Torcedor é ameaçado de prisão por expor cartaz com versículo João 3:16 em partida de beisebol

56

O tolhimento da liberdade religiosa dos cristãos na sociedade norte-americana avança cada vez mais, e outro caso que exemplifica isso é o protagonizado por um torcedor de beisebol, que quase foi preso por segurar um cartaz com a referência à passagem bíblica de João 3:16.

O torcedor Gino Emmerich foi ao jogo entre Giants e Dodgers em julho do ano passado, e segurou o cartaz com sua mensagem próximo às câmeras de transmissão televisiva, mas foi abordado por um produtor da emissora ESPN (empresa da Disney) e quatro policiais, que o ameaçaram de prisão se voltasse a exibir o cartaz.

Inconformado, Emmerich voltou a se posicionar atrás da cabine dos comentaristas da ESPN e um policial o puxou pela camisa para fora do campo de visão das câmeras. Em entrevista ao Christian News Network, o torcedor afirmou que acredita que a ação do policial foi um gesto de intolerância religiosa, pois nenhum outro torcedor que segurava cartazes no mesmo local foi incomodado.

Emmerich ainda contou que carrega o cartaz consigo muitas vezes quando vai aos jogos do Giants em San Francisco.


Agora, ele está movendo um processo na Justiça Federal contra a cidade de San Francisco por conta da ação dos policiais, que são funcionários da prefeitura. Nos autos do processo, Emmerich alega que procurou o policial que o puxou pela camisa e perguntou: “Se eu for ali e segurar este cartaz de novo, você vai me levar para a cadeia?”. Então, o oficial respondeu: “Se você for lá e segurar este cartaz de novo, vamos detê-lo e o sargento virá para decidir para onde podemos leva você”.

No processo, além da indenização de US$ 50 mil por danos morais, Emmerich pede que a Justiça imponha uma injunção permanente contra este tipo de ação dos policiais. A defesa da cidade de San Francisco nega o incidente.


56 COMENTÁRIOS

  1. E a coisa tá braba, á coisa tá feia, quem Não For Filho De Deus, tá na unha do capeta, essa e que é a verdade, Como Nos Os Crentes sempre sempre afirmamos Dois caminhos somente dois caminhos há, nunca ouve uma terceira ou quarta ou quinta ou sesta via, dois dois, o caminho da perdição eterna, OU O CAMINHO DA SALVAÇÃO ETERNA, ou se esta Com Deus, ou se esta na unha do capeta, e pegar ou largar, e ponto final

    • Amigo, desde que eu não esteja ofendendo ninguém, eu posso levantar um cartaz dizendo que “quero uma zebra vermelha com pintinhas laranja” na minha sala!

      Isso é a mais pura hipocrisia! Agora tudo que é relacionado ao evangelho pra vocês é ofensivo?

      Respeite as pessoas, esse seu “proselitismo” exacerbado te cega, eu morava ao lado de centro de macumba, no qual os donos da casa eram, e são, pessoas excelentes, e apesar da diferença de credo nunca tivemos problemas! Não julgue as pessoas pela sua fé, do mesmo jeito que você não quer ser julgado pela sua sexualidade.

      Isso me lembra uma frase de… Não lembro agora(e estou com preguiça de pesquisar), que diz: “Posso não concordar com sua opinião, mas vou lutar pelo seu direito de te-la” Acho que é isso…!

      • Caros comentaristas Youth Against Satan e Henrjk,

        não é possível restringir seu agressivo proselitismo religioso fundamentalista pentecostal e neopentecostal inconveniente apenas à lugares mais, digamos, adequados e respeitando, inlcusive, os devotos de outras confissões religiosas? É tão difícil para vocês entenderem que eventos esportivos não são eventos religiosos e que entre o público há pessoas de diversas confissões e inclusive ateus? Daqui a pouco o cara estará lá, no motel, fazendo amor com sua namorada e vocês vão exigir entrar no quarto dos mesmos para fazer seu proselitismo agressivo e inconveniente.

        • Sandro
          hahahahahahahahahahaha…
          Tenho de rir na sua cara…eu, euzinho fundamentalista, pentecostal e neo-pentecostal? Está viajando em um mar de maionese, camarada.
          Se você fosse objetivo e afirmasse que o atleta deveria ater-se de demonstrar sua religiosidade em pleno evento, eu concordaria.
          Mas o evento é público e o próprio tem liberdade para tal, o atleta já não tem essa liberdade.

          Essa do “motel” foi uma inserção sem sentido.kkkkkkkk

          • O evento não é público, cara pálida; é de acesso público, como no caso de um cinema, por exemplo. Além disso, mesmo que fosse público, não daria direito a um fanático perturbar o ambiente com seu proselitismo inconveniente. É tão difícil para vocês enfiarem em sua cabeças ocas que para tudo tem hora e lugar, inclusive para pregar fantasias religiosas? Quanto aos atletas, eles estão fazendo esses proselitismos, sim, mas a recomendação é que não o façam. É preciso respeitar os sentimentos de pessoas que não são fundamentalistas pentecostais obtusos, pois na plateia e entre os esportistas há pessoas de outras religiões e até mesmo de religião nenhuma. Não seja fanático, henrjk.

    • Sandro

      Com toda certeza eu nunca discordaria do muçulmano externar sua fé.
      Já morei em frente de vizinhos umbandistas e frequentava a casa deles e jogava futebol com os seus, já fui em casa paroquial e com amigos e acompanhava meus tios e primos na missa e nunca tivemos problemas. Havia respeito e ninguem ia alem do que devia.

      • É por isso mesmo que eventos esportivos precisam ser protegidos de quaisquer proselitismos religiosos, pois podem se tornar palco de guerras religiosas. Esporte NÃO É EVENTO RELIGIOSO, entendam isso de uma vez, fundamentalistas fanáticos!

        • Só para os intolerantes e com raiz de amargura na alma, não é proselitismo qualquer um pode utilizar um versículo bíblico até quem não é cristão aprecia por exemplo, os salmos.é muito ódio de Deus e sua palavra.

          • Pode sim, mas tudo tem lugar e tem hora, ou você vai invadir um teatro, um cinema, uma trepada num motel para exibir um cartaz com versículos do livro sagrado da SUA religião, cara pálida?

        • Sandro
          Não vejo nenhum problema em alguem manifestar sua fé através de cartazes em eventos esportivos.
          Não tem nada a ver com proselitismo que é algo bem diferente.
          “Palco de guerras”?tsc, tsc, tsc.
          Sua verborragia ultrapassou o limite do bom senso.
          Você demonstra ser um fundamentalista homossexual com aversão doentia para com a Bíblia.
          Dessa forma não pode falar mal de quem você acha ser fundamentalista sem corrigir o seu problema primeiro.

          • “Não vejo nenhum problema em alguem manifestar sua fé através de cartazes em eventos esportivos.”

            Você não vê problema porque é mais um proselitista inconveniente e chato, mas outras pessoas veem problema, tanto que o fanático foi repreendido. Imagina se cada religioso pudesse manifestar sua fé através de cartazes em estádio, seria o caos em face de tantas religiões. Vamos respeitar o fato de que arena de esporte não é igreja.

            “Não tem nada a ver com proselitismo que é algo bem diferente.
            “Palco de guerras”?tsc, tsc, tsc”

            É proselitismo, sim, ou você acha que o cara estava pregando fanatismo evangélico pentecostal obtuso para divulgar a ciência? E palco de guerra poderá ser uma realidade se radicais religiosos de outras religiões resolverem dar a resposta aos fanáticos pentecostais.

            “Sua verborragia ultrapassou o limite do bom senso.”

            Meus comentário são lúcidos e irritam apenas os fanáticos obtusos.

            “Você demonstra ser um fundamentalista homossexual com aversão doentia para com a Bíblia.”

            A homossexualidade é uma orientação afetiva/sexual, não um “fundamentalismo”. Além disso, só falo a verdade sobre uma certa coleção de livros escrita há milhares de anos por rústicos andarilhos do deserto e cujo Cânone foi estabelecido por conveniências do clero.

            “Dessa forma não pode falar mal de quem você acha ser fundamentalista sem corrigir o seu problema primeiro.”

            Não estou falando “mal”, só estou dizendo a verdade.

  2. VEJAM O QUE ACONTECEU NOS E.U.A. DERAM DIREITOS PARA ATEUS E GAYS,POIS NÃO ACHAVAM JUSTO PENALIZAR A ELES POR SUAS OPÇÕES, MAS VEJAM AGORA AQUELES MESMOS QUE RECEBERAM DIREITOS O QUE FAZEM COM AQUELES QUE LHES DERAM.
    AQUI NO BRASIL NÃO VAI SER DIFERENTE, DEIXE ELES PEGAREM MAIS UM CORPO E VÃO VER,ELES HOJE JÁ FAZEM, MAS EM MENOR NÚMERO E EM MENOR INTENSIDADE, MAS LOGO…..
    PENSEM BEM ANTES DE VOTAR, COLOCAR GAYS ATEUS OU PESSOAS QUE NÃO TENHAM COMPROMISSO COM A FAMÍLIA, ESTAMOS LASCADOS

  3. “(…) Uma imensa cruzada mundial contra o proselitismo e violência de vilipêndio neopentecostal brasileiro está se formando no mundo inteiro, e todos estão convocados a defenderam o direito de não intromissão cultural na Índia.”

    Saiba o porquê da frase acima lendo o texto todo que segue abaixo e que foi transcrito de fonte que será referida no final e faça a correlação com o agressivo proselitismo pentecostal e neopentecostal e a necessidade de colocar limites nesses fanáticos:

    “Fundamentalistas cristãos-evangélicos são expulsos da Índia

    A presença proselitista de chamados “cristãos evangélicos”, ignorantes da cultura indiana, tem feito da tradicional convivência pacífica e de tolerância religiosa milenar da Índia um inferno sem precedentes. Sudheer Birokar comenta que, “A religião ‘hindu’ é única no sentido de que ela é a única maior religião hoje sobrevivente que acumulou uma contínua ligação com suas indistintas origens na antiguidade. O Hinduísmo não tem um fundador, nem dogmas de crenças, e jamais teve qualquer organização (instituição) que exercesse poder repressor sobre seus seguidores. Estas características diferenciadas estão na sua multiplicidade e diversidade. O termo Sanatana Dharma, o qual é usado para referir-se a esta ‘religião’, reflete o Seu caráter. Sanatana , significa, “contínuo”, “sucessivo”, etc. As religiões dos mesopotâmios, antigos gregos e romanos, eram muito semelhantes ao Hinduísmo. Mas quando elas foram substituídas pelo Islamismo e pelo Cristianismo, ambas se tornaram religiões distintas, calcadas no que chamam de ‘monoteísmo institucional'”.

    Desrespeitando totalmente hábitos milenares da cultura daquele povo, alguns que se vestem sob abrigo proselitista de uma “religião” que denominam de “cristã”, querem fazer à força a conversão de pessoas na Índia. Desconhecem as raízes, e os princípios básicos dos Direitos Humanos com relação a liberdade de crença e religião. Como alguém acha que pode ir numa outra cultura e impor a sua para os outros?

    A região de Orissa, recentemente, teve o mais notável dos abomináveis acontecimentos, que culminou na expulsão, por parte do governo indiano, de um grupo de intitulados evangélicos brasileiros da Igreja Universal. Não contentes com a forma proselitista e desrespeitosa que agiam, como o fato de chutarem as imagens de adoração locais como do Senhor Siva, Ganesha, Krishna, etc., chegaram à autoconclusão que o “problema da pobreza da Índia era devido `à má alimentação sem carnes de vaca”. De forma camuflada, colocaram carne de gado dentro da sopa que serviam aos miseráveis famintos – grande maioria resultado da trágica dominação inglesa dos últimos séculos. Ocorre que no conhecimento deste fato lamentável milhares de hindus se reuniram para protestar e exigir a expulsão dos fanáticos brasileiros. A expulsão deu-se em fevereiro de 2006, e contou com a resolução da Suprema Corte que se embasou na Constituição Federal e no Código Civil, que proíbem atitudes proselitistas por parte de qualquer grupo religioso.

    A imensa maioria do povo indiano é seguidora do Sanatana Dharma, a expressão mais pura e antiga da religiosidade, que está além de “religiões”, e quase todos adotam o vegetarianismo por opção, sendo que a carne de gado é considerada sagrada e não é comida jamais. A Índia é constituída de um povo que clama e age pelo princípio do Ahimsa ou não-agressão, que se aplica a tudo e a todos, tendo no gado vacuno, principalmente na vaca, um respeito como a segunda mãe, porque a vaca na Índia fornece a maior parte do combustível, além de ser declarada divina pelos textos védicos, os quais são os fundamentos do Sanatana Dharma, chamado pejorativamente de “hinduísmo” pelos Ocidentais de tradição judaico-cristã-islâmica.

    Para o seguidor do Sanatana Dharma, qualquer que seja a violência contra os seres e a natureza é abominável, o exemplo de “comer o corpo e beber o sangue” de um deus é totalmente abjeto para a filosofia da não agressão indiana. Contudo, atitudes que desrespeitam a cultura milenar da Índia, como o hábito de não comer carne de gado, não é tolerada, tendo frequentemente culminado com atos de violência em resposta ao desrespeito de fanáticos “cristãos”, principalmente brasileiros, que não se contentam com a sua própria fé e ignorância, achando que “os pobres indianos são ignorantes e pagãos, e um exemplo disso é o desconhecimento dos Evangélicos”, dizem alguns defensores do fundamentalismo evangélico brasileiro.

    Disfarçados em nomes de diferentes denominações de ajuda voluntária, a Igreja Universal e subderivações tem aderido outros fanáticos evangélicos que querem a toda ordem impor a sua cultura de consumo de carnes na Índia. Desconhecendo a realidade econômica-cultural da Índia, pensam ingenuamente que o consumo de carnes de vaca e a prática exógena de uma religião que prega a discórdia e a confusão, falsos “pastores” querem impor a sua forma de pensar no povo da Índia. Vendo como o mundo “cristão” tem agido através da história vemos com clareza que pregam tão somente a discórdia, ódio e desrespeito. Que religião é esta que não respeita a cultura de um povo e se coloca acima dos Direitos Humanos fundamentais, como liberdade de praticar sua própria religião no seu próprio país? Muito longe estão estes fanáticos brasileiros, até mesmo da Declaração dos Direitos Humanos, quem dirá sejam respeitadores das leis divinas da diversidade religiosa no mundo.

    Quando veem a população local reagindo contra as atitudes proselitistas e agressivas da cultura, os tais pastores e comunidade cristã colocam os seguidores da cultura milenar da Índia como sendo fanáticos. “Imagine alguém que é vegetariano ter a sua casa invadida por comedores da carne e obrigá-lo a comer a carne à força ou de modo dissimulado?”, contrargumenta Swami Krsnapriyananda, “é o mesmo que ir a Índia e impor uma cultura exógena a uma tradição milenar de não agressão para que coma carne de gado. Absurdo, ignorância e desrespeito”, conclui Sua Santidade.

    Apesar disso, o “neopentecostalismo” não é uma ameaça para a cultura da Índia. A resposta que estão recebendo do povo indiano irá ensinar a eles que religião não pode prescindir da cultura, nem sequer ser colocada à força, antes disso, deve ser praticada com amor e tolerância, principalmente mantendo o devido respeito ao local onde estão invadindo com ações de violência sem precedentes.

    O exemplo da expulsão da Igreja Universal está servindo para outros fanáticos evangélicos da Índia, o que irá, sem dúvida, eliminar os conflitos que desrespeitam os Direitos Humanos dos povos. Uma imensa cruzada mundial contra o proselitismo e violência de vilipêndio neopentecostal brasileiro está se formando no mundo inteiro, e todos estão convocados a defenderam o direito de não intromissão cultural na Índia.”

    Fonte: bharatanews#.blogspot#.com#.br#/2010/10/fundamentalistas-cristaos-evangelicos.h#t#m#l

    • Fonte rasa, equivocada e tendenciosa. Jesus disse:”Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura” não adianta afirmar que é meramente “religião” não tem jeito ou nasce de novo ou passará a eternidade no lago de fogo, lamentavelmente.

      • Pregar é uma coisa, Dias; fazer proselitismo agressivo, fanático e que não respeita outras visões da religião ou da espiritualidade é outra muito diferente. Quantas vezes um budista, um hinduísta, um jainista bateu na porta de sua casa para te evangelizar ou mesmo para dizer que só a religião deles é válida?

    • Isso na sua opinião, cara pálida. Fosse qual fosse a religião, arena de esporte não é lugar para proselitismo religioso. Vamos respeitar o momento e o espaço de cada coisa, senão daqui a pouco vai tudo virar palco de disputa religiosa, e até na hora de dar uma no motel o casal vai se deparar com um crente ao lado da cama exibindo uma passagem bíblica. Chega de fanatismo!

    • Isso na sua opinião, cara pálida. Fosse qual fosse a religião, arena de esporte não é lugar para proselitismo religioso. Vamos respeitar o momento e o espaço de cada coisa, senão daqui a pouco vai tudo virar palco de d/i/s/p/u/t/a religiosa, e até na hora de dar uma no motel o casal vai se deparar com um crente ao lado da cama exibindo um verso da Bíblia. Chega de fanatismo!!!

      • Nos EUA existe algo liberdade de expressão, liberdade que os americanos usam com mais enfase que nós brasileiros. Eles podem sair nas ruas professando sua opção sexual, mas isso não os torna imorais ou fanáticos dos homossexuais, eles podem sair nas ruas apoiando ou criticando seus candidatos e políticos, nem por isso poderão ser chamados de fanáticos políticos ou alienados, de mesma forma, podem sair com um simples e inofensivo cartaz, com apenas uma referência bíblica, apenas, nem por isso devem ser chamados de fanáticos ou prosélitas. Fanatismo é ficar atacando incessantemente pessoas em ação de sua fé, principalmente cristãos.

        • Podem fazer tudo isso, mas não em eventos para os quais não há liberdade para tal. Os gays, por exemplo, não podem entrar em igrejas exibindo cartazes contra os crentes obtusos. Você é um bobinho, Bruno.

          • Sandro
            Havia alguma proibição sobre isso?
            Tem de estar escrito.
            Se não houver algum termo proibindo que o público possa se manifestar sobre as suas convicções, não há nada de errado.
            O evangelho é para ser pregado para todo o mundo e não há poder no mundo que impeça isso.
            A luz para o mundo não deve se restringir a um caixote de quatro paredes, é para todos os povos.

          • Henrjk,

            seria inconcebível ameaçarem punição se não houvesse uma proibição para o ato proselitista do fanático. Seria semelhante ao que ocorre no direito, ou seja, não há crime sem lei que o defina.

          • Henrjk, você pode pregar o Evangelho sem invadir espaço não simpático a proselitismos, ou você concordaria em ver um radical islâmico invadindo espaços cristãos para pregar a religião dele?

          • Não Sandro, você é que é um bobo. Bobo e cego de preconceito. Não existe uma palavra tua que prove o contrário. Tem um ódio mortal de evangélicos, sendo que a maioria dos homofóbicos estão fora da Igreja. Trabalho em uma empresa grande, mais ou menos 60 pessoas num escritório, do qual faço parte do quadro de funcionários. Todo mês tem uma reunião com todos, uma espécie de confraternização ou coisa do tipo. Aqui somente três pessoas professam ser evangélicos, o restante se consideram católicos em sua maioria, e outros sem religião, como eu. Se você ouvisse cada aberração contra gay que sai da boca, não dos evangélicos, tampouco da minha, pois eu nem ligo pra isso, mas dos outros, talvez você se escondesse. E quando venho aqui, e leio algumas matérias (tendenciosas), e alguns comentários, não dos que se dizem cristãos e evangélicos que descem o sarrafo em cima dos gays, mas de pessoas como você, qualquer procura qualquer coisinha pra atacar, ofender, diminuir, satirizar os evangélicos, só mostram o tipo de pessoa que você se mostra. Se você fosse evangélico, professasse religião, igreja e tals, não seria diferente.

  4. A maioria dos eventos esportivos tem um caráter mais informal, despojado,alguns aparecem com cartazes do tipo ” Salvem as baleias”, alguns levam até caixões para simbolizar o momento ruim do adversário e simplesmente isso “João 3 :16” é “proselitismo religioso”? faça-me o favor!! o versículo nem está escrito, é apenas uma citação, espero que essa baboseira não chegue aqui no Brasil.

    • Pedir pela proteção as baleias é ideia que une pessoas no mundo inteiro;

      pregar uma religião em detrimento de outras é estopin para intolerâncias.

      É proselistismo religioso destinado a converter pessoas às seitas cristãs.

  5. Sandro
    Qual a diferença entre o que é um evento de acesso ao público e um evento público?
    No evento público às vezes não se cobra nada e de acesso público às vezes cobra-se algo.
    Então não há diferença.
    Evento privado já é bem e só convidados entram.
    Expor placas com versos bíblicos ou apoios antibiblicos nunca foi e nunca será proselitismo.

    Exemplo de proselitismo é o de você ao adentrar aqui em uma comunidade evangelica em sua maioria e tentar arrebanhar-nos a adotar a sua “religião” totalmente contrária aos ensinos bíblicos.
    O proselitista aqui é você. Entendeu este exemplo?

    • Exemplos elucidativos:

      Evento público em espaço público: carnaval de rua – não há regras;

      Evento público em espaço privado: exibição de filme em cinema – há regras.

      Caso concreto:

      O evento público realizado no estádio – há regra proibindo proselitismo religioso.

      Minha intenção não é proselitismo, não é religião – é ajudá-los a se libertar do gueto fundamentalista e mostrar o quão errados estão em ter do mundo tão estreita visão.

      • Sandro
        “Proselitismo define a ação ou empenho de tentar converter uma ou várias pessoas em prol de determinada causa, doutrina, ideologia ou religião.”
        Você age aqui como um proselitista, pois invade um espaço cristão com o intento e bastante empenho para a sua ideologia.

  6. Olha, pessoal.
    Na boa.
    Eu divirto-me com os posts do Sandro.
    É muito esforço para convencer.
    Não aceita a biblia, mas diz crer em Deus e em Jesus, mas não diz de onde ele chegou a essa conclusão sem ter sido na bíblia.
    Um ateu já vai direto no assunto: não crê na bíblia e em consequentemente não crê em nenhuma divindade e nem em Cristo. São menos contraditórios.

    • Henrjk,

      também me divirto muito lendo suas fábulas religiosas da idade do bronze.

      Observe, no tocante a Bíblia, que Deus não depende da Bíblia para ser Deus.

      Há bilhões de pessoas adorando a Deus em outras religiões que não a cristã.

      Eu sou uma dessas pessoas. Entendeu ou vou precisar desenhar para você?

      • Sandro
        Continue lendo, pois a palavra de Deus nunca retorna vazia.
        Ela retornará para salvação ou para condenação.
        Nunca retornará sem respostas.
        Juízo severo será para aqueles que conhecem a palavra e a rejeita.

  7. Sandro
    “Proselitismo define a ação ou empenho de tentar converter uma ou várias pessoas em prol de determinada causa, doutrina, ideologia ou religião.” Essa é a definição de proselitismo.

    Você age aqui como um proselitista, pois invade um espaço cristão com o intento e bastante empenho para a sua ideologia.

  8. DISCÍPULOS OU PROSÉLITOS: O QUE AS IGREJAS TEM SE DEDICADO A FAZER?

    Por Bruno Saavedra

    Há cristãos que são partidários aguerridos, que defendem com unhas e dentes aquilo que acreditam ou aquele grupo do qual fazem parte. Esse tipo de seguidor é aquele buscado pelos fariseus mencionado por Jesus em Mateus 23:15:

    Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas, porque percorrem terra e mar para fazer um convertido e, quando conseguem, vocês o tornam duas vezes mais filho do inferno do que vocês

    A versão J.F. Almeida Revista e Atualizada usa o termo prosélito, em vez de convertido. Prosélito vem do grego proselutos e significa “aquele que chegou, estranho” (Dicionário Vine). Em contraste, encontramos outro termo no Novo Testamento: discípulo. Este termo ocorre ocorre 257 vezes no Novo Testamento. Segundo o Easton’s Bible Dictionary, um discípulo de Cristo é alguém que (tradução nossa):

    Acredita nos ensinos de Cristo, crê em seu sacrifício, recebe seu espírito e imita seu exemplo.

    Proselitismo versus discipulado

    A diferença nítida entre um prosélito e um discípulo, a meu ver, é sua disposição em aprender. Um prosélito (a partir da acepção de Mateus 23:15) tem fé cega. Segue alguém sem questionamento e seu mestre gosta disso. É um indivíduo que crê somente, tem pouca disposição em questionar. Vê em qualquer atitude de questionamento e dúvida uma atitude de rebeldia. Partidos políticos gostam de prosélitos (vulgo militantes). Verdadeiros mestres não.

    Verdadeiros mestres gostam de discípulos. Discípulos são aqueles que têm sede de conhecer. Questionar não é visto como rebeldia, mas como a busca sincera de um coração que quer a verdade. Discípulos são alunos, amam aprender e vivem buscando formas de praticar a justiça.

    Jesus nos mandou buscar discípulos (Mateus 28:19).

    Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo

    Jesus não nos enviou a conquistar prosélitos. Jesus não quer em sua igreja “vaquinhas de presépio” ou “papagaios de pirata”. Ele deseja que aqueles que O seguem sejam alunos e professores ao mesmo tempo. Jesus quer ver seus filhos como leitores atentos de Sua Palavra e não seguidores cegos de lideranças religiosas que só sabem manipular suas mentes e seus corações. O Senhor deseja homens que pratiquem a justiça, amem a fidelidade e andem com Ele em humildade (c.f. Miquéias 6:8).

    O exemplo dos bereanos

    Um exemplo muito claro de discipulado real foi aquele encontrado na cidade de Beréia. Ora, os bereanos não eram melhores que quaisquer outros povos que receberam o evangelho. Contudo, ao entrarem em contato com os mensageiros de Cristo, não acreditaram prontamente neles. Antes duvidaram e isso não foi visto como rebeldia, mas como a busca sincera pela verdade.

    A disposição de buscar informações para validar o que ouviam foi tamanha que foram dignos de um elogio registrado na Escritura (Atos 17:11). Eles foram mais nobres do que os tessalonicenses, pois receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo.

    Quando vejo, em algumas igrejas, pessoas muito mais dispostas a seguir um líder ou um ensinamento apregoado e não verificar se as coisas são de fato como se afirma ser, entristeço. Não acredito que uma vida cristã consistente pode ser conseguida a partir da acomodação. Como podemos defender algo de maneira equilibrada e serena se pouco se analisou aquilo que dizemos acreditar? Frases como “Meu pastor disse isso, então acredito” ou “Minha igreja pensa assim, logo deve ser verdade, pois tantas pessoas não podem estar enganadas…” me entristecem.

    Não era isso que Jesus queria. Ele não quer meros seguidores desprovidos de senso crítico. Não me parece Sua vontade ter seguidores prontos a aceitar sem questionar o que lhes é pregado (imposto?). Não se acanhe diante de um “falso líder” ou “falso profeta” interessado única e exclusivamente em arrebanhar mais ovelhas para sua congregação (e aumentar suas ofertas). Estude, leia, pesquise, conheça. Adote o “ceticismo de Beréia”.

    Não queremos dizer que você deve duvidar de tudo, mas enfatizar que um discípulo de Cristo toma uma posição esclarecida com relação à igreja e em relação à Palavra de Deus.

DEIXE UMA RESPOSTA