Heloísa Perissé diz que “ora o dia todo” e evangeliza: “Jesus Cristo é o Salvador”; Assista

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Um vídeo com declarações da atriz e comediante Heloisa Perissé, comentando a sua prática de fé em entrevista ao programa Encontro com Fátima Bernardes, na TV Globo, viralizou novamente nas redes sociais.

A entrevista, concedida em novembro de 2013, mostra o lado espiritual da artista, conhecida por seus papéis em série e novelas da Globo.

“Antes de começar o meu dia, quando eu piso, antes de tomar o meu café da manhã, quando eu ligo a água do chuveiro para tomar banho, quando estou dirigindo, quando as minhas filhas saem para a escola… Eu oro o dia inteiro”, disse a atriz, à época.

Transmitido ao vivo, o programa tinha participação dos vencedores do Troféu Promessas daquele ano, além de cantores como Anderson Freire, Fernanda Brum, Ministério Pedras Vivas e Arautos do Rei.


Heloisa contou, sob o olhar atento do ator Francisco Cuoco, que também participava do programa, que nasceu em uma família de tradição católica, mas sua busca por um relacionamento mais íntimo com Deus foi uma decisão pessoal e a levou a seguir a tradição protestante.

“É um Deus maravilhoso, esse Deus é tremendo. O sol, a luz, a união das cores, é tremendo. Ô glória”, disse a atriz, falando sobre o “papo reto” que leva com Deus. Questionada pela apresentadora se dá um nome a essa espiritualidade, Perissé não titubeou: “Eu sou cristã, e isso é acreditar que Jesus Cristo é o Salvador”.

Atualmente, Heloisa Perissé é frequentadora de uma Igreja Presbiteriana no Rio de Janeiro, e está no ar na Globo com o game de humor Tomara Que Caia, exibido nas noites de domingo após o Fantástico.

Reveja a entrevista de Heloisa Perissé ao Encontro e seu testemunho do relacionamento com Deus:

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26 COMENTÁRIOS

  1. bom o primeiro dogma ela já tem, teremos de ver os outros.
    1) Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).

    2) Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17).

    3) Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7.14; Rm 8.34 e At 1.9).

    4) Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurá-lo a Deus (Rm 3.23 e At 3.19).

    5) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3.3-8).

    6) No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26 e Hb 7.25; 5.9).

    7) No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6 e Cl 2.12).
    8) Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9.14 e 1Pd 1.15).

    9) No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7).

    10) Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade (1 Co 12.1-12).

    11) Na Segunda Vinda pré-milenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira – invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda – visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts 4.16. 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5 e Jd 14).

    12) Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2Co 5.10).

    13) No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15).

    14) E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis (Mt 25.46).

    • engraçado que nem todos os protestantes seguem esses dogmas que vc citou, inclusive refutam tais dogmas…

      Luteranos, anglicanos, presbiterianos, adventistas, testemunhas de giuvá, etc. etc. etc.

      cada seita cristã segue dogmas distintos que distoam em vários pontos de outras seitas…

      talvez para sua seita ela tenha que seguir esses dogmas que vc citou, mas para a seita dela os dogmas que ela segue é que são os certos e os seus estão errados ou faltando ou aumentados….

        • negam na interpretação da tua seita e não na deles.

          Luteranos, Anglicanos, Presbiterianos etc. tem dogmas diferentes dos da tua seita afinal, tenho certeza que vc não faz parte do protestantes históricos.

          assim, para as seitas que tem dogmas diferentes do da tua seita, o herege é vc.

          • não vampiro horroroso, negam diante da palavra de Deus, ou é tão parvo que não entendeu minha postagem? não viu que o credo ai representado está coroado com a palavra

          • e para não vir com conversa mole já vou te explicar o que é parvo
            Significado de Parvo

            adj. Diz-se da pessoa que é tola; que não é muito inteligente; apoucado.
            s.m. Indivíduo pouco inteligente; aquele que é tolo ou idiota.
            Gram. Formas Femininas: parva ou párvoa.
            Gram. Formas no aumentativo: parvalhão, parvoalho ou parvoeirão.
            (Etm. do latim: parvus.a.um)

            Sinônimos de Parvo

            Sinônimo de parvo: burro, cretino, estulto, estúpido, idiota, ignorante, imbecil, inepto, lerdaço, lorpa, néscio, otário, pacóvio, palerma, papalvo, pascácio, pateta, pato, sonso, tanso, tantã, toleirão, tolo e tonto
            Mais sinônimos de parvo
            tolice, estupidez, idiotice.

            2 loucura, insensatez, imprudência.

            3 palurdice, parlemice, patetice, lorpice.

            A palavra parvoíce aparece também nas seguintes entradas:
            asneira, moca, asnada, batata, bernardice, besteira, estultícia, frioleira, jumenta, palermice, parvulez, tarouquice, abobrinha

          • uiiii.. vampiro horroroso? kkkk

            me ofendeu kkkkkkkkkkkkk

            as seitas protestantes históricas só negam diante da interpretação tosca da tua seita e não diante do seu livro de fábulas.

            o que eles negam é somente o que a tua seita interpretou como dogma “serto”…

            para eles, os dogmas certos são os deles, inclusive porque foram eles que foram levantados por seu deus para trazer a verdade do evangelhos, segundo vcs protestantes kkkk

            kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

            DÁ PITI NÃO CLAMANDO kkkkk

          • to dizendo que é um parvo
            Nosferatu. Este nome não soa como o chamado da própria morte à meia-noite? Não o pronuncie em voz alta, ou as imagens de vida tornar-se-ão sombras, e pesadelos se erguerão para nutrir-se do seu sangue.

            F. W. Murnau, Nosferatu

            Do seres míticos que espreitam nas sombras da cultura humana, talvez o vampiro seja um daqueles que mais desperta em nós sentimentos ambíguos, como pavor e encanto, repulsa e atração, piedade e ódio. E essa ambiguidade é ontológica à sua fantástica condição: ele é um morto-vivo, um ser que, não tendo encontrado lugar no além, retorna para o mundo dos vivos.

            Os relatos documentais sobre estes entes podem ser encontrados em todos os continentes, desde os tempos antigos – o que revela, de um lado, a universalidade da relação fundamental entre vida e morte nas culturas humanas e, de outro, uma dificuldade teórico-metodológica em precisar suas origens cronológicas e espaciais.

            O vampiro foi – e ainda o é – fonte inesgotável de inspiração para as artes, sobretudo a literatura (Goethe, Polidori, Stoker, Rice, etc), o teatro (Nodier, Baudelaire, etc) e o cinema (Murnau, Browning, Coppola, etc). Sobre esta última forma de arte, é que nos focaremos na segunda parte do ensaio.

            Nas linhas que seguem, buscaremos apresentar alguns elementos que nos forneçam uma base para entender o que levou o diretor Friedrich W. Murnau a conceber o filme Nosferatu, em uma Alemanha recém saída da Primeira Guerra Mundial, profundamente marcada pelas mortes e pelas “trevas” que a crise cultural, econômica e política porque passavam, haviam liberado.

            Nosferatu, “o vampiro que vaga” pelas ruas germânicas dos idos do século XX, não é apenas fruto da imaginação de um diretor e toda uma equipe, ou dos recursos técnicos e estéticos da linguagem fílmica alemã do período, outrossim, é a memória viva de crenças seculares, entranhadas no imaginário popular, que diante das dificuldades de uma época de guerras, é acionada e ressignificada.

            2. O vampiro do folclore e o vampiro da ficção

            Antes de qualquer coisa, é preciso que se faça claro o que estamos chamando de vampiro. As dificuldades para definir esta entidade sobrenatural não são poucas.

            Para fazê-lo, usaremos dois conceitos de Paul Barber: o vampiro do folclore e o vampiro da ficção (BARBER, 1988, p.1-4). O primeiro, diz respeito a uma série de entidades, com características distintas ou similares, sobretudo das regiões leste, sul e central da Europa, que chegam a ter mais de um milênio de existência documentada por relatos jurídico-oficiais, periódicos e estudos científicos. São todos mortos-vivos em sua essência. O segundo, é o vampiro da ficção, e suas origens são mais recentes – séculos XVIII e XIX – e é fruto da criação de autores como John William Polidori (The vampyre, a tale [O vampiro, um conto], de 1819), Joseph Sheridan Le Fanu (Carmilla, de 1872) e Bram Stoker (Dracula [Drácula], de 1897), e outros que, inspirados nas crenças e religiosidades populares documentadas, criaram o mito do vampiro moderno, como o conhecemos hoje.

            As primeiras aparições conhecidas do termo vampiro na Europa datam do século XVIII. Ou seja, estamos nos referindo àquelas entidades vampíricas das sociedades européias e, portanto, não mencionaremos aqui os entes de outros continentes que teriam possivelmente influenciado as crenças mais remotas[1].

            Mas quem eram os vampiros das crenças populares? Como alguém se torna um vampiro? O que o mito do vampiro moderno manteve ou acrescentou a eles? Essas convicções ainda persistiram nos séculos XX e XXI?

            Como observa D. J. Davies, a morte aparece como uma “característica constante na história humana” (DAVIES, 2005, p.153). Os modos de se lidar com ela, naturalmente, manifestam-se de formas diversas nas sociedades, segundo suas permanências e mudanças ao longo do tempo.

            O historiador Claude Lecouteaux apresenta-nos algumas idéias que são importantes acerca do que chamou de “boa morte” e “morte má”. A morte má é aquela em que o falecido teria expirado antes do tempo previsto para ele, ou então, as condições de seu falecimento teriam sido problemáticas em função de circunstâncias distintas – os suicidas, os feiticeiros; os que nasceram em dias e horas suspeitas ou com deformidades; os que permaneceram insepultos ou foram submetidos a ritos funerários incorretos; enfim, todos esses, e outros mais, que não conseguindo partir do mundo dos vivos e agregar-se à “comunidade dos mortos”, permaneceriam barrados nesse intermédio. Estes são fantasmas, mortos-vivos, em potencial (LECOUTEAUX, 2005, p.41-43).

            Em contrapartida, a boa morte é aquela que resulta de uma existência boa e bela, e o falecido encontrará o descanso justo, e se livrará dos sofrimentos terrenos (LECOUTEAUX, 2005, p.43-47). Este sim incorporar-se-á à comunidade dos mortos.

            Assim, os mortos viventes que resultaram do primeiro tipo de morte, podem converter-se em vampiros. Dentre os sinais corpóreos que o cadáver de um suposto vampiro poderia apresentar, temos: inchaço anormal, ruídos e movimentos espontâneos, incorrupção, derramamento de sangue, etc. De fato os vampiros são um tipo específico de fantasma, que segundo as várias crenças européias, eram protagonistas de certos atos sangrentos para com os vivos – homens e animais – e que receberam denominações distintas.

            Os autores que criaram o mito moderno atribuíram-lhes algumas novas e reveladoras características. Tomemos brevemente Drácula de Bram Stoker, obra a partir da qual, como veremos, Nosferatu foi criado. Conde Drácula é um nobre, possui longas e brancas presas e depende de sangue para viver! Nada disso era regra nas centenas de relatos dos vampiros folclóricos – o mortos não eram nobres, não tinham dentição diferenciada e suas vidas não estavam subordinadas ao “rubro alimento”. Sua complexidade fantástica, por assim dizer, foi sintetizada sob o arquétipo do vampiro que conhecemos.

            No século XVIII, observa-se uma emergência nos casos de relatos de vampirismo. Como aponta C. Lecouteaux parece que com o fim da caça às bruxas – que já se esboçava neste momento – o enfoque da perseguição passou para os vampiros (LECOUTEAUX, 2005, p.158-161). Isso foi possível porque, segundo o credo que já durava séculos, um indivíduo que fora feiticeiro em vida poderia retornar na morte para seguir com seus malefícios. De fato, um dos relatos mais antigos a falar de uma bruxa que se converteu em morta-viva, se encontra no infame manual Malleus Maleficarum (O martelo das feiticeiras), de 1484, escrito pelos alemães Heinrich Kramer e James Sprenger[2]. Mas também aquele que havia sido um lobisomem em vida poderia voltar após sua expiração, e o solo germânico foi igualmente fértil nestes casos. Bastante conhecido é o processo de Peter Stubb, de Bedbur, Alemanha. Em 1589 foi declarado assassino feiticeiro, e segundo confessou em seu julgamento, ao usar um cinto que recebera do diabo, transfigurava-se em um enorme lobo. Foi acusado de diversos homicídios e executado em outubro do mesmo ano (GUILEY, 2005, p.270-271).

            É válido mencionar aqui que, em 1755, a imperatriz Maria Teresa adotou medidas a fim de proibir a “execução póstuma” de cadáveres de alegados vampiros em toda a Áustria-Hungria, logo depois de receber o relatório de médicos da corte sobre uma violação do túmulo de uma suposta morta-viva (LECOUTEAUX, 2005, p.49).

            Como nos mostra Philippe Ariès, as atitudes de grande parte das sociedades do Ocidente para com a morte sofreram várias mutações entre o fim do século XVIII e o XIX. Primeiro, o temor do real, do cotidiano, no que concerne aos mortos, foi sendo colocado através da “morte aparente”, ou seja, o temor de que alguns mortos de fato não estivessem mortos, mas sim sob algum tipo de letargia temporária, levou a medidas como cláusulas testamentárias que exigiam uma inumação tardia (situações como essas foram eventualmente registradas); depois, nasce o que ele considerou um “real medo da morte”, visto que, com a medicina moderna, a tendência a conter-se diante daquela levou a uma angústia cada vez maior, e os homens calaram-se perante ela; e finalmente, a sua contínua sanitarização, medicalização e afastamento do público, deram a errônea e trágica impressão de que haviam-na controlado (ARIÈS, 1990, p.431-443; 612-636).

            Assim, chegamos ao século XX e, ao contrário do que se pode pensar, as crenças nos vampiros não desapareceram. No início dessa centúria, os editores do Atlas de etnologia alemã realizaram uma pesquisa em várias regiões do país. Uma das perguntas consistia em ”Como se reconhece que um morto vai se transformar num ser maléfico que atrai para si os vivos?”. A respostas obtidas revelaram um certo conhecimento sobre o assunto por parte dos entrevistados e, portanto, a permanência do credo. Em 1931, faleceu uma senhora em Putzig, Prússia. Algum tempo depois, houveram sete mortes seguidas de membros de sua família. Concluíram que a morta não encontrava o descanso e estava perseguindo-os. Um de seus filhos não teve dúvidas: acionando o memorial das crenças antigas, desenterrou o corpo da mãe, decapitou-o e colocou a cabeça aos pés da falecida (LECOUTEAUX, 2005, p.118-119; 150). Eventos como esses ainda são registrados em nossos dias.

  2. DEUS ABENÇOE A HÉLOISA PERISSÉ , SEM ESTRELISMO ,SEM EXIBICIONISMO ,FRASES DE EFEITO PARA SE APARECER MAIS QUE JESUS .
    PERFEITO ISTO SIM É EVANGELHO :
    ” É NECESSÁRIO QUE ELE CRESÇA E QUE EU DIMINUA .”
    (JOÃO 3 vers 30)

  3. entendam o que quer dizer nosferatu
    Nosferatu

    At the gates of hell I stand alone
    waiting for the call
    Now my time has come to pay the price
    for the things I’ve done

    I can see but there’s nobody there
    I can hear but there’s so much I fear
    In the dark
    I can feel but my senses are gone
    I can tell but the damage is done
    In the dark

    Return your soul it’s the end of the line
    Return your soul it’s the end of time

    Can I believe what I saw in the night
    Can I believe I was right
    The face of a demon with eyes turning black
    Nosferatu
    Can I believe what I saw in the night
    Can I believe I was right
    Candles were burning the ritual was on
    Nosferatu

    I can run but I can not escape
    I can hide but I’m bent out of shape
    In the dark
    I can lie but the truth isn’t there
    I can die but there’s no one to care
    In the dark

    Return your soul it’s the end of the line
    Return your soul it’s the end of time

    Can I believe what I saw in the night
    Can I believe I was right
    The face of a demon with eyes turning black
    Nosferatu
    Can I believe what I saw in the night
    Can I believe I was right
    Candles were burning the ritual was on
    Nosferatu
    Nosferatu

    Nas portas do inferno estou sozinho
    esperando pelo chamado
    Agora o meu tempo veio para pagar o preço
    pelas coisas fiz

    Posso ver mas não há ninguém lá
    Posso ouvir mas há tanto o que temo
    Na escuridão
    Posso sentir-me mas os meus sentidos se foram
    Posso contar mas o dano está feito
    Na escuridão

    Devolva a sua alma é o fim da linha
    Devolva a sua alma é o fim do tempo

    Posso eu acreditar o que vi na noite
    Posso eu acreditar eu estava certo
    A rosto de um demônio com olhos que tornam-se negros
    Nosferatu
    Posso eu acreditar o que vi na noite
    Posso eu acreditar eu estava certo
    As velas queimavam-se o ritual começou
    Nosferatu

    Posso correr mas não posso escapar
    Posso ocultar mas sou curvado fora da forma
    Na escuridão
    Posso estar mas a verdade não está lá
    Posso morrer mas não há ninguém para se preocupar
    Na escuridão

    Devolva a sua alma ele é o fim da linha
    Devolva a sua alma ele é o fim do tempo

    Posso eu acreditar o que vi na noite
    Posso eu acreditar eu estava certo
    A rosto de um demônio com olhos que tornam-se negros
    Nosferatu
    Posso eu acreditar o que vi na noite
    Posso eu acreditar eu estava certo
    As velas queimavam-se o ritual começou
    Nosferatu

    • isso nem pode mais ser chamado de piti…

      isso que é um pitizão kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      a menina garrou um ódio do nosferatu aqui kkkkk

      poxa… desculpa se lhe magoei por dentro… É QUE SOU GROSSO ASSIM MESMO. KKKKKKKKKKKKKKKK

        • eu sabia que tinha lhe ofendido por dentro… tisc tisc.

          não precisa gritar Clamando…. eu já pedi desculpa…

          eu realmente não consigo evitar de ser grosso assim, e acabo magoando as pessoas por dentro…

          mas vou mais devagar contigo blzs!!!!

  4. CLAMANDO disse: 28 de julho de 2015 ás 10:06 am
    THIAGO THIAGO
    ATÉ QUANDO AS PALAVRAS VÃO OBEDECER A BREU DAS TREVAS NESTE SITE? ATÉ QUANDO GAYS E ATEUS DIFUNDIRÃO IDEIAS MALIGNAS AQUI, SEM CENSURA?
    ATÉ QUANDO VEREMOS ATAQUES A ENTIDADES QUE REPRESENTAM OS CRISTÃOS EX. A IGREJA PASTORES E BÍBLIA, SEM CENSURA OU QUALQUER MODERAÇÃO?
    QUE GANHA O SITE TENDO SUA ESSÊNCIA ROUBADA ? QUE GANHA O SITE EM SERVIR UM PÚBLICO QUE DISTANTE DA VERDADE QUE PREGAMOS?
    ATÉ AONDE VAI O DIREITO DE EXPRESSAR DELES QUE NOS É VEDADO? ENFIM QUAL O VERDADEIRO INTERESSE DESTE SITE EM ABRIGAR, GAYS E ATEUS ?

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