Ideologia de gênero é discurso de esquerda sem base científica, aponta especialista; Assista

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A ideologia de gênero parece ser a ação mais ousada de ativistas gays com pensamento político alinhado à esquerda contra o modelo tradicional de família. A difusão dessas ideias e a tentativa de impô-las como matéria no conteúdo ensinado nas escolas públicas chamou a atenção de diversas lideranças cristãs, evangélicas e católicas, que passaram a agir em sentido contrário.

Em uma recente entrevista sobre o assunto, o articulista político Gilberto de Souza, do Instituto Inconformados e do Grupo de Ação Política da Igreja Batista da Lagoinha (IBL) em Belo Horizonte (MG), classificou a ideologia de gênero como uma falácia sem base científica.

“As pessoas que olham mais de longe se confundem, como se [a ação de combate à ideologia de gênero] fosse um tipo de pensamento que vai contra os direitos homossexuais, e não é isso. A ideologia de gênero está no campo das ideias, que não tem nada ligado à ciência, que simplesmente diz que a criança pode escolher se ela é homem ou mulher. Não é algo como na biologia que diz que homem é XY e a mulher XX”, afirmou Souza, em entrevista ao programa Mente Aberta, da Rede Super de Televisão.

“Teria de escolher o que ela é. E o que a gente sabe é a orientação que, aí sim, a pessoa pelo livre arbítrio, tem opção. Mas a questão de ser homem ou ser mulher isso é intrínseco”, acrescentou.


O entrevistador trocou em miúdos: “É uma ideologia, né? É uma cosmovisão, é como você vê uma realidade. E essa ideologia de gênero, é interessante a sutileza dela, porque parece que nem quem os homossexuais gostaram muito de que ela fosse difundida”, comentou.

Souza abrangeu a discussão e lembrou que a família é soberana na forma como educa os filhos e orienta em questões ligadas à sexualidade: “A convenção de Direitos Humanos prevê que a família tem todo o respaldo e direito de escolher a forma de criação dos filhos, e essa convenção é um tratado internacional, firmado no Brasil e tem status de lei. Neste caso, não pode uma lei que venha pautar um assunto desses que é entrar na família e tirar esse direito dela que é de criar seus filhos”, pontuou.

Assista na íntegra:

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9 COMENTÁRIOS

  1. A lenda da criação do homem e da mulher tem base científica, por acaso? Temos aí várias pessoas que não estão satisfeitas com o órgão sexual que trazem no meio das pernas, mas nunca ouvi falar de algum cientista que tenha encontrado os fósseis de Adão e Eva. Isso nunca vai acontecer pelo simples fato de nunca terem existido.

    • O fato de pessoas não estarem satisfeitas com os seus órgãos sexuais não significa que os mesmos não existam e que sirvam para caracterizar quem é macho e quem é fêmea, é Deus e a natureza quem determinam isso e não idiotas promotores da engenharia social com o objetivo de manipular as massas.

      • Essa manipulação da massa inclui as mulheres siliconadas? Conheço várias evangélicas que aderiram à moda. Não estariam elas profanando o templo do corpo?

    • Ok, sabichão! Você vê alguma diferença entre uma pessoa que não está satisfeito com o sexo de nascimento de outra que implanta silicone para levantar a bund@ murcha e os peit0s caídos? Eu não vejo. A Bíblia diz que o corpo é um templo que não deve ser profanado, mas vejo pastores fazendo as sobrancelhas, implantando cabelos e colocando botox. Isso demonstra que não estão satisfeitos com a natureza que Deus lhes presenteou? Vocês só veem o pecado dos outros.

  2. Eu tenho a leve impressa de que você não entendeu o teor do meu comentário. Ou então usa a velha tática evangélica de desvirtuar a questão envolvida.

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