Secretaria de Educação se recusa a tirar das escolas livros didáticos que, segundo pais de alunos, fazem apologia ao diabo

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O conteúdo de alguns dos livros didáticos utilizados por crianças com idade a partir de seis anos na rede municipal de ensino da Taubaté (SP) tem causado polêmica e preocupado os pais de várias crianças. De acordo com as mães dos alunos, quatro dessas obras apresentam um conteúdo impróprio para as crianças, sendo que uma delas estaria, segundo as mães, fazendo apologia ao diabo.

O livro “ABC Doido” é o principal alvo das críticas. Nele, a letra T é associada ao tridente, em uma página que também mostra figuras que seriam de “demônios” em um diálogo ensinando que a letra T não é a da cruz.

Outra das obras criticadas, intitulada “Terríveis Romanos”, ensina à criança um passo a passo de como analisar as vísceras de animais para se tornar um “vidente” Em um de seus trechos, o livro explica: “É provável que sua mãe não ache graça em você estripando um animal dentro de casa. Se for o caso, vá a um criadouro e compre um coelho inteiro para fazer a leitura”.

Diversos pais e mães de alunos afirmam que os livros adotados nas escolas, como os já mencionados, apresentam um conteúdo impróprio para o aprendizado das crianças e afirmam que eles podem as influenciar negativamente.


– É como se estivesse induzindo ele [aluno] a fazer algo. Eu estou ensinando ele o certo, para forjar o caráter dele para ele ser um homem de bem e, na escola, ele aprendendo outra coisa – Claudia David, mãe de um dos alunos que recebeu os livros.

– Eu li o livro que chegou para ela [filha] e vi que tinham umas palavras muito fortes – relatou a mãe de outra aluna.

O caso foi parar na Câmara Municipal da cidade, que convocou a secretária de Educação, Edna Chamon, para prestar esclarecimentos sobre os conteúdos dos livros.

– Vamos perguntar para a secretária o porquê que ela colocou esses livros, que nós entendemos que é para uma idade maior, o porquê que foi colocado? – explicou o vereador Noilton Ramos, afirmando que, assim como os pais, não considera o material apropriado para as crianças.

Chamon será ouvida pelos vereadores na Câmara na próxima segunda-feira (17). Porém, ela defendeu o material adotado pelo município e adiantou que os livros não serão retirados das escolas, e que fazem parte de um programa de leitura aprovado pela equipe técnica da prefeitura. De acordo com a secretária, os livros utilizados pela rede municipal de ensino de Taubaté são referência e alguns deles, como o “ACB Doido”, são títulos premiados.

– São materiais técnicos, dentro de uma proposta técnica, títulos inclusive comercializados em mais de 40 países – defende Edna Chamon.

Por Dan Martins para o Gospel+

22 COMENTÁRIOS

  1. A Diocese de Taubaté se organiza para pressionar a prefeitura local, é importante manifestação das denominações evangélicas no município.

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    Ajude a defender a família
    Assine a petição online contra a ideologia de gênero nas nossas escolas

    No final do ano passado, voi votado no Senado Federal o projeto para o Plano Nacional de Educação. O PNE contém as diretrizes para todo o sistema educaional brasileiro para os próximos anos. Dentre os diversos problemas que se encontram no texto, o mais grave deles é a inserção da Ideologia de Gênero em nosso sistema educacional. Na ocasião, os senadores rejeitaram a tentativa de tornar obrigatório o ensino dessa ideologia em nosso sistema educacional.

    Após a votação no Senado, o PNE foi para a Câmara dos Deputados, onde será votado por uma Comissão Especial. A votação final ocorrerá no dia 19, na próxima semana. Vários deputados afirmaram que são favoráveis à obrigatoriedade da insersação daIdeologia de Gênero. Além disso, o relator da comissão, o deputado Álvaro Vanhoni, do PT do Paraná, adotou a mesma posição defendida pelo presidente da ABGLT, ou seja, a defesa da inclusão da Ideologia de Gênero no sistema educacional brasileiro.

    Como já foi explicado em outra ocasião, a Ideologia de Gênero é uma técnica idealizada para destruir a família como instituição social. Ela é apresentada sob a maquiagem da “luta contra o preconceito”, mas na verdade o que se pretende é subverter completamente a sexualidade humana, desde a mais tenra infância, com o objetivo de abolir a família.

    Além disso, a palavra “gênero”, segundo os criadores da Ideologia de Gênero, deve substituir o uso corrente de palavra “sexo” e referir-se a um papel socialmente construído, não a uma realidade que tenha seu fundamento na biologia. Desta maneira, por serem papéis socialmente construídos, poderão ser criados gêneros em número ilimitado, e poderá haver inclusive gêneros associados à pedofilia ou ao incesto. É o que diz, por exemplo, a feminista radical Shulamith Firestone: “O tabu do incesto hoje é necessário somente para preservar a família; então, se nós nos desfizermos da família, iremos de fato desfazer-nos das repressões que moldam a sexualidade em formas específicas”. Ora, uma vez que a sexualidade seja determinada pelo “gênero” e não pela biologia, não haverá mais sentido em sustentar que a família é resultado da união estável entre homem e mulher.

    Se estes novos conceitos forem introduzidos na legislação, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”.

    Por isso, temos de nos manifestar imediatamente e pedir aos deputados que rejeitem completamenta a introdução da Ideologia de Gênero em nosso sistema educacional.

    citizengo.org/pt-pt/5312-ideologia-genero-na-educacao-nao-obrigado?utm_source=Lista+de+E-mails+[Padre+Paulo+Ricardo]&utm_campaign=0a4c828622-15mar2014newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_a39ff6e1ce-0a4c828622-405953345&mc_cid=0a4c828622&mc_eid=7904e12219

  2. Sr. Dan Martins, estava navegando no site quando me deparei com a matéria e decidi comentar. É realçado no texto que o material utilizado pela educação pública da cidade de Taubaté – SP para crianças de seis anos, tido como de conteúdo satânico, eu concordo plenamente quanto a tal informação, mas é importante realçar que, não foi dito na matéria acima que o Brasil é um pais laico, não possuindo religião definida, portanto, como estudante e pesquisador da área jurídica que venho informar, que não fará de efeito nenhum a fé a favor de mudar o material didático das crianças citadas acima, religião não é válida na justiça. Levando em consideração que se torna preconceito o fato de acusar a religião satanista como uma religião maligna e de caráter maldoso, afinal, assim como o cristianismo prega o satanismo como pagão, o inverso também ocorre. Agradeço a atenção e deixo a minha ideia para futuros novos pensamentos.

  3. Estão tentando fazer justamente o contrário do q diz a Bíblia. Pq não tão ensinando algo bom.
    Ensina o teu filho o caminho q deve andar e ainda quando for velho não desviará dele.

  4. Mais uma frente de batalha.

    ++++

    Ajude a Defender a Família Brasileira

    No final do ano passado, voi votado no Senado Federal o projeto para o Plano Nacional de Educação. O PNE contém as diretrizes para todo o sistema educaional brasileiro para os próximos anos. Dentre os diversos problemas que se encontram no texto, o mais grave deles é a inserção da Ideologia de Gênero em nosso sistema educacional. Na ocasião, os senadores rejeitaram a tentativa de tornar obrigatório o ensino dessa ideologia em nosso sistema educacional.
    Após a votação no Senado, o PNE foi para a Câmara dos Deputados, onde será votado por uma Comissão Especial. A votação final ocorrerá no dia 19, na próxima semana. Vários deputados afirmaram que são favoráveis à obrigatoriedade da insersação daIdeologia de Gênero. Além disso, o relator da comissão, o deputado Álvaro Vanhoni, do PT do Paraná, adotou a mesma posição defendida pelo presidente da ABGLT, ou seja, a defesa da inclusão da Ideologia de Gênero no sistema educacional brasileiro.
    Como já foi explicado em outra ocasião, a Ideologia de Gênero é uma técnica idealizada para destruir a família como instituição social. Ela é apresentada sob a maquiagem da “luta contra o preconceito”, mas na verdade o que se pretende é subverter completamente a sexualidade humana, desde a mais tenra infância, com o objetivo de abolir a família.
    Além disso, a palavra “gênero”, segundo os criadores da Ideologia de Gênero, deve substituir o uso corrente de palavra “sexo” e referir-se a um papel socialmente construído, não a uma realidade que tenha seu fundamento na biologia. Desta maneira, por serem papéis socialmente construídos, poderão ser criados gêneros em número ilimitado, e poderá haver inclusive gêneros associados à pedofilia ou ao incesto. É o que diz, por exemplo, a feminista radical Shulamith Firestone: “O tabu do incesto hoje é necessário somente para preservar a família; então, se nós nos desfizermos da família, iremos de fato desfazer-nos das repressões que moldam a sexualidade em formas específicas”. Ora, uma vez que a sexualidade seja determinada pelo “gênero” e não pela biologia, não haverá mais sentido em sustentar que a família é resultado da união estável entre homem e mulher.
    Se estes novos conceitos forem introduzidos na legislação, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”.

    **********************************************************************

    Por isso, temos de nos manifestar imediatamente e pedir aos deputados que rejeitem completamentamente a introdução da Ideologia de Gênero em nosso sistema educacional.

    Enviem aos deputados da comissão o texto abaixo

    dep.angelovanhoni@camara.leg.br
    dep.renanfilho@camara.leg.br
    dep.eduardobarbosa@camara.leg.br
    dep.maragabrilli@camara.leg.br
    dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br
    dep.nilsonpinto@camara.leg.br
    dep.marcosmontes@camara.leg.br
    dep.antonioroberto@camara.leg.br
    dep.efraimfilho@camara.leg.br
    dep.professoradorinhaseabrarezende@camara.leg.br
    dep.leopoldomeyer@camara.leg.br
    dep.alexcanziani@camara.leg.br

    —-

    Prezado (a) deputado (a),Peço que vote contra a inserção da Ideologia de Gênero no Plano Nacional de educação. Trata-se de uma ideologia idealizada por fundações internacionais e pelos partidos de esquerda e que tem como objetivo final a abolição da família. É apresentada sob a maquiagem da luta contra o preconceito, mas na verdade o seu objetivo é subverter completamente a sexualidade humana para que também a família possa ser destruída. Como se trata de uma ideologia controversa e sem nenhum fundamento científico, só resta aos seus defensores apresentá-la sob a bandeira da luta contra o preconceito. Se essa ideologia for introduzida em nosso sistema educacional, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”. Diante do exposto peço que vote contra a inclusão da Ideologia de Gênero no PNE. Não custa lembrar que estamos em ano eleitoral e que os responsáveis pela inclusão dessa ideologia em nosso sistema educacional serão lembrados nas urnas.

    Atenciosamente,

  5. Mais uma frente de batalha.

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    No final do ano passado, voi votado no Senado Federal o projeto para o Plano Nacional de Educação. O PNE contém as diretrizes para todo o sistema educaional brasileiro para os próximos anos. Dentre os diversos problemas que se encontram no texto, o mais grave deles é a inserção da Ideologia de Gênero em nosso sistema educacional. Na ocasião, os senadores rejeitaram a tentativa de tornar obrigatório o ensino dessa ideologia em nosso sistema educacional.
    Após a votação no Senado, o PNE foi para a Câmara dos Deputados, onde será votado por uma Comissão Especial. A votação final ocorrerá no dia 19, na próxima semana. Vários deputados afirmaram que são favoráveis à obrigatoriedade da insersação daIdeologia de Gênero. Além disso, o relator da comissão, o deputado Álvaro Vanhoni, do PT do Paraná, adotou a mesma posição defendida pelo presidente da ABGLT, ou seja, a defesa da inclusão da Ideologia de Gênero no sistema educacional brasileiro.
    Como já foi explicado em outra ocasião, a Ideologia de Gênero é uma técnica idealizada para destruir a família como instituição social. Ela é apresentada sob a maquiagem da “luta contra o preconceito”, mas na verdade o que se pretende é subverter completamente a sexualidade humana, desde a mais tenra infância, com o objetivo de abolir a família.
    Além disso, a palavra “gênero”, segundo os criadores da Ideologia de Gênero, deve substituir o uso corrente de palavra “sexo” e referir-se a um papel socialmente construído, não a uma realidade que tenha seu fundamento na biologia. Desta maneira, por serem papéis socialmente construídos, poderão ser criados gêneros em número ilimitado, e poderá haver inclusive gêneros associados à pedofilia ou ao incesto. É o que diz, por exemplo, a feminista radical Shulamith Firestone: “O tabu do incesto hoje é necessário somente para preservar a família; então, se nós nos desfizermos da família, iremos de fato desfazer-nos das repressões que moldam a sexualidade em formas específicas”. Ora, uma vez que a sexualidade seja determinada pelo “gênero” e não pela biologia, não haverá mais sentido em sustentar que a família é resultado da união estável entre homem e mulher.
    Se estes novos conceitos forem introduzidos na legislação, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”.

  6. Ajude a Defender a Família
    No final do ano passado, voi votado no Senado Federal o projeto para o Plano Nacional de Educação. O PNE contém as diretrizes para todo o sistema educaional brasileiro para os próximos anos. Dentre os diversos problemas que se encontram no texto, o mais grave deles é a inserção da Ideologia de Gênero em nosso sistema educacional. Na ocasião, os senadores rejeitaram a tentativa de tornar obrigatório o ensino dessa ideologia em nosso sistema educacional.
    Após a votação no Senado, o PNE foi para a Câmara dos Deputados, onde será votado por uma Comissão Especial. A votação final ocorrerá no dia 19, na próxima semana. Vários deputados afirmaram que são favoráveis à obrigatoriedade da insersação daIdeologia de Gênero. Além disso, o relator da comissão, o deputado Álvaro Vanhoni, do PT do Paraná, adotou a mesma posição defendida pelo presidente da ABGLT, ou seja, a defesa da inclusão da Ideologia de Gênero no sistema educacional brasileiro.
    Como já foi explicado em outra ocasião, a Ideologia de Gênero é uma técnica idealizada para destruir a família como instituição social. Ela é apresentada sob a maquiagem da “luta contra o preconceito”, mas na verdade o que se pretende é subverter completamente a sexualidade humana, desde a mais tenra infância, com o objetivo de abolir a família.
    Além disso, a palavra “gênero”, segundo os criadores da Ideologia de Gênero, deve substituir o uso corrente de palavra “sexo” e referir-se a um papel socialmente construído, não a uma realidade que tenha seu fundamento na biologia. Desta maneira, por serem papéis socialmente construídos, poderão ser criados gêneros em número ilimitado, e poderá haver inclusive gêneros associados à pedofilia ou ao incesto. É o que diz, por exemplo, a feminista radical Shulamith Firestone: “O tabu do incesto hoje é necessário somente para preservar a família; então, se nós nos desfizermos da família, iremos de fato desfazer-nos das repressões que moldam a sexualidade em formas específicas”. Ora, uma vez que a sexualidade seja determinada pelo “gênero” e não pela biologia, não haverá mais sentido em sustentar que a família é resultado da união estável entre homem e mulher.
    Se estes novos conceitos forem introduzidos na legislação, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”.

  7. Ajude a Defender a Família Brasileira

    No final do ano passado, voi votado no Senado Federal o projeto para o Plano Nacional de Educação. O PNE contém as diretrizes para todo o sistema educaional brasileiro para os próximos anos. Dentre os diversos problemas que se encontram no texto, o mais grave deles é a inserção da Ideologia de Gênero em nosso sistema educacional. Na ocasião, os senadores rejeitaram a tentativa de tornar obrigatório o ensino dessa ideologia em nosso sistema educacional.
    Após a votação no Senado, o PNE foi para a Câmara dos Deputados, onde será votado por uma Comissão Especial. A votação final ocorrerá no dia 19, na próxima semana. Vários deputados afirmaram que são favoráveis à obrigatoriedade da insersação daIdeologia de Gênero. Além disso, o relator da comissão, o deputado Álvaro Vanhoni, do PT do Paraná, adotou a mesma posição defendida pelo presidente da ABGLT, ou seja, a defesa da inclusão da Ideologia de Gênero no sistema educacional brasileiro.
    Como já foi explicado em outra ocasião, a Ideologia de Gênero é uma técnica idealizada para destruir a família como instituição social. Ela é apresentada sob a maquiagem da “luta contra o preconceito”, mas na verdade o que se pretende é subverter completamente a sexualidade humana, desde a mais tenra infância, com o objetivo de abolir a família.
    Além disso, a palavra “gênero”, segundo os criadores da Ideologia de Gênero, deve substituir o uso corrente de palavra “sexo” e referir-se a um papel socialmente construído, não a uma realidade que tenha seu fundamento na biologia. Desta maneira, por serem papéis socialmente construídos, poderão ser criados gêneros em número ilimitado, e poderá haver inclusive gêneros associados à pedofilia ou ao incesto. É o que diz, por exemplo, a feminista radical Shulamith Firestone: “O tabu do incesto hoje é necessário somente para preservar a família; então, se nós nos desfizermos da família, iremos de fato desfazer-nos das repressões que moldam a sexualidade em formas específicas”. Ora, uma vez que a sexualidade seja determinada pelo “gênero” e não pela biologia, não haverá mais sentido em sustentar que a família é resultado da união estável entre homem e mulher.
    Se estes novos conceitos forem introduzidos na legislação, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”.

    Os email dos deputados responsáveis está disponível nas mensagens do google acima. A participação de todos é muito importantes

  8. não bastasse a violencia em S. Paulo as escolas de Taubaté agora ensinam as crianças a serem demoníacas, cadê os protestos para este tipo de coisas? porque não queimam esses livros, e demitem ou prendem essa secretária dos infernos,

  9. Atenção !!

    Dia 19 próximo será votado no congresso a tentativa de introduzir no ensino de base a ideologia de gênero conforme prevê o PNE.

    Fui impedido de expor aqui a mensagem principal destina aos deputados responsáveis pela comissão. Consegui postar no google mensagens bem acima, por gentileza leiam e participem divulgando em seus grupos e Igrejas.

    A família brasileira agradece.

  10. Atenção !!

    Dia 19 próximo será votado no congresso a tentativa de introduzir no ensino de base a ideologia de gênero conforme prevê o PNE.

    Fui impedido de expor aqui a mensagem principal destina aos deputad0s responsáveis pela comissão. Consegui postar no google mensagens bem acima, por gentileza leiam e participem divulgando em seus grupos e Igrejas.

    A família brasileira agradece.

    • Atenção !!

      Dia 19 próximo será votado no congress0 a tentativa de introduzir no ensino de base a ideologia de gênero conforme prevê o pne.
      Fui impedido de expor aqui a mensagem principal destinada aos congressistas responsáveis pela comissão. Consegui postar no google mensagens bem acima, por gentileza leiam e participem divulgando em seus grupos e Igrejas.

      A família brasileira agradece.

  11. Parabéns, Mauro Cesar. Glória a Jesus pela sua vida. É de comentário desse nível
    que precisamos; algo que instrua. Foi de bom proveito por duas razões: Primeiro, como
    já disse, instrui o povão. Segundo, expõe a pobreza de pensamento da maioria das pessoas que aqui comentam. Glória a Jesus pela sua vida.

  12. Os livros citados na matéria sem dúvida alguma são perigosamente perniciosos. Portanto devemos rejeitá-los. Os mesmos constituem material inadequado para serem usados em escolas. Eles NÃO contribuirão para a boa formação de nossas crianças. Pais, digam NÃO a esta sugestão maligna.

  13. Também sou professora a mais de 20 anos,trabalhando com crianças, isto é assustador, há mesmo em vários livros figuras demoníacas, frases e até textos trazendo ensinamentos de muitas coisas ruins, alguns fatos escancarados outros bem disfarçados. Que Deus nos dê visão e sabedoria para ensinar nossas crianças, pais e professores devem ficar atentos.

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