Pastor detido após ação do Ministério Público tem prisão revogada; Malafaia comenta

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O pastor Gean Carlos, dirigente da Igreja Batista Ágape, em Paraíso do Tocantins (TO), havia sido preso no dia 19 de maio de forma preventiva, a pedido do Ministério Público do estado, mas a detenção foi revogada pela Justiça.
Gean Carlos foi acusado de maus tratos às crianças e adolescentes beneficiárias do projeto social Casa Meninas dos Olhos de Deus, que fica na mesma cidade da denominação, a 63 Km da capital do estado, Palmas.

A zeladora da instituição, Karine Pereira Arantes, foi presa junto com o pastor, após o promotor de Justiça Guilherme Goseling, da Vara da Família, denuncíá-los. No entanto, após a defesa do pastor recorrer da ordem de prisão preventiva, a Justiça revogou a decisão na última sexta-feira, 27 de maio. De acordo com informações do JM Notícia, o juiz Océlio Nobre entendeu que não havia motivos para manter o pastor preso, e pontuou que a prisão foi um excesso.

No último sábado, 28 de maio, Gean Carlos comentou o fato em entrevista ao portal, e disse que não havia nenhum motivo que pudesse ser apontado como justificativa para sua prisão: “A respeito de situações de maus tratos, estão procurando coisas que não existiam. Nós estamos tranquilos. A Casa era aberta à comunidade” disse, destacando que o projeto social existe há cinco anos.

O advogado do pastor, Marcelo Cordeiro, já vem trabalhando na defesa a ser apresentada nos próximos passos do processo. Gean Carlos acredita que possa haver interesses escusos por trás da denúncia, em uma tentativa de prejudicar um projeto de âmbito nacional.


Malafaia critica

O pastor Silas Malafaia, da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), disse que irá fazer uma representação contra o promotor no Conselho Superior do Ministério Público, por acreditar que as ações de Guilherme Goseling atendam a “interesses ideológicos”.

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