Pastor toma iniciativa de combater perseguição religiosa feita pelo crime organizado na Argentina

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Um pastor batista se tornou manchete na Argentina por decidir enfrentar, na Justiça, quadrilhas do crime organizado no país que vêm interferindo na atuação das igrejas evangélicas.

Na última quinta-feira, 13 de novembro, foi realizada a primeira audiência solicitada pelo advogado Alejandro Escribano para tentar esclarecer as dúvidas que giram em torno da tentativa de homicídio dos pastores Marcelo Nieva e Daniel Carreño.

Marcelo e Daniel foram atacados por homens armados que dispararam tiros de pistola 9mm em plena luz do dia na cidade de Córdoba.

A iniciativa do pastor Escribano também busca esclarecer a tentativa de intimidação e agressão feita contra fiéis da Iglesia Buatista Pueblo Grande, na cidade de Rio III, na província de Córdoba.


Na primeira audiência, participaram o advogado do pastor, investigadores da Policia Federal Argentina, agentes da Policia de Rio III e o procurador da Província de Córdoba.

A proposta é identificar e investigar autoridades e funcionários públicos que estariam, direta ou indiretamente, ligados aos ataques e aos obstáculos que vem sendo impostos para limitar a liberdade de culto.

Além dessas questões, há também queixa por conta de assédio e perseguição religiosa através de iniciativas de algumas autoridades, ou omissão por parte das mesmas. Alejandro Escribano Zeverin é um advogado criminal, mestre em criminologia pela Universidade de Barcelona e professor de “Metodologia de Investigação Criminal” da Escola de Polícia.

Na reunião, o representante do Tribunal de Apelações da Justiça, doutor Ignacio Velez Maria Funes, fez um convite às autoridades eclesiásticas da Argentina para acompanharem as investigações.


4 COMENTÁRIOS

  1. Senhor papa, ora, ora, ora, na sua terra há perseguição a evangélicos de forma tão incisiva, mas o Vossa Santidade nunca se pronunciou contra?

    Ora, será que o papa não tem conhecimento desses casos?

    Com todo o respeito, que tome ele uma posição, pois não adianta pedir paz em qualquer outra parte do mundo, se deixar de invocar em prol da própria gente, dizendo eu isso em vistas do suposto Cristo que une os católicos e protestantes, aliás, fato assemelhado no méxico.

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