e se o povo cumprisse os mandamentos do Senhor, cumprindo fielmente e nisso o dízimo era parte integrante, receberiam benção sem medida, mas lembro, não era em si o dízimo, dinheiro, como se fosse uma negociata, eu te dou, você me abençoa, mas a OBEDIÊNCIA A DEUS, cumprir os termos da aliança. No Novo Testamento estudando com paciência, não vejo mais existir subsídios para sustentar ainda a questão do DÍZIMO. Mas claramente e em inúmeras passagens a Bíblia trata de ofertas e contribuições, o crente tem obrigação de contribuir com a igreja do Senhor. (2Co 8.11-15) “Agora, porém, completai também o já começado, para que, assim como houve a prontidão de vontade, haja também o cumprimento, segundo o que tendes. Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem. Mas, não digo isto para que os outros tenham alívio, e vós opressão, Mas para igualdade; neste tempo presente, a vossa abundância supra a falta dos outros, para que também a sua abundância supra a vossa falta, e haja igualdade; Como está escrito: O que muito colheu não teve de mais; e o que pouco, não teve de menos. Além da prontidão de vontade dos servos de Deus, isso deveria se manifestar nas suas obras, Paulo não exigia o que não tinham e quem tinha muito era para ajuda do próximo e para si mesmo e o que pouco tinha não deveria se entristecer, pois tinha sua medida.

      (2Co 9.5-12) “Portanto, tive por coisa necessária exortar estes irmãos, para que primeiro fossem ter convosco, e preparassem de antemão a vossa bênção, já antes anunciada, para que esteja pronta como bênção, e não como avareza. E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra; Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça; Para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus. Porque a administração deste serviço, não só supre as necessidades dos santos, mas também é abundante em muitas graças, que se dão a Deus. Paulo está aqui mostrando aos Coríntios de antemão que não deveriam ser AVARENTOS! Todos os cristãos tem obrigação de ajudar a igreja e devem fazer isso com alegria, com fé, de coração, não como o povo de Israel que levava ao templo por sua decadência espiritual animal coxo, sego e manco. Deveria ser feito com alegria e de coração e mostra ainda Paulo que o que semeia pouco, pouco recebe e o que muito semeia, muito recebe e como tratado no texto acima, não é uma negociata com Deus, mas demonstração de amor, fé e obediência e isso trará as bênçãos ao semeador. O povo tinha que contribuir conforme sua prosperidade, conforme aquilo que recebeu de Deus (2Co 16.2). Se temos que contribuir com frequência, com amor, conforme nossa prosperidade, logo estamos falando do dízimo. Podemos não chamar palavra DÍZIMO, mas se trata da mesma referência ao Antigo Testamento. Antes a Lei obrigava agora a Graça pede que se faça com generosidade, alegria e proporcionalidade! Quem ganha mais da mais e quem ganha menos dá menos, mas todos DEVEM contribuir segundo os três princípios ensinados por Paulo “Dar com amor, generosamente e segundo sua prosperidade”.

      Se quisermos um referencial temos o antigo testamento, que é 10%, mas ninguém será amaldiçoado se não der os 10%, mas será cobrado por Deus se for avarento, reter a semente que como a própria palavra diz que é Deus quem dá essa semente, e se a semente não é plantada na terra, logo não pode haver colheita. Não der conforme sua prosperidade, pois muitas pessoas que me atacaram aqui brutalmente, sendo cristãos insensíveis, mais parecidos com os fariseus que condenaram Jesus, recebem R$3.000,00, R$4.000,00 e ofertam na igreja R$ 50,00, R$ 100,00 e acham que muito fazem e chamam os dizimistas de burros, os pastores de ladrões e mercenários. Claro que existe isso e muitos se beneficiarão disso sobre a fé do povo, mas não é isso meu foco nesse estudo. Todo Pastor é digno de salário no trabalho Cristão (1Tm 5.8) “Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina”. Dupla honra ou dobrado honorários.

      Queridos, não chamem de dízimo, mas ele é um referencial nosso e com segurança digo que o Cristão deve contribuir muito mais do que 10%, pois no NT as referências mostram que os Cristãos davam muito mais que isso. Eu continuo contribuindo com todo amor os 10%, mas chamo de oferta, conforme nos ensina o Novo Testamento! Aqueles que muito condenaram o dízimo e ofertam migalhas a obra de Deus e acham que muito fazem, não dizimem, literalmente como está escrito na Lei e era atribuído aos Judeus e ficou pra trás na Velha aliança, mas agora Jesus prova os corações dos homens, pois demanda da sua vontade dar com Alegria, Generosidade e Proporcionalidade do que ganha. Como disse lá no princípio, eu defendia o dízimo e muito estudei para chegar nessa conclusão do estudo e no fim reconheço que errei em defender a LETRA do dízimo, mas termino com o mesmo coração limpo e alegre, pois essa liberdade de Cristo não mudou a intenção de meu coração, continuo contribuindo com os 10% como oferta e acho que deveria mais! Algumas pessoas jamais vão se desprender da Avareza, vão achar todas as formas e subterfúgios para burlar a lei de Deus, não podem compreender e nem vão abrir seus corações para isso! Mais do que qualquer dinheiro, existe os Princípios de Deus que não podem ser quebrados, o mesmo princípio antes e hoje se fundem, um pela Lei da obediência e a outra obediência pela Graça, uma vez corrompido e endurecido o coração, existirão milhares de formas de não cumprir as palavras do Senhor. Jesus abençoe a todos.

      • O problema é que a religião evangélica em sua maioria de denominações incurtiu nos seus adeptos que o dízimo da lei de moisés apesar de ser apenas para os judeus e ser dado em alimentos, deve ainda ser observado, e que agora é em dinheiro e serve para manter os templos físicos dessa religião.

        Mas graças a Deus estamos derrubando mais este tabu…sim, tabu, porque no meio evangélico muitos pastores sabem que o dízimo não tem lugar na nova aliança onde vivemos, mas por medo de serem expulsos desse sistema religioso, se calam.

        Eu já ouvi pastor que sabe que o dízimo é ensinado e exigido de forma totalmente antibíblica nos templos evangélicos, mas aos que sabem dessa mentira ele “justifica” dizendo:

        “Sim, eu sei que o dízimo é da lei, e que não seguimos a lei (de moisés), mas se a gente não pedir dízimo mesmo sabendo que não é mandamento, o povo não contribui e as contas (da denominação) não fecham…”

        Só que o que os pastores que usam essa alegação não sabem, (ou mais provavelmente não creem nisso) é que quando a mensagem é pelo Espírito Santo, as pessoas contribuem com liberalidade e amor ao evangelho, e o próprio Espírito Santo toca no coração das pessoas para que elas deem as ofertas generosas que sustentarão tanto o pastor (caso ele não trabalhe secularmente e seja dedicado somente ao ministério), como as despesas do templo.

        Mas será que eles tem essa fé???

        A maioria prefere dar o “jeitinho” e distorcer o real significado biblico do dízimo, e forçar o povo a dar 10% de sua renda usando o texto de malaquias 3:10, que se referia somente aos judeus, esses sim com o mandamento de dizimar.

        A verdade mesmo, é que a maioria dos pastores não tem fé… quando uma pessoa não recebe a cura, eles culpam a própria pessoa dizendo que ela não recebeu a benção porque não teve fé…

        (então queria saber como em atos 20:9-10 , Êutico caiu do terceiro andar e morreu, e após Paulo abraça-lo ele ressuscitar… como pode Êutico estando morto ter fé para ressuscitar…)

        “Dízimo, a maior mentira da religião evangélica!”

  2. Concordo com este pastor, muita gente tem medo de pregar a palavra de Deus que é sã e verdadeira aos outros com medo dos políticos e da sociedade e da própria Igreja . Jesus pagou com sua propia vida para levar a mensagem de deus, jesus não teve medo dos religiosos, da sociedade, de roma e de nada para pregar o evangelho . dificilmente vejo um padre pregando contra a globo e suas novelas imorais, a homilia na missa do padre marcelo aos domingos não dura 10 minutos, agora bate palma e seu showsinho tem muito mais tempo.

  3. STARDUST TE DESAFIO EM PUBLICO PARA QUE PROVES O QUE É IGREJA E COMO ELA DEVE PERMANECER, AQUI POSTO O QUE ELA É PARA MIM, depois poste o que é igreja para ti, para que todos vejam tua vergonha anti-Cristo.
    O mundo religioso tem seu mais novo personagem: o evangélico não praticante. A informação aparece nos resultados das últimas pesquisas realizadas pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais (Ceris) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas pela reportagem O novo retrato da fé no brasil

    Os evangélicos não praticantes são definidos como “os fiéis que creem mas não pertencem a nenhuma denominação”, sendo cada vez maior o número de pessoas que “nascem em berço evangélico – e, como muitos católicos, não praticam sua fé”. Os dados revelam que “os evangélicos de origem que não mantém vínculos com a crença saltaram, em seis anos, de 0,7% para 2,9%. Em números absolutos, são mais de 4 milhões de pessoas nessa condição”.

    As pesquisas apenas confirmaram uma tendência há muito identificada, a saber, o crescente número de pessoas que buscam espiritualidade sem religião, e deseja a experiência da fé sem a necessidade de submissão às instituições religiosas. É o fenômeno da fé privatizada, em que cada um escolhe livremente o que crer, retirando ingredientes das prateleiras disponíveis no mercado religioso.

    O novo cenário faz surgir perguntas que exigem respostas urgentes: Para que serve a igreja? Qual a função da comunidade cristã na sociedade e na experiência pessoal de peregrinação espiritual?

    A experiência dos cristãos no primeiro século, no dia seguinte ao Pentecostes, narrada no livro dos Atos dos Apóstolos [2.42-47; 4.32-35], serve de referência para a relevância da vivência em comunidade.

    Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a memória da pessoa e obra de nosso senhor Jesus Cristo: “Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos”. Em tempos chamados pós modernos, quando as crenças são desvalorizadas e as verdades se tornam subjetivas e particulares, é importante saber não apenas em quem se crê, e os cristãos compreendem a fé como confiar em uma pessoa, Jesus Cristo, mas também saber o que se crê, e por isso os cristãos chamam de fé também um conjunto de crenças e afirmações a respeito do Deus em quem crêem–confiam. O Evangelho é uma boa notícia, e os cristãos devem saber qual é essa notícia. A igreja é a comunidade que preserva a memória de Jesus, sua pessoa e obra.

    Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança que se fundamenta na abertura para o mistério divino: “Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos […] com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”.

    Em tempos de banalização do sagrado, as pessoas perdem a noção do que Rudolf Otto chama “mysterium tremendum”, isto é, já não têm na alma o temor que coloca o homem de joelhos diante da manifestação do divino e nem mesmo esperam que tal aconteça. A igreja é a comunidade que preserva a expectativa de que o céu se abra, de que o favor divino se derrame sobre a terra.

    Enquanto o mundo vai se tornando cada vez mais frio e fechado, condenado às estreitas possibilidades da racionalidade e dos limites do poder humano, a igreja fala do milagre como possibilidade real e os cristãos se dedicam às orações.

    Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a oferta do amor de Deus em resposta à solidão humana: “Eles se dedicavam à comunhão, ao partir do pão […] Todos os que criam mantinham se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade […] Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham.

    Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um”. Em tempos de individualismo, egoísmo, segregação, e competição darwinista, a igreja é a comunidade da fraternidade, da partilha, da solidariedade e da generosidade. A igreja é a comunidade da aceitação, do perdão e da reconciliação. É na igreja que se concretiza a oração de Jesus a respeito de Deus e os homens: “que sejam um”.

    Para que serve a igreja? A igreja serve para manter vivos os sinais do reino de Deus na história: “grandiosa graça estava sobre todos eles”. Conforme Jung Mo Sung, “a igreja é o povo de Deus a serviço do testemunho da presença do Reino de Deus”, que se completa com a afirmação de Ariovaldo Ramos: “a igreja deve viver o que prega para poder pregar o que vive”. A igreja é a comunidade em que o anúncio da presença do Reino de Deus entre os homens é seguido do convite desafio: “Vem e vê”, pois o Evangelho de Jesus Cristo não é apenas uma mensagem em que se deve crer, mas principalmente um novo tempo em que se deve viver.

    Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança da ressurreição: “Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”. Quando o lacre romano do túmulo de Jesus foi rompido no domingo da ressurreição, a vida afirmou sua vitória sobre os agentes promotores e mantenedores da morte, sobre os processos de morte, que serão enfrentados pela esperança de que um dia a própria morte, último inimigo, cairá de joelhos diante do Senhor da vida.

    A igreja é a comunidade dos que se rebelam contra a morte em todos os lugares e todas as dimensões, e contra ela lutam com todas as forças que recebem do doador da vida.

    A igreja é a comunidade dos que já não vivem com medo da morte (Hebreus 2.14), dos que anunciam e vivem dimensões da vida, e dos que profetizam a ressurreição até o dia quando, aos pés do Cristo de Deus, celebrarão a vitória daquele que no Apocalipse diz: “Não tenham medo. Eu tenho as chaves da morte e do inferno”, pois “Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Sou aquele que vive. Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre!”. Amém.

  4. querido e dificil de aceitar que o dizimo foi abolido pois nascemos e crescemos ouvindo essa tal obrigatoriedade,eu mesmo fui um que dizimava e ja cheguei de deixar de arcar com compromissos para ser fiel no dizimo,porem quando resolvi fazer diversos estudos sobre tal assunto cheguei a conclusao q realmente nao existe essa obrigatoriedade na vigencia da graca, e sim termos com que acudir aos necessitados, agora claro sem deixar de lado a colaboracao no templo em q congregamos, ou seja aquilo em q propomos no coracao com alegria. realmente nai existe a questao da necessida de de receber o dizimo pra sustento di templo uma vez que descobri igrejas cristans que sobrevive a seculos e se multiplicam sem dizimos, entao cai por terra o q cresci ouvindo sobre as necessidade do dizimo para o sustento do templo,pastor,pregacao do evangelho etc… percebam como a igreja primitiva vivia e tire suas proprias conclusoes, graca e paz.

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