Pastor afirma que medidas tomadas por Donald Trump são cumprimento de antiga profecia

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“Castigarei Bel na Babilônia e o farei vomitar o que engoliu. As nações não mais acorrerão a ele. E a muralha da Babilônia cairá”. Esse versículo (Jeremias 51:44) está sendo apontado como uma profecia que, ao assumir a presidência dos Estados Unidos, Donald Trump cumpriu.

O pastor Saeed Abedini, iraniano naturalizado norte-americano, afirmou em sua página no Twitter que a postura de Trump em relação aos extremistas muçulmanos – em especial com o Estado Islâmico – é correspondente ao que o profeta previu no Velho Testamento.

“Continue em frente, presidente Donald Trump, você e sua equipe estão no caminho certo. Agora, Estado Islâmico, mostre-nos o poder de seu falso deus, Alá”, disse o pastor. Bel era um deus babilônico representado pela lua, e como o símbolo do islã é o crescente lunar, muitos muçulmanos associam o anitgo ídolo à sua crença atual. Já o Iraque, que tem parte de seu território ocupado pelo Estado Islâmico, está localizado onde um dia foi o império da Babilônia.

+ Pastor Saeed Abedini foi preso por pregar o Evangelho em sua terra natal 

Abedini foi solto pelo Irã há pouco mais de um ano, após uma longa negociação do governo Barack Obama com as autoridades do país. Porém, desde o começo da campanha eleitoral, o pastor apoiou as propostas de Trump, e após sua vitória, aprovou a escolha de James Mattis para ocupar o posto de Secretário de Defesa. O novo responsável pelas forças armadas dos EUA bombardeou diversos acampamentos do Estado islâmico no seu primeiro dia à frente do posto.


A postura mais agressiva dos Estados Unidos sob o comando de Trump traz também outra novidade: ao contrário da postura adotada por Obama – que combatia o Estado Islâmico sem dialogar com a Rússia, que luta contra os mesmos extremistas -, agora os militares se articulam com a potência liderada por Vladmir Putin.

O porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, disse que as ações contra o Estado Islâmico continuarão acontecendo em conjunto com a Rússia: “Se há um meio para combater o Estado Islâmico com qualquer país – seja a Rússia ou seja outro – e se compartilhamos um interesse nacional sobre a questão, então, claro que somos a favor”, explicou, de acordo com informações do Charisma News.


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