Ex-muçulmano convertido ao cristianismo processa igreja que o batizou afirmando que um erro da igreja quase o matou

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Um ex-muçulmano convertido ao cristianismo está processando a igreja onde foi batizado por um suposto erro que o levou a ser severamente perseguido e quase morto durante uma visita à Síria. Segundo o ex-muçulmano, que não teve o nome divulgado, quando ele visitou a Síria pouco depois de seu batismo, ele foi amarrado e espancado por vários dias. Fontes de notícias locais contam ainda que ele foi esfaqueado, baleado e quase decapitado.

Os muçulmanos radicais que o raptaram em Damasco afirmam que ficaram sabendo de sua conversão pela Internet, onde a Primeira Igreja Presbiteriana de Oklahoma supostamente teria publicado informações de seu batismo.

O recém-convertido afirma que ele e a igreja tinham concordado que a sua conversão e o batismo não seria anunciado publicamente. Ele conta ainda que viajou à Síria para pegar sua noiva e levá-la para os EUA, onde ele estava se preparando para receber a cidadania local.

A Igreja Presbiteriana não pode discutir muitos detalhes do assunto, sem comprometer a identidade do novo convertido. Mas o seu pastor, o reverendo James D. Miller, divulgou um comunicado através de seu advogado sobre o caso.


No comunicado, o pastor defendeu a igreja das acusações dizendo que o ex-muçulmano “recebeu o Sacramento do Batismo diante da congregação durante um culto dominical regular” na congregação, e destaca que “a igreja seguiu os procedimentos normais em batizar essa pessoa” e afirma que “as alegações feitas no processo não são próprias”.

13 COMENTÁRIOS

    • A igreja deve ter este cuidado e orientar aos membros quando isto acontecer. Jesus disse que foi perseguido e que seus seguidores tambem o seriam. Então , todo o cuidado é pouco. No Brasil mesmo vemos pessoas que mudam de religião e são discriminadas pela própria família. E no caso de pessoas que se convertem a Jesus, vindos do Islamismo é mais complicado ainda. Que Deus nos abençôe!

        • Mostra na bilbia que o apostolo Paulo matou alguém?

          Não fale besteira cara.

          Depois de sua conversão Paulo, traria sempre à memória este grande pecado que marcou sua vida. Ele considerava a atitude de Cristo em perdoá-lo um dos maiores exemplos da graça de Deus disponível ao pecador.

          “E dou graças ao que me tem confortado, a Cristo Jesus Senhor nosso, porque me teve por fiel, pondo-me no ministério;
          A mim, que dantes fui blasfemo, e perseguidor, e injurioso; mas alcancei misericórdia, porque o fiz ignorante mente, na incredulidade.
          E a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e amor que há em Jesus Cristo.
          Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.
          Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna.”
          1 Timóteo 1:12-16

  1. Um homem que pode ser um grande instrumento de evangelização no mundo mulçumano, é quase morto por pura displicência da igreja que se vangloria com a conversão do mesmo. Como se o feito fosse obra da igreja e não do espirito santo.

  2. Creio que ele seria um cristão tipo “007”, esse é um problema muito sério, de um lado vemos a intolerância religiosa, do outro vemos novos cristãos que não querem pagar o preço, Cristo nunca nos prometeu uma vida fácil, mas garantiu que estaria conosco até a consumação dos séculos.

  3. Existem muitas religiões no mundo e muitos livros tidos como sagrados. Em meio a tudo isso, há uma maneira segura de reconhecermos a verdadeira Palavra de Deus e o seu plano de salvação. A Bíblia Sagrada prova ser verdadeira.

    Esse estudo está disponível em Evangelismo.blog.br. Nele, você descobrirá o engano do profeta Maomé, que sem qualquer fundamento ou verdade, afirmou que o Senhor Jesus Cristo nos ensinou a morrer e também a “matar” pela causa de Deus (Sura 9:111 – Alcorão).

    Convido a todos os muçulmanos que porventura acessarem esta notícia a raciocinarem:

    Faz sentido levar uma vida casta na terra (o Alcorão ensina isso) para depois no paraíso levar uma vida promíscua e libertina, com setenta virgens? Onde está a lógica nisso?

    Evangelismo.blog.br

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