Waguinho alerta sobre acusações forjadas contra a ADUD e afirma que a denominação está prevenida; Assista

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Após a prisão e condenação de Marcos Pereira por estupro, a liderança da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) tem sido exercida por um grupo de pessoas que acompanhavam o pastor nas decisões cotidianas.

Um desses líderes, o cantor Waguinho, gravou um vídeo demonstrando preocupação com eventuais armações contra a ADUD.

“Eu queria pedir a você que ore por nós. Por estarmos em um local público (uma igreja, um centro de recuperação), onde entram várias pessoas por dia, a qualquer momento, podemos ter aqui, alguém tentando colocar uma arma ou algum tipo de droga aqui dentro, para fazer mais uma acusação leviana contra esta igreja, os membros desta igreja e contra o nosso pastor”, disse Waguinho.

No vídeo, publicado no canal da ADUD no Youtube, o ex-pagodeiro afirma também que o trabalho da denominação tem alcançado e feito diferença na vida de muitas pessoas, como ele próprio, e diz que as acusações contra o pastor Marcos Pereira não devem ser tomadas como verdadeiras.


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Por Tiago Chagas, para o Gospel+

1 COMENTÁRIO

  1. O que a TV não mostra
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    Detalhes Publicado em Quarta, 16 Abril 2008 04:01 Escrito por Super User

    Um estudo, realizado no Centro Médico de Seattle nos Estados Unidos e publicado na revista Pediatrics, afirma que cada hora por dia passada em frente à TV aumenta, em média, em 10% as chances de que a criança desenvolva a síndrome do déficit de atenção. A discussão sobre o papel que a TV deve ter na educação das crianças e os resultados dela há muito tem sido aprofundada. Também há muito tempo está aberta a discussão sobre o papel da mídia em geral e mais especialmente da televisão na formação da personalidade violenta das crianças. Muitos sinais já apontavam para uma forte correlação entre o aumento da violência na TV e o aumento do comportamento violento e agressivo entre crianças e jovens. O que não se sabia é que esta correlação era tão estreita e os números tão alarmantes.

    Isso é o que mostra as mais recentes pesquisas realizadas pela Sociedade Americana de Pediatria, Sociedade Americana de Psiquiatria, Sociedade Americana de Psicologia e Sociedade Americana de Infância e Adolescência. Algumas destas pesquisas, realizadas ao longo de 15 anos, trazem a público dados no mínimo preocupantes.

    Ao assistir à TV uma criança presenciará 20 atos violentos por hora. Uma criança americana média assiste a TV 28hs por semana. Ao chegar aos 18 anos terá visto cerca de 16.000 assassinatos e 200.000 atos de violência. Há que se levar em conta que a televisão americana é muito mais conservadora em termos de exposição da violência e sensualidade do que a TV brasileira.

    Uma grande pesquisa realizada com mais de 10.000 horas de programas obteve os seguintes e alarmantes números:

    – 60% dos programas contém violência;

    – 70% das pessoas que cometem violência neste programas não demonstram remorso;

    – 73% das violências ficam impunes;

    – 40% de toda a violência é praticada com humor;

    – Mais de 50% das cenas de violência dos programas de televisão, se praticadas na vida real poderiam ser letais ou incapacitantes;

    – Talvez mais perturbador ainda seja o fato de que 40% da violência foi realizada pelo mocinho ou pelo “herói” que acaba sendo o modelo de todos nós.

    – Menos de 5% dos programas violentos incorporam algum tipo de mensagem contra a violência ou que mostre as consequências dela.

    Segundo as pesquisas, não importa se a violência é apresentada em um filme, comercial ou mesmo no mais simples desenho animado, o resultado é o mesmo. Até o “inocente Pernalonga pode ter um efeito negativo a longo prazo sobre a criança” por causa da violência apresentada, segundo pesquisadores da Universidade de Michigan .

    Os pesquisadores entendem que “a criança que vê violência na televisão pode não entender que a violência real machuca e mata pessoas”. Mais ainda, “se o mocinho usa violência, a criança pode aprender que é certo usar a força para resolver os seus problemas”. Preocupação maior ainda ocorre com os videogames onde, segundo os médicos e psiquiatras a violência ocorre de maneira interativa o que facilita ainda mais à criança e ao adolescente a repetição deste tipo de comportamento.

    Gleden T. Prates

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