Zé Ramalho convertido ao Evangelho? Boato se espalha nas redes sociais e cantor nega; Confira

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Na última semana surgiu um boato da conversão do cantor popular Zé Ramalho, 65 anos, autor da música “Admirável Gado Novo”, tema de abertura da novela O Rei do Gado, da TV Globo.

De acordo com a publicação do site Rius, o artista da Música Popular Brasileira (MPB) teria se reconciliado com Deus durante um evento da Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ), denominação da qual ele teria feito parte na infância e adolescência.

Os rumores diziam ainda que o artista teria se comprometido a evangelizar os colegas de profissão e celebridades da televisão.

O material divulgado pelo site trazia ainda aspas de um suposto pastor que teria convidado Zé Ramalho para o evento da Quadrangular em Sinop (MT). “É com muita alegria que apresento a todos, Zé Ramalho. Para quem não sabe, o Ramalho é fruto dessa igreja, foi criança e adolescente aqui dessa igreja e hoje atende um convite nosso para prestigiar nosso evento”, teria dito um pastor chamado Dilmo.


A suposta matéria acrescentava ainda que o artista teria sido acomodado em lugar de destaque no evento e que os fiéis reagiram admirados com a situação. Ao final, durante o apelo, Zé Ramalho teria se levantado e feito a oração de conversão.

Boato

No entanto, a equipe de assessoria do cantor usou sua página no Facebook para negar os boatos: “Boa noite a todos! Há um boato na Internet, falando sobre uma “suposta conversão” de Zé Ramalho. Gostaríamos de afirmar que é tudo mentira, por favor deletem a falsa notícia e não compartilhem. ‪#‎EquipeZéRamalho”, publicou.

Dentre os internautas que seguem o artista na rede social, a reação da maioria foi de indignação. Alguns evangélicos atribuíram o boato às músicas do cantor gospel Juan Diego, de voz parecida com a de Zé Ramalho. Compare:

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26 COMENTÁRIOS

  1. Eu não consigo entender os Cristãos… principalmente os protestantes.

    O Zé Ramalho é um cara danado de bom… nunca ouvi ele falar mal de religiões ou fazer apologia a drogas, prostituição, estupro etc. etc. etc.

    as letras de suas canções, em geral, são carregadas de lições de vida e bons ensinamentos…

    ao que parece, ele professa fé em xessus, mas não faz propaganda de “placa” de Igreja

    ai leio nessa reportagem e o reporter diz que há BOATOS de que ele está “se convertendo ao evangelho?”

    e vemos na matéria que ele estaria “se reconciliando” com deus?

    uai… mas ele estava brigado com deus?

    não se tem informação de que o cara fazia mal para os outros, mas vemos em suas letras que ele propaga coisas boas as pessoas…

    o que ele precisa fazer para “se reconciliar com deus” afinal de contas? terá que fazer propaganda da placa da seita que ele congrega?

      • eu fico imaginando aqui…

        diziam que Talles R. era “convertido ao evangelho”… e olha quanta bosta esse cara vem fazendo de uns tempos pra cá…

        Mas o Zé… Cantor excepcional, inteligente, digno, honrado… não vemos ele ofendendo outras pessoas… ouvimos constantemente coisas boas ou boas lições em suas canções… vem alguns protestantes acéfalos dizer que o cara está brigado com deus kkkk

      • Lopes,

        Foram um dia, na época que andavam pela católica.

        Leram a bíblia, a que Lutero leu, a que a católica escondia,

        Sâo mais hereges não. O tempo do dessaber ficou pra trás.

        Agora sabem direito o que é e que não heresia, tipo: purgatório.

        Herege, leia a bíblia. Você vai abandonar a romana.

        • Nostafora,

          É assim: conversão geralmente tem o sentido de mudança quanto alguma coisa,
          Você não sabe e nem gosta dessa palavra, e não julgo você por isso, face ao fato de que lá em vocês, era tudo obrigado. Ao sujeito era imposto que Deus não existia e pronto, que teria que dividir as terras e demais riquezas, Nada de vontade própria, nada de ato voluntário, O comunismo é o famoso dar ou desce.

          Assista ao filme dr jivago, traz uma vaga ideia de tua igreja ateia.

          • Levy, o que nos impões o ateísmo é a busca do conhecimento e a cultura…

            quando vc se aprofunda na história, na ciência, tira a venda dos olhos e passa a estudar seu livrinho de fábulas com mais conhecimento e cultura, vc acaba se vendo obrigado a se tornar ateu.

            Mas de fato, o comunismo foi algo terrível… A Alemanha Nazista, berço do protestantismo que o diga.

          • Nostafora,

            Realmente, quando um governo quer uma coisa, não tem que impeça.

            Basta vê que vocês levaram a ideia do ateísmo pro partidão, o comunista, aí não deu outra. Implantou na hora, povo querendo ou não.

            De igual modo ocorreu com os alemães, com os chineses, com os russos, com os cubanos, com os coreanos do norte, com os vietnamitas, com os venezuelanos, com os brasileiros via getúlio vargas e a ditadura militar.

            O único povo que teria condições de se opor a um sistema opressor e não fez foi o alemão. Bela dedução a tua.

          • Levy… estude mais meu rapaz… a criação do comunismo teve grande participação cristã… mundo afora os protestantes foram os alavancadores deste mau terrível..

    • Vcs teriam mais lucro se o Zé Ramalho bandeja se para o covil de lutero ah isso com certeza vcs já estariam emitindo e enviando o boleto do dízimo para ele pagar., seu fanfarrão protestante evanjegue.,

      • SER ATEU, É NÃO ACREDITAR EM DEUS, ENTÃO ME DIGAM O QUE DOIS GAYS ATEUS FAZEM EM SITE GOSPEL? PORQUE TANTA VEEMENCIA EM PROVAR QUE ELE NÃO EXISTE? É DOENÇA DESVIO DE CONDUTA, PERVERSÃO, QUE LEVA VCS. A VIREM AQUI ? SERÁ QUE NÃO TEM TANTA CERTEZA? INFERNO PARA VCS.

  2. Isfelismente a muitos que preferem a fama, o dinheiro,e os prazeres que essa vida pode dar. mas a Bíblia nós adverte de que adianta para o homem ganhar o mundo e perder a sua alma. pois um dia todos estaremos diante do único Deus Juiz deste século e todo o dinheiro que o homem possuir não o poderá livralo da condenação eterna.

    • O Zé sempre foi famoso… a tempos faz canções lindas que nos trazem palavras e lições de vida bastante interessantes e nos faz pensar bastante sobre o que vivemos hj, como aquela canção “admirável gado novo”.

      ao contrário de cantores como o Talles, ele não ataca outras pessoas ou diminui outros cantores para dizer que é melhor que os outros…

      • FERNANDO
        SIGNIFICADO DA PALAVRA NOSFERATU
        CLAMANDO disse: 27 de julho de 2015 ás 11:07 pm
        to dizendo que é um parvo
        Nosferatu. Este nome não soa como o chamado da própria morte à meia-noite? Não o pronuncie em voz alta, ou as imagens de vida tornar-se-ão sombras, e pesadelos se erguerão para nutrir-se do seu sangue.

        F. W. Murnau, Nosferatu

        Do seres míticos que espreitam nas sombras da cultura humana, talvez o vampiro seja um daqueles que mais desperta em nós sentimentos ambíguos, como pavor e encanto, repulsa e atração, piedade e ódio. E essa ambiguidade é ontológica à sua fantástica condição: ele é um morto-vivo, um ser que, não tendo encontrado lugar no além, retorna para o mundo dos vivos.

        Os relatos documentais sobre estes entes podem ser encontrados em todos os continentes, desde os tempos antigos – o que revela, de um lado, a universalidade da relação fundamental entre vida e morte nas culturas humanas e, de outro, uma dificuldade teórico-metodológica em precisar suas origens cronológicas e espaciais.

        O vampiro foi – e ainda o é – fonte inesgotável de inspiração para as artes, sobretudo a literatura (Goethe, Polidori, Stoker, Rice, etc), o teatro (Nodier, Baudelaire, etc) e o cinema (Murnau, Browning, Coppola, etc). Sobre esta última forma de arte, é que nos focaremos na segunda parte do ensaio.

        Nas linhas que seguem, buscaremos apresentar alguns elementos que nos forneçam uma base para entender o que levou o diretor Friedrich W. Murnau a conceber o filme Nosferatu, em uma Alemanha recém saída da Primeira Guerra Mundial, profundamente marcada pelas mortes e pelas “trevas” que a crise cultural, econômica e política porque passavam, haviam liberado.

        Nosferatu, “o vampiro que vaga” pelas ruas germânicas dos idos do século XX, não é apenas fruto da imaginação de um diretor e toda uma equipe, ou dos recursos técnicos e estéticos da linguagem fílmica alemã do período, outrossim, é a memória viva de crenças seculares, entranhadas no imaginário popular, que diante das dificuldades de uma época de guerras, é acionada e ressignificada.

        2. O vampiro do folclore e o vampiro da ficção

        Antes de qualquer coisa, é preciso que se faça claro o que estamos chamando de vampiro. As dificuldades para definir esta entidade sobrenatural não são poucas.

        Para fazê-lo, usaremos dois conceitos de Paul Barber: o vampiro do folclore e o vampiro da ficção (BARBER, 1988, p.1-4). O primeiro, diz respeito a uma série de entidades, com características distintas ou similares, sobretudo das regiões leste, sul e central da Europa, que chegam a ter mais de um milênio de existência documentada por relatos jurídico-oficiais, periódicos e estudos científicos. São todos mortos-vivos em sua essência. O segundo, é o vampiro da ficção, e suas origens são mais recentes – séculos XVIII e XIX – e é fruto da criação de autores como John William Polidori (The vampyre, a tale [O vampiro, um conto], de 1819), Joseph Sheridan Le Fanu (Carmilla, de 1872) e Bram Stoker (Dracula [Drácula], de 1897), e outros que, inspirados nas crenças e religiosidades populares documentadas, criaram o mito do vampiro moderno, como o conhecemos hoje.

        As primeiras aparições conhecidas do termo vampiro na Europa datam do século XVIII. Ou seja, estamos nos referindo àquelas entidades vampíricas das sociedades européias e, portanto, não mencionaremos aqui os entes de outros continentes que teriam possivelmente influenciado as crenças mais remotas[1].

        Mas quem eram os vampiros das crenças populares? Como alguém se torna um vampiro? O que o mito do vampiro moderno manteve ou acrescentou a eles? Essas convicções ainda persistiram nos séculos XX e XXI?

        Como observa D. J. Davies, a morte aparece como uma “característica constante na história humana” (DAVIES, 2005, p.153). Os modos de se lidar com ela, naturalmente, manifestam-se de formas diversas nas sociedades, segundo suas permanências e mudanças ao longo do tempo.

        O historiador Claude Lecouteaux apresenta-nos algumas idéias que são importantes acerca do que chamou de “boa morte” e “morte má”. A morte má é aquela em que o falecido teria expirado antes do tempo previsto para ele, ou então, as condições de seu falecimento teriam sido problemáticas em função de circunstâncias distintas – os suicidas, os feiticeiros; os que nasceram em dias e horas suspeitas ou com deformidades; os que permaneceram insepultos ou foram submetidos a ritos funerários incorretos; enfim, todos esses, e outros mais, que não conseguindo partir do mundo dos vivos e agregar-se à “comunidade dos mortos”, permaneceriam barrados nesse intermédio. Estes são fantasmas, mortos-vivos, em potencial (LECOUTEAUX, 2005, p.41-43).

        Em contrapartida, a boa morte é aquela que resulta de uma existência boa e bela, e o falecido encontrará o descanso justo, e se livrará dos sofrimentos terrenos (LECOUTEAUX, 2005, p.43-47). Este sim incorporar-se-á à comunidade dos mortos.

        Assim, os mortos viventes que resultaram do primeiro tipo de morte, podem converter-se em vampiros. Dentre os sinais corpóreos que o cadáver de um suposto vampiro poderia apresentar, temos: inchaço anormal, ruídos e movimentos espontâneos, incorrupção, derramamento de sangue, etc. De fato os vampiros são um tipo específico de fantasma, que segundo as várias crenças européias, eram protagonistas de certos atos sangrentos para com os vivos – homens e animais – e que receberam denominações distintas.

        Os autores que criaram o mito moderno atribuíram-lhes algumas novas e reveladoras características. Tomemos brevemente Drácula de Bram Stoker, obra a partir da qual, como veremos, Nosferatu foi criado. Conde Drácula é um nobre, possui longas e brancas presas e depende de sangue para viver! Nada disso era regra nas centenas de relatos dos vampiros folclóricos – o mortos não eram nobres, não tinham dentição diferenciada e suas vidas não estavam subordinadas ao “rubro alimento”. Sua complexidade fantástica, por assim dizer, foi sintetizada sob o arquétipo do vampiro que conhecemos.

        No século XVIII, observa-se uma emergência nos casos de relatos de vampirismo. Como aponta C. Lecouteaux parece que com o fim da caça às bruxas – que já se esboçava neste momento – o enfoque da perseguição passou para os vampiros (LECOUTEAUX, 2005, p.158-161). Isso foi possível porque, segundo o credo que já durava séculos, um indivíduo que fora feiticeiro em vida poderia retornar na morte para seguir com seus malefícios. De fato, um dos relatos mais antigos a falar de uma bruxa que se converteu em morta-viva, se encontra no infame manual Malleus Maleficarum (O martelo das feiticeiras), de 1484, escrito pelos alemães Heinrich Kramer e James Sprenger[2]. Mas também aquele que havia sido um lobisomem em vida poderia voltar após sua expiração, e o solo germânico foi igualmente fértil nestes casos. Bastante conhecido é o processo de Peter Stubb, de Bedbur, Alemanha. Em 1589 foi declarado assassino feiticeiro, e segundo confessou em seu julgamento, ao usar um cinto que recebera do diabo, transfigurava-se em um enorme lobo. Foi acusado de diversos homicídios e executado em outubro do mesmo ano (GUILEY, 2005, p.270-271).

        É válido mencionar aqui que, em 1755, a imperatriz Maria Teresa adotou medidas a fim de proibir a “execução póstuma” de cadáveres de alegados vampiros em toda a Áustria-Hungria, logo depois de receber o relatório de médicos da corte sobre uma violação do túmulo de uma suposta morta-viva (LECOUTEAUX, 2005, p.49).

        Como nos mostra Philippe Ariès, as atitudes de grande parte das sociedades do Ocidente para com a morte sofreram várias mutações entre o fim do século XVIII e o XIX. Primeiro, o temor do real, do cotidiano, no que concerne aos mortos, foi sendo colocado através da “morte aparente”, ou seja, o temor de que alguns mortos de fato não estivessem mortos, mas sim sob algum tipo de letargia temporária, levou a medidas como cláusulas testamentárias que exigiam uma inumação tardia (situações como essas foram eventualmente registradas); depois, nasce o que ele considerou um “real medo da morte”, visto que, com a medicina moderna, a tendência a conter-se diante daquela levou a uma angústia cada vez maior, e os homens calaram-se perante ela; e finalmente, a sua contínua sanitarização, medicalização e afastamento do público, deram a errônea e trágica impressão de que haviam-na controlado (ARIÈS, 1990, p.431-443; 612-636).

        Assim, chegamos ao século XX e, ao contrário do que se pode pensar, as crenças nos vampiros não desapareceram. No início dessa centúria, os editores do Atlas de etnologia alemã realizaram uma pesquisa em várias regiões do país. Uma das perguntas consistia em ”Como se reconhece que um morto vai se transformar num ser maléfico que atrai para si os vivos?”. A respostas obtidas revelaram um certo conhecimento sobre o assunto por parte dos entrevistados e, portanto, a permanência do credo. Em 1931, faleceu uma senhora em Putzig, Prússia. Algum tempo depois, houveram sete mortes seguidas de membros de sua família. Concluíram que a morta não encontrava o descanso e estava perseguindo-os. Um de seus filhos não teve dúvidas: acionando o memorial das crenças antigas, desenterrou o corpo da mãe, decapitou-o e colocou a cabeça aos pés da falecida (LECOUTEAUX, 2005, p.118-119; 150). Eventos como esses ainda são registrados em nossos dias.

  3. Gosto muito do Zé Ramalho, um artista que nos toca na alma com suas canções. (╯▽╰) Sempre que ouço ele e o Alceu Valença cantando juntos (Coração Bobo) me lembro de uma excursão da facul pelo interior do Nordeste, me apaixonei por aquele povo, e pela música nordestina. (♥♥,) E aprendi que em nada devemos ter pena deles, são um povo digno e guerreiro, não carecem de pena, mas de justiça, reparação e inclusão, para que possam ter recursos para contribuir com seu potencial humano, guerreiro e criativo. (≧◡≦)

    O Brasil explora pessimamente seus recursos naturais, e pior ainda seus recursos humanos. (╯╰)

  4. CLAMANDO disse: 28 de julho de 2015 ás 10:06 am
    THIAGO THIAGO
    ATÉ QUANDO AS PALAVRAS VÃO OBEDECER A BREU DAS TREVAS NESTE SITE? ATÉ QUANDO GAYS E ATEUS DIFUNDIRÃO IDEIAS MALIGNAS AQUI, SEM CENSURA?
    ATÉ QUANDO VEREMOS ATAQUES A ENTIDADES QUE REPRESENTAM OS CRISTÃOS EX. A IGREJA PASTORES E BÍBLIA, SEM CENSURA OU QUALQUER MODERAÇÃO?
    QUE GANHA O SITE TENDO SUA ESSÊNCIA ROUBADA ? QUE GANHA O SITE EM SERVIR UM PÚBLICO QUE DISTANTE DA VERDADE QUE PREGAMOS?
    ATÉ AONDE VAI O DIREITO DE EXPRESSAR DELES QUE NOS É VEDADO? ENFIM QUAL O VERDADEIRO INTERESSE DESTE SITE EM ABRIGAR, GAYS E ATEUS ?

  5. Nostafora,

    É assim: conversão geralmente tem o sentido de mudança quanto alguma coisa,
    Você não sabe e nem gosta dessa palavra, e não julgo você por isso, face ao fato de que lá em vocês, era tudo obrigado. Ao sujeito era imposto que Deus não existia e pronto, que teria que dividir as terras e demais riquezas, Nada de vontade própria, nada de ato voluntário, O comunismo é o famoso dar ou desce.

    Assista ao filme dr jivago, traz uma vaga ideia de tua igreja ateia.

    • Levy, o que nos impões o ateísmo é a busca do conhecimento e a cultura…

      quando vc se aprofunda na história, na ciência, tira a venda dos olhos e passa a estudar seu livrinho de fábulas com mais conhecimento e cultura, vc acaba se vendo obrigado a se tornar ateu.

      Mas de fato, o comunismo foi algo terrível… A Alemanha Nazista, berço do protestantismo que o diga.

      • Nostafora,

        Se eu tivesse curta visão, ao certo leria a bíblia e ficaria igual a você.

        Mas como vou ficar incrédulo?

        Tudo que a bíblia predisse vem acontecendo.

        Tire a venda dos olhos e da mente. O negócio é sério, meu caro.

        • Levy, vc tem curta visão…

          curta visão e curta cultura kkkkk

          além de curta capacidade interpretativa e de discernimento…

          cobras e burros falantes, carroças voadoras, mulheres virando sal, mundo com apenas 6 mil anos… etc. etc. etc. absurdos e mais absurdos…

          dizem que a biblia prega um deus de amor, mas ao ler tal livro vemos assassinatos e mais assassinatos em nome de deus sendo vários ordenados por eles e outros avalizados por ele…

          imagine só… uma ursa assassinando crianças que tiraram sarro de um velho careca… DIVINO KKKKK

          Levy… estude rapaz… talvez essa venda de estupidez seja tirada de teus olhos.

  6. quantas descordias por conta de quem não quer ser cristão
    cada um tem o livre arbrito eu escolhir a jesus o que importa é o que cada um decide de suas vids
    não é dessa maneira que devemos evangélizar vam importar com quem quer servir a DEUS……

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