Ator Kevin Sorbo cobra produtoras para que mais filmes com temas cristãos sejam feitos

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Conhecido por interpretar o personagem mitológico Hércules na série de TV homônima, o ator cristão Kevin Sorbo disse que o mercado cinematográfico de Hollywood persegue os cristãos e deixa de lucrar com filmes que abordem as histórias bíblicas.

Em uma polêmica entrevista, Kevin disse que não aderir às modas da sociedade é se colocar como alvo: “Eu acho que ser um conservador ou ser um cristão em Hollywood é ser atacado”, disse o ator.

Recentemente, Kevin Sorbo interpretou o professor ateu Jeffery Radisson no filme “Deus Não Está Morto”, e também participou do longa “Let the Lion Roar” (“Deixe o Leão Rugir”, em tradução livre).

De acordo com o ator, a indústria cinematográfica poderia dar mais atenção aos filmes que são adequados para toda a família, incluindo temas cristãos, pois há público para isso: “Se nós entregarmos uma mensagem elevada e clara o suficiente, e se as pessoas começarem a apoiar filmes como estes [cristãos], que têm uma boa mensagem, que toda a família pode assistir, pois não são bregas, que não são de quinta categoria, que tem uma boa história, atuação, roteiro, produção e fotografia, então esses filmes merecem apoio”, afirmou o ator durante a entrevista ao CNS News.


Por fim, Kevin destacou que não compreende a prioridade que a mídia dá aos assuntos, enfatizando questões políticas e/ou ambientais e ignorando a perseguição religiosa a cristãos mundo afora, por exemplo.

“É tão estranho pra mim que a mídia se senta para proteger as coisas que protegem, ou ignorar as coisas que ignoram, e vão atrás de histórias como aquecimento global, tratando como mais importante do que está acontecendo no mundo agora com estes terroristas”, concluiu, fazendo menção aos extremistas do Estado Islâmico.

2 COMENTÁRIOS

  1. Com ajuda de criança, PRF flagra tráfico internacional de armas e prende pastor
    Fonte: A Tribuna On-line
    Vinte pistolas de uso restrito e 3.500 munições foram apreendidas pela Polícia Rodoviária Federeal (PRF), na Rodovia Régis Bittencourt, no último sábado (28), com uma família no Vale do Ribeira. Uma menina de 8 anos, que estava dentro do veículo, foi fundamental para que os agentes desconfiassem que algo estava errado.

    Por volta das 14 horas, policiais da PRFs abordaram um automóvel Ford Fiesta de cor cinza e placas de Sete Barras, no Vale do Ribeira. O veículo era conduzido por um homem de 42 anos, que estava acompanhado por sua esposa, de 36 anos, o filho de 21 anos e a filha, de 8 anos, todos residentes em Foz do Iguaçu, interior do Paraná.

    O pai da família dizia-se garçom, mas foi identificado como pastor evangélico que gerenciava um empreendimento para acolhimento e tratamento de dependentes químicos em Sete Barras Ele também fazia visitas de evangelização em cadeias públicas.

    Durante a entrevista inicial, o condutor disse que visitariam a família em Sete Barras, mas a filha, inocentemente, corrigiu o pai e disse que iriam para São Paulo. Devido a contradição, os PRFs decidiram vistoriar o veículo.

    Dentro do compartimento destinado ao air-bag do passageiro, sob o banco traseiro e em mochilas, os PRFs encontraram o motivo da mentira do condutor: várias armas e munições estavam sendo contrabandeadas para a Capital.

    No total, 20 pistolas e 3.500 munições, todas 9 mm, calibre de uso restrito, muito usadas por traficantes, foram apreendidas. O filho disse que as armas vieram do Paraguai e as entregaria em São Paulo. Posteriormente, parte delas iria para a cidade do Rio de Janeiro.

    Após o registro do flagrante de tráfico internacional de armas e munições, o casal e seu filho mais velho foram recolhidos ao sistema carcerário da região e poderão, se condenados, cumprir pena de reclusão de 4 a 8 anos, além de multa. A menina foi recolhida a uma abrigo da região para ser entregue a um familiar.

    Antes de se mudar para Foz do Iguaçu, família tinha um empreendimento na cidade de Sete Barras, no qual o pai da família dizia-se pastor evangélico e o gerenciava. Nele, dependentes químicos eram acolhidos e tratados. Ele também fazia visitas de evangelização em cadeias públicas. Porém, logo que mudaram para Foz do Iguaçú, no mês de janeiro deste ano, o filho foi detido pela polícia local tentando arremessar para dentro da cadeia o chamado Kit Cadeia, composto por drogas, fumo e telefones celulares e carregadores para celular.

    Com ajuda de criança, PRF flagra tráfico internacional de armas e prende pastor
    Fonte: A Tribuna On-line
    Vinte pistolas de uso restrito e 3.500 munições foram apreendidas pela Polícia Rodoviária Federeal (PRF), na Rodovia Régis Bittencourt, no último sábado (28), com uma família no Vale do Ribeira. Uma menina de 8 anos, que estava dentro do veículo, foi fundamental para que os agentes desconfiassem que algo estava errado.

    Por volta das 14 horas, policiais da PRFs abordaram um automóvel Ford Fiesta de cor cinza e placas de Sete Barras, no Vale do Ribeira. O veículo era conduzido por um homem de 42 anos, que estava acompanhado por sua esposa, de 36 anos, o filho de 21 anos e a filha, de 8 anos, todos residentes em Foz do Iguaçu, interior do Paraná.

    O pai da família dizia-se garçom, mas foi identificado como pastor evangélico que gerenciava um empreendimento para acolhimento e tratamento de dependentes químicos em Sete Barras Ele também fazia visitas de evangelização em cadeias públicas.

    Durante a entrevista inicial, o condutor disse que visitariam a família em Sete Barras, mas a filha, inocentemente, corrigiu o pai e disse que iriam para São Paulo. Devido a contradição, os PRFs decidiram vistoriar o veículo.

    Dentro do compartimento destinado ao air-bag do passageiro, sob o banco traseiro e em mochilas, os PRFs encontraram o motivo da mentira do condutor: várias armas e munições estavam sendo contrabandeadas para a Capital.

    No total, 20 pistolas e 3.500 munições, todas 9 mm, calibre de uso restrito, muito usadas por traficantes, foram apreendidas. O filho disse que as armas vieram do Paraguai e as entregaria em São Paulo. Posteriormente, parte delas iria para a cidade do Rio de Janeiro.

    Após o registro do flagrante de tráfico internacional de armas e munições, o casal e seu filho mais velho foram recolhidos ao sistema carcerário da região e poderão, se condenados, cumprir pena de reclusão de 4 a 8 anos, além de multa. A menina foi recolhida a uma abrigo da região para ser entregue a um familiar.

    Antes de se mudar para Foz do Iguaçu, família tinha um empreendimento na cidade de Sete Barras, no qual o pai da família dizia-se pastor evangélico e o gerenciava. Nele, dependentes químicos eram acolhidos e tratados. Ele também fazia visitas de evangelização em cadeias públicas. Porém, logo que mudaram para Foz do Iguaçú, no mês de janeiro deste ano, o filho foi detido pela polícia local tentando arremessar para dentro da cadeia o chamado Kit Cadeia, composto por drogas, fumo e telefones celulares e carregadores para celular.

  2. O lado escuro do vaticanoLivro revela como a Igreja Católica ajudou o nazismo e outras ditaduras.

    “Se o papa ordena liquidar alguém na defesa da fé, faz-se isso sem questionamentos. Ele é a voz de Deus e nós somos a mão executora.” Assim pensava o cardeal italiano Paluzzo Paluz zi, que no século XVII exerceu o cargo de chefe da Santa Aliança – o temido serviço secreto do Vaticano, na Itália.

    E assim raciocinavam também ao menos outros 39 religiosos que atuaram no comando das
    organizações de espionagem e contraespionagem ligadas ao Estado do Vaticano desde a sua criação em 1566. Fartamente documentadas, as revelações estão detalhadas no livro “A Santa Aliança: Cinco Séculos de Espionagem do Vaticano” (Editora Boitempo), do jornalista e pesquisador Eric Frattini.

    Ele embasa as suas afirmações em amplas pesquisas realizadas há pelo menos 12 anos em arquivos oficiais da Igreja de diversos países.

    A Santa Aliança foi criada por ordem do papa Pio V com o
    objetivo de assassinar a rainha Isabel da Inglaterra, que era protestante, para restaurar o catolicismo no país. De lá para cá, 40 pontífices assumiram o comando da instituição e atuaram com mais ou menos rigor junto aos trabalhos de seus espiões. Segundo Frattini, houve um único papa que dispensou categoricamente os serviços desse organismo. Trata-se do papa João XXIII. Ele teve a coragem de enfrentar esse setor do Vaticano, que em seu entendimento trazia mais problemas do que soluções ao pontificado, e por isso ficou historicamente conhecido como o Papa Bom ou o Papa da Bondade.

    Uma das atuações mais polêmicas da Santa Aliança se deu durante a Segunda Guerra Mundial. Foi quando entrou em vigor a chamada Operação Convento, que ajudou na fuga de criminosos de guerra nazistas, entre eles o general da SS Hans Fischbock, o tenente-coronel da SS Adolf Eichman e o médico de Auschwitz Josef Mengele. O padre Karlo Petranovic e o bispo Gregori Rozman, notório antissemita, foram bastante ativos nessa época. Na década de 70, o autor menciona a atuação da Aliança na perseguição aos sacerdotes progressistas que defendiam a Teologia da Libertação, entre eles o brasileiro Leonardo
    Boff, ações que contaram inclusive com o apoio da CIA, agência secreta americana. A Igreja também teria incrementado os fundos do Banco do Vaticano através da venda de armamentos a países em conflito. Frattini dá como exemplo o que se passou durante o pontificado de João Paulo II, o papa João de Deus: proprietário de 58% da companhia armamentista Bellatrix, com sede no Panamá, o banco faturou comercializando mísseis Exocet com o governo ditatorial da Argentina durante a Guerra das Malvinas travada entre o país e a Inglaterra em disputa das Ilhas Malvinas (ou Falklands), na década de 80.

    As conexões internacionais do Vaticano são vastas: o dinheiro obtido com a venda desses mísseis teria sido usado para financiar o sindicato Solidariedade, na Polônia, e diversas ditaduras sul-americanas. Além da Argentina, houve intervenção na ditadura de Anastasio Somoza (Nicarágua), de François Duvalier (Haiti), Maximiliano Hernandez Martínez (El Salvador), entre outras. Depois que Ronald Reagan assumiu o poder nos EUA, a organização passou a contar efetivamente com o apoio da CIA, o que a tornou ainda mais atuante. Entre 1979 e 1982, cinco cardeais envolvidos em um
    inquérito que apontava irregularidades no Banco do Vaticano morreram em decorrência de motivos diversos – essas mortes teriam sido encomendadas para prevenir que esses religiosos acabassem por revelar segredos da Santa Aliança. Essa teoria conspiratória lembra os romances de Dan Brown, autor de “Anjos e Demônios” e “O Código Da Vinci” ? Claro, com a diferença que os fatos e os personagens não são mera coincidência.

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