Kaká se torna embaixador da organização humanitária cristã Visão Mundial

0

O jogador Kaká, conhecido e admirado em todo o mundo por sua postura fora e dentro de campo, e também conhecido por seu posicionamento religioso, se tornou recentemente o mais novo embaixador da Visão Mundial, abraçando a causa da instituição em ajudar crianças em situação de pobreza.

– Agora eu sou embaixador da Visão Mundial e nós estamos juntos na luta contra a pobreza – escreveu o jogador em sua página no Twitter.

Com mais de 38 anos de atuação no Brasil, a Visão Mundial é uma organização não governamental, humanitária e cristã que trabalha ajudando na superação da pobreza, apoiando as crianças pobres, suas famílias e as comunidades onde vivem.

Em um vídeo publicado pela organização, Kaká aparece falando da situação de extrema pobreza na qual vivem milhares de crianças brasileiras, que não tem acesso nem mesmo a água limpa para beber.


No vídeo, Kaká convida as pessoas a apadrinhar uma criança por meio dos programas da Visão Mundial, explicando que “por menos de dois reais por dia você transforma a vida de uma criança e a comunidade em que ela vive, por meio de projetos que contribuem para sua educação, saúde, esporte e lazer”.

Assista ao vídeo da campanha:

Assine o Canal

Clique aqui para conhecer o trabalho da Visão Mundial.

Por Dan Martins, para o Gospel+


SEM COMENTÁRIOS

  1. Kaká tinha uma Bíblia na mão direita e uma bola de futebol na mão esquerda. Então um demônio veio a ele, e lhe disse: “siga-me e gostaria de mostrar-lhe o caminho da mentira”. Esse demônio então tomou a Bíblia e colocou-o na mão esquerda e o futebol em sua mão direita. Infelizmente, esse demônio estava levando-o a o inferno também. Eu, então, viu um homem que lhe disse em Português que você pode ser um cristão, mas tudo o que você quer fazer no futebol eu faria isso por você. Este homem então tinha alguns rituais e um demônio apareceu, então ele colocou um pouco de líquido sobre a sua cabeça e o demônio entrou nele. Ele, então, começou a tocar habilmente.

    Testemunho de Emmanuel Agyarko, de Gana, África.

DEIXE UMA RESPOSTA