Silas Malafaia participa do programa TV Fama e afirma que “Daniela Mercury não nasceu gay”

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Durante sua participação no programa SuperPop, o pastor Silas Malafaia opinou sobre a recente revelação de Daniela Mercury, que assumiu um relacionamento com a jornalista Malu Verçosa. O pastor afirmando novamente sua opinião de que ninguém nasce gay.

– A Daniela Mercury não nasceu gay – afirmou Malafaia, durante os bastidores da gravação do programa “SuperPop”. A entrevista completa vai ao ar no “TV Fama”, na RedeTV.

A declaração de Malafaia reforça a tese defendida por ele de que o homossexualismo é comportamental, e não determinado pela genética do indivíduo. Segundo o pastor, uma pessoa é homem ou mulher por determinação genética e homossexual por preferência, apreendida ou imposta.

Malafaia comentou também a polêmica em torno da cantora Joelma, que foi duramente criticada por comparar, em uma entrevista, a condição homossexual como a de um dependente químico, e afirmar ser contra o casamento gay.


– A Joelma fez uma declaração e quase comeram o fígado e o estômago dela. Ela é livre – afirmou o pastor.

Por Dan Martins, para o Gospel+


61 COMENTÁRIOS

  1. MAS OS CRENTES VAO ORAR POR VOCES PARA DEUS FAZER UMA LINDA TRANSFORMACAO, NA VIDA DAQUELE QUE QUISER ACEITAR O SENHOR JESUS CRISTO. COMO SEU SALVADOR.AMEM.

  2. Para entender a homofobia dos fundamentalistas e dos supostos machões héteros (um dos aspectos, há outros evidentemente):

    A HOMOFOBIA COMO ELEMENTO CONSTITUTIVO DA IDENTIDADE MASCULINA

    É consenso que a homofobia não afeta apenas a pessoas LGBTs, mas também a qualquer indivíduo que não se conforma com os papeis supostamente determinados pelo sexo biológico. A lógica binária que estrutura a construção da identidade sexual funciona por antagonismo. Dessa maneira, um homem é o oposto de uma mulher, e um hétero é o oposto de um homossexual. Em uma sociedade androcêntrica como a nossa, são cultivados especialmente os valores masculinos, e a “traição” de tais valores só pode desencadear as condenações mais severas. O cúmulo da falta de virilidade é, portanto, aproximar-se da feminilidade, “montar-se” como uma drag-queen, desmunhecar, maquiar-se para a balada, ou falar com aquela “vozinha afeminada e afetada” (Segundo pesquisa de P. Duret publicada em “Les jeunes e l’identité masculine, PUF, Paris, 1999, p. 52).

    Um estudo efetuado sobre uma população heterossexual masculina por uma equipe de psiquiatras mostra a estreita relação existente entre a homofobia e a impossibilidade de estabelecer relações de intimidade entre pessoas de gênero masculino. Vários dos entrevistados testemunham a grande dificuldade que os homens têm para expressar sua intimidade. Em contraposição às mulheres, e apesar de fazerem amizades com maior facilidade com outros homens, sofrem um grande desconforto para manifestar seus sentimentos dentro das relações de amizade.

    Essa barreira para a intimidade parece encontrar sua origem na socialização masculina. A competência, o forte medo de aparentar ou ser frágil e vulnerável, e a homofobia constituem os elementos que modelam a maneira de ser de um homem. Segundo TOGNOLI o ódio para com os homossexuais surge como o mais poderoso desses elementos na (auto)construção da masculinidade (“Male friendship and Intimacy across the Life Span”, Family Relations, 29, 1980 pp. 273-279) . Baseado em vinte e quatro (sic!) estudos empíricos que mostravam maior tolerância das mulheres e, correlativamente, hostilidade mais acentuada dos homens heterossexuais em relação aos gays, o medo de ser considerado uma “bicha” constitui uma força maior na composição do papel masculino tradicional (M.E. KITE, “Sex Differences in Attitudes Toward Homossexuals. A Meta-analytic Review”, Journal of Homossexuality, vol 10, 1984, pp. 69,81).

    Segundo o processo de socialização masculina, o aprendizado do papel se faz em função da oposição constante à feminilidade. Como bem adverte Badinter “a virilidade não se dá de uma vez por todas; o homem é uma espécie de artefato, e como tal, corre o risco de apresentar defeitos de fabricação.” O defeito de fabricação mais perigoso na maquinaria viril é a produção de uma “bicha”. Ser homem significa ser rude, inclusive grosseiro, competitivo e turbulento; ser homem implica desprezar as mulheres e detestar os homossexuais. O caráter mais evidente da masculinidade continua sendo a heterossexualidade: “depois da dissociação da mãe (não sou seu bebê!) e da dissociação radical com o sexo feminino (não sou uma menina!) o jovem deve provar para si mesmo e para os outros que não é homossexual, e que não quer desejar nem ser desejado por outros homens.” (É. BADINTER, “XY de l’identité masculine”, Odile Jacob, Paris, 1992, p. 149).

    Assim, pois, reforçar a homofobia é um mecanismo essencial do caráter masculino, já que permite reprimir o medo secreto do desejo homossexual. Para um homem heterossexual, comparar-se com um homem afeminado desperta a angústia dos caracteres femininos de sua própria personalidade. Tanto mais quanto esta teve de ser construída opondo-se à sensibilidade, à passividade, à vulnerabilidade e à ternura enquanto atributos do “sexo frágil”. É nesse sentido que muitos homens que assumem o papel ativo na relação sexual com outros homens não se consideram homossexuais. Na realidade, é a passividade e não o sexo do casal que determina, para eles, a pertença ao gênero masculino. Essa passividade, vivida como feminilização é que é suscetível de tornar o sujeito efetivamente homossexual. Em outras palavras, quando se adota o papel ativo, não se trai o próprio gênero e não se corre o risco de converter-se em uma “bicha”. (Entretanto, a experiência nos demonstra que “passarinho que anda muito com morcego acaba dormindo de cabeça pra baixo” rsrsrs). Entretanto não basta ser ativo, mas é necessário que a penetração não seja acompanhada de afeto, já que isso poderia por em perigo a imagem da masculinidade do indivíduo em questão. Destarte, por um efeito de negação, alguns homens, ainda que mantenham relações sexuais homossexuais regulares, conseguem reprimir toda identidade gay e sentir ódio homofóbico. Esse ódio serve para a reestruturação de uma masculinidade frágil, que necessita afirmar-se constantemente com o desprezo pelo “outro-não-viril”: a “bichinha” que faz o papel de mulher.

    Sexismo e homofobia são como que as duas faces de um mesmo fenômeno social. A homofobia, e em particular a homofobia masculina, desempenha a função de “polícia da sexualidade”, reprimindo qualquer comportamento, qualquer gesto ou qualquer desejo que ultrapasse as fronteiras “impermeáveis” dos sexos. Segundo C. Gentaz, “a homofobia, em razão de sua função sociopsíquica, preserva, como uma ‘camisinha’, os homens heterossexuais da feminilidade, impedindo qualquer intrusão masculina exterior: é um ‘gendarme’ do gênero masculino. Assim, pois, poderíamos supor que a homofobia é constitutiva da psicogênese de todo indivíduo masculino”(“L’homophobie masculine: préservativ psychique de la virilité?” in Welzer-Lang, Dutey e Morais, “La peur de l’autre em soi. Du sexisme à l’homophobie”, VLB, Montreal, 1994, p. 20).

    Concluindo, a homofobia se inscreve no centro mesmo do heterocentrismo e constitui uma estratégia de controle social que permite a discriminação e a infravalorização de todos os que se afastam do modelo central: nega a diversidade sexual, afeta a homens e mulheres, e converteu a identidade masculina em um problema de saúde pública. Ser macho mata, porque ser macho implica agressão e automutilação. Agressões aos outros, os diferentes, as minorias; mulheres, homossexuais ou migrantes, dá no mesmo. Automutilação e violência contra si mesmo porque ser homem implica stress, tensão e ansiedade para provar, o tempo todo, a sua própria masculinidade. Como dissemos acima, a identidade masculina se constrói sobre a homofobia. Combater, pois, a homofobia tornou-se uma questão de profilaxia democrática.

    BORRILLO, Daniel. Homofobia. Edicions Bellaterra, Barcelona, 2001 cap. 4 pp. 92-95 [trad. Afonso Figueiredo] Em português: HOMOFOBIA- HISTÓRIA E CRÍTICA DE UM PRECONCEITO. Ed. Autêntica, Belo Horizonte, 2010

    • SILAS MALAFAIA E A SUPERSIMPLIFIÇÃO – PARTE I

      Um bom argumento deve resumir as questões em debate e simplificá-las para o leitor ou a audiência. Sobretudo quando o leitor ou a audiência não são especialistas no assunto. Deve ser esta a arte dos grandes pregadores. Afinal de contas, o púlpito e a cátedra têm, entre si, diferenças específicas. Dizemos que há supersimplificação quando isso é feito de tal forma que muitos detalhes importantes são deixados de lado e o resumo feito só permite uma única conclusão.

      É conhecida a argumentação do Pr. Silas Malafaia a respeito da homossexualidade. O que, talvez, nem todos percebam é que ele incorre na falácia da supersimplificação, ao propor a tese segundo a qual a homossexualidade é um “comportamento” – aprendido ou imposto – e não uma condição. Ele omite, por razões que só ele sabe, a tese segundo a qual a homossexualidade não se define pelo comportamento, mas pelo desejo sexual voltado para pessoas do mesmo sexo. E omite, também, a tese sustentada por muitos, de que possivelmente há uma base biológica para a orientação sexual.

      De acordo com o Catecismo da Igreja Católica, “homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atração sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo.” (CIC 2357). O que, de certo modo, está em consonância com o pensamento do apóstolo S. Paulo, expresso na Epístola aos Romanos: “igualmente os homens, deixando a relação natural com a mulher, arderam de desejo uns para com os outros, praticando torpezas…” (Rm 1, 27)

      Na mesma linha vai a posição, por exemplo, do psiquiatra norte-americano Richard A. Isay. Em seu livro "Tornar-se gay" ele escreve:

      […] Eu tive uma oportunidade ímpar em minha carreira. Na primeira metade dela eu atendi apenas homens heterossexuais, enquanto que na segunda foram os homossexuais que predominaram. Em 1980 comecei a trabalhar com pacientes gays que não manifestavam interesse em mudar sua orientação sexual. Eles vinham a mim com problemas referentes à subsistência, trabalho e relacionamentos que eram similares aos de meus pacientes heterossexuais dos anos anteriores. […]

      Pude constatar que assim como os heterossexuais se recordam de sentir atração pelo sexo oposto desde a mais tenra idade, também os homossexuais relatam ter experienciado atração por pessoas do mesmo sexo já aos quatro, cinco ou seis anos. […]

      As fantasias sexuais e desejos eróticos com pessoas do mesmo sexo relatadas por homossexuais, assim como as fantasias em relação ao sexo oposto desenvolvidas pelos heterossexuais com quem trabalhei, costumavam persistir por toda a vida, sugerindo também uma base biológica e não familiar em sua orientação sexual. […]

      Com base em minhas observações clínicas, incluindo o efeito inibidor da sociedade e o conflito psicológico presente no comportamento homossexual, propus em “Beeing homossexual” (Ser homossexual) que O HOMOSSEXUALISMO NÃO DEVERIA SER DEFINIDO A PARTIR DO COMPORTAMENTO, E SIM A PARTIR DA ATRAÇÃO ERÓTICA PREDOMINANTE POR PESSOAS DO MESMO SEXO DESDE A INFÂNCIA. De fato, para ser homossexual não é preciso nem mesmo que a pessoa se dê conta de suas fantasias sexuais, as quais podem ter sido reprimidas pelo conflito e pela interiorização de uma tendência social. Tais fantasias poderiam se manifestar com maior clareza ao longo de uma análise ou terapia conduzida de maneira adequada. (ISAY, Richard. “TORNAR-SE GAY – O caminho da auto-aceitação”. Edições GLS/SUMMUS, São Paulo, 1998. pp. 12-14)

  3. Não adianta usar a Bíblia como arma para ferir os outros!! Jesus disse amai uns aos outros como eu vos amei!! A escolha cabe a cada um! Cada a nós vigiarmos nossas próprias vidas! No dia do juízo final Deus vai julgar cada um por sua vida como já disse o evangelho “vigiai a própria vida” por isso não se preocupe com que o outro está fazendo você não é Deus para julgá-lo!! Aguarde, ame, confie!

  4. Sem comentarios pois Deus criou o homem e mulher e nao homem com homem e mulher com mulher.Tem duvidas leia biblia e so assim voce saberar de toda verdade sobre os mandamentos de Deus.

  5. É homem ou mulher, o que passa disso é procedência maligna. Não tem discurso arrumado que supere a infalível Palavra de Deus, a veracidade dela se cumpre a cada dia. Força e sabedoria do alto céu para ti, pastor Silas Malafaia, todos os pregadores dos ensinamentos bíblicos sofrem repúdio por parte daqueles que são adeptos ao sistema mundano, o apóstolo Paulo que o diga, Deus é contigo e satanás é falido.

  6. Perguntem a mãe de daniela mercuri que é uma senhora serva de DEUS, o que ela acha sobre o casamento gay. com serteza vai ser chamada de HOMOFÓBICA. não é daniela mercuri?

  7. o mundo não precisa de homosexuais casados ou com filhos adotivo, o mundo precisa conhecer a palavra de Deus e o pastor silas e o pastor marcos feliciano e o papa francisco me representa e representa o povo de Deus na terra amém!!!

  8. ESSAS COISAS E ABOMINAVEIS AOS OLHOS DE DEUS…..COITADO DAQUELE QUE O FUROR DE DEUS FOR SOBRE ELE……POIS DEUS E AMOR MAIS E JUSTIÇA TAMBEM……QUE VAI JULGAR E E ELE,ENTÃO SE ACHAR QUE TÃO CERTO SE SUBIMENTENDO A MUDAR O PLANOS DE DEUS…….ORO POR VCS ……..E QUE O JUIZ JEOVA OS JULGUES …POIS EU NÃO SOU NADA QUE É E ELE……..

  9. Se fosse genético não estaria no Cid 10 – F64 – lá está muito claro, a não ser que a classe médica internacional resolveu retirar. As pessoas tem que ser sinceras consigo mesma, que preferem a libertinagem e outras orgias, morem juntos com quem quiser, até com um elefante, mas querer enfiar goela abaixo das pessoas e transformar em lei já é querer demais.

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