Marisa Lobo faz alerta sobre “ideologia de gênero” no Plano Nacional de Educação

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A psicóloga Marisa Lobo tem feito alertas constantes a respeito das discussões em torno do novo Plano Nacional da Educação (PNE). Entre as criticas feitas pela psicóloga ao documento que ditará as normas a serem seguidas pelos educadores de todo o país pelos próximos dez anos, está a de que ele está “contaminado” com ideologia de gênero que, segundo ela, serviria para reorientar a sociedade.

Em nota sobre o tema enviada à redação do Gospel+, Marisa Lobo faz duras críticas à presença dessa ideologia no PNE, e afirma que em países que foram “dominados” pela ideologia de gênero a família ter sofrido sérios prejuízos. Como exemplo, ela afirma que na Suécia os pais estão isolados de suas crianças.

– A vitória da ideologia de gênero significaria a permissão de toda perversão sexual (incluindo o incesto e a pedofilia), a incriminação de qualquer oposição ao homossexualismo (crime de “homofobia”), a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos, a extinção da família e a transformação da sociedade em uma massa informe, apta a ser dominada por regimes totalitários – afirma a psicóloga.

– Muitos brasileiros ainda não entenderam o perigo da ideologia de gênero. Políticos querendo ser politicamente corretos em época de eleição estão condenando o Brasil a uma farsa que vai promover a maior guerra de gerações jamais vista. E aqui chamo a atenção também das lideranças religiosas, que tem um papel fundamental de alerta e esclarecimentos de seus membros e se fecham em suas igrejas de forma egoísta. Líderes que se alienam por vontade ou por omissão e não querem discutir o assunto, colocando em risco a própria igreja, pois não preparam os membros para conviver sem se contaminar com essas ideologias farsantes – completa.


Citando dados de uma entrevista feita pelo portal LifeSiteNews ao educador sueco Jonas Himmelstran, autor do livro “Seguindo seu coração: na utopia social da Suécia”, Marisa Lobo afirma que “o currículo nacional da Suécia procura combater os “estereótipos” de gênero, ou seja, os ‘papéis’ atribuídos pela sociedade a cada sexo”.

– A escola “Egalia”, do distrito de Sodermalm, em Estocolmo, evita o uso dos pronomes “ele” (han) ou “ela” (hon) quando se dirige aos mais de trinta meninos e meninas que lá estudam, com idade de um a seis anos. Em vez disso, usa-se a palavra sexualmente neutra “hen”, um termo inventado que não existe em sueco, mas que é amplamente usado por feministas e homossexuais – explica Marisa Lobo, quem completa ainda afirmando que a escola contratou um “pedagogo de gênero” para ajudar os professores a removerem todas as referências masculinas ou femininas na linguagem e no comportamento dos estudantes.

– Os tradicionais livros infantis são substituídos por outros que tratam de duplas homossexuais, mães solteiras, crianças adotadas e ensinam “novas maneiras de brincar”. Jenny Johnsson, uma professora da escola, afirma: “a sociedade espera que as meninas sejam femininas, delicadas e bonitas e que os meninos sejam masculinos, duros e expansivos. Egalia lhes dá uma oportunidade fantástica para que eles sejam qualquer coisa que queiram ser – ressalta a psicóloga.

Afirmando que tal imposição educacional acontece na Suécia sem nenhum controle dos pais, Marisa Lobo afirma que o homossexualismo foi tão amplamente aceito pelos suecos, que “nos livros de educação sexual, eles não falam em alguém ser heterossexual ou homossexual. Tais coisas não existem, pois para eles todos são bissexuais; é apenas uma questão de escolha”.

A psicóloga traça ainda um paralelo entre a forma com que o governo da Suécia aborda a homossexualidade, ressaltando que o país aprovou uma lei de “crimes de ódio” que proíbe críticas à conduta homossexual, com o Brasil, onde afirma sofre acusações por falar contra a chamada ideologia de gênero.

– Aqui no Brasil, estou sendo acusada por um conselho de psicologia por enfrentar esses abusos, a psicologia perdeu a identidade, pois hora diz que não é doença, hora diz que é orientação e agora caminha um retorno à escolha sexual, ou seja, estamos vivendo sob o domínio de profissões que além de não serem científicas, ainda não se entendem ou mudam de ideia sobre a sexualidade a cada falácia, a cada ideologia inventada, neste momento só vejo a pedofilia como próxima luta dessa ideologia de gênero – afirma Marisa Lobo.

Ela concluir citando Johan Lundell, secretário geral do grupo sueco pró-vida, segundo o qual a Suécia quis criar um “socialismo de famílias” por meio de uma “engenharia social”, e afirma que “os frutos são patentes: casamentos em baixa, divórcios em alta, a família assediada e oprimida pelo totalitarismo estatal”.

Por Dan Martins, para o Gospel+

41 COMENTÁRIOS

  1. FALTOU ela citar os INDICATIVOS de Qualidade de Vida e Desenvolvimento da SUÉCIA.
    ANOS-LUZ à frente do Brasil. É por isso que achamos tudo estranho. Somos ET’s do 3º mundo.

    • Não ofende os ET’s. Eric.

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      ET’S são seres evoluíveis. Diferente dos fundamentalistas que são mais atrasados do que homens das cavernas.

      • vemos bem a evolução da especie humana, acreditam em et e não em DEUS, poxa realmente são seres do outro mundo, mas é simples mudem para suécia, cxlaro sei que não tem dinheiro vão para a argentina é a mesma coisa, ou vão se danar

      • Eu concordo com vocês e se aceitarmos essa lei vai atrapalhar ainda mais o Brasil, pois não somos evoluidos o suficiente. Vamos esperar mais uns 199 anos, assim evoluimos e podemos implantar algo assim, pois até acho que já estaremos no primeiro mundo

    • Entendi. Então se nós tivéssemos aprovado hoje o PNE com a ideologia de gênero, nós poderíamos esperar uma queda no número de mais de 50 mil homicídios por ano?

    • Quando alguém diz: “país de 1º Mundo”, na maioria das vezes esquece- se que essa ostentação tem um preço caro. A Suécia foi um dos países que retalhou, a Africa, embora em menor escala que outros países da Europa, após explorar até não poder mais as riquezas de sua colonia no Golfo da Guiné , disseminando apenas miséria, fome guerras e mais desgraças para o povo local deixando as regiões dominadas com graves crises socioeconômicas e conflitos civis. Seu território igualmente é uma colcha de retalhos de outros países que ela conquistou com derramamento de sangue.
      O Brasil é um pais de 3º Mundo, como queira, por que não aprendeu essa lição: explorar os outros países mais pobres. Bastasse o Brasil investir em armamentos bélicos pesados, tomar posse de terras colombianas, venezuelanas e uruguaias, paraguaias, etc. e as explorasse juntamente com seus povos ao extremo que logo, logo ostentaria o mesmo título, teria um alto nível de vida aqui dentro e seria um membro permanente no Conselho da ONU enquanto seu lixo seria varrido para debaixo do tapete com fazem os grandes e o mundo pobre afora ainda teria os seus admiradores para dizer “país bom é o Brasil que é de 1º Mundo!”
      Pelo bem da humanidade, não gostaria de morar em um pais rico às custas da miséria de outros. Prefiro ver o Brasil resolver seus problemas domésticos e alcançar um nível aceitável de vida sem assaltar os já tão sofridos países da periferia capitalista.

  2. O modelo sueco serve nos muito bem, mas está muito longe de se ter esta realidade aqui, haja vista o que temos vivido longamente. A briga é política, pois há muitos que desfraldam esta bandeira da questão de gênero para alcançar o poder, e uma vez estando lá, escrevem em seus petit comité de atos corruptiveis ” que a luta contra a corrupção é discurso de quem ainda não chegou no poder”, lula e marta por aqui usaram a bandeira do gênero a favor deles e ganhou projeção nacional, tanto é que a influência política do “cabra” imiscuiu em toda América Latina, mas não creia quem quer que seja, que a família não é a base de toda a nação, acabando a família nós seremos uma pátria de “vagabos”, pois a família é o primeiro circulo que devemos tomar posse, liderança, e alicercando para o crescimento, moral, ético, etc… e sob este aspecto é natural a reprodução humana, não a adesão humana, se não pode ser chamada de doença, mas posso considerar já algo endêmico.

    • Janio, sobre a gestão é inquestionável assim como a base dos serviços prestados ao cidadãos de lá, tudo quase perfeito. O que é inadmissível é a gerência absoluta sobre as decisões tomadas pelo núcleo familiar e a falta de opção para os cidadãos que não comungam de políticas com tais características. Por isso estamos intensificando a presença de educandários católicos na Suécia, mesmo com todos os entraves gerados pelo governo de lá..

  3. O exemplo da Suécia.

    Um país totalmente contaminado pela ideologia de gênero

    Por Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz

    O Projeto de Lei 8035/2010, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020, trazia termos próprios da ideologia de gênero: “igualdade de gênero e de orientação sexual”, “preconceito e discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero”. O Senad0 Federal, porém, em dezembro de 2013, aprovou um substitutivo (PLC 103/2012) que eliminou toda essa linguagem ideológica. De volta à Câmar@, o projeto agora enfrenta a fúria dos deputad0s do PT e seus aliados, que pretendem reintroduzir o “gênero” no PNE, a fim de dar uma base legal à ideologia que o governo já vem ensinando nas escolas. O relator Angelo Vanhoni (PT/PR) emitiu em 09/04/2014 um parecer pela rejeição do inciso III do artigo 2º do Substitutivo do Senad0 Federal (sem “gênero”) e pelo retorno, em seu lugar, do inciso III do artigo 2º do texto da Câmar@ dos Deputad0s (com “gênero”).

    Nem todos compreendem a importância e a extensão do problema. A vitória da ideologia de gênero significaria a permissão de toda perversão sexual (incluindo o incesto e a pedofilia), a incriminação de qualquer oposição ao homossexualismo (crime de “homofobia”), a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos, a extinção da família e a transformação da sociedade em uma massa informe, apta a ser dominada por regimes totalitários.

    Aos Cristãos católicos especificamente
    Alguns Bispos já alertaram a população para o perigo: Dom Orani Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)[1], Dom Antonio Carlos Rossi Keller, Bispo de Frederico Westphalen (RS), Dom Antônio Fernando Saburido, Arcebispo de Olinda e Recife (PE), Dom Paulo Mendes Peixoto, Arcebispo de Uberaba (MG), Dom José Benedito Simão, Bispo de Assis (SP) e Dom Fernando Rifan, Bispo da Administração Apostólica São João Maria Vianey.

    Se quisermos, porém, ver o que é um país dominado pela ideologia de gênero, basta olharmos para a Suécia.

    Pais isolados das crianças

    Os dados a seguir foram extraídos de uma entrevista feita em 2011 pelo portal LifeSiteNews a Jonas Himmelstrand, um experiente educador sueco, autor do livro “Seguindo seu coração: na utopia social da Suécia”, publicado em 2007 e ainda pendente de tradução.

    Na Suécia, as crianças de um ano de idade são enviadas para as creches subsidiadas pelo Estado, onde permanecem desde a manhã até o entardecer. Enquanto isso, os pais ficam trabalhando fora do lar (a fim de arcarem com os elevados impostos cobrados), inclusive a mãe, pois a ideologia de gênero impede a mulher de ficar “trancada em casa e no fogão”, conforme uma expressão sueca. Num país de aproximadamente 100.000 nascimentos anuais, as estatísticas mostram que das crianças suecas entre 18 meses e 5 anos de idade, 92% estão nas creches.

    “Você não é forçado a fazer isso… propaganda é uma palavra forte”, diz Himmelstrand, “mas as informações sobre os benefícios das creches” vindas dos meios de comunicação e outras fontes “fazem os pais que mantêm seus filhos em casa até os 3 ou 4 anos de idade se sentirem socialmente marginalizados”.

    Segundo Himmelstrand, “o problema central do modelo sueco é que ele está financeiramente e culturalmente obrigando os pais e as mães a deixar nas creches seus filhos a partir da idade de um ano, quer eles achem que isso é certo ou não”.

    Crianças massificadas nas escolas

    O currículo nacional da Suécia procura combater os “estereótipos” de gênero, ou seja, os “papéis” atribuídos pela sociedade a cada sexo. A escola “Egalia”, do distrito de Sodermalm, em Estocolmo, evita o uso dos pronomes “ele” (han) ou “ela” (hon) quando se dirige aos mais de trinta meninos e meninas que lá estudam, com idade de um a seis anos. Em vez disso, usa-se a palavra sexualmente neutra “hen”, um termo inventado que não existe em sueco, mas que é amplamente usado por feministas e homossexuais. A escola contratou um “pedagogo de gênero” para ajudar os professores a removerem todas as referências masculinas ou femininas na linguagem e no comportamento. Os blocos Lego e outros brinquedos de montar são mantidos próximos aos brinquedos de cozinha, a fim de evitar que seja dada qualquer preferência a um “papel” sexual. Os tradicionais livros infantis são substituídos por outros que tratam de duplas homossexuais, mães solteiras, crianças adotadas e ensinam “novas maneiras de brincar”. Jenny Johnsson, uma professora da escola, afirma: “a sociedade espera que as meninas sejam femininas, delicadas e bonitas e que os meninos sejam masculinos, duros e expansivos. Egalia lhes dá uma oportunidade fantástica para que eles sejam qualquer coisa que queiram ser”.

  4. O exemplo da Suécia.

    Um país totalmente contaminado pela ideologia de gênero

    Por Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz

    O Projeto de Lei 8035/2010, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020, trazia termos próprios da ideologia de gênero: “igualdade de gênero e de orientação sexual”, “preconceito e discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero”. O Senad0 Federal, porém, em dezembro de 2013, aprovou um substitutivo (PLC 103/2012) que eliminou toda essa linguagem ideológica. De volta à Câmar@, o projeto agora enfrenta a fúria dos deputad0s do PT e seus aliados, que pretendem reintroduzir o “gênero” no PNE, a fim de dar uma base legal à ideologia que o governo já vem ensinando nas escolas. O relator Angelo Vanhoni (PT/PR) emitiu em 09/04/2014 um parecer pela rejeição do inciso III do artigo 2º do Substitutivo do Senad0 Federal (sem “gênero”) e pelo retorno, em seu lugar, do inciso III do artigo 2º do texto da Câmar@ dos Deputad0s (com “gênero”).

    Nem todos compreendem a importância e a extensão do problema. A vitória da ideologia de gênero significaria a permissão de toda perversão sexual (incluindo o incesto e a pedofilia), a incriminação de qualquer oposição ao homossexualismo (crime de “homofobia”), a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos, a extinção da família e a transformação da sociedade em uma massa informe, apta a ser dominada por regimes totalitários.

    Aos Cristãos católicos especificamente
    Alguns Bispos já alertaram a população para o perigo: Dom Orani Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)[1], Dom Antonio Carlos Rossi Keller, Bispo de Frederico Westphalen (RS), Dom Antônio Fernando Saburido, Arcebispo de Olinda e Recife (PE), Dom Paulo Mendes Peixoto, Arcebispo de Uberaba (MG), Dom José Benedito Simão, Bispo de Assis (SP) e Dom Fernando Rifan, Bispo da Administração Apostólica São João Maria Vianey.

    Se quisermos, porém, ver o que é um país dominado pela ideologia de gênero, basta olharmos para a Suécia.

    Pais isolados das crianças

    Os dados a seguir foram extraídos de uma entrevista feita em 2011 pelo portal LifeSiteNews a Jonas Himmelstrand, um experiente educador sueco, autor do livro “Seguindo seu coração: na utopia social da Suécia”, publicado em 2007 e ainda pendente de tradução.

    Na Suécia, as crianças de um ano de idade são enviadas para as creches subsidiadas pelo Estado, onde permanecem desde a manhã até o entardecer. Enquanto isso, os pais ficam trabalhando fora do lar (a fim de arcarem com os elevados impostos cobrados), inclusive a mãe, pois a ideologia de gênero impede a mulher de ficar “trancada em casa e no fogão”, conforme uma expressão sueca. Num país de aproximadamente 100.000 nascimentos anuais, as estatísticas mostram que das crianças suecas entre 18 meses e 5 anos de idade, 92% estão nas creches.

    “Você não é forçado a fazer isso… propaganda é uma palavra forte”, diz Himmelstrand, “mas as informações sobre os benefícios das creches” vindas dos meios de comunicação e outras fontes “fazem os pais que mantêm seus filhos em casa até os 3 ou 4 anos de idade se sentirem socialmente marginalizados”.

    Segundo Himmelstrand, “o problema central do modelo sueco é que ele está financeiramente e culturalmente obrigando os pais e as mães a deixar nas creches seus filhos a partir da idade de um ano, quer eles achem que isso é certo ou não”.

  5. O exemplo da Suécia.

    Um país totalmente contaminado pela ideologia de gênero

    Por Pe Luiz Carlos Lodi da Cruz

    O Projeto de Lei 8035/2010, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020, trazia termos próprios da ideologia de gênero: “igualdade de gênero e de orientação sexual”, “preconceito e discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero”. O S-e-n-a-d-0, porém, em dezembro de 2013, aprovou um substitutivo (PLC 103/2012) que eliminou toda essa linguagem ideológica. De volta à congresso, o projeto agora enfrenta a fúria dos d-e-p-u-t-a-d-0-s do P-T e seus aliados, que pretendem reintroduzir o “gênero” no PNE, a fim de dar uma base legal à ideologia que o governo já vem ensinando nas escolas. O relator Angel0 Vanh0ni (PT-PR) emitiu em 09/04/2014 um parecer pela rejeição do inciso III do artigo 2º do Substitutivo do S-e-n-a-d-0 (sem “gênero”) e pelo retorno, em seu lugar, do inciso III do artigo 2º do texto da C-â-m-a-r-@ dos dep. (com “gênero”).

    Nem todos compreendem a importância e a extensão do problema. A vitória da ideologia de gênero significaria a permissão de toda perversão sexual (incluindo o incest0 e a ped0filia), a incriminação de qualquer oposição ao hom0ssexualismo (crime de “h0mofobia”), a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos, a extinção da família e a transformação da sociedade em uma massa informe, apta a ser dominada por regimes t0talitários.

    Se quisermos, porém, ver o que é um país dominado pela ideologia de gênero, basta olharmos para a Suécia.

    Pais isolados das crianças

    Os dados a seguir foram extraídos de uma entrevista feita em 2011 pelo portal LifeSiteNews a Jonas Himmelstrand, um experiente educador sueco, autor do livro “Seguindo seu coração: na utopia social da Suécia”, publicado em 2007 e ainda pendente de tradução.

    Na Suécia, as crianças de um ano de idade são enviadas para as creches subsidiadas pelo Estado, onde permanecem desde a manhã até o entardecer. Enquanto isso, os pais ficam trabalhando fora do lar (a fim de arcarem com os elevados impostos cobrados), inclusive a mãe, pois a ideologia de gênero impede a mulher de ficar “trancada em casa e no fogão”, conforme uma expressão sueca. Num país de aproximadamente 100.000 nascimentos anuais, as estatísticas mostram que das crianças suecas entre 18 meses e 5 anos de idade, 92% estão nas creches.

    “Você não é forçado a fazer isso… propaganda é uma palavra forte”, diz Himmelstrand, “mas as informações sobre os benefícios das creches” vindas dos meios de comunicação e outras fontes “fazem os pais que mantêm seus filhos em casa até os 3 ou 4 anos de idade se sentirem socialmente marginalizados”.

    Segundo Himmelstrand, “o problema central do modelo sueco é que ele está financeiramente e culturalmente obrigando os pais e as mães a deixar nas creches seus filhos a partir da idade de um ano, quer eles achem que isso é certo ou não”.

    Crianças massificadas nas escolas

    O currículo nacional da Suécia procura combater os “estereótipos” de gênero, ou seja, os “papéis” atribuídos pela sociedade a cada sex0. A escola “Egalia”, do distrito de Sodermalm, em Estocolmo, evita o uso dos pronomes “ele” (han) ou “ela” (hon) quando se dirige aos mais de trinta meninos e meninas que lá estudam, com idade de um a seis anos. Em vez disso, usa-se a palavra sexualmente neutra “hen”, um termo inventado que não existe em sueco, mas que é amplamente usado por feministas e homossexuais. A escola contratou um “pedagogo de gênero” para ajudar os professores a removerem todas as referências masculinas ou femininas na linguagem e no comportamento. Os blocos Lego e outros brinquedos de montar são mantidos próximos aos brinquedos de cozinha, a fim de evitar que seja dada qualquer preferência a um “papel” sexual. Os tradicionais livros infantis são substituídos por outros que tratam de duplas homossexuais, mães solteiras, crianças adotadas e ensinam “novas maneiras de brincar”. Jenny Johnsson, uma professora da escola, afirma: “a sociedade espera que as meninas sejam femininas, delicadas e bonitas e que os meninos sejam masculinos, duros e expansivos. Egalia lhes dá uma oportunidade fantástica para que eles sejam qualquer coisa que queiram ser”.

    • “Educação sexual”

      Nas creches e escolas, totalmente fora do controle dos pais, as crianças são submetidas a uma “educação sexual”. Johan Lundell, secretário geral do grupo sueco pró-vida “Ja till Livet” (Sim à vida) explica que se ensina às crianças que tudo que lhes traz prazer é válido[5]. Os professores são orientados a perguntar aos alunos: “o que te excita?”. Segundo Lundell, o homossexualism0 foi tão amplamente aceito pelos suecos, que “nos livros de educação sexual, eles não falam em alguém ser heterossexual ou hom0ssexual. Tais coisas não existem, pois para eles todos são bissexuais; é apenas uma questão de escolha”.

      Lundell cita uma cartilha publicada por associações homossexuais e impressa com o auxílio financeiro do Estado: “Eles escrevem de maneira positiva sobre todos os tipos de sexualidade, qualquer tipo, mesmo os mais depravados atos sexuais, e essa cartilha entra em todas as escolas”.

      Perseguição estatal

      Na esteira da ideologia de gênero, a Suécia aprovou uma lei de “crimes de ódio” que proíbe críticas à conduta hom0ssexual. Em julho de 2004, o pastor pentecostal Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão qualificando o h0mossexualismo como “um tumor canceroso anormal e horrível no corpo da sociedade”.

      Os pais são proibidos de aplicar qualquer castigo físico aos filhos, mesmo os mais moderados. Em 30 de novembro de 2010, um tribunal de um distrito da Suécia condenou um casal a nove meses de prisão e ao pagamento de uma multa equivalente a R$ 23.800,00. O motivo foi que os pais admitiram que batiam em três de seus quatro filhos como parte normal de seus métodos de educação. Embora os documentos apresentados não relatassem nenhum tipo de abuso e o próprio tribunal admitisse que os pais “tinham um relacionamento de amor e cuidado com seus filhos”, as crianças foram afastadas da família e enviadas para um orfanato estatal.

      Em junho de 2009, o governo sueco tomou do casal Christer e Annie Johansson o seu filho Dominic Johansson, depois que a família embarcou em um avião para se mudar para o país de origem de Annie, a Índia. O motivo alegado é que o casal, em vez de enviar seu filho para as escolas estatais, havia resolvido educá-lo em casa, uma prática conhecida como “home schooling” (escola em casa), amplamente praticada nos Estados Unidos e outros países, com excelentes resultados pedagógicos. As autoridades suecas, porém, decidiram remover permanentemente Dominic de seus pais, alegando que o ensino domiciliar não é um meio apropriado para educar uma criança.

      Aborto

      Entre 2000 e 2010, quando o resto da Europa estava dando sinais de uma redução da taxa anual de abortos, o governo sueco divulgou que a taxa tinha aumentado de 30.980 para 37.693. A proporção de abortos repetitivos cresceu de 38,1% para 40,4%. – o mais alto nível já atingido – enquanto o número de mulheres que tinha ao menos quatro abortos prévios cresceu de 521 para aproximadamente 750. A Suécia é o único país da Europa em que o aborto é permitido por simples pedido da gestante até 18 semanas de gestação. Menores de idade podem fazer aborto sem o consentimento dos pais e os médicos não têm direito à objeção de consciência.

      Decadência social

      Segundo Himmelstrand, tudo na Suécia dá sinais de decadência: adultos com problemas de saúde relacionados com “stress”, jovens com declínio na saúde psicológica e nos resultados escolares, grande número de pessoas com licença médica e a incapacidade dos pais de se conectarem com seus filhos.

      Para Lundell, a Suécia quis criar um “socialismo de famílias” por meio de uma “engenharia social”. Os frutos são patentes: casamentos em baixa, divórcios em alta, a família assediada e oprimida pelo totalitarismo estatal.

      Convém olhar para o exemplo sueco antes de se votar a reintrodução da ideologia de gênero no PNE. É a própria família brasileira que está em perigo.

      • A Suécia é um país socialista, com uma elite ateia e marxista que governa este país com ideologias de gênero…
        Consequência: a Suécia tem um dos maiores índices de suicídio do mundo (se não for o maior entre os jovens).
        Recentemente, o Brasil adquiriu uns caças para a FAB em virtude dos voos de políticos para assuntos pessoais.
        Que país queremos deixar para os nossos filhos e para a geração futura?!?

      • Palmadas educativas sempre, e não há lei que interfira nessa relação. Quanto ao projeto de lei 7672/2010 ainda está no senado justamente por interferir na educação familiar. Certamente castigos físicos exagerados, tratamentos cruéis ou degradantes não devem ser aplicados pelos pais.

      • Alex, palmadas educativas sempre, e não há lei que interfira nessa relação. Quanto ao projeto de lei 7672/2010 ainda está no senado justamente por interferir na educação familiar. Certamente castigos físicos exagerados, tratamentos cruéis ou degradantes não devem ser aplicados pelos pais.

  6. Peço a todos os segmento cristão que liguem para o Disque Câmara 0800 619 619 – Tecle “9”

    Desejo enviar uma mensagem aos membros da Comissão que votará o Plano Nacional de Educação (PL 8035/2010).

    Solicito a Vossa Excelência que vote pela rejeição do parecer do relator e pelo retorno ao substitutivo do Senado, que elimina do texto a ideologia de gênero. A família brasileira agradece.

    Paz e Bem

  7. Recomendo a todos o livro de Dale O’ Leare “Agenda de Gênero: Redefinindo a Igualdade”.
    Os que nem fazem idéia do que significa a agenda de gênero, mais conhecida como “agenda gay” precisam ler e se inteirar dos fatos. Não se trata de um livro religioso, mas de um estudo sobre as artimanhas politicas desse grupo que posa de “coitadinho” para ser assistido. vale a pena conferir e para não ficar apenas nisso, o movimento CitizenGO promove petições contra esse novo PNE que está em tramitação nos corredores de Brasília. Visitem a página do movimento e deem sua ajuda!

  8. Continuam com discurso preconceituoso .Pedofilia e incesto nada tem a ver com homossexualidade . Fanatismo religioso tem limites . O que vai acrescentar na vida de qualquer crente os homossexuais terem seus direitos de cidadãos negados ? Até mesmo na igreja e na casa de vcs tem pessoas homossexuais que até hoje sofrem calados por não poderem se assumir.Estamos em 2014 e vcs continuam ridicularizando o cristianismo verdadeiro fazendo com que suas igreja sejam vistas como manicômio e pessoas fofoqueiras ,hipócritas , verdadeiros fariseus do mundo moderno que substituem o amor ao próximo por perseguição e intolerância. Se Jesus nascesse hoje ele não seria cristão ,pois o que pregou é totalmente contrario a essa $ujeira que chamam de igreja !!!

  9. A Suécia é o País da moral e dos bons costumes,pois lá não é o PARAÍSO DA CORRUPÇÃO
    E IMPUNIDADE COMO AQUI NO BRASIL.Lá a Bíblia não é usada de acordo com interesses de
    donos de seitas fanáticas e fundamentalistas.A Bíblia lá tem objetivo de inclusão social e o resultado é o amor incondicional de JESUS CRISTO.É o País das benções e benções de DEUS
    sem medida.Feliz é a Suécia cujo DEUS é o SENHOR.As Leis justas e humanas para todos já
    retratam o caráter de DEUS.Nada de ateísmo.Lá é crente do protestantismo histórico.

  10. A Suécia é o País da moral e dos bons costumes,pois lá não é o PARAÍSO DA CORRUPÇÃO
    E IMPUNIDADE COMO AQUI NO BRASIL.Lá a Bíblia não é usada de acordo com interesses de
    donos de seitas fanáticas e fundamentalistas.A Bíblia lá tem objetivo de inclusão social e o resultado é o amor incondicional de JESUS CRISTO.É o País das benções e benções de DEUS
    sem medida.Feliz é a Suécia cujo DEUS é o SENHOR.As Leis justas e humanas para todos já
    retratam o caráter de DEUS.Nada de ateísmo.Lá é crente do protestantismo histórico.

  11. Essa história de moderação vem de forma tendenciosa ,pois milhares de pessoas que não são crentes visitavam essa pagina todos os dias,pois era democrática .Agora vcs só vão deixar os comentários dos fanáticos .. .Tá certo nunca mais entro nesta pagina . Acredito que milhares de pessoas farão o mesmo.

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