Jean Wyllys desistirá de reeleição se PSOL permitir candidatura de pastor à Câmara, diz jornalista

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O ativista gay e deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) teria dito à direção de seu partido que não se candidatará à reeleição caso o pastor Jefferson Barros receba autorização para se candidatar à Câmara dos Deputados.

Barros é um pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo e teria o apoio do pastor Silas Malafaia para arrebanhar votos dos fiéis da denominação.

De acordo com o jornalista Lauro Jardim, Wyllys teria dado um ultimato à direção do PSOL, dizendo que desistiria da candidatura se o pastor tivesse sua pré-candidatura aceita. “A intransigência do deputado tem explicação. Wyllys desconfia que o pastor Jefferson Barros seja um militante infiltrado por Silas Malafaia para impedir a sua eleição”, escreveu Jardim na coluna Radar Online.

Em 2010, Jean Wyllys só foi eleito por conta do coeficiente eleitoral. Com pouco mais de 13 mil votos, o ex-BBB foi beneficiado pela grande votação de Chico Alencar, que conseguiu votos suficientes para dois candidatos do PSOL. Se Barros receber apoio do pastor Silas Malafaia, é provável que tenha mais votos que Wyllys, ocupando sua vaga na legenda caso Alencar repita o desempenho de quatro anos atrás.


42 COMENTÁRIOS

      • pois eu vou dizer pra voces, caros colegas: leiam com atenção, mas se voçes não entendem o evangelho, então nao perca seu tempo.

        ”Quando os justos florescem,
        o povo se alegra;
        quando os ímpios governam,
        o povo geme”. (proverbios 29:2)

        v:4 O rei que exerce a justiça
        dá estabilidade ao país,
        mas o que gosta de subornos
        o leva à ruína. proverbios 29:4

        Os violentos odeiam os honestos
        e procuram matar o homem íntegro. proverbios 29:10

        ( o povo de satanas o odeiam ver o povo de DEUS no poder), espero que vc tenha assimilado alguma coisa, leia todo o proverbios 29, tem mais coisas la, isso e so provar que o povo de Deus tem o direito de estar la para defender o mundo do evangelho, ir contra aborto, artivismo gay, casamentos gay e entre outros, quando o homem justo governa o povo se alegra, mas quando o impio governa o povo geme.

    • Marcos,

      Poxa vida, meu caro, o que é que você sabe que eu não sei ainda sobre esse partido?

      Ele desobedece as leis do país?

      Ele é formado por criminosos?

      Pode defender sua tese sobre esse partido? É partido do diabo ao acaso?

      • Marcos,

        Poxa vida, meu caro, o que é que você sabe que eu não sei ainda sobre esse partido? Não sei o que você sabe, por isso não posso responder.

        Ele desobedece as leis do país? Não só ele como todos os partidos, mas os de esquerda fazem disso uma norma.

        Ele é formado por criminosos? Se criminosos não sei mas são apoiadores dos tais e isso digo com convicção.

        Pode defender sua tese sobre esse partido? É partido do diabo ao acaso? Se é do diabo eu não sei, o que sei é que não existe partido político de Deus,

        • CONFRARIA
          Será mesmo que ele desistiria de se candidatar? agora mais do que nunca é que ele deve mostrar a sua força…hehehe só preocupado em registrar na clt a prostitutas, baixar a idade sexual de crianças, dar indultos para assassinos e traficantes dando a eles status de comerciantes.
          Este realmente não se preocupa om outra bunda que não seja a sua.

    • Jorge Vinicius suas palavras são:OS PA$TORES SÓ SE INTERESSAM POR DUAS COISAS ATUALMENTE: DINHEIRO E POLÍTICA.
      Pois bem, você não conhece nada de pastores, e também não conhece nem se quer um autêntico pastor, a única coisa que você conhece é o que se vê na mídia e o que esse degenerado do Jean Wyllys fala por aí. Mas também vai esperar o quê de alguém que vem para a internet e escondido numa tela de computador fala o que bem quer. De cara a cara, você não teria coragem de falar nada do que falou.

  1. Parabéns ao Jean, agora ele está mostrando quem realmente ele é.
    Política não está baseada na vontade dele, e sim da população. Pelo próprio partido dele que vota na democracia ele não deveria se impor desta maneira. Como um cara quer mudar as atitudes e pensamentos de outros se age dessa forma.

  2. Hora não tem porque ter medo, não dizem que super poderosos(as),se seu mandato agradou aos eleitores,certamente será reeleito,aos menos que reconheça que o outro candidato seja melhor que ele, na duvida,ai então e melhor sair fora logo,que poderá dizer,que não foi derrotado, simplesmente não daria conta,então só juntar a turma e fazer a festa.Nada demais.não precisa culpar ninguém,ou inventar estórias tentando se justificar,se as coisas boas passam,porque as ruins,não pode passar,ai não seria certo,o que é certo,e que não passa e não acaba é o amor de DEUS ,PELOS SEUS FILHOS.

  3. O que esta “moçoila” travestida,esta esperando pra cair fora da política,nao acrescenta em nada.So sabe perseguir pastores,tentar desfazer família tradicional,apoiar gays Tentar liberar maconha,Aborto,prostituicao,enfim fazer o caus total.Essa bixona gosta de vandalizar,que vá fazer,bagunça lá na sala da casa dele.

  4. O ideário do PSOL é socialista. Assim, como pode um pastor fundamentalista, ultraconservador e reacionário se filiar ao mesmo? Se o PSOL ceder vaga ao infiltrado, estará não somente perdendo um filiado sincero e atuante (Jean Wyllys), mas minando as próprias bases do partido.

    • Socialista todos nós somos, meu caro.

      Cristo já pregava o socialismo antes de vocês e de Max.

      O erro praticado no século passado foi tentar impor isso de forma cruel, e do que sei nada, absolutamente nada que não venha via o convencimento é aceito, pois homens somos, não animais.

      É da natureza humana, pois temos a genética de Deus, o não aceitar pela força, mas sim pela palavra, pelo coração, pois ninguém é obrigado a fazer o que não quer.

      Todo cristão é socialista, mas nenhum é lampião como vc quer dar a entender, que tem que ser radical, o império da força..

          • Uma das coisas mais irritantes que as pessoas falam quando estão discutindo sistemas políticos é que o socialismo, mesmo que não “funcione na realidade”, é ao menos “bem-intencionado” ou “bom na teoria”. As boas intenções são a razão do por que as pessoas são irresistivelmente simpáticas ao socialismo e hostis ao capitalismo, que elas geralmente acusam de “egoísta”.

            Primeiro de tudo, essa é uma técnica suja de usar em um argumento. O propósito é fazer-te sentir culpado desde o início para prendê-lo na narrativa estatista e controlar o discurso. Os socialistas querem que você se desculpe por sua defesa do capitalismo, ou por somente se opor ao socialismo, e colocá-lo na defensiva. Você agora deve provar que não é egoísta e que você “se importa” com os outros tanto quanto eles. A partir desse ponto, espera-se que você apresente argumentos que apelam a preconceitos estatistas. Os pobres, minorias, “trabalhadores”, mulheres e qualquer outro grupo oprimido que você se importe agora precisa ser usado como acessório no seu argumento para mostrar como o sistema que você prefere será planejado especificamente para beneficiar esses grupos. Também se espera que você mostre como os bichos-papões estatistas (capitalistas, brancos, ricos, etc.) serão prejudicados no seu sistema. Por que você deve cair nessa história? Por que você deve agradar os preconceitos estatistas?

            Em segundo lugar, é uma falsa afirmação. Na verdade é exatamente o oposto da verdade. Os estatistas, apesar do que eles dizem geralmente são muito mais interessados em poder e controle ao invés de se preocupar com os outros. O capitalismo, mesmo em uma forma regulada e dificultada, tem tirado os pobres da pobreza e levantado os padrões de vida em todos os países em que foi tentado. O estatismo sempre tem levado à tirania, pobreza e ao colapso. Os estatistas geralmente se recusam a reconhecer isso, que é como você sabe que eles se preocupam mais com o poder do que as pessoas.

            O estatismo depende da violência. É necessário. A única forma que você possivelmente pode ter todas as pessoas na sociedade comportando-se da mesma forma, consumindo as mesmas coisas, e trabalhando e vivendo da forma que os estatistas queiram é usando a força. Mesmo nesse caso provavelmente não irá funcionar por muito tempo, se funcionará. Mesmo uma pequena iniciativa aparentemente benigna do estado, digamos contribuindo a pagamentos de assistência social aos pobres, requer ameaças de prisão ou morte para aqueles que não o cumprem.

            Os estatistas usariam a violência para privar outras pessoas de sua liberdade de escolha. Sempre que o estado faz algo precisa necessariamente usar a violência e privar as pessoas da liberdade de escolha. Não há maneira de um estatista contornar isso. Esse é um fato fundamental do estado. Por causa disso a ação do estado é tão preferível para essas pessoas. Eles querem privar os outros de escolha. Dando uma escolha, os outros podem não se comportar como os estatistas querem. Esse é um risco que eles não estão dispostos a correr.

            Fundamentalmente, aqueles que querem privar os outros de sua liberdade de escolha e usar violência para fazer cumprir suas opiniões de como as pessoas devem se comportar não pode dizer que se preocupa com as outras pessoas. Eles se preocupam com as outras pessoas fazendo o que eles querem, o que não é uma preocupação genuína. Mesmo se um libertário, anarquista, voluntarista, capitalista ou qualquer um não se preocupa tanto com os pobres, ao menos eles se preocupam o suficiente para respeitar a propriedade das outras pessoas em si e seu direito de fazer suas próprias escolhas e viver uma vida livre de ameaças violentas. Essa é uma posição fundamentalmente não egoísta.

            Ninguém é mais egoísta que um estatista violento.

          • Marcos, Marcos.

            Não me ponha no patamar da mesmice, você me conhece enquanto pessoa que não pensa na mesma esteira dos demais.

            Nunca disse que o socialismo era o melhor,e que capitalismo era o pior.

            Nunca disse que um não convive com o outro?

            Nunca disse que era perfeito.

            Nunca disse que esta para todos seguirem.

            Nunca disse que era obrigado o ser humano vivenciar o socialismo, é questão de foro íntimo.

            Não defendo o socialismo que no passado existiu nos países do leste europeu, Rússia, Chines, e o outros mais.

            Defendo as ações bem implantadas em países como Finlândia, Suécia…, sem posse forçada, sem dominação, sem desrespeito ao patrimônio público, sim cada qual movido por espírito altaneiro de efetua divisão de sua riqueza.

            O evangelho dos protestantes é esse socialismo, pois pregado. do catolicismo, o evangelho por ele semeado é semelhante ao russo, como seja, na força, na falta do livre arbítrio, na provocação.

          • Levi,

            Novamente você fala bobagens e se utiliza de duas exceções querendo justificar as regras, além do fato de colocar dois países sob a bandeira do Socialismo o que é um MITO total em ambos.

            FInlândia

            Em um mundo globalizado pelos meios de comunicação, onde há um fluxo constante de informação devemos estar atentos a quais levantamentos são factuais e quais são equivocados. Um dos exemplos mais comuns de considerações falaciosas diz respeito à educação Finlandesa que supostamente seria a melhor educação do mundo, totalmente estatal, gratuita e universal. Este argumento fora propagado nas redes sociais por militantes socialistas que insistem em dizer que o modelo educacional escandinavo (em principal finlandês) é vitorioso por adotar uma postura pautada no conceito do Estado do bem-estar social. Eles argumentam que nestes países a educação é vista como um direito e não como um serviço e que o sistema educacional incentiva um coletivismo cooperativo e não a nociva competição capitalista. Também alegam que diferentemente do sistema capitalista, a educação finlandesa é universal, pois não importa o patamar econômico, todos fazem uso do mesmo sistema de ensino.

            Estes argumentos estapafúrdios demonstram ampla ignorância com relação ao sistema econômico finlandês e sua educação e com relação à educação em níveis mundiais. A primeira falácia sobre a educação Finlandesa é de natureza econômica. A Finlândia nunca fora um exemplo de economia socialista, mas o contrário: como citado anteriormente, o Estado do bem-estar social declinou na década de 1980 levando a liberalização. Houve a desregulamentação dos mercados, redução de impostos, privatização de estatais. A Finlândia tornou-se a economia mista que mais se aprofundara no processo de liberalização, ocupando a 19º colocação no Índice de Liberdade Econômica. Sobretudo, há um argumento ainda mais tacanho: a suposição de que a educação estatal seja gratuita. Nada ofertado pelo Estado é gratuito, pois é custeados por impostos que são pagos por todos os cidadãos. Não há nada de inclusivo em indivíduos usufruírem daquilo que pagaram. Lembrando: impostos altos implicam na redução das poupanças, investimentos individuais e produzi um efeito inflacionário – prejudicando a economia.

            Agora vamos a educação finlandesa: os boatos que alegam que a educação finlandesa seria a melhor do mundo surgiram com 2006, quando o país alcançou a melhor colocação no ranking do PISA. Entretanto, em 2013, a Finlândia caiu para a 12º colocação, ficando atrás de nações com pouca tradição no que cerne o desenvolvimento educacional como no caso da Estônia. Mas não deveríamos esperar menos da Estônia, que no passado fora parte da URSS: eles alcançaram uma liberdade econômica maior que os EUA – por tais vias, o mesmo nível de desenvolvimento se aplicara ao sistema educacional. A mesma evidência se reflete no PISA 2013: as primeiras colocações foram: 1º Shangai, 2º Singapura, 3º Hong Kong, 4º Taiwan e 5º Coreia do Sul, o que indica que todos os atuais primeiros lugares são regiões administrativas ou nações com os mais elevados níveis de liberdade econômica, pautados na economia de livre mercado, além de se basearem na meritocracia e na competitividade – o oposto do modelo defendido pelos pedagogos socialistas.

            Todavia, a educação Finlandesa não perde seu mérito, nem poderia ser tratado como um exemplo de socialismo. Os professores são instruídos a auxiliar os alunos a desenvolveram suas perspectivas individuais ao contrário do pensamento coletivista abordado pelos educadores socialistas. Assim, visam criar adultos independentes e seguros capazes de realizar seus objetivos. A educação finlandesa também engloba o desenvolvimento de habilidades sociais e respeito cívico. Talvez por isto, os socialistas considerem-na socialista, ignorando que o mesmo comportamento é padrão em empresas interessadas no lucro. Lembrando: na própria A Riqueza das Nações, o patrono do conceito moderno de livre mercado; Adam Smith, defende que o Estado se ocupe de funções mínimas: justiça, segurança e educação. Embora este não seja o ideário dos liberais contemporâneos, que pedem que o Estado se ocupe somente das duas primeiras funções, isto jamais caracterizaria um sistema como socialista.

            Suécia

            A Suécia tem sido apontada nas ultimas décadas por inúmeras “mentes brilhantes” ou simplesmente ingénuas como um exemplo perfeito do “Socialismo que deu certo”. Na realidade, nada poderia estar mais longe da realidade e esta falsa concepção não passa mesmo de um “puro mito”[1] como o economista brasileiro Rodrigo Constantino a descreveu recentemente e muito bem.

            Sim, é verdade que o modelo sueco “deu certo”, mas tal não se ficou a dever a nenhum modelo socialista ou neo-socialista. Bem pelo contrário, se os suecos hoje podem desfrutar de um país maravilhoso e com uma economia que lhes proporciona largos privilégios, isto deve-se antes de mais ao Capitalismo e a uma simples, competente e boa governação da sua própria casa, onde aliás, a maioria dos suecos com os pés bem assentes na terra nunca considerou necessário andar a praticar regicídios, a derrubar monarquias ou a fazer revoluções para impor “os amanhãs que cantam” a bem ou a mal…

            O pesadíssimo Estado de bem-estar social que hoje existe na Suécia só foi possível de criar graças à pujança do Capitalismo sueco e às boas políticas educativas e económicas que tradicionalmente têm caracterizado essa Nação escandinava. Mas nem tudo tem sido um “mar de rosas” para os suecos, bem pelo contrário, o exagerado peso do welfare state que existia na Suécia no final dos anos 1980 levou a que o mesmo tivesse falido logo no início da década de 1990. A solução para a crise não foi o Socialismo, mas sim uma reformulação parcial do “Capitalismo à sueca”. Reformou-se o Estado, fizeram-se algumas privatizações, flexibilizou-se mais o mercado de trabalho[2] e o resultado é o que está hoje à vista de todos. A Suécia continua a ser uma economia pujante e com um forte Estado Social que é continuamente repensado à medida das capacidades da economia sueca e não à medida de certas e determinadas correntes ideológicas que fazem lobby junto do poder político e usam sindicatos como “correias de transmissão” dos partidos, como é lugar-comum em Portugal e outros países do Sul da Europa.

            Uma interpretação muito comum, mas errada quando se fala do Estado Social na Suécia, é a ideia de que este foi um produto exclusivo da esquerda e que anteriormente às ideias socialistas que germinaram no século XIX, não existia qualquer tipo de Estado Social nesse país. Na realidade, foi a Igreja sueca que lançou as primeiras pedras na construção do Estado Social sueco, quando esta instituiu em 1734 a obrigação de cada paróquia ter um asilo para os mais desfavorecidos e economicamente carenciados.

            Até ao início da segunda metade do século XIX a Suécia manteve-se um país relativamente pobre e subdesenvolvido no quadro da Europa que tinha já então iniciado a sua industrialização nos países economicamente mais avançados. Tudo isto começou a mudar na década de 1860[3] quando se levaram a cabo reformas económicas que deram início à industrialização na Suécia. O acesso a infra-estrutura barata e a elevada procura, contribuíram para que a industrialização do país tivesse avançado a passo rápido, em conjunto com uma política económica que promovia o crescimento, a abertura ao exterior, a liberdade de imprensa e a desregulamentação.

            Até ao início do século XX a Suécia manteve um crescimento económico acelerado, para o qual contribuíram também as inovações e esforços trazidos por vários inventores e empreendedores suecos. O surgimento de empresas como a Volvo (1927), a Saab (1937) e a Ericsson (1876) são um exemplo vivo daquilo que foram as últimas décadas do século XIX e as primeiras do século XX para a economia sueca.[4] A Suécia deixou assim de ser apenas um país rural, atrasado e com uma economia baseada quase exclusivamente na agricultura e pescas, para se transformar numa Nação moderna, pautada por um forte processo de industrialização e urbanização.

            Deve-se também ter em conta que a Suécia é um país que desde 1809 não participa em nenhuma guerra e este factor em conjunto com o facto de ter tido o maior crescimento de renda per capita do mundo entre 1870 e 1950, levou a que a Suécia se transformasse numa das nações mais prósperas do Globo.[5] É nesta prosperidade, baseada no modo de produção capitalista que assenta o Estado Social sueco e não num hipotético Socialismo, Neo-Socialismo ou “Socialismo Sueco” como alguns têm pretendido por motivação ideológica.

            A revista Life descreveu em 1938 a Suécia como sendo o país com o “padrão de vida mais elevado do Mundo”.[6] Padrão este, volto a repetir, que nunca teve nada de socialista ou se baseou sequer em qualquer tipo de modelo socialista ou marxista. A Suécia foi também o primeiro país do mundo a recuperar da Grande Depressão de 1929 e o facto de ter conseguido manter a sua neutralidade durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial permitiu-lhe evitar a destruição e morte que arruinou economicamente muitos outros países da Europa durante décadas e abriu as portas à nefasta ocupação soviética a outros tantos. O boom económico que tomou conta da Europa no pós-guerra e que ficou conhecido como o período dos “Trinta Gloriosos” por só ter terminado com a crise do petróleo em 1973, conferiu ainda mais prosperidade e pujança à já muito forte economia sueca. Basta ter-se em conta que em 1970 a Suécia ocupava normalmente o terceiro lugar nos rankings mundiais comparativos de rendimento per capita.

            No entanto, os problemas não tardaram a começar. A crise do petróleo de 1973 e o fim dos “Trinta Gloriosos” não deixou a Suécia, nem nenhuma outra economia da Europa imune aos seus efeitos. As consequências foram um abrandamento da subida do padrão de vida na Suécia, a que se seguiu a grave recessão económica do início da década de 1990 e que como já foi dito, obrigou a uma reforma do Welfare State sueco, que entretanto se havia tornado demasiado pesado e desajustado em relação à realidade económica que o país vivia.

            Os problemas económicos trazidos por um Estado Social demasiado pesado são notórios se tivermos em conta que entre 1950 e 1975 a despesa do Estado sueco em políticas sociais subiu de 20% para 50% do Produto Interno Bruto (PIB). Estas despesas sociais tiveram um óbvio papel positivo em termos do bem-estar material e educativo que trouxeram ao povo sueco. Porém, em termos económicos o resultado foi que a Suécia se transformou num país menos competitivo em termos globais, com uma inflação imparável e o Krona a sofrer constantes desvalorizações.[7] A situação só terminou definitivamente com a recessão da década de 1990 que obrigou os políticos suecos a efectuarem reformas urgentes, caso contrário, o país nunca mais sairia da espiral de decadência económico-social em que havia entrado.

            Após a crise da década de 1990, a Suécia recuperou alguma virilidade em termos económicos, mas o país está longe dos seus tempos áureos da primeira metade do século XX quando a economia crescia a um ritmo muito elevado. Por outro lado, a quantidade de imigrantes extra-europeus que a Suécia acolheu nas últimas décadas (que em muitos casos não se querem integrar e a maioria dos suecos também não os quer ver integrados na sua sociedade, mas isso já é outra história…), associado à crise de natalidade e aos choques étnicos e culturais que inevitavelmente se irão agravar num futuro a curto/médio prazo, levam a que o Estado Social sueco tenha perante si tremendos desafios e muito provávelmente irá entrar em crise profunda algures dentro dos próximos 20 a 30 anos, isto caso não se efectuem reformas estruturais de fundo no país e na economia. Pessoalmente e dadas as actuais condicionantes socio-económicas da Suécia e baseando-me numa análise dos dados científicos actualmente disponíveis, não acredito que o “paraíso sueco” possa ter sustentabilidade para se aguentar para além do ano de 2050, isto na melhor das hipóteses…

            É à esquerda e às organizações e lobby’s esquerdistas que interessa mais perpetuar o mito sueco do «Socialismo que deu certo». Estas organizações, lobby’s e partidos têm desde sempre tentado monopolizar para si todo o papel na construção do Estado Social na Suécia, quando na realidade e como já foi demonstrado, foi a Igreja sueca que lançou as primeiras pedras na construção do Estado Social no país logo em 1734 e foi o Capitalismo que construiu a Suécia moderna e não um hipotético “Socialismo Sueco”, ou outro qualquer modelo de Socialismo como alguns pretendem. O Socialismo, aliás, tem sido um fracasso em larga escala por todo o lado onde se tentou implantar até hoje. Não é por isso exagero dizer-se que se trata de uma doutrina incompetente tanto do ponto de vista social, como do ponto de vista económico.

            Para aqueles Socialistas e restantes esquerdistas que argumentam que Portugal necessita de um “Socialismo à moda sueca” para resolver os seus actuais problemas económico-financeiros, o melhor seria esses senhores atentarem nos dados do Index of Economic Freedom compilados pela Heritage Foundation onde a Suécia ocupa o 20º lugar, Portugal ocupa o 69º lugar e o Brasil ocupa o vergonhoso 114º lugar.[8]

            O que estes dados permitem concluir é que a Suécia não é um país socialista de forma alguma, mas sim um país capitalista (e muito bem sucedido na sua prática) e a léguas de Portugal e do Brasil em termos de política económica e competência da classe política. Por todo o lado onde as políticas socialistas germinam, o que se vê é a pobreza e a miséria e a tendência é sempre a mesma: As economias socialistas caiem primeiro num ciclo vicioso de estagnação e crise económica à qual os governos respondem com mais Socialismo ao qual se segue mais miséria, mais pobreza e mais estagnação até à implosão total da economia. Não há volta a dar, o Socialismo é sob todos os pontos de vista um programa falhado e isso já foi demonstrado inúmeras vezes ao longo da história.

            Se a Suécia fosse de facto um país realmente socialista como a esquerda pretende (e que Deus a livre de alguma vez cair em tal peçonha!), já há muito que a economia sueca teria implodido e o país hoje seria uma espécie de Cuba escandinava. O Estado Social de que os suecos hoje desfrutam foi construído em cima da prosperidade trazida pelo Capitalismo e apenas o Capitalismo poderá permitir a manutenção do mesmo, algo que na minha óptica e como já o afirmei, não julgo ser possível de sustentar para além de 2050 dadas as actuais condicionantes, mas isso já é outra história…

    • essa história de socialista para o homem nada mais é do que uma forma disfarçada de algum ser humano comedor de arroz e feijão achar que é capaz de fazer justiça para o injustiçado.

      Esse pensamento socialista nada mais é do que o homem querendo ser deus. Vemos isso se repetir por épocas, sendo o desejo velado de homens querendo ser respeitados e reverenciados como salvadores.

      Isso é uma piada. O mundo é corruPTo e os governantes só pensam em sí. Na ilha do próprio fidel, veja como o povo vive como os ditos lideres socialistas vivem.

      Isso é uma piada.

      • Marcelo,

        Se é história do homem se fazer igual a Deus, cabe a você reclamar de Cristo.

        Foi Dele a ideia de dividir, de repassar para os mais necessitados, de amar ao próximo com atos.

        O que houve, meu caro, é que aplicaram a estratégia de tomada à força como fizeram e fazem algumas religiões, esquecendo que se trata de convencimento, da palavra.

        • Levi,

          esse socialismo que você fala nada mais é do que uma babilônia com “justiça social”.

          São homens querendo dominar homens, e esse princípio se originou na babilônia com Ninrode.

          Quando o povo de Israel se contaminou com a maneira de viver dos povos que adoravam deuses pagãos, eles pediram para Deus um rei.

          Deus concordou, mais o povo quiz Saul. Mais não era vontade plena de Deus que eles tivessem um rei.

          Essa origem – por mais que seja com “justiça social” – é babilônica.

          Se você olhar bem os principais pilares do socialismo é a divisão mais justa das riquezas, mais também na prática um ferrenho sistema que perseguiu, matou e tentou exterminar a fé cristã no mundo.

          Se vermos Marx no início de sua vida, ele fala de uma fé cristã, mais que com o passar do tempo, todo pensamento filosófico marxista e outros derivados como comunismo, bolchevismo, esquerdismo etc, somente pregam um materialismo social e histórico, excluindo Deus de suas bases.

          Se vermos hoje na prática os principais focos de perseguição do evangelho no mundo, são em países muçulmanos e em países que adotam a filosofia marxista ou seus derivados como o comunismo. Para ser mais exato o pais mais fechado para o evangelho hoje é a Coréia do Norte um pais que adota princípios estabelecidos por Marx e Engels.

          Se você for na Coréia do Norte por exemplo, vai ver uma estátua do imperador coreano de 28 metros onde todas as pessoas que passam por ela tem que ser curvar como sinal de reverência. Isso para mim é simplesmente o homem querer ser adorado no lugar de Deus, e esse princípio deriva do Marxismo.

          Acho bonito a questão da justiça social e o término das classes sociais que o marxismo prega, mais no geral causou muita morte de cristãos no mundo afora, por simplesmente quererem ser adorados no lugar de Deus.

          • Igual a maioria das religiões, mas daí negar a beleza do evangelho tendo por bases as distorções praticadas por elas, tal é absurdo, você disse a mesma coisa que disse. O diabo interfere naquilo que é bom visando deixar o homem ao seu mister, bastando vê que o povo pelo qual Cristo veio, ele interferiu com tanto rancor que até hoje os judeus são perseguidos.

            Assista na internet: “melhor documentário sobre o povo judeu” e verá o quanto ele foi indigesto com os parentes de Cristo, apenas por ser parentes de Cristo.

          • Marcos,

            Vá concordando, depois concorde também que Cristo não deixaria poderes para ninguém curar, posto que surgiriam pessoas querendo ser e se passar por Deus.

            Por favor, você não, espero de outros internautas, mas do que vejo estão fazendo você tornar-se igual a eles.

          • Levi,

            Me parece e está até bastante óbvio que o que você conhece acerca do Socialismo, Marxismo e Comunismo está bem distante da realidade.

            Te venderam uma ideia e você comprou. Não te culpo, esta doutrinação existe a pelo menos uns 30 anos no Brasil.

    • Levi,

      não sou contra a divisão de bens de capital mais justamente. Não me entenda mal.

      Só que eu coloco as coisas na devida ordem. Jesus não era socialista, porque ele não matava cristão, ao contrário Ele morreu pela humanidade. Isso é uma inversão de valores terrível.

      Jesus não era socialista; Ele era e é a verdade. O socialismo que copiou d’Ele, e não Ele que foi influenciado pelos socialistas.

      No mais o socialismo copiou o que a Bíblia fala sobre a verdadeira religião, mais em contrapartida perseguiu de maneira terrível que falasse sobre Jesus ou salvação nos países que tinham ou tem essa ideologia.

      Analisando parcialmente no quesito da distribuição de riquezas, nota 10 para o socialismo, mais no geral não tem nada a ver com os princípios cristãos.

      A Bíblia nos ensina a morrer pelos irmãos , conforme joão 15:13 e não matar os irmãos.

      • Existe o evangelho pregado sob espada, bem como existe o evangelho pregado com amor.

        Viu a diferença? Garanto que eu nunca forcei a ninguém seguir Cristo, sempre com respeito.

        • Compreendo sua admiração pelo socialismo,mais na prática histórica não é somente uma questão de melhor divisão, e sim o ESTADO ser o dono de toda riqueza e tentar distribuí-la de maneira equilibrada. Para mim continua uma síndrome de um querendo dominar outro, mesmo sendo o sistema socialista.

          Jesus quando veio à terra, veio trazer a maneira de distribuir do Céu. Ele precisou de 5 pães e 2 peixes para alimentar milhares, coisa que o socialismo não consegue, portanto Ele não sera socialista e nem Bíblia é socialista.

          A Bíblia veio para implantar o padrão do reino de Deus, onde ninguém é melhor que ninguém, e todos dependemos da graça de Jesus em nossas vidas.

          O que a história mostra na sua regra, é que todo país socialista, ou perseguiu e matou cristãos, ou vivem numa regra totalmente materialista de vida afastando as pessoas de uma eternidade na salvação.

          O socialismo apenas detectou apenas a corrupção do homem por ter as coisas, mais não pode resolver isso.

          Somente um padrão do Céu , que foi o que Jesus trouxe , que pode resolver o problema da corrupção do homem.

          Acho que socialismo e capitalismo ou mesmo outro sistema qualquer, foram criados para tentar resolver as questões sociais e humanas do ser humano, mais acredite a solução é só uma: JESUS.

  5. Jean gay Wyllys Wanker… Você é um “homem” ou um saco de batata!?

    Você não disse que quem te colocou ai na Camera não foi os Orixas? Começa a tomar banho de pipóca quem sabe eles te atendem de novo! Kkkkkk

    Eu sabia que nós iriamos te dar um chute no traseiro!

    E a próxima vai ser a Kokai!

  6. queridos,uma coisa é clara: quem foi jean willis dentro do movimento político?que fez ele da vida?que bons exemplos ele tem para nos mostrar?só faz criar problemas como se a população tivesse que aceitar homossexualismo como conduta de honra?que honra é essa?o cara não pode ser pai devido a sua escolha, não pode ser mãe por que a natureza não permite,a função do homem é ser procriador,por isso ele se casa e produz a continuidade da espécie,a natureza é sábia,pois foi criada por deus,impedindo que pessoas incompetentes continuem ultrapassando os seus direitos,que ele possa ser despertado da sua ignorância e possa ver que diferenças existem e que ele não vai mais viver em função do trabalho de outros,se pensar em política de novo procure trabalhar pela população do estado que o elegeu,não seja hipócrita e desonesto,você mostrou bem a sua cara quando tentou impedir a candidatura do pastor que nem sei o nome,isso só mostra a sua incapacidade para o trabalho,que jesus te mostre o que é decência,honestidade,humildade e respeito pelo próximo.wagner cerqueira.

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