Ciência & Saúde

Africanos contrariam orientações sobre epidemia e lotam igrejas clamando pelo fim do surto do Ebola

Comments (6)
  1. josecarvalho disse:

    MORRER EM CASA OU MORRER NA IGREJA, QUE DILEMA A PESTE SE ESPALHA PELO CUMPRIMENTO DA PALAVRA.

    1. Elder Lima disse:

      José Carvalho

      Uma frase de Jean-Jacques Rousseau diz que: “Se Cristo não existiu, os homens que escreveram os Evangelhos eram tão grandes quanto ele”

      De certa forma ele quis dizer que era impossível para um ser humano comum e mortal, dizer e fazer as maravilhas que aquele jovem nazareno disse, e fez.

      É impressionante como as profecias bíblicas estão se cumprindo de uma forma singular, uma após a outra. E o mais impressionante ainda, é como as pessoas parecem estar cegas, ou indiferentes a esses fatos.

      OBS: Rousseau se dizia cristão e discípulo de Jesus para se eximir do livre exame dos dogmas. Sua fé em Deus não era resultante da razão, mas vinha, ao contrário dos deístas de seu século, dos sentimentos íntimos.

      1. josecarvalho disse:

        Achará fé na terra o senhor quando voltar? e por endurecer o coração de muitos, e muitos apostataram da fé

  2. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.

    Mateus 24:7

    Essa Palavra está se cumprindo!

    1. Constantine disse:

      Me diga uma coisa: Desde que o ser humano passou a viver em sociedade, em que época coisas desse tipo deixaram de acontecer?
      O ser humano é beligerante por natureza, a distribuição de alimentos nunca foi satisfatória e por esse motivo sempre existiram populações que sofriam com a fome; e doenças sempre estiveram ameaçando a humanidade da mesma forma que desastres naturais. Em época nenhuma vivemos livres desses males, então essa “profecia” não diz nada além do que sempre vivenciamos como espécie na terra, é absolutamente genérica essa alegação.

  3. Indivíduo disse:

    Jesus Cristo disse:

    E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?

    João 11:26

  4. andre disse:

    Em todos os países que punem gays com pena de morte no caso dos Africanos, DEUS logo em seguida da edição das leis, os castiga com o Ebola.
    E veja são países como a Tal Libéria de maioria até presidente gospel.

    E os Arabes e Islâmicos também homofóbicos, DEUS castiga com guerras.
    E ai crentes fundamentalistas, graças a DEUS vocês não puderam colocar nosso país neste rol de países homofóbicos, senão todos os brasileiros estariam pagando preço do pecado, maldade e hipocrisia evangélica fundamentalista.

    Estamos em 2014 e, em alguns lugares do mundo, a opção sexual de uma pessoa faz dela uma criminosa. Não são poucos os países que aprisionam — e até mesmo matam — seus gays, ancorados por leis que criminalizam os homossexuais e que mantêm os rótulos de doença, desvio sexual, distúrbio e perversão.

    Essas definições — todas bastante negativas — já foram derrubadas pela psiquiatria, pela psicologia e pela OMS (Organização Mundial de Saúde), e hoje a discriminação contra homossexuais é considerada uma violação contra os direitos humanos, de acordo com a Anistia Internacional. Ainda assim, não é o que pensam Rússia, Austrália, Índia, Nigéria, Uganda, Irã e outras nações.

    Em 2013, aumentou para 14 o número de países que permitem o casamento entre gays. No entanto, segundo o relatório da Ilga (Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexos), ainda há 76 países da ONU que criminalizam a homossexualidade, o que corresponde a 40% do total.

    Por outro lado, países como Burkina Faso, República Centro-Africana, Chade, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Madagascar, Mali e Ruanda nunca tiveram leis que fizessem da homossexualidade um crime.

    Conheça, a seguir, os locais em que ser gay dá cadeia ou pena de morte:

    Na África, ser homossexual na Mauritânia, no Sudão e em algumas partes da Somália tem a mais severa punição de todas: a pena de morte.

    A penalização extrema é adotada também nos asiáticos Irã, Arábia Saudita e Iêmen.

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