Manifestantes protestam contra o projeto apelidado de “cura gay” em frente à casa do pastor Marco Feliciano

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Um grupo de manifestantes protestou contra o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na cidade de Orlândia, interior de São Paulo, no último sábado, 22 de junho.

Orlândia é a cidade onde Feliciano nasceu e reside até hoje, e onde está sediada a Assembleia de Deus Catedral do Avivamento.

Os protestos começaram no final da tarde e contou com aproximadamente 100 pessoas. Segundo informações da Polícia Militar, não foram registrados incidentes.

A manifestação teve início na Praça dos Imigrantes, no centro da cidade, e o grupo portava cartazes com críticas à aprovação do projeto apelidado como “cura gay”. Entre os manifestantes, haviam também cartazes pedindo melhorias nas áreas de saúde e educação.


De acordo co o G1, após os protestos na praça uma parte do grupo se dirigiu à rua onde fica a residência do pastor Marco Feliciano. Formado em sua maioria por homossexuais, os manifestantes gritaram palavras de ordem contra o pastor e de repúdio ao projeto de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), que prevê a derrubada da resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que proíbe os profissionais da área de prestarem atendimento a homossexuais que busquem ajuda para mudar sua orientação sexual.

“Ele tinha que ter mais respeito com as pessoas. Esse projeto é ridículo. Eu tenho família e isso magoa as pessoas. Não é fácil para os meus pais ouvir que eles têm um filho doente por causa desse projeto. Acho que o deputado deveria cuidar mais da saúde, da educação, dos drogados, e não ficar preocupado em curar homossexuais. Quem nasce gay, morre gay. Não existe cura. Ele deve esquecer da nossa vida e cuidar da dele”, disse Jorge Morato, de 31 anos, um dos manifestantes presentes.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


21 COMENTÁRIOS

  1. Já começou errado pastor não deveria assumir cargo de politico.

    Pastor cuida de ovelhas, politicas cuida das leis terrenas.

    Na minha opinião os dois juntos, só desgasta a imagem do cristianismo.

    Essa praga gay (casamento) sendo ou tarde vai ser aprovado.
    Pq o mundo jaz no maligno diz o Senhor.

    • MEU QUERIDO VC ESTA MAL INFORMADO NAO LE A BIBLIA DIREITO OLAHA QUANTOS POLITICOS CRISTAO QUE TEM NA BIBLIA, OR EX>

      DANIEL -ERA UM DOS PRESIDENTES DO REI DARIO.
      JOSE -ERA GOVERNADOR DE TODO O EGITO (MUNDANO) ETC .
      FAÇA UMA PESQUISA E VC VAI VER QUE DEUS TAMBEM USA SEUS SERVOS NA POLITICA NESTA TERRA .
      E FOI ELE QUE POIS O PR LA .

    • José e Daniel foi governador,não fale do que não sabe,já pensei igual a vc hoje penso diferente se como cidadão temos que votar porque não pode ser politico.

    • ñ se preucupe com a imagem do cristianismo pois já tem quem se preucupe com a nossa imagem assim como deus levantou davi para ser rei,o povo tem obrigação de levantar o seu representante cristão já imaginou se ñ tivesse a bancada evangelica as coisas bizarras que seriam aprovadas contra a familia.deus é contigo meu amado.jesus abençoe

  2. O projeto nao tem nada a ver com cura gay e nem tampouco fala em cura gay. No entanto, ha muito gays bem estudado e bem informados e conformados com a sexualidade e estes sim merecem o meu respeito, MAS, essa bichonas e essas sapatonas de meia tijela a mae destes nao deveriam nem terem cagados essas vermes. Para estes últimos sim eu digo que realmente sao DOENTES e o remédios para estes doentes gays seria o mesmo remédio para matar RATOS.

    • Vocês realmente já leram o projeto ou só ouviram/viram alguém mandando ler,pq o projeto susta as resoluções do CFP fazendo com que a homossexualidade seja tratada e, consequentemente algo q é tratável pode ser relacionado com doença.Sendo que as resoluções antigas protegiam os homossexuais de tratamentos enganosos.A própia OMS(organização mundial da saude) desde o século passado ñ considera a homossexualidade como doença ou pervesão.Mas “pastores” devem ter um conecimento muito masi avançado da ciência.

  3. Reinaldo Azevedo

    Nem tudo se resume à minoria na rua. Há outros assuntos em pauta no país. O blog recebeu ontem quase 300 mil visitas. É provável que alguns novos leitores acabem tomando gosto pela página. Nem todos conhecem os debates travados aqui. Pois bem: nos jornais desta quarta, vocês encontrarão o que já está nos sites e portais. Algo mais ou menos assim: “Comissão de Feliciano aprova projeto da cura gay”. É mentira dupla!

    Em primeiro lugar, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara não pertence ao deputado Marco Feliciano (PSC-SP).

    Em segundo lugar, não existe projeto que prevê a cura gay. Isso é uma fantasia do jornalismo militante. Semelhante àquela que sustenta que o Estatuto do Nascituro é “Bolsa Estupro”.

    Tenho 51 anos. Quando eu tinha 20 e poucos, 30 e poucos e, acreditem, até 40 e poucos, era proibido fazer militância política em redação. Cada um que tivesse as suas convicções, mas o compromisso tinha de ser com o fato, segundo valores, a saber: defesa da democracia, do estado de direito, da economia de mercado. Era proibido, por exemplo, mentir , simplificar ou trapacear em nome do bem da humanidade. Jornalista reporta o que vê — e alguns opinam. Mas sem inventar o que não existe num caso ou noutro.

    Ao fato mais recente: a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara aprovou um Projeto de Decreto Legislativo, do deputado João Campos (PSDB-GO), que susta dois trechos de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia. O texto ainda tem de passar pelas comissões de Seguridade Social e de Constituição e Justiça. Se alguém não conhece detalhes do debate — geralmente ignorados porque fica mais fácil fazer proselitismo onde há ignorância, especialmente a bem intencionada — explico tudo abaixo, nos mínimos detalhes, conforme fiz, por exemplo, no dia 2 de maio. Vamos ver.

    O Projeto de Decreto Legislativo 234/11 torna sem efeito o trecho do Artigo 3º e todo o Artigo 4º da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia.

    Então vamos aos documentos. A íntegra do Projeto de Decreto Legislativo está aqui, com a justificativa.

    Reproduzo a parte propositiva.

    Art. 1º Este Decreto Legislativo susta o parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999.
    Art. 2º Fica sustada a aplicação do Parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.
    Art. 3º Este decreto legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

    Então é preciso fazer o que virou raridade nas redações quando os lobbies “do bem” ditam a pauta; saber, afinal, que dizem os trechos que seriam sustados.

    “Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
    Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

    Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

    Comento

    Atenção! A proposta de Decreto Legislativo não toca no caput do Artigo 3º. Ele seria mantido intocado. Como deixa claro o projeto do deputado, seriam suprimidos apenas o Parágrafo Único do Artigo 3º e o Artigo 4º. Como se nota, ao suprimir esses dois trechos da Resolução 1/99, o Projeto de Decreto Legislativo não passa a tratar a homossexualidade como uma doença. É mentira! Também não autoriza a “cura gay”. É outra mentira! São distorções absurdas!

    Fato, não militância

    Procederei a algumas considerações prévias, até que chegue ao cerne da questão. Avalio que a homossexualidade não tem cura pela simples razão de que não a considero uma doença. E nisso concordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) e com o Conselho Federal de Psicologia. Assim, não acredito em terapias que possam converter héteros em gays ou gays em héteros (não se tem notícia de que alguém tenha buscado tal conversão). Mais: sexualidade não é uma opção — se fosse, a esmagadora maioria escolheria o caminho da maior aceitação social, e, nessa hipótese, as escolhas poderiam até ir mudando ao longo do tempo, à medida que determinadas práticas passassem a ser mais aceitas ou menos.

    Há quem só goste de um brinquedo; há quem só goste do outro; e há quem goste dos dois. Essa minha opinião não é nova — o arquivo está aí. Os espadachins da reputação alheia, como escreveu Balzac, fazem questão de ignorá-la porque gostam de inventar inimigos imaginários para posar de mártires. Muito bem. Até aqui, não haveria por que os gays — ou o que chamo “sindicalismo gay” — estrilar. Mas é evidente que não pensamos a mesma coisa. Entre outras divergências, está o tal PLC 122 que criminaliza a chamada “homofobia”. Trata-se de um delírio autoritário. Já escrevi muito a respeito e não entrarei em detalhes agora para não desviar o foco.

    Vamos lá. Desde 22 de março de 1999, está em vigência a tal Resolução 1 (íntegra aqui), que cria óbices à atuação de psicólogos na relação com pacientes gays. Traz uma porção de “considerandos”, com os quais concordo (em azul), e depois as resoluções propriamente. Listo os ditos-cujos:

    CONSIDERANDO que o psicólogo é um profissional da saúde;
    CONSIDERANDO que na prática profissional, independentemente da área em que esteja atuando, o psicólogo é frequentemente interpelado por questões ligadas à sexualidade;
    CONSIDERANDO que a forma como cada um vive sua sexualidade faz parte da identidade do sujeito, a qual deve ser compreendida na sua totalidade;
    CONSIDERANDO que a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão;
    CONSIDERANDO que há, na sociedade, uma inquietação em torno de práticas sexuais desviantes da norma estabelecida sócio-culturalmente;
    CONSIDERANDO que a Psicologia pode e deve contribuir com seu conhecimento para o esclarecimento sobre as questões da sexualidade, permitindo a superação de preconceitos e discriminações

    Aí vem o conteúdo da resolução. O caput do Artigo 3º, com o qual ninguém mexe, é correto. Reproduzo:
    “Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”

    Está claro, então, que os psicólogos não atuarão para favorecer a patologização da homossexualidade nem efetuarão tratamentos coercitivos. E a parte que cairia? Pois é…Transcrevo outra vez :

    Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

    Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

    Têm de cair mesmo!

    Qual é o principal problema desses óbices? Cria-se um “padrão” não definido na relação entre o psicólogo e a homossexualidade. Esses dois trechos são tão estupidamente subjetivos que se torna possível enquadrar um profissional — e puni-lo — com base no simples achismo, na mera opinião de um eventual adversário. Abrem-se as portas para a caça às bruxas. Digam-me cá: um psicólogo que resolvesse, sei lá, recomendar a abstinência sexual a um compulsivo (homo ou hétero) como forma de livrá-lo da infelicidade — já que as compulsões, segundo sei, tornam infelizes as pessoas —, poderia ou não ser enquadrado nesse texto? Um adversário intelectual não poderia acusá-lo de estar propondo “a cura”? Podemos ir mais longe: não se conhecem — ou o Conselho Federal já descobriu e não contou pra ninguém? — as causas da homossexualidade. Se um profissional chega a uma determinada terapia que homossexuais, voluntariamente, queiram experimentar, será o conselho a impedir? Com base em que evidência científica?

    Há uma diferença entre “verdade” e “consenso da maioria influente”. Ademais, parece-me evidente que proibir um profissional de emitir uma opinião valorativa constitui uma óbvia infração constitucional. Questões ligadas a comportamento não são um teorema de Pitágoras. Quem é que tem o “a²= b²+c²” da homossexualidade? A resolução é obviamente autoritária e própria de um tempo em que se impõe a censura em nome do bem.

    Ora, imaginem se um conselho de “físicos” ousaria impedir os cientistas de tentar contestar a relatividade. O que vai ali não é postura científica, mas ideologia. Se conceitos com sólida reputação de verdade, testados empiricamente, podem ser submetidos a um teste de estresse intelectual, por que não considerações que dizem respeito a valores humanos? Tenham paciência! O fato de eu não endossar determinadas hipóteses ou especulações não me dá o direito de proibir quem queira fazê-lo.

    Fiz uma pesquisa antes de escrever esse texto. Não encontrei evidências de resolução parecida em nenhum lugar do mundo. O governo da Califórnia, nos EUA, proibiu a terapia forçada de “cura” da homossexualidade em adolescentes. É coisa muito diferente do que fez o conselho no Brasil. Países que prezam a liberdade de expressão e que não querem usar o discurso da liberdade para solapar a própria liberdade não se dão a desfrutes dessa natureza.

    Então vamos lá. Eu não estou defendendo terapias de cura da homossexualidade. Eu não acredito que haja cura para o que não vejo como doença. Também não acho que estamos no universo das escolhas. Dito isso, parece-me uma suma arrogância que um conselho profissional interfira nessa medida na atividade clínica dos profissionais e, atenção!, dos pacientes também! Assim, no mérito, não vejo nada de despropositado na proposta do deputado João Campos. Ao contrário: acho que ela derruba o que há de obviamente autoritário e, entendo, inconstitucional na resolução porque decidiu invadir também o território da liberdade de expressão, garantido pelo Artigo V da Constituição.

    É preciso saber ler.

    Proponho aqui um exercício aos meus colegas jornalistas. Imaginem um Conselho Federal de Jornalismo que emitisse a seguinte resolução, com poder para cassar o seu registro profissional:

    “Os jornalistas não colaborarão com eventos e serviços que proponham qualquer forma de discriminação social”.

    “Os jornalistas não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos contra pobres, negros, homossexuais, índios, mulheres, portadores de necessidades especiais, idosos, movimentos sociais e trabalhadores”

    O idiota profissional diria: “Ah, está muito bem para mim! Eu não faria nada disso mesmo!”. Não, bobalhão, está tudo errado! Você se entregaria a uma “corte” de juízes que definiria, por sua própria conta, o que seria e o que não seria preconceito. Entendeu ou preciso pegar na mãozinha para ajudar a fazer o desenho? O problema daquele Parágrafo Único do Artigo 3º e do Artigo 4º é o subjetivismo. Ninguém pode ser obrigado, não numa democracia, a se submeter a um tribunal que pode dar a sentença máxima com base nos… próprios preconceitos.

    Nem nos seus delírios mais autoritários ocorreria a um conselho profissional nos EUA, por exemplo, interferir dessa maneira na relação do psicólogo com o seu paciente. Uma coisa é afirmar, e está correto, que a homossexualidade não é doença; outra, distinta, é querer impedir que o profissional e quem o procura estabeleçam uma relação terapêutica que pode, sei lá, disciplinar um comportamento sexual sem que isso seja, necessariamente, uma “cura”.

    Os tais trechos da resolução, entendo, são mesmo autoritários e inconstitucionais. E têm de cair. E o que parece, isto sim, não ter cura é a vocação de amplos setores da imprensa para a distorção. Cada vez mais, a notícia se transforma num instrumento para privilegiar “os bons” e satanizar “os maus”. Isso é militância política, não jornalismo.

    Texto mais que perfeito !

  4. Reinaldo Azevedo

    Nem tudo se resume à minoria na rua. Há outros assuntos em pauta no país. O blog recebeu ontem quase 300 mil visitas. É provável que alguns novos leitores acabem tomando gosto pela página. Nem todos conhecem os debates travados aqui. Pois bem: nos jornais desta quarta, vocês encontrarão o que já está nos sites e portais. Algo mais ou menos assim: “Comissão de Feliciano aprova projeto da cura gay”. É mentira dupla!

    Em primeiro lugar, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara não pertence ao deputado Marco Feliciano (PSC-SP).

    Em segundo lugar, não existe projeto que prevê a cura gay. Isso é uma fantasia do jornalismo militante. Semelhante àquela que sustenta que o Estatuto do Nascituro é “Bolsa Estupro”.

    Tenho 51 anos. Quando eu tinha 20 e poucos, 30 e poucos e, acreditem, até 40 e poucos, era proibido fazer militância política em redação. Cada um que tivesse as suas convicções, mas o compromisso tinha de ser com o fato, segundo valores, a saber: defesa da democracia, do estado de direito, da economia de mercado. Era proibido, por exemplo, mentir , simplificar ou trapacear em nome do bem da humanidade. Jornalista reporta o que vê — e alguns opinam. Mas sem inventar o que não existe num caso ou noutro.

    Ao fato mais recente: a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara aprovou um Projeto de Decreto Legislativo, do deputado João Campos (PSDB-GO), que susta dois trechos de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia. O texto ainda tem de passar pelas comissões de Seguridade Social e de Constituição e Justiça. Se alguém não conhece detalhes do debate — geralmente ignorados porque fica mais fácil fazer proselitismo onde há ignorância, especialmente a bem intencionada — explico tudo abaixo, nos mínimos detalhes, conforme fiz, por exemplo, no dia 2 de maio. Vamos ver.

    O Projeto de Decreto Legislativo 234/11 torna sem efeito o trecho do Artigo 3º e todo o Artigo 4º da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia.

    Então vamos aos documentos. A íntegra do Projeto de Decreto Legislativo está aqui, com a justificativa.

    Reproduzo a parte propositiva.

    Art. 1º Este Decreto Legislativo susta o parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999.
    Art. 2º Fica sustada a aplicação do Parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.
    Art. 3º Este decreto legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

    Então é preciso fazer o que virou raridade nas redações quando os lobbies “do bem” ditam a pauta; saber, afinal, que dizem os trechos que seriam sustados.

    “Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
    Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

    Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

    Comento

    Atenção! A proposta de Decreto Legislativo não toca no caput do Artigo 3º. Ele seria mantido intocado. Como deixa claro o projeto do deputado, seriam suprimidos apenas o Parágrafo Único do Artigo 3º e o Artigo 4º. Como se nota, ao suprimir esses dois trechos da Resolução 1/99, o Projeto de Decreto Legislativo não passa a tratar a homossexualidade como uma doença. É mentira! Também não autoriza a “cura gay”. É outra mentira! São distorções absurdas!

    Fato, não militância

    Procederei a algumas considerações prévias, até que chegue ao cerne da questão. Avalio que a homossexualidade não tem cura pela simples razão de que não a considero uma doença. E nisso concordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) e com o Conselho Federal de Psicologia. Assim, não acredito em terapias que possam converter héteros em gays ou gays em héteros (não se tem notícia de que alguém tenha buscado tal conversão). Mais: sexualidade não é uma opção — se fosse, a esmagadora maioria escolheria o caminho da maior aceitação social, e, nessa hipótese, as escolhas poderiam até ir mudando ao longo do tempo, à medida que determinadas práticas passassem a ser mais aceitas ou menos.

  5. ELES É Q ESTÃO SENDO PRECONCEITUOSOS POIS A PSICOLOGIA NÃO TRATA NECESSARIAMENTE DE DOENÇAS MENTAIS E SIM COMPORTAMENTAIS E EMOCIONAIS.ENTÃO SE UMA PESSOA FOR DIAGNOSTICADA COM SÍNDROME DO PÂNICO E FOR PROCURAR UM PSICÓLOGO ELA É DOENTE MENTAL????????????? NÃO SEI SE ISSO É PRECONCEITO OU DESINFORMAÇÃO!!!!!!!!!

  6. 10 a 0 pra ignorância. Se não querem deixar a homossexualidade, não precisam suplicar ao Pr. Marco Feliciano. A atitude deles mostra o quem têm dentro da cabeça.

  7. O Pastor Marco Feliciano, antes de ser pastor e politico ele é um ser humano como qualquer outro, e por isso tem o direito de se expressar livremente como qualquer outra pessoa.
    Tenho uma pessoa na minha família, que é homossexual e ñ deixamos de gostar dela apesar dessa escolha dela, nós a amamos, mas deixamos bem claro a ela que ñ aprovamos essa pratica. Ela é conhecedora da palavra de Deus, e vemos no olhar dela a vontade de sair da escravidão do satanás, vemos nela uma vida sofrida e oprimida. Homossexuais, amamos vcs por que Deus na sua palavra, diz para que nós amamos o nosso próximo como a nós mesmos, só que não amamos, e nem aprovamos a pratica de vcs. Cada um com sua escolha. Na palavra de Deus ele diz ” Amo o pecador, mais aborreço o pecado”. Vamos parar de criticar as pessoas e seguir a palavra de Deus. E se vc se sente bem com essa opção, não podemos fazer nada apenas orar pela vida de vcs.

  8. Reinaldo Azeved0

    Nem tudo se resume à minoria na rua. Há outros assuntos em pauta no país. O blog recebeu ontem quase 300 mil visitas. É provável que alguns novos leitores acabem tomando gosto pela página. Nem todos conhecem os debates travados aqui. Pois bem: nos jornais desta quarta, vocês encontrarão o que já está nos sites e portais. Algo mais ou menos assim: “Comissão de Feliciano aprova projeto da cura gay”. É mentira dupla!

    Em primeiro lugar, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara não pertence ao deputado Marco Feliciano (PSC-SP).

    Em segundo lugar, não existe projeto que prevê a cura gay. Isso é uma fantasia do jornalismo militante. Semelhante àquela que sustenta que o Estatuto do Nascituro é “Bolsa Estupro”.

    Tenho 51 anos. Quando eu tinha 20 e poucos, 30 e poucos e, acreditem, até 40 e poucos, era proibido fazer militância política em redação. Cada um que tivesse as suas convicções, mas o compromisso tinha de ser com o fato, segundo valores, a saber: defesa da democracia, do estado de direito, da economia de mercado. Era proibido, por exemplo, mentir , simplificar ou trapacear em nome do bem da humanidade. Jornalista reporta o que vê — e alguns opinam. Mas sem inventar o que não existe num caso ou noutro.

    Ao fato mais recente: a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara aprovou um Projeto de Decreto Legislativo, do deputado João Campos (PSDB-GO), que susta dois trechos de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia. O texto ainda tem de passar pelas comissões de Seguridade Social e de Constituição e Justiça. Se alguém não conhece detalhes do debate — geralmente ignorados porque fica mais fácil fazer proselitismo onde há ignorância, especialmente a bem intencionada — explico tudo abaixo, nos mínimos detalhes, conforme fiz, por exemplo, no dia 2 de maio. Vamos ver.

    O Projeto de Decreto Legislativo 234/11 torna sem efeito o trecho do Artigo 3º e todo o Artigo 4º da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia.

    Então vamos aos documentos. A íntegra do Projeto de Decreto Legislativo está aqui, com a justificativa.

    Reproduzo a parte propositiva.

    Art. 1º Este Decreto Legislativo susta o parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999.
    Art. 2º Fica sustada a aplicação do Parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.
    Art. 3º Este decreto legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

    Então é preciso fazer o que virou raridade nas redações quando os lobbies “do bem” ditam a pauta; saber, afinal, que dizem os trechos que seriam sustados.

    “Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
    Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

    Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

    Comento

    Atenção! A proposta de Decreto Legislativo não toca no caput do Artigo 3º. Ele seria mantido intocado. Como deixa claro o projeto do deputado, seriam suprimidos apenas o Parágrafo Único do Artigo 3º e o Artigo 4º. Como se nota, ao suprimir esses dois trechos da Resolução 1/99, o Projeto de Decreto Legislativo não passa a tratar a homossexualidade como uma doença. É mentira! Também não autoriza a “cura gay”. É outra mentira! São distorções absurdas!

    Fato, não militância

    Procederei a algumas considerações prévias, até que chegue ao cerne da questão. Avalio que a homossexualidade não tem cura pela simples razão de que não a considero uma doença. E nisso concordo com a OMS e com o Conselho Federal de Psicologia. Assim, não acredito em terapias que possam converter héteros em gays ou gays em héteros (não se tem notícia de que alguém tenha buscado tal conversão). Mais: sexualidade não é uma opção, se fosse, a esmagadora maioria escolheria o caminho da maior aceitação social, e, nessa hipótese, as escolhas poderiam até ir mudando ao longo do tempo, à medida que determinadas práticas passassem a ser mais aceitas ou menos.

  9. A mídia brasileira, amiga dos promotores da malfadada “ideologia de gênero”, apelidou um projeto de decreto legislativo do deputado João Campos de projeto da “cura gay” (eu tinha lido uma matéria no G1 e outra na Folha; ambas falavam de “cura gay”, nenhuma dizia o número do PDC). A manipulação é tanta que se você perguntar para qualquer antirreligioso ignorante quem é o autor da proposta, ele certamente vai dizer que foi o pastor Marco Feliciano, que se vê envolvido em mais um desses episódios de fascismo de minorias. Pior, então, se perguntar qual o conteúdo do projeto… Quem ainda não sabe do que estamos falando, pode ter acesso ao Projeto de Decreto Legislativo nº 234/2011 aqui. Ele pretende revogar alguns itens de uma Resolução arbitrária do Conselho Federal de Psicologia. Segundo esta resolução, um psicólogo não pode ajudar um homossexual que, não satisfeito com sua condição, queira mudar de vida.

    Muita bobagem tem sido repetida sobre o assunto, então recomendo abaixo dois bons textos esclarecendo melhor as coisas:

    “Cura Gay”, não! Chamem o PDC 234 de “Liberdade Gay”. É importante notar que a atual restrição ao trabalho dos psicólogos junto aos gays insatisfeitos não possui qualquer base científica, é puramente ideológica. É um abuso de poder que, até onde sei, NÃO OCORRE EM NENHUM OUTRO PAÍS!

    Quando o Conselho Federal de Psicologia impede os psicólogos de ajudarem os homossexuais que, de livre vontade, desejam escapar do mundo escorregadio da cultura gay, ele simplesmente os sepulta à condição sexual promíscua e de risco à saúde própria deste universo. Vale a pena lembrar que o mesmo órgão que eles evocam para dizer que a homossexualidade não é uma doença, ou seja, a Organização Mundial da Saúde, é o órgão a afirmar que o risco de homossexuais contraírem AIDS é 20 vezes maior que o do restante da população. Além disso, segundo um estudo publicado pela revista médica The Lancet, uma das mais importantes publicações científicas na área, o sexo entre homens é um sério fator de risco para o câncer anal e doenças sexualmente transmissíveis.

  10. Porque o perverso é abominável ao SENHOR, mas com os sinceros ele tem intimidade.
    A maldição do SENHOR habita na casa do ímpio, mas a habitação dos justos abençoará.
    Certamente ele escarnecerá dos escarnecedores, mas dará graça aos mansos.
    Os sábios herdarão honra, mas os loucos tomam sobre si vergonha.
    Provérbios 3:32-35

  11. Fácil entender a “Cura Gay”:
    1. Ninguém nasce gay (isto é fato científico – além de coisa bastante óbvia);
    2. É direito dos que já entenderam que estão na contra mão da natureza, enfim, é direito destes se tratarem para que parem de sofrer de uma man eira tão fora do comum (sim, pois quando se contraria a natureza, não há como ser feliz – muito embora, existam muitos que tentam fingir felicidade em uma vida assim);
    3. É óbvio também que Deus ensina e mostra o que convém. Ora, a não ser que exista ódio mal disfarçado pela pessoa do CRIADOR (Deus), é de se esperar que haja consideração com a declaração (aliás fácil de entender) de que Deus CRIOU homem (para se unir à mulher) e mulher (para se unir ao homem). Muitíssimo fácil de entender, pois, afinal de contas, 2 +2 é igual a 4“.

    Eduardo Moraes de Mattos – Coordenador do MOVIMENTO Escola Bíblica Diferente – A DIFERENÇA está no IR ALÉM, sem conversa fiada.

  12. Veja o outro trecho:
    Art. 4º – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

    Segundo o triste deputado e o doente Feliciano.
    Após revogar este art.4º, os psicólogos cristãos como Silas, poderam se prounciar nos meio de comunicação reforçando os preconceitos sociais existentes, e dizendo que o homossexual é portador de desordem psíquica, ou seja ” doente”

    Quem vocês querem enganar,??? O povo já cansou de políticos mesquinhos e seus rebanhos de manobra, hoje parte da igreja cristã, é como partido político um lixo.

  13. “Uma das finalidades do projeto PDC 234 (NÃO, o nome não é “Cura Gay”) é resgatar a premissa inicial do artigo 5º da Constituição, de que todos são iguais perante a Lei. E essa resolução do Conselho Federal de Psicologia que “proíbe psicólogos de atenderem homossexuais que busquem ajuda profissional para mudar sua orientação sexual”, ofende esse princípio na medida em que discrimina o homossexual e não dá o mesmo tratamento ao heterossexual.” (adaptado). Essas foram as palavras de João Campos, o verdadeiro autor do projeto. (NÃO, não foi Marco Feliciano quem criou). Sabe por que muitos reclamam? Porque querem aquilo que lhe convém. Muitos só querem ser tratados iguais perante a lei quando os favorece. Então, deixem o cara em paz, fala sério.

  14. Se essas pessoas que ficam por ai falando mal do povo evangélico aproveitasse um pouquinho do seu tempo para ler a bíblia eles não perderiam o resto do tempo falando bobagens, principalmente a onde conta a historia de Salomão que foi o rei mais sábio que já existiu e também o mais próspero, agora eu pergunto se já existiu governadores e reis que foram tão abençoados por Deus porque ainda existe crente falando que cristão não pode ser politico? pois a bíblia diz que o povo tem o governo que merece, ou seja quando votamos mal e claro que seremos mal governados e vise e versa. o que vemos é que o povo pode até ler a bíblia mas não tem sabedoria para entende la. antes de ler temos que pedir a Deus o entendimento das escrituras.

  15. Engraçado que o Feliciano pode falar tudo que ele quer a respeito de todo mundo. Ai quando as pessoas resolvem se manifestar em frente a casa dele,por não concordar com as opiniões ditas por ele em rede nacional..Vocês evangélicos vem com grosserias e defendendo ele.
    Deus prega Amor,Paz,Tranquilidade,Caridade,Honestidade,
    Penso que nesses anos Feliciano não teve outra coisa pra falar a não ser de Gays e negros,ele já vem a algum tempo julgando e colocando sua opinião em todas as emissoras. Acho que por ele ser um representante evangélico e que prega a palavra de Deus ele deve ter um pouco mais de respeito com as pessoas,
    Ele esquece que os gays tem família e vai falando as barbaridades que ele fala,julgando e ridicularizando as pessoas.
    Deus quer a união o respeito a diversidade porque ser diferente é normal,no que atrapalha a vida dele um casal homossexual,penso que ele deveria cuidar da saúde,educação e que se ele abrisse uma ong em cada cidade que ele tem uma igreja o pais estaria totalmente a favor dele.
    Mas o que os evangélicos tem de diferente é que eles não ajudam ninguém da sociedade a não ser a si próprios.
    Julgam a Igreja católica mas ela faz de um tudo pra ajudar aos pobres
    Julgam o Espiritismo mas eles ajudam a muitas pessoas
    Nunca vi nenhuma instituição sendo beneficiada por uma igreja evangélica.
    E outra ele é tão bom que a própria igreja Assembleia não quis ele na coordenação,presidindo nada o dinheiro não vinha né
    Mas de uma coisa eu sei,se ele quis fama e ser conhecido nacionalmente ele conseguiu.
    Mas Deus ele é pai não é padrasto ele cuida e ampara e mostra a verdade e a verdade já está sendo estampada na cara de muitos,só os que tem a mente oca não consegue entender,mas não culpo essas pessoas pq lavagem cerebral acontece.
    Deus faz o milagre sem recurso,não precisa de dinheiro pra se ter o milagre de Deus
    Então aproveita que ainda tem um tempinho de mandato e tenta fazer algo pra sociedade usando o seu nome para que vc tente limpar seu currículo sujo com a população.
    Antes de julgar aos outros ou apontar os defeitos e condições sexuais,lembre de que quando você aponta 1 dedo 3 se volta contra vc. Amar uns aos outros,respeitar uns aos outros servir a Deus com dignidade e respeito e transmitir a palavra de uma forma correta não de uma interpretação que vc idealiza para render algo ofensor ao ser humano.
    Jesus te ama mas hoje não posso dizer que eu também porque você não está merecendo o amor de ninguém nesse momento.

  16. As pessoas estão ficando cada vez mais burras em questão de entendimento sobre determinados assuntos por causa dessa imundice da imprensa brasileira ridícula que manipula essas pessoas como querem. E por falta de o individuo buscar conhecer primeiro vai pelo que sai da boca dos reportes. O Brasil ta morto se depender da rede globo! Tudo incitação à violência criada por essa emissora de fossa!

  17. Esse povo não tem o que fazer não ? Procurem ler e se atualizar primeiro pra depois tomar atitudes desnecessárias. O projeto não trata de cura gay e nem é de autoria do Pr.Feliciano. Isso é coisa que a mídia inventou. Vão lá pra casa dos mensaleiros.

  18. Povo politicamente desinformado se torna massa de manobra na mão de meios de comunicação tendenciosos, e que visam beneficiar determinado grupo em detrimento e incitação ao ódio a outros seguimentos da sociedade e a pessoas a eles ligados. Marcos Feliciano é o representante da comissão, e não há pessoa que aprova os projetos apresentados.
    Significado de Comissão
    s.f. Atribuição de uma função, de um encargo.
    Conjunto de pessoas designadas por uma autoridade ou escolhidas por uma assembléia para estudar determinado projeto, para dar pareceres etc.

  19. Deixaara o homem seu pai e sua mãe, se unirá a sua esposa sendo uma só carne. homem com mulher e mulher com hoem.

    E disse Adão esta (EVA) é carne de minha carne e osso dos meus ossos.
    Deus é contra o homssexualismo. E ele pode curar-te do hossexualismo

    • Usar o velho testamento para justificar o ódio aos homoesseuxuais? Nesse caso, por que não usa também TODO o velho testamento para justificar estupro, crueldade, matança, escravidão, machismo? Ou não leu a sua bíblia toda? Claro que não, como o bom crente ignorante que apenas ouve padres, pastores e outras “autoridades”, que lhes fazem as cabeças com o que parece bonzinho na bíblia.

  20. Puxa hein, quanta gente na “manifestação”, kkkkkkk…, com esse número de pessoas deviam era terem vergonha de irem para as ruas kkkkkkkkkkk…#gaysfracassados…

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