Pastor Samuel Ferreira é ordenado bispo poucos dias após assumir presidência da AD do Bom Retiro

Poucos dias após assumir o lugar do pastor Jabes Alencar na Assembleia de Deus do Bom Retiro, o pastor Samuel Ferreira é ordenado Bispo em evento na Igreja do Brás, em São Paulo, investigada pela Operação Lava Jato

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Devido algumas dificuldades de saúde, o pastor Jabes Alencar, até então presidente e fundador da Assembleia de Deus do Bom Retiro, foi jubilado no dia 13 de março, durante o culto de comemoração de 29 anos de fundação do ministério do Bom Retiro. Na mesma ocasião, o designado para assumir o cargo de presidente foi o pastor Samuel Ferreira, líder também da ADBrás, vindo a ser ordenado bispo alguns dias após a posse em seu novo cargo.

“É uma grande responsabilidade suceder o pastor Jabes Alencar, que foi o fundador desta igreja, um grande pastor, o apóstolo da unidade da igreja; com absoluta humildade, chego para servir e não para ser servido, para ser cooperador, para ser o pastor, e o meu compromisso diante de Deus é cuidar destas almas com a minha própria vida”, disse Ferreira, na ocasião.

Samuel Ferreira que também é o presidente executivo da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, Ministério de Madureira, é natural de Garça, interior de São Paulo, formado em Direito pela Universidade Paulista e em Teologia pelo IBAD (Instituto Bíblico da Assembleia de Deus), além de ser o diretor Executivo da Editora Betel.

Na última quinta feira (23) o pastor Samuel Ferreira foi ordenado bispo durante a 40ª Assembleia Geral Ordinária da Igreja no Brás, maior denominação evangélica no estado de São Paulo, juntamente com outros quatro pastores, como Oídes José do Carmo, Abigail de Almeida, Abner Ferreira e Daniel  Malafaia.


Divulgamos recentemente que o pastor Samuel Ferreira é investigado na Operação Lava Jato, devido a suspeita de lavagem de dinheiro para o deputado federal suspenso Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-presidente da Câmara dos Deputados.

Apesar de ainda não haver qualquer comprovação, a investigação aponta que o ex-presidente da Câmara dos Deputados teria movimentado parte dos US$ 5 milhões recebidos ilicitamente em negócios com a Petrobrás, usando a igreja ADBrás como fachada para lavagem de dinheiro.

 

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