Marco Feliciano é hostilizado por feministas por dizer que não há cultura de estupro no Brasil

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O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi hostilizado por ativistas feministas durante uma sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) na última quinta-feira, 09 de junho.

Em seu discurso, Feliciano afirmou que “não existe uma cultura de estupro” no Brasil, e sim, uma “geração delinquente” e uma “erotização precoce” na sociedade, proporcionada pela mídia.

“Na minha concepção, não existe no nosso país uma cultura de estupro, existem estupradores”, afirmou o pastor. “Estive em São Paulo e soube que lá teve 10 mil casos de estupro registrados no último mês. Achei isso um surto, se fosse isso, é uma cultura de estupro. Mas fiz questão de ir atrás desses casos, e em menos de 5% houve conjunção carnal. Houve atos libidinosos, assédios, mas não estupro relacionado como conhecemos desde que somos crianças. O que se quer criar é essa pecha de que o brasileiro tem o costume de estuprar mulheres”, contextualizou o pastor.

As ativistas feministas presentes no auditório da Câmara onde era realizada a sessão protestaram contra a declaração do pastor, virando as costas para ele e gritando palavras de ordem. “O senhor não sabe o que é estupro”, gritou Vana Lopes, representante do grupo Vítimas Unidas, segundo informações da Folha de S. Paulo.


“Podem gritar, vou continuar falando”, respondeu Feliciano, antes de pedir ao presidente da CDHM que garantisse seu direito à palavra. “Cultura tem a ver com crença, arte, moral, lei e costumes. Não existe no nosso país uma religião que apoie o estupro, portanto não é crença. Não existe beleza no estupro, então não é arte. Não existe moral no estupro, e não há lei que apoie o estupro, tampouco o costume do estupro. Existe estupro? Existe. Existe no nosso país um bando de gente delinquente, sociopatas, psicopatas. Pessoas maltratadas no seio da sua família, com algum tipo de trauma”, acrescentou.

“Essa fala de que não há uma cultura de estupro é extremamente preocupante. Cultura não é só manifestações artísticas, é a forma como a gente se vê e percebe o outro”, disse a deputada federal Erica Kokay (PT-MG), tradicional adversária ideológica de Feliciano na Câmara.

Posteriormente, Marco Feliciano voltou ao assunto em sua página no Twitter e criticou desde os colegas de parlamento, até as feministas que não respeitaram o debate durante a sessão da CDHM.

“Hoje a Comissão de Direitos Humanos fez uma audiência pública sobre ESTUPRO. A casa só age quando a imprensa massifica um assunto. Fui citado por Chico Alencar sobre uma conversa informal que tivemos sobre o assunto, e eu lhe disse que no BRASIL NÃO HÁ CULTURA DO ESTUPRO […] O brasileiro não tem costume de estuprar! Há, sim, delinquência, psicopatia e patologia, há erotização precoce, há a banalização do sexo. Portanto não há cultura de estupro no Brasil. Eu me recuso a viver num país que cultua o estupro. Essa fala é de feministas desajustadas, ou de pessoas de bem que infelizmente foram idiotizadas pela mídia esquerdista que por ódio ao sexo masculino querem diminuí-lo, destruí-lo. Fui hostilizado pelas feministas que não suportam ouvir o contraditório em silêncio, com respeito e educação. Aos berros tentaram me intimidar. São intolerantes, raivosas e muito mal-educadas. São violentas e desrespeitam a Câmara dos Deputados. Não me intimidam. Não tenho medo. Sempre acusam as pessoas daquilo que elas fazem e xingam daquilo que elas são. Logo postarei o vídeo para que todos vejam como elas agem”, escreveu Feliciano.

Assista ao vídeo:

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5 COMENTÁRIOS

  1. Pastor Marco,com todo o respeito e admiração que tenho pelo senhor,permita-me falar-lhe:Por favor homem de DEUS,saia deste lugar,estas pessoas não têm nenhum respeito pelo senhor, a IGREJA DO SENHOR JESUS está precisando dos ensinamentos do senhor. Eu sou membro da IURD,porém por muitas vezes, fui levantado,abençoado pelas suas pregações e aconselhamentos, tenho varias gravações suas, eu e minha família acompanhamos seu trabalho e toda sua luta aí neste lugar tenebroso,tenho plena certeza que DEUS é contigo onde fores,porém o senhor é um profeta para as nações. A Igreja está mergulhada numa profunda confusão de valores éticos, religiosos e culturais, principalmente porque falam em nosso meio,homens preparados,qualificados para do púlpito ensinar e edificar o povo.A mídia tem influenciado muito mais a Igreja do que a BÍBLIA, principalmente a televisão, através principalmente das novelas,veja o exemplo deste "dez mandamentos' da Record,mexendo de forma precoce com a sexualidade dos jovens, a Igreja não precisa disto.Venha nos ensinar, através do púlpito homem valente,, a Igreja precisa da sua coragem.

  2. realmente no brasil acontecem muitos estrupos, mas não existe cultura disto realmente, temos alguns animais e estes merecem morrer pelo crime contra a mulher os pedófilos os ativistas gays, realmente , mas cultura é outra coisa

  3. O país tem cultura de roubar, da preguiça, da mentira, da idiotice, da efemeridade, da controvérsia, da impunidade, da perseguição, da lamúria, da religiosidade…;

    Ora, desde quando é repassado como algo comum, como algo justificalvel do ponto de vista social qualquer dessas descomposturas morais e sociais citadas acima?

    No país tem tudo isso, inclusive estupros, mas daí a dizer que existem pessoas que acham normal, social, aceitável, eis uma boa distância.

    Aliás, tô quase morrendo pelo tanto viver, e essa foi a primeira vez que ouvi tal afirmação, daí indagar se o país, as autoridades, as feministas, todo mundo enfim, estavam escondendo tamanha barbárie? Se sim, nunca vi ninguém em roda alguma se dizendo estuprador, se elogiando, fazendo culto, fazendo menção em desfavor de qualquer mulher, criança. Ora, se até de animais as coisas estão tomando outro rumo, aí a sociedade calou-se sobre nossas mês estupradas, filhas estupradas, irmãs estupradas, cunhadas estupradas?

    Pra que servem as feministas deste país que nunca lançaram uma linha falando de tal cultura e de tão grande mal?

    É nisso que dá ficar arrazoando para que crianças sexualmente se envolvam com adultos, que crianças possam definir o sexo antes da idade legal, de ensinar tão cedo nas escolas o que ela, por ser uma criança não tem condições de aprender ainda.

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