Organizadores de Parada Gay usam Praça da Bíblia como palco e causam disputa judicial

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A organização da Parada Gay na cidade de Ji-Paraná (RO) usou um espaço público batizado de “Praça da Bíblia” para encerrar o evento, realizado no último domingo, 11 de outubro. A decisão dos ativistas gays causou enorme polêmica e uma batalha judicial.

Por lei, a cidade definiu que a “Praça da Bíblia” não poderia ser usada para realização de eventos não-religiosos. Mesmo assim, o responsável pela Parada Gay, Fabrício Xavier, solicitou autorização na prefeitura para montar a estrutura de concentração do evento no local.

Com o pedido negado pelos responsáveis, Xavier moveu uma ação na Justiça para que pudesse usar o espaço: “Algumas pessoas pensam que o que queremos é afrontar, mas na verdade precisamos de um local com palco, pois teremos shows artísticos. [A ‘Praça da Bíblia’] é a única na cidade que tem palco pronto. A gente não quer nada além do direito de se manifestar e de usufruir de bens públicos que ajudamos a financiar”, afirmou.

Como a ação foi movida na semana que antecedia o evento, a Justiça julgou o pedido dos organizadores da Parada Gay na última sexta-feira, 09 de outubro, e decidiu de forma favorável aos ativistas, com destaque na sentença de que não haveria como proibir o uso de um espaço público.


“A Praça da Bíblia é um local público razão porque não podem ser impedidos de realizarem o evento. Postulam seja concedido salvo conduto aos participantes do evento visando a livre manifestação no espaço público”, enfatizou o juiz Edson Yukishigue Sassamoto em sua decisão, segundo informações do G1.

O magistrado ainda considerou que a lei municipal, de 2008, que proíbe o uso da “Praça da Bíblia” para eventos não-religiosos vai contra a Constituição Federal: “Se tratando da Praça da Bíblia, espaço público por excelência, não há porque impedir a realização de qualquer evento de manifestação popular pacífica em referido local, havendo de ser reconhecida inconstitucional a Lei Municipal”, concluiu.


111 COMENTÁRIOS

  1. lei inconstitucional.
    uma praca nao pode ser reservada a eventos religiosos.
    pracas sao publicas e devem servir a todo tipo de evento.
    cristaos querem exclusividade em uma praca?
    errado.
    aceitem.

  2. O espaço é público, o Estado é laico, e os gays também somos gente e cidadãos.

    Parabéns ao magistrado, Dr. Luiz Edson Yukishigue Sassamoto, pela acertada decisão.

    Como disse o Ministro Marco Aurélio, “A última trincheira da cidadania é o Judiciário.”

          • Em qual sentido você diz jogar no time arendele.,?

            Pelo teor malicioso da sua pergunta ., acho melhor nos marcarmos um encontro para tirar mos a prova., pois seu título de princesa condiz com uma mulher bela.,

            Já no sentido de livre pensamento das questões aqui colocada o amigo Sandro demostra ser uma pessoa de nível hiper superior aos evanjegues seguidores de seitinhas de esquina homofôbicos e perseguidores caluniadores.,.

            Queria dizer que na minha empresa tem 2 gays e são profissionais de muita compostura e supera em muito muitos heteros e que são excelentes pessoas .,.,

            Então respondendo sua indagação ., faço minha as palavras do santo padre Francisco.,

            Se uma pessoa e gay e busca a Deus ., quem somos nós para impedi los.,.

            Ou se preferi o próprio Cristo., quem não tem pecados que atire a primeira pedra., digo isto porque a grande maioria dos evanjegues agiram pedras nos gays ….

            Vejamos abaixo uma pequena é simples observação dos porcos de lutero que sentam em cima do rabo de dragão e apontam suas bocarras nojenta para seus semelhantes e cospem enxofre.

            Vendem o nome santo de Cristo …..
            Vendem Bíblia da vitória por 900,00
            Vendem o tal de perfume de Jesus.,
            Fazem rituais de magia negra , ex Uncao do sal, das 7 sextas feiras
            Lenços cágados do valdosandiablo
            Fronha dos sonhos a 300 reais
            Uncao da mocreia., etc

            Agora se te satisfaz , sou casado pai de filhos a mais de duas décadas ., sei bem o que quero sexualmente .,

            Uma pessoa em sã consciência não pode apoiar certos tipinhos asquerosos homofôbicos e perseguidores que usam a Bíblia para acusar e denegrir as pessoas .,

            Entre o amigo Sandro e os ratos de satã , 1000 vezes o Sandro

            Paz e bem

          • Simplesmente perfeita e irrefutável sua resposta, caro Lopes, sendo que colocou a Mariana no devido lugar dela. Que Deus te abencoe muito, Lopes, e aos seus queridos familiares e amigos também.

      • “lixo da sociedade“, “nojento“ …. puxa, como é lindo seu cristianismo, clamando, e como você cumpre com notável fidelidade estas palavras da Biblia Sagrada:

        “não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem” (Efésios 4:29)

        “a vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um” (Cl 4:6).”

        “Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca.” (Cl 3:8)

        “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê.” (I João 4:20)

        “O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca”. (Lucas 6: 45)

        “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. 31 O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.” (Mc 12:30-31)

        “… brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.16).

        “Porque os gentios, ao ouvirem de nossa boca os Oráculos de Deus, ficam maravilhados de sua beleza e grandeza. Mas logo, ao descobrirem que nossas obras não correspondem às palavras que falamos, mudam sua admiração em blasfêmia, afirmando que são pura ficção e engano”. (Clemente)

        “Porque a boca fala do que está cheio o coração.” (Mateus 12:34)

        • Clamando me chama de “lixo da sociedade“ e “nojento“ apenas porque eu gosto – na verdade eu gosto muuuuuuuuuito!!! – de homem. Mas mulher alguma é chamada assim por gostar também de homem. Pode isso???



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          • como chamaar aquela coisinha com bumbum maravilhoso pernas torneadas e longas seios fartos barriga de tanquinho cabelos longos, de lixo kkkk mulher o melhor da criação!!!! deus estava pensando em mim quando a fez
            e vc quem introduziu foi o capeta seu abestado,
            SANDRO COBRANDO O LOPEZ PELO SERVIÇO
            https://youtu.be/mnaBwOK1fBU?t=4

    • SANDRO

      Uma igreja também é espaço público, pois não se pode negar a ninguém o direito de nela entrar e sair quando quiser.
      Logo vão querer fazer seus eventos imorais dentro das igrejas.
      O padre será obrigado a deixar essa turma entrar na igreja e fazer o que quiserem.
      Tá provado, seu mentiroso, não é paz o que vocês querem, é afrontar tudo e todos que lhes sejam contrários, é impor à sociedade suas ideias malignas, a ditadura gay…
      Pois é o país que deve se adaptar a vocês e não o contrário…
      Quem é o fariseu agora, ativista hipócrita?
      Pois você chama de fariseus todo aquele que é contrário a suas práticas tenebrosas.
      É ir doutrinando nossas crianças para acharem normal a prátiCA GUEI.
      É distribuindo Kit Gay.
      ERA o PL 122, que transformaria o Brasil em Sodomasil.
      Não gosto do Silas, mas foi graças a ele e outros “crentolóides” que aquela abominação ficou só no projeto.
      Todas as 99999 vezes que lhe pedi explicação sobre as coisas absurdas nele, tipo banir as histórias infantis e trocar por versões gay, as respostas – quando havia resposta – eram grosserias e xingamentos, por aí dá pra avaliar teu nível.
      Dizem que gays são mais inteligentes que héteros, teve um ativista gayzista que falou em “inteligência natural”, então o que houve com a tua, pois só fala M-E-R-D-A ??
      Entre o Silas e o Lula, fico com o primeiro.
      Falta querer casar na igreja com vestido de noiva, dentro dele um barbado.
      Mas isso é relativo, na igreja do Cifrão vocês podem…
      Vai lá participar da Fogueira Santa-nás, só não esqueça de levar o cartão de crédito.
      Melhor, já que não gosta do Gospel Mais, fica a sugestão de criar o SodoMais.
      E a de realizar as Paradas Gays lá na Coreia do Norte…des-governada por um gay.
      KIM JONG PUM.
      Ou lá no Iraque, Irã, Afeganistão…nos territórios do Estado Islâmico…

      HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA

      • “Uma igreja também é espaço público, pois não se pode negar a ninguém o direito de nela entrar e sair quando quiser.“

        Igrejas não são espaço público coisa nenhuma, Mariana, e ela pode, sim, impedir a entrada de quem julgar necessário e inclusive invocar a lei para garantia ou proteção do culto. Igreja é entidade privada, porém de uso público condicionado, como no caso de cinemas e teatros, por exemplo. E ninguém – e isso inclui as igrejas – pode ser obrigado a nada senão em virtude de lei, e nenhuma lei pode obrigar uma igreja a “fazer o que quiserem“, como você diz, sua ignorante!

        Quanto aos seus xingamentos, mentiras, acusações e deturpações contra os gays respondo com apenas uma frase: você escreve como uma ignorante baixa e vulgar!

        Vá cuidar de sua vida, sua desonesta intelectual! Deveria ter vergonha de escrever tanta imbecilidade, tanta mentira. Quanto a gargalhada, você o faz no melhor estilo pomba gira. Até vejo você rodopiando com cachaça e charuto na mão.

        • APEDEUTA-MOR

          Que mentira?
          Por que não responde sobre aquela abominação disfarçada de Projeto de Lei?
          Toda vez que pergunto, a resposta (quando há) são grosserias e xingamentos.
          Não gosta de contraditório, prefere bajulações.
          E enfia uma coisa na tua cabeça furada:

          EU NÃO SOU EVANGÉLICA, SEU OTÁRIO!

          Não tenho nada a ver com Silas, Ma$$edo, Valdevino Sandiabo, Erra Erra Soares…
          E quanto à minha “imbecilidade”, para um idiota os outros são inteligentes.
          E não, eu nunca fiquei rodopiando com charuto na mão.
          Já frequentou algum terreiro de macumba para saber o que tem lá?

          Lá na IURD – Inganação Ululante do Reino do Diabo é comum se manifestarem “demônios” no picadeiro-altar, que são só exus e pomba-giras.
          Eu vi no tempo que frequentei aquele Templo da Perdição, entidades que se manifestavam em homens e se apresentavam como pomba-giras, elas diziam que estavam ali para fazer o possuído gostar de homens e gargalhavam.
          Não é “ouvi dizer” não, eu vi acontecer a alguns metros de mim.
          E a resposta é NÃO, não estou mais lá faz é tempo.

          Se um de nós tem pomba-gira, é VOCÊ, que faz coisa feia com outro homem.
          Um ato impróprio até de ser nomeado por cristãos e que NÃO é sexo, pelo fato de o ânus não ser órgão sexual e servir para expelir, não para inserir coisas.
          E antes que comece o “mimimi”, VOCÊ me ofendeu primeiro…
          Ao me chamar de prostituta e mulher vulgar, e não é a primeira vez.
          Digite “pomba-gira” no Google e veja o que são elas.

          Bora irmos nós dois juntos na IURD e veremos quem vai manifestar, rodopiar com cachaça e charuto na mão e ficar dando gargalhadas.
          Fica o desafio…

          QUEM ESCREVE O QUE QUER, LÊ O QUE NÃO QUER.
          Não aprendeu isso ainda, apedeuta-mor?
          Você é mais evoluído que eu, está a ânus-luz de mim.

          • “EU NÃO SOU EVANGÉLICA, SEU OTÁRIO!”

            Mas age como evangélica fundamentalista quando se trata de espezinhar os gays, sua cínica!

            “Se um de nós tem pomba-gira, é VOCÊ…”

            Eu não disse que você tem pomba-gira, mas que você ri no melhor estilo pomba gira. Estou mentindo? Seja honesta.

            “… que faz coisa feia com outro homem.”

            O conceito de feio e belo é subjetivo. Eu não acho feio.

            “Um ato impróprio até de ser nomeado por cristãos e que NÃO é sexo, pelo fato de o ânus não ser órgão sexual e servir para expelir, não para inserir coisas.”

            É sexo, sim, dona, tanto que é praticado desde que o mundo é mundo, e, em sua maioria, por heterossexuais – considerando que o número de héteros é muito maior que o de gays.

            Observe, ainda, que trata-se de zona erógena. Ora, se é zona erógena por que não pode ser usado para sexo?

            Por último, cuide do seu ânus que do meu cuido eu, pois sou eu quem decide o que entra e o que não entra nele. Chatinha.

          • “E antes que comece o “mimimi”, VOCÊ me ofendeu primeiro…
            Ao me chamar de prostituta e mulher vulgar, e não é a primeira vez. Digite “pomba-gira” no Google e veja o que são elas.”

            Eu não chamei você de prostituta, pois você não tem a virtude delas, a saber: é dito por Jesus que as prostitutas precederão os fariseus no Reino dos Céus, e você é legítima fariseu. O que eu disse, é que você RI no melhor estilo pomba gira, e o termo vulgar não é no sentido moral, mas de indigência intelectual.

  3. A praça não foi escolhida pelo nome, nem por afronta religiosa – afinal, os gays também somos filhos de Deus e entre nós a imensa maioria é adepta ao cristianismo -, mas por ser a melhor para eventos.

  4. “Templos religiosos são o melhor lugar para se lavar dinheiro no Brasil”

    Por Artur Voltolini, para o Favela 247

    Segundo ex-pastor, isenção de impostos estimula a lavagem de dinheiro nos templos religiosos

    Entre as diversas acusações que pairam sobre Eduardo Cunha (PMDB-RJ), uma é a que ele tenha utilizado a igreja Assembleia de Deus, da qual é membro, para receber pagamentos e fazer lavagem de dinheiro de propina, segundos investigações da operação Lava Jato.

    Para comentar as suspeitas, o Favela 247 procurou o ex-pastor da Igreja Universal do Reino de Deus André Constantine, 38, presidente da associação de moradores do morro da Babilônia e criador do movimento Favela Não Se Cala. Constantine não demonstrou surpresa com as acusações de lavagem de dinheiro dentro de uma igreja: “O que eu vou falar todo mundo sabe, qualquer pessoa que frequente esses templos ou tem algum cargo, tem a ciência de que esses templos são isentos de impostos. Nenhum templo religioso contribui com imposto pro Estado brasileiro”, afirma.

    “E este é o ponto de partida para toda a picaretagem: como eles são isentos de impostos, viabiliza que ali se lave de dinheiro do narcotráfico, de bicheiro, de político e de milícias. Esses templos religiosos são o melhor lugar para se lavar dinheiro no Brasil”, diz Constantine, que afirma existir muita gente honesta, tanto que frequenta como que tenha cargos eclesiásticos nas igrejas, mas, segundo ele: “A alta cúpula sabe até os ossos, estão enterrados até o pescoço nisso”.

    Além da corrupção e da lavagem de dinheiro, outra característica dessas igrejas e de seus líderes que incomoda Constantine são as aspirações políticas: “O que mais me preocupa, principalmente no segmento religioso protestante, é a intenção que existe nele de obter poder de Estado. Eles elegeram diversos vereadores, d e p u t a d o s estaduais e federais. O Marcelo Crivella (PRB) quase virou governador do Rio. A bancada evangélica é a mais conservadora, vê as alianças que eles fazem: ruralistas, bancada da bala… Na Marcha para Jesus estava o Bolsonaro. Aquilo ali virou carnaval e palanque político. Cada eleição que passa essa bancada cresce mais. Eles alavancam o fascismo e o conservadorismo através do discurso da ‘família brasileira’, mas por trás dele há um discurso machista, homofóbico e racista”, acredita André.

    Questionado sobre se essas denúncias contra Eduardo Cunha ou outras lideranças religiosas evangélicas suspeitas de corrupção abalam a fé dos fiéis, Contantine responde: “Isso não diz nada ao ouvido dos fieis. A mente da maioria deles está tão cauterizada que, infelizmente, não conseguem enxergar as coisas de forma mais abrangente. Eles fazem um trabalho muito forte de condicionamento mental nessas igrejas”, defende.

    “Na favela, hoje, quando o morador vivencia um problema existencial, financeiro ou de saúde, existem duas portas sempre abertas para o acolher: a da droga e do crime, e a de um igreja”, afirma o ex-pastor, antes de iniciar uma crítica à interpretação das escrituras nas igrejas neopentecostais: “Eles se utilizam de artifícios bíblicos. Para eles a Bíblia é a inerrante palavra de Deus. O Malafaia que usa muito isso. Eles confiam cegamente nesse livro, e é um livro muito fácil para você criar diversas interpretações. Eles sempre pegam alguma coisa fora do contexto para fazer a base ideologia deles verdadeira”.

    Constantine afirma que foi a leitura da Bíblia que o fez escolher a apostasia, aos 23 anos: “Eu percebi que estava tudo errado lendo a própria Bíblia, principalmente na questão do dízimo. Na Bíblia ele era recolhido em forma de alimento, e apenas poderia ser recolhido pela tribo de Levi, e só poderia ser destinado às viúvas, aos órfãos e aos estrangeiros. O dízimo era uma parte da colheita separada pra fazer essa distribuição. Aí que eu comecei a contestar. Hoje eles alegam que precisam pegar um dinheiro para a manutenção da obra de Deus. E isso é uma grande deturpação da obra de Deus. Não tem nada de espiritual nisso. Há também as questões naturais, como quando eles falam que pagar dízimo vai repreender o gafanhoto. Eles demonizaram os gafanhotos. Dizem que se você não entregar o dízimo na Igreja, os gafanhotos mexem nas suas finanças. Eles espiritualizam coisas que são do campo natural. Qualquer pessoas racional que leia aquele texto verá o que estou falando. Tudo isso está no Malaquias 3:10, o livro mais utilizado por esse cães gulosos, por esses vagabundos, pata justificar a cobrança de dízimo. Cães gulosos é como o próprio profeta chama os falsos pastores, veja em Isaías”, sugere.

    Questionado sobre se pastores e políticos evangélicos metidos em corrupção têm fé, Constantine é taxativo: “Pra mim esses caras são os verdadeiros ateus. É tudo empresa cara, a
    estrutura toda funciona como empresa. E na lógica do capital a empresa foca o lucro, assim como essas instituições religiosas. A nossa sorte é que eles ainda são muito fracionados, há interesses pessoais muito grandes envolvidos. Se não estivessem tão fracionados a possibilidade de eleger um presidente evangélico seria muito maior. Olhe o Malafaia: ladrão pilantra e safado. Apoiou o Cunha, e agora sai por aí dizendo que não tem, nem nunca teve, nada com o Cunha. Esse Malafaia é um dos maiores safados e pilantras do Brasil”, acusa o ex-pastor.

    Fonte: site brasil247

    • o clamando fez uma idiotice no comentario que nos não conpactuamos,mas LOPES defender gays como muitos elogios,afrontando a princinica?
      os gays que ele(lopes)tanto tira onda,que ate disse que tinha nojo de viados você sai dizendo sandro que lopes é cristão?se nem catolico de verdade ele é!,só ta te apoiando pq o clamando veio comentar!se ligue neste zé pilantra sandro,ele tanbém é um lopesatã da fossa do quintal do terreiro do papabosta.
      lopeste sim,é um viado safado do boga arronbado.

      • Caro Edivan, o caro Lopes sempre foi gentil, educado e cristão comigo. E não é só comigo, não, pois ele sempre testemunha que tem dois funcionários gays os quais são exemplos de seres humanos e de profissionais.

        E eu o chamo de cristão por ser o Lopes um católico que comunga com os ideais progressistas que, sob a liderança de homens de visão como o Papa Francisco, aos poucos levará o catolicismo para uma nova visão de igreja e de mundo. Quando se excede – quem aqui não se excede? – o Lopes não é as palavras de excesso que pronuncia, mas ele é o que verdadeiramente eu sei que ele é: uma pessoa querida, generosa, inteligente, de bom coração; um empresário que gera empregos, um cidadão cumpridor das leis, um pai de família amoroso e provedor e um irmão que, se um dia eu for a igreja dele, eu serei recebido, não com carranca, discurso de julgamento, condenação e pedras como eu recebi de crentes evangélicos, mas com um sorriso cordial, palavras de apreço, a simpatia e o abraço fraterno de um verdadeiro cristão.

        No mais, agradeço muito por me apoiar em relação às infelizes colocações do Clamando, bem como das outras vezes que você me dirigiu palavras de um verdadeiro cristão. Fica com Deus, meu querido, e vamos viver o amor que Jesus nos ensinou, porque sem amor uma pessoa pode até entrar para uma igreja, se batizar, tornar-se um rico pregador e conferencista, mas sem amor ninguém entra no Céu.

        • SANDRO

          Nossa, esse edivan tem a boca suja mesmo, credo!
          Se eu pudesse escolher entre você e ele para ser banido do G+, escolheria ele.
          Tenho lido o que você escreve, muita coisa boa, de amor e caridade, 1000 vezes melhor que muitos héteros aqui.

          Hoje me veio o seguinte pensamento: e se um desses héteros sofrer um acidente e o único a parar para socorrê-lo forem dois gays?
          Jesus contou a parábola do Bom Samaritano, sabemos pela Bíblia sobre um judeu atacado por bandidos e vários judeus passaram de largo, depois o único a ajudar foi um samaritano, povo que os judeus desprezavam.

          Conheci um sujeito que era branco racista, aí um dia o cara sofreu um acidente no trânsito e o único que parou para ajudar foi UM NEGRO!!
          Um monte de brancos passaram de lado, olharam a cena e se foram.
          Se eu pudesse, apagaria aqui no G+ todas as coisas horríveis que escrevi.
          Mas é tarde, escreveu fica lá para sempre.
          Percebi que tudo aquilo não levaria a nada de bom.

          Na verdade, cansei de ficar disparando frases de ódio e desprezo.
          Continuarei aqui no G+, mas vou deixar de lado essas ofensas sobre sexualidade.
          Por ser mulher real, sempre os vi como imitações desajeitadas e insultuosas.
          Mas não adianta, todo ódio que a pessoa envia, um dia volta pra ela…
          Chega disso.

          Na verdade o que combato não é O GAY, mas ativistas extremistas com seus discursos de ódio contra os héteros pelos séculos de homofobia e a exigência de privilégios, direitos especiais e tratamento diferenciado.
          E coisas absurdas que uns gays queriam, como banir contos de fadas e trocá-los por versões gay e eliminar as palavras “pai” e “mãe” dos documentos oficiais.

          Assim como há negros querendo vingança pelos séculos de escravidão e racismo.
          É melhor que vivamos em paz, só que nenhum dos lados pode avançar sobre os direitos do outro, aí sim eu aprovo.

          Aqui mesmo no G+ fui alvo de ódio e calúnias, não de gays mas de héteros cristãos, por ter feito sexo antes do casamento, coisa que não vejo nada de errado, mas me chamaram de prostituta pra baixo.
          Disseram que o inferno me aguarda, um deles falou que me entregava a Satanás.
          Inferno só por sexo antes do casamento?

          Não há proporção entre a “falta” e o castigo, pois o inferno é eterno e o meu “crime” não, então não há justiça nessa condenação.
          Deus, porém é infinitamente justo, nunca pratica injustiças, então essa condenação a mim dirigida não era de Deus, se fosse, ele seria injusto e não seria Deus.

          Vi que também estava sendo discriminada e alvo de ódio dos falsos moralistas, os quais em certo momento passaram das ofensas para as ameaças à minha vida.
          Deus me mostrou, eu acho, como você se sentia lendo aquelas coisas horríveis, uma parte delas de minha autoria.
          Não sei se adianta alguma coisa, mas arrependo-me de tudo o que escrevi.

          Você aceita “assinar” um tratado de paz com a princesa Mariana?

          (Obviamente o título de “princesa” é fantasia, não sou filha de rei.)
          Vem do desenho Frozen.

          • Para a princesa Mariana.

            Seu texto, que em diversas frases me comoveu profundamente pela verdade que traduz em palavras e pela nobreza que revela nos bons sentimentos, vem ao encontro de um pensamento que me percorre também a mente, o espírito, o ser: o de postar com o cuidado de não ofender intencionalmente as pessoas (sim, pois sempre há os que infelizmente se ofendem com qualquer coisa que a gente publique ou expresse que seja diferente do que eles pensam).

            Peço perdão por todas as vezes que a feri – peço perdão a todos(as) os(as) demais que também feri -, ao mesmo tempo em que a perdoo por eventuais sentimentos de dor que palavras por você proferidas tenham produzido em meu coração. O pedir e dar perdão cura, agora, as feridas de nossas almas e de nossos coraões.

            Os gays não somos todos iguais. Há aqueles que são efeminados, e eles não têm culpa de serem assim, e nem tampouco isso constitui um problema, sendo que há homens de uma heterossexualidade a toda prova e que, não obstante, são efeminados. Há, ainda, as travestis, os transsexuais que sentem como se em corpo errado estivessem, tendo isso que ver com experiências de vidas pretéritas.

            Então não podemos generalizar, pois o ser humano, cada um deles, é um universo singular, uma experiência única, um milagre de Deus.

            Quanto a sexo e casamento, o mais importante de tudo, penso, é o amor, o carinho, o afeto, o respeito, a fidelidade, a responsabilidade, não meros papéis lavrados e assinados em cartorio e tantas e tantas vezes meras formalidades que no lar, mesmo, jamais se traduziram em amor, carinho, respeito, lealdade, fidelidade entre o casal. Não que eu esteja desprezando o casamento, mas que não creio que onde não houver um casamento legalizado, formal, não pode haver um relacionamento responsável, fundamentado em amor e respeito.

            Assim sendo, quero dizer que aceito, com grande alegria e de bom coração, o seu auspicioso e enobrecedor tratado de paz. E esteja certa, alma querida, que não há inferno, pois, se inferno existisse, então Deus mesmo, sendo Ele onipresente, também lá estaria, e não sendo um monstro carrasco, mas sumamente bom e misericordioso, ao lá estar só poderia estar em condição de sofrimento, chorando com os que choram, sofrendo com os que sofrem, e ainda em muito maior medida, pois em Deus todas as potências são elevadas ao infinito, o infinito deste Deus que a Biblia declara, de forma tão pura, singela, linda e povtica, ser AMOR, o mais elevado dos sentimentos.

  5. A lei tem traço de inconstitucionalidade.

    Espaços públicos não devem ser limitados a grupos, ele é do povo, podendo fazer uso para os fins culturais, religiosos, desportivos.

    Cochilo dos parlamentares da cidade em aprovar norma contrária a princípios constitucionais.

    • Não é apenas “traço”, a lei é totamente inconstitucional, Levi Varela. De qualquer forma, você merece parabéns pelo seu comentário. Ser justo é ser sábio.

      • Sandro,

        Veja que eu conclui dizendo:

        “Cochilo dos parlamentares da cidade em aprovar norma contrária a princípios constitucionais.”

        Mas de todo o modo devo esclarecer que o traço a que me refiro não é apenas um risco sobre uma larga folha, mas sim algo com o perfil, com a feição, com a substancia, Ex, o ser humano tem o traço de Deus.

        Segue abaixo as diversas formas de concepção da palavra em si segundo os linguistas:

        Desenhar riscos no papel:
        1 riscar, desenhar, pautar, rabiscar, tracejar.

        Conceber plano, projeto, estratégia:
        2 projetar, criar, inventar, conceber, esboçar, idear, planejar, elaborar, idealizar, tracejar, imaginar, delinear.

        Engendrar uma trama:
        3 armar, maquinar, tramar, urdir, engenhar, engendrar, arquitetar, fiar, preparar, tecer.

    • Mas também que bobagem que estou falando, a provocação é deliberada, gentalha mesmo. Gay até era respeitado há alguns anos, ninguem dava bola. Hoje querem ser gente no que se refere a sexuallidade…aceitem, no tocante à sexualidade voces sofrem de um desvio de conduta.

      • Alto lá, cidadão! A parada gay não é de jeito nenhum qualquer coisa a que se chame provocação, mas um evento público – e turístico, que rende dinheiro para o comércio e gera impostos para o país – que ocorre há muitos ano no Brasil e nas maiores democracias do mundo. Provocação desnecessária e barata é o que crentes fanáticos dizem e fazem na tentativa de estabelecer sua visão hegemônica de mundo sobre o conjunto da sociedade, ditar regras de conduta e moral e tentar obstaculizar direitos de minorias!

        • Esse história de minoria da encheu o saco…que minorias que, vai viver tua vida e deixa de ser gado nas mãos dos esquerdistas, gente idiotizada. Coisa ridícula:
          “me aceitem”, ” me aceitem”, “tenho meus direitos”, velho ta todo mundo kgndo para teus “direitos”. Tu ja nao vive com um homem? Tem alguem te impedindo de fazer alguma coisa? Entao para de encher o saco das pessoas e vai viver tua vida rapaz, porém, longe da igreja, porque para estar lá terá de abandonar a antiga vida.

          • CRISTÃO

            Sou conhecida por ser justa.
            Bem medido e bem pesado, o Sandro tem razão.
            A praça é pública, nem devia ter nome de Praça da Bíblia.
            Você aceitaria uma Praça do Alcorão?
            E uma Praça da Torah?
            E uma Praça do Bhagavad Gita?

            Aqui na minha cidade (SP), faz um tempo colocaram numa das entradas da cidade uma enorme placa, dizendo: “Esta cidade é do Senhor Jesus” e deu uma polêmica dos infernos.
            Foi uma iniciativa de evangélicos muito criticada por ser considerada propaganda da igreja deles.
            Será que eles, os evangélicos da placa, aceitariam uma dizendo…

            “ESTA CIDADE É DO PROFETA MAOMÉ”
            “ESTA CIDADE É DE BUDA”
            “ESTA CIDADE É DA VIRGEM MARIA”
            “ESTA CIDADE É DE ABRAÃO, ISAAC E JACÓ”

            Nada, iam espernear até dizer chega…

          • Pseudocristão,

            “Esse história de minoria da encheu o saco…”

            É mesmo? Esqueceu que evangélicos também são minoria?

            “que minorias que, vai viver tua vida….”

            Como parte de uma minoria – você, como evangélico também é -, estou vivendo, sim, minha vida, mas isso não significa deixar de lutar por meus direitos, como vocês evangélicos também já lutaram contra o preconceito e por seus direitos.

            “… e deixa de ser gado nas mãos dos esquerdistas, gente idiotizada.”

            Mais respeito, cidadão! Sou de esquerda, sim, e é um DIREITO que me assiste, e gado é você que submete sua conscência a outros homens e avilta sua inteligência por ter como verdades as fantasias e ilusões do fundamentalismo bíblico mosáico.

            “me aceitem”, ” me aceitem”, “tenho meus direitos”

            Onde você viu dizermos tais coisas, cidadão? Não seja ridículo ao confundir a luta por direitos civis com apelos emocionais como os que vocês fazem nos cultos em que pedem para que as pessoas aceitem suas ilusões e pantomimas religiosas!

            “velho ta todo mundo kgndo para teus “direitos”. Tu ja nao vive com um homem? Tem alguem te impedindo de fazer alguma coisa?”

            Tem, SIM, muita gente incomodada com o fato de eu viver com homem. Gente DA SUA LAIA religiosa que vive obstaculizando o direito ao casamento gay, chegando ao absurdo de negar e de tentar anular uma decisão tomada pela Suprema Corte e com fundamento em cláusulas pétreas da Constituição. Então não venha dizer, cínico, que não há uma multidão de fanáticos fundamentalistas, inclusive no Congresso Nacional, tentando me impedir de viver minha vida com gay. O casamento gay é so um exemplo, pois se deixarem sua LAIA de fanáticos tomar as decisões é para a prisão que vocês nos mandarão, como, aliás, pretenderam fazer na Ugando, sendo que a lei só não passou a fazer vitimas porque a Suprema Corte daquele país anulou a monstruosa lei de prisão perpétua conforme aprovada contra os gays pelo parlamento evangélico.

            “Entao para de encher o saco das pessoas e vai viver tua vida rapaz,”

            Se você acha que estou enchendo seu saco, por que lê e responde meus comentário, cara-pálida? Seja coerente e ignore meus comentários, mas não pense que deixarei de exercer meu direito de expressão porque você quer!

            “porém, longe da igreja, porque para estar lá terá de abandonar a antiga vida.”

            Posso viver na Igreja se desejar fazê-lo! Afinal, por que não? A Igreja Anglicana, por exemplo, aceita eu e meu namorado, bem como nos aceitam também outras igrejas inclusivas. Agora, da tua igreja não quero mesmo saber, pois não suporto guetos de obscurantismo, alienação, medievalismo, limitadíssima visão de Deus, do ser, do universo.

            A propósito, você já abandonou sua antiga vida? Já se tornou santo, fariseu desgraçado? Você pensa que é grande coisa diante de Deus para julgar os gays, mas você não passa de um pobre, cego, miserável e nú, como são os mornos da Igreja de Laudicéia, e a respeito destes é dito em Apocalipse que serão vomitados da boca de Deus. FARISEU CÍNICO E JULGADOR!

    • Sim, é pública, mas tudo tem bom senso. Não é porque é pública que podemos fazer provocações baratas como essa. Parecem crianças malvadas…”tá escrito teu nome na cadeira?”, coisa mais infantil, de gentalha mesmo.

      • Alto lá, cidadão! A parada gay não é de jeito nenhum provocação, mas evento público – e turístico, que rende dinheiro para o comércio e impostos para o país – que ocorre há muitos ano no Brasil e nas maiores democracias do mundo. Provocação é o que fanáticos dizem e fazem na tentativa de estabelecer sua visão de mundo sobre o conjunto da sociedade e tentar obstaculizar direitos!

        • A questão é simples meu filho, gaysismo e cristianismo não combinam, água e óleo, não tem um porquê de ficarmos discutindo isso. A igreja nao deve negociar sua santidade. Se já há muitos problemas de comportamente na igreja, imagina aceitando mais esse. Não e não.
          Sobre a reportagem, bem a praça é da bíblica, não seja tão desonesto a ponto de dizer que ninguem pensou na possível provocação? Haaaaa para rapaz, voces nao têm respeito nem pelas crianças desse país, terão por nós?

          • Pseudocristão,

            não sou seu filho, e o que não combina com com cristianismo é farisaismo. Atente, ainda, para o fato de que não precisamos de sua concordância e da concordância de sua igreja, pois nossos direitos são garantidos pela Constituição, não por sua igreja. Quanto a praça, ela só tem o nome vinculado a Bíblia, sendo um espaço público que os gays vão utilizar em razão de ser melhor adaptada para eventos. Agora, se você esta irritado e não concorda com a decisão do Magistrado, vai lá dizer isso para ele, fanfarrão! Outra coisa, seu CALUNIADOR, você retire imediatamente a sua acusação leviana e criminosa contra mim dizendo que não respeito as crianças, ou então, coloque aí seu nome, rg, cpf e endereço, para que eu represente contra você com base em crime contra a honra (art. 138, do CP), seu covarde que não sustenta um debate e já para a calúnia!

          • Esquece o que eu disse em relação a fornecer seus dados, pois não é bom fazê-lo assim, tão notória e publicamente; além disso, não quero causar-lhe problemas, mas pedir para que, doravante, não use mais desses covardes expedientes que consistem em acusar falsamente as pessoas, caluniando-as. Se puder, não me dirija mais a palavra, pois não há entre nós concordância e você já partiu para a ignorância. Obrigado.

        • Essa parada aí não serve pra nada de útil, um bando de macho se esfregando e mostrando seu estranho “orgulho”. Orgulho de quê?! Se um gay passar no vestibular, isso sim é motivo de orgulho e tem alguma utilidade.

          • provocacao ou nao, usar a praca eh um direito de qualquer um.
            nao interessa o resto.
            eh um direito assegurado.
            a praca tem um nome e soh.
            nao pertence aos cristaos.

        • Mas é claro que é uma afronta. Com certeza foi de propósito. Você diz que não fazem bagunça escândalos, claro que fazem. Da última vez fizeram coisas imundas como por exemplo enfiar um crucifixo no… e outras coisa piores ainda…. a por favor é uma coisa imunda. Claro por isso que Deus destruiu Sodoma e Gomorra

    • É pública, sim, Nilton Santo, e, apesar de ter esse nome, é praça para inclusive para ateus nela se manifestarem se assim o desejarem. Mas não adianta dizer isso a fanáticos, pois eles não aceitam fatos, eles aceitam apenas suas próprias mentiras.

    • E SE HOUVER DEZ JUSTOS?

      Abraão era amigo de Deus e amigos são confidentes, então Deus resolveu contar a Seu servo os planos que Ele tinha de destruir duas cidades: Sodoma e Gomorra. Tudo aconteceu na mesma ocasião em que Deus mandou os anjos anunciarem o nascimento do filho de Abraão e Sara, o filho da promessa.

      Deus anunciou a Abraão Sua sentença contra as cidades da campina do Jordão e disse:“Porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado, e porquanto o seu pecado se tem agravado muito, Descerei agora, e verei se com efeito têm praticado segundo o seu clamor, que é vindo até mim; e se não, sabê-lo-ei.”(Gênesis 18:20-21).

      O pecado de Sodoma e Gomorra se multiplicou de tal maneira que chegou até a presença santa de Deus, então Ele enviou dois anjos para constatar o que de fato estava acontecendo por lá. Os anjos saíram em direção à campina do Jordão, mas Abraão ficou na presença de Deus. O sobrinho querido de Abraão, Ló, morava em Sodoma e ele se preocupou com o destino da cidade e perguntou ao Senhor:“Destruirás também o justo com o ímpio?” (Gênesis 18:23).

      Abraão conhecia Deus e sabia de Sua Justiça, por isso continuou perguntando: “Se porventura houver cinqüenta justos na cidade, destruirás também, e não pouparás o lugar por causa dos cinqüenta justos que estão dentro dela?” (Gênesis 18:22-24). Cinquenta justos seriam mortos junto com os ímpios pecadores de Sodoma?

      Houve um instante de silêncio, então Abraão apelou ao Senhor e disse: “Longe de ti que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio; que o justo seja como o ímpio, longe de ti. Não faria justiça o Juiz de toda a terra?” (Gênesis 18:25). Não faria justiça o Juiz de toda a terra? Deus respondeu e disse: “Se eu em Sodoma achar cinqüenta justos dentro da cidade, pouparei a todo o lugar por amor deles.” (Gênesis 18:26).

      Abraão agora tinha a garantia de Deus de que cinquenta justos poupariam a vida de todos em Sodoma, só tinha um probleminha: Abraão conhecia a cidade e seus pecados cabeludos e não estava certo de que tinha tanta gente boa assim em Sodoma, então ele tornou a perguntar: “Se porventura de cinqüenta justos faltarem cinco, destruirás por aqueles cinco toda a cidade?” (Gênesis 18:28). Deus respondeu que se houvesse quarenta e cinco justos em Sodoma Ele não destruiria a cidade.

      A conversa continuou e Abraão foi diminuindo o número de supostos justos em Sodoma. De cinquenta foi para quarenta e cinco, depois para quarenta, depois para trinta, depois para vinte, até chegar a dez justos e Abraão teve a garantia do Senhor de que dez justos em Sodoma poupariam da morte toda a cidade.

      Na verdade não havia dez justos em Sodoma, o número exato se resumiu a Ló e sua família, quatro pessoas. Deus destruiu Sodoma, mas mandou os dois anjos salvarem a vida de Ló e sua casa e assim foi feito.

      Deus é Justo Juiz, por isso Seu julgamento é pessoal, Ele jamais vai julgar no atacado, um monte de gente ao mesmo tempo, cada um responderá individualmente pelo que fez, ou deixou de fazer. Assim como aconteceu em Sodoma, a salvação é pessoal, intransferível e fantástica.

      Pense bem. Um pecador arrependido passa a ser filho de Deus através da fé em Jesus e com isso recebe uma nova condição espiritual que vai influenciar diretamente em todos os setores de sua vida e salvá-lo de todas as formas como alguém pode ser salvo. Não é absolutamente espetacular?

      Sodoma e Gomorra foram destruídas por causa de seus pecados monumentais, afinal todo tipo de abusos, crimes e violações eram cometidos dentro de seus muros, mas Deus não colocou pecadores e justos no mesmo saco, amarrou a boca e jogou no mar, ao contrário, Ele retirou Ló e sua família da cidade antes que ela fosse inteiramente destruída por fogo e enxofre, o que nos deixa tranquilos de que antes que venha o pior sobre a face da terra, os justos serão recolhidos pelos anjos para o grande evento da Igreja de Jesus: o arrebatamento.

      O princípio sempre será reconhecer Jesus como Salvador e, a partir daí, é viver uma nova vida, com um novo coração, digno da condição de filho de Deus. 

      • “O princípio sempre será reconhecer Jesus como Salvador e, a partir daí, é viver uma nova vida, com um novo coração, digno da condição de filho de Deus. ”
        .
        Certíssimo, NOVA VIDA, NOVO CORAÇÃO, DIGNO DA CONDIÇÃO DE FILHO DE DEUS.
        Cara, perfeita a tua frase. Mas te pergunto, como voce coaduno isso com tua prática homossexual? Qual é teu problema? Não percebe o óbvio?

          • Você cometeu um erro imperdoável ao fazer, dirigindo-se a mim e a todos os gays, esta afirmação caluniosa: “…. voces nao têm respeito nem pelas crianças desse país, terão por nós?” O que você fez esta incurso no art. 138 do Código Penal, pois atribui falsamente um crime a toda uma comunidade. De hoje em diante você não me dirija mais a palavra, pois não falo com CALUNIADOR.

          • Nunca existiu esse al “kit gay” – designação “cunhada” pelos evangélicos com o fito de deturpar um programa que visava combater o preconceito e discriminação sofridos por jovens homoafetivos -, sendo que o mesmo não passou como lei porque foi negociado no balcão da politigem. Palocci, CPI e bancada evangélica te lembra alguma coisa? Reflita!

  6. Sou gay, tenho defeitos e virtudes como qualquer pessoa, e sei que Deus conhece meu coração, sempre esta comigo, nunca me deixou e nunca me deixará, pois Deus esta acima de tudo, é boníssimo, amoroso, compassivo, misericordioso, e, como disse Paramahansa Yogananda, “Deus vê a beleza imutável da sua alma. Ele sabe que nós não somos os nosso erros” e para Ele “O Homem não é importante pelo seu Ego ou pela sua personalidade. O Homem é importante porque, como alma, ele é parte de Deus.”

    A linda e inspirada oração de Thomas Merton, que transcrevo abaixo, é também a minha oração perene, e ela esta indelevelmente gravada em minha memória, em minha alma e em meu coração desde que a li pela primeira vez, sendo ainda um adolescente:

    “Senhor, não sei para onde vou.

    Não vejo o caminho diante de mim.

    Não posso saber com certeza onde terminará.

    Nem sequer em realidade me conheço e o fato de pensar que estou seguindo a tua vontade não significa que em verdade o esteja fazendo.

    Mas creio que o desejo de te agradar te agrada realmente.

    E espero ter esse desejo em tudo o que faço.

    Espero que jamais venha a fazer algo de contrário a esse desejo.

    E sei que se assim fizer me hás de conduzir pelo caminho certo, embora eu nada saiba a esse respeito.

    Portanto, sempre hei de confiar em ti ainda que me pareça estar perdido e nas sombras da morte.

    Não hei de temer, pois estás sempre comigo e nunca me abandonarás.

    Não enfrentarei sozinho os perigos que me cercam.” (Thomas Merton)

    “Reflexões de Thomas Merton: Na liberdade da solidão”, Vozes, p. 66

        • existem gays afeminados em todas as culturas indigenas.
          desconhecer tais pessoas apenas indica ignorancia sobre o assunto.
          eles nao sao como os gays ocidentais, existem diferencas pela cultura, mas sao afeminados e gostam de usar aderecos de suas culturas destinados as mulheres.

        • CRISTÃO

          Uma vez vi numa praça um índio vendendo aquelas bugigangas de ervas e produtos naturais indígenas, tipo banha de peixe-elétrico.
          E ele disse que na tribo dele, quem não era homem macho, eles amarravam com cipós numa tora de madeira e jogavam no rio…
          Foi um índio quem disse, não eu, quem não gostou, reclame com eles.
          Só estou contando o que presenciei.

        • Cristão,os índios fazem seleção,eles não criam animais com defeito,crianças que nascem com deficiência,eles jogam no rio,estas coisa que não presta,gay ou sapatão,só até serem descobertos,vai morar todos, no fundo do rio;porque fazem isto; porque se deixar da problemas futuro,então eles eliminar,o que não serve o mais rápido possível para não proliferar,senão vira praga. Até os anos 60 quase não existiam,eram calados,só foi deixar falar, olha só a praga que virou.

          • Olha aí a negação explícita do Evangelho de Cristo! Se alguém aqui duvidava do falso cristianismo do Antonio Henrique, agora tem as provas que precisava. Fariseu legalista e cheio de ódio.

          • Criatura Abominável e Horrenda,o que escrevi aqui,posso provar a quem quer que seja,você nunca viu um índio gay,que morasse na aldeia, você pensou que eu fosse igual a você,que além de mentiroso dissimulado distorce o assunto partindo para defensiva,se fazendo de vítima,enquanto na verdade é o réu.
            Você postou isto aqui na tentativa de mim desmascarar,mas saiba que um homem de DEUS, não usa mascaras para defender a verdade,e muito menos se alia,ao que DEUS condena,para defender a sua verdade,se apresenta de cara limpa,para que todos possam ver em sua cara, a verdade ou a mentira,não mim compare a você porque,somos muito diferentes,assim como o bem e o mal,a luz e as trevas,leia e comente.

            sFANTÁSTICO

            BESbswy BESbswy BESbswy BESbswy
            Edição do dia 07/12/2014
            07/12/2014 22h47 – Atualizado em 08/12/2014 12h29
            Tradição indígena faz pais tirarem a vida de crianças com deficiência física
            A prática acontece em pelos menos 13 etnias indígenas do Brasil.
            Uma tradição comum antes mesmo de o homem branco chegar ao país.
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            Um assunto da maior importância: o direito à vida. Você acha certo matar crianças recém-nascidos por causa de alguma deficiência física?
            Pois saiba que isso acontece no Brasil e não é crime. A Constituição, nossa lei maior, assegura a grupos indígenas o direito à prática do infanticídio, o assassinato de bebês que nascem com algum problema grave de saúde.
            Para os índios, isso é um gesto de amor, uma forma de proteger o recém-nascido, mas tem gente que discorda.
            Um projeto de lei que pretende erradicar o infanticídio já foi aprovado em duas comissões na Câmara Federal e agora vai para votação no plenário.
            Do outro lado, os antropólogos defendem a não interferência na cultura dos índios. Os repórteres do Fantástico foram investigar essa questão sobre a qual pouco se fala. E descobriram que a morte desses recém-nascidos mudou para pior o mapa da violência no Brasil.
            A cidade mais violenta do Brasil fica no interior do estado de Roraima. Chama-se Caracaraí e tem só 19 mil habitantes.
            De acordo com o último Mapa da Violência, do Ministério da Justiça, em um ano, 42 pessoas foram assassinadas por lá. Entre elas, 37 índios, todos recém-nascidos, mortos pelas próprias mães, pouco depois do primeiro choro.
            A partir de uma porteira, o Fantástico entrou na terra dos ianomâmis, uma área de 9,6 milhões de hectares, maior do que Portugal. Lá, vivem 25 mil índios em 300 aldeias numa floresta inteiramente preservada.
            O filho de uma mulher ianomâmi vai fazer parte da próxima estatística de crianças mortas logo após o nascimento. Há duas semanas, ela começou a sentir as dores do parto, entrou na floresta sozinha e horas depois saiu de lá sem a barriga de grávida e sem a criança.
            Os agentes de saúde que trabalham lá disseram, sem gravar, que naquela noite aconteceu mais um homicídio infantil, o infanticídio.
            O infanticídio indígena é um ato sem testemunha. As mulheres vão sozinhas para a floresta. Lá, depois do parto, examinam a criança. Se ela tiver alguma deficiência, a mãe volta sozinha para a aldeia.
            A prática acontece em pelos menos 13 etnias indígenas do Brasil, principalmente nas tribos isoladas, como os suruwahas, ianomâmis e kamaiurás. Cada etnia tem uma crença que leva a mãe a matar o bebê recém-nascido.
            Criança com deficiência física, gêmeos, filho de mãe solteira ou fruto de adultério podem ser vistos como amaldiçoados dependendo da tribo e acabam sendo envenenados, enterrados ou abandonados na selva. Uma tradição comum antes mesmo de o homem branco chegar por lá, mas que fica geralmente escondida no meio da floresta.
            O tema infanticídio ressurge agora por ter se destacado no Mapa da Violência 2014, elaborado com os dados de dois anos atrás.
            O autor do levantamento feito para o Ministério da Justiça, o pesquisador Júlio Jacobo, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, não tinha ideia da prática.
            “E aí, então, comecei a pesquisar efetivamente com as certidões de óbito. Registravam que crianças de cor ou raça indígena, de 0 a 6 dias de idade. E começamos a ver que realmente era uma cultura indígena meio não falada, meio oculta”, diz o pesquisador.
            O secretário de Segurança Pública de Roraima, Amadeu Soares, explica por que o seu estado aparece, pela primeira vez, entre os mais violentos do Brasil.
            Fantástico: Por que no ano de 2012 teve essa evolução, esse número tão grande?
            Amadeu Soares: Porque foi o ano que a Secretaria Especial começou a fazer o trabalho de registro desses infanticídios.
            E foi assim que Caracaraí, no interior de Roraima, se transformou no município mais violento do Brasil. São 210 homicídios para cada 100 mil habitantes. A média nacional é 29 homicídios para cada 100 mil habitantes.
            Pituko Waiãpi é um sobrevivente. Ele nasceu há 37 anos numa aldeia waiapi, localizada no interior do Amapá. Tinha paralisia infantil e estava condenado ao sacrifício.
            “A minha família não aceitava por causa da deficiência. Então, a Funai me tirou de lá”, conta.
            O garoto cresceu entre os homens brancos e, aos sete anos, foi levado de volta para a tribo.
            “Uma assistente social não entendia do costume da aldeia. Ela não sabia que ele não podia mais voltar e o mandou de volta”, conta Silvia Waiãpi, irmã de Pituko.
            O garoto vivia carregado pela mãe, pai ou irmão mais velho.
            “E aí um dia minha mãe cansou de me carregar e deu para o meu pai. Quando foi na hora de atravessar o rio, meu pai começou a ameaçar que eu não servia para nada, que eu merecia ser morto. A minha mãe escutou isso e gritou que não era para ele fazer isso comigo”, conta Pituko.
            “A minha mãe o deu para um dentista e a única palavra que ele sabia falar em português era: ‘Embora. Embora. Embora’”, diz a irmã.
            Ele só voltou a ver os pais quando tinha 21 anos.
            “A minha mãe sentou do meu lado e disse: ‘Meu filho, tu lembra daquele tempo que aconteceu?’. Eu falei: ‘Lembro’. Aí ela perguntou: ‘Você tem raiva dele?’. ‘Eu, não. Eu gosto do meu pai’. Isso é cultura de vocês. Quem sabe vocês estavam fazendo o certo e eu não estava sofrendo mais”, conta Pituko.
            “Como é que é carregar um deficiente físico nas costas sem cadeiras de rodas? No meio do mato?”, comenta a irmã de Pituko.
            A irmã de Pituko explica: para o seu povo, o infanticídio não é um ato cruel.
            “Era um ato de amor. Amor e desespero. Porque você não quer que um filho seu continue sofrendo. Você quer que ele sobreviva, mas não se não há como?”, diz ela.
            “Não se pode atribuir a isso qualquer elemento de crueldade. Se uma pessoa começa já no nascimento conter deformações físicas ou incapacidades muito grandes, você vai ter sempre em si um marginal”, avalia o antropólogo João Pacheco.
            Na visão do antropólogo, este garoto é um exemplo do que seria um marginal na comunidade indígena. Ele sofre de um problema neurológico.
            “Essa criança nasceu, segundo informações, sem nenhum sinal de qualquer tipo de deficiência. Eles não rejeitaram ela, mas ao mesmo tempo ela não fica como as outras crianças. Fica mais escondidinha”, explica Tiago Pereira, enfermeiro da Secretaria de Saúde Indígena.
            Por não ter percebido a deficiência, a mãe deu de mamar ao filho.
            Esta é uma cena da maior importância na vida de um pequeno ianomâmi. Quando a mãe amamenta o filho, é como se tivesse dando a ele a certidão de nascimento, é que ele está sendo aceito por ela e pela comunidade.
            Os índios acreditam que só durante esse ritual o bebê se torna um ser vivo e, graças a essa primeira mamada, Kanhu Rakai, filha de Tawarit, está viva hoje.
            “Se tivesse anotado de pequeno, poderia estar enterrado”, afirma Tawarit Makaulaka Kamaiurá, pai de Kanhu Rakai.
            Quando nasceu, a família, que faz parte da etnia kamayurá, não notou que Kanhu Rakai desenvolveria qualquer problema.
            “Ela nasceu normal. Depois de cinco anos, ela começou a ir enfraquecendo mais”, conta Tawarit.
            Kanhu Rakai tinha distrofia muscular progressiva, uma doença degenerativa que dificulta cada dia mais os movimentos da garota, e os pais se sentiam pressionados pela comunidade para matar a criança.
            “A aldeia não manda. Pode mandar, mas só que quem decide, eu e ela, é a gente que decide”, diz Tawarit.
            E eles decidiram se mudar para Brasília.
            “Para mim, enterrar as crianças é feio, é muito feio”, afirma Tawarit.
            A solução para impedir a morte de bebês indígenas não é simples. Quem vive próximo ao problema, sabe disso. João Catalano é o coordenador geral da Frente de Proteção dos Índios Ianomâmis, da Funai.
            “A gente tem que entender o ambiente em que eles estão inseridos. Aqui a gente está falando da maior floresta tropical do mundo. A maior parte das regiões só chega de avião”, diz Catalano.
            O secretário de Segurança Pública de Roraima aponta outra limitação para agir: “A Funai acompanha, estuda e analisa todas essas questões culturais dos povos indígenas. E o estado tem essa limitação de apenas fazer o registro e o atendimento no caso de óbito”.
            Várias vezes, enquanto esta reportagem estava sendo feita, tentamos falar com a direção da Funai, a Fundação Nacional do Índio. Ela não quis falar com o Fantástico sobre esse assunto.
            E o que diz a lei brasileira sobre o infanticídio indígena? O artigo 5º da Constituição garante a todos o direito à vida.
            O jurista José Afonso da Silva, especialista em direito constitucional, faz uma ressalva sobre as exceções dentro da Constituição.
            “Ela reconhece a cultura indígena, os costumes indígenas, as tradições indígenas”, observa o jurista.
            Então, diante da Constituição do Brasil, não há nada condenável no ato da mãe índia que mata o filho bebê.
            O deputado federal Henrique Afonso, do PV do Acre, apresentou um projeto de lei indicando como o estado pode trabalhar para intervir na questão. “Esse projeto, o objetivo é erradicar o infanticídio no Brasil”, diz Henrique Afonso.
            Ele prevê, por exemplo, a criação de um Conselho Tutelar Indígena, que teria autonomia para determinar qual medida deve ser adotada em cada caso.
            O projeto ainda não foi colocado em votação no Congresso, mas já é criticado.
            “Não há como executar essa lei a não ser com violência, que é desaconselhável. E a própria Constituição repudiaria isso”, comenta o jurista José Afonso da Silva.
            “Eu não posso imaginar que esse seja um projeto realmente humanitário. Então, nesse sentido, os antropólogos têm se manifestado sempre contra”, diz o antropólogo João Pacheco.
            Para os antropólogos, a solução seria o diálogo.
            Uma saída bem sucedida encontrada pelo técnico de enfermagem da Secretaria Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Charles Sheiffer. Conversando, ele conseguiu impedir a morte de um bebê indígena.
            “Eu estava no posto de saúde mais ou menos 5h20 e, de repente, eu escutei uma batida na porta do posto. A mãe mandou um dos filhos dela me chamar para poder mostrar essa criança. Cheguei lá e a criança estava na grama já com placenta e tudo. E fiquei com essa criança mais ou menos uns três dias”, conta Sheiffer.
            O pai já tinha outros três filhos. E acreditava que não tinha condição de criar mais um bebê.
            “Até que o pai se convenceu da minha atitude. E a mãe também queria a criança. De toda forma, ela queria. E aí quando ela deu a primeira mamada… Pronto! A criança estava livre”, lembra Sheiffer.
            Silvia se formou em fisioterapia, é tenente no Exército e reclama da falta de estrutura e saúde dada a esses povos.
            “Falta de medicação, falta de enfermeiros, técnicos, porque os poucos que têm estão sobrecarregados. Então, dizer que o índio está fazendo o infanticídio é muito fácil. Mas se tivesse estrutura, eu duvido que isso aconteceria. Eu falo isso porque meu irmão, o Pituko, é tetraplégico, ele não teria nenhuma condição de sobrevivência dentro da aldeia, mas aqui ele hoje é um pintor. Ele só mexe a cabeça e o pescoço, e ele pinta, e ele escreve apenas com a boca”, conta Silvia.
            Hoje Pituko é um orgulho para a sua aldeia. Agora, os waiãpis descobriram que existe outro caminho para crianças que nascem com deficiência.
            “Eu quebrei os preconceitos sobre pessoas com paralisia infantil. Eu tenho uma sobrinha que tem dois filhos que são deficientes”, diz Pituko.
            “E hoje meu pai entende isso. Hoje, nós vemos isso no olhar dele. Um olhar de amor. Um olhar de carinho. E quando nós vamos, ele chora, porque fazia muito tempo que ele não nos via. E ele diz em português: saudade”, conta Silvia.
            A mesma saudade que Muwaji tem do seu povo. Ela é de uma tribo isolada do Amazonas, a suruwaha.
            Quando deu a luz ao seu filho, estava sozinha no meio da floresta. Percebeu que a criança não abria as mãos e tinha as pernas cruzadas e duras. Muwaji começou a criar a filha mas o irmão insistia que ela devia matar a bebê.
            “Meu irmão falou: ‘Dá o veneno. Eles vão matar’. ‘Não quero matar’”, conta Muwaji.
            Para salvar a criança, Muwaji fugiu da sua tribo. Vive com a filha de oito anos em Brasília e nunca mais viu a família.
            “Meu coração é triste, chora. Depois é alegre de novo”, diz.
            Ela não vê meios de voltar para sua tribo e apenas canta quando quer se sentir próxima a seu povo.

          • Antônio Henrique, a respeito da cultura indígena, você declarou que os índios eliminam as crianças que “nascem com defeito”. Então você está contradizendo o teoria imbecil dos evangélicos de que homossexualidade é opção, que ninguém nasce homossexual? Vá se tratar, seu doente. Você não passa de um reprimido obcecado pela homossexualudade que pode estar incomodando a você próprio. É o velho princípio do “se me incomoda, deve ser eliminado”.

    • O que você conhece da cultura indígena, cristão de meia pataca? Em muitas tribos, a iniciação sexual dos jovens índios se da numa oca, onde só eles e o pajé tem acesso. Você sabe o que acontece lá dentro? Por outro lado, o Discovery apresentou uma matéria sobre a eliminação de albinos em certas tribos africanas. Segundo os líderes religiosos, são possuídos por demônios. O mesmo fenômeno se observa entre os fanáticos cristãos com relação aos homossexuais. Sempre a merd@ das religiões pra definir o que é aceitável e o que é abominável.
      .

  7. CRISTÃO

    “Não foi pra ti Luciano, foi pro Sandro, desculpe!”

    Cara, como vc faz uma trapalhada desse calibre?
    Foi muito engraçado, falar a alguém sobre a prátiCA GUEI e a pessoa não é gay, mandou a resposta pra pessoa errada….foi hilário…
    Se eu fizesse isso, não tinha mais coragem de aparecer aqui no G+, morreria de vergonha.
    O que o gay fala quando paga uma conta?
    PAGAY.

    • Palavras da MARIANA (falsa princesa de nada e de lugar nenhum) a meu respeito, e que ela publicou em 15 de outubro de 2015 ás 3:51:

      “Vamos ignorá-lo e assim lhe dar o que merece: O ESQUECIMENTO.”

      POR FAVOR, MARIANA, CUMPRA O QUE ESTA DIZENDO!!!

      VOCÊ NÃO SABE O FAVOR QUE FARÁ ME IGNORANDO!!!

      TENHA VERGONHA NESSA TUA FUÇA E ME ESQUEÇA!!!

      INSISTO: TENHA VERGONHA NA CARA E CUMPRA!!!

    • Erros acontecem, nada a ver, coisa mais normal do mundo. Se postei o assunto para a pessoa errada já me desculpei, nunca tive problemas em admitir um erro. Não preciso sair do site por isso nem morrer de vergonha. Pedi desculpas para o camarada e tudo certo.

      Mas o conteúdo do que escrevi continua valendo para o indíviduo o qual me dirigi, que já consegui desmascarar nesse site como um infiltrado esquerdista. Agora se voce, sendo católica continuar dando atenção para esses sujeitos estará contrariando nossa fé que diz que é sábio não se entremeter em questões com os infiéis. E mais, trará tormentos a tua alma, está em provérbios.

      • “Se postei o assunto para a pessoa errada já me desculpei, nunca tive problemas em admitir um erro.”

        E quando pedirá desculpas pelas ofensas que dirije contra minha pessoa?

        “o indíviduo o qual me dirigi, que já consegui desmascarar nesse site como um infiltrado esquerdista.”

        Não sou “infiltrado” coisa nenhuma! Sou apenas um comentarista que aqui debate a favor dos direitos civis dos homoafetivos, contra o fanatismo, pela tolerância e espírito verdadeiramente cristão, entre outras defesas com base nas máximas: “Amarás a teu próximo como a ti mesmo”, “Não farás a outros o que não queres que façam a ti”, “Não julgueis para que não sejas julgado”.

        Do ponto de vista político eu sou trabalhista de esquerda, mas meu foco de ativismo não é política, mas direitos humanos – com ênfaze para direitos dos gays – e direitos animais. Eu não me manifesto apenas no Gospelmais.

  8. Juiz está certinho em liberar a Praça para os Gays, isso porque a praça é Pública e como tal não é um espaço privado das Igrejas e sim os Proprios templos, seria errado se os Gays entrassem na Justiça para usar um Tempo porque seria o ideal para suas manifestações em virtude não ter outros espaços, ai sim mais a liberação foi correta e eu como Bispo Evangélico e Juiz Arbitral também decidiria em favor dos gays, os Evangélicos devem saber respeitar as leis do Pais e saber que não iremos salvar o mundo e nem mesmo os que já se dizem Evangélicos tem garantias de salvação pois Cristo disse:”Muitos são os chamados e poucos os Escolhidos”. Nos deveríamos amar essas pobres criaturas que estão cegos por entidade demoníacas e dar uma oportunidade de salvar alguns desse mundo tenebroso, Jesus Disse: ainda que “devemos amar nossos Inimigos e orar pelos que nos perseguem”, e se fizermos isso eles não terão como nos afrontar porque sabem que somos os únicos que os amamos de coração porque são criaturas de Deus e que Lúcifer é quem quer destruir não só nos mais a humanidade.

  9. Publico aqui, com louvor, um comentário da Mariana ao mesmo tempo em que a parabenizo pelos argumentos irretocáveis e simplesmente incontestáveis:

    “CRISTÃO

    Sou conhecida por ser justa.
    Bem medido e bem pesado, o Sandro tem razão.
    A praça é pública, nem devia ter nome de Praça da Bíblia.
    Você aceitaria uma Praça do Alcorão?
    E uma Praça da Torah?
    E uma Praça do Bhagavad Gita?

    Aqui na minha cidade (SP), faz um tempo colocaram numa das entradas da cidade uma enorme placa, dizendo: “Esta cidade é do Senhor Jesus” e deu uma polêmica dos infernos.
    Foi uma iniciativa de evangélicos muito criticada por ser considerada propaganda da igreja deles.
    Será que eles, os evangélicos da placa, aceitariam uma dizendo…

    “ESTA CIDADE É DO PROFETA MAOMÉ”
    “ESTA CIDADE É DE BUDA”
    “ESTA CIDADE É DA VIRGEM MARIA”
    “ESTA CIDADE É DE ABRAÃO, ISAAC E JACÓ”

    Nada, iam espernear até dizer chega…”

  10. Pseudocristão,

    “Esse história de minoria da encheu o saco…”

    É mesmo? Esqueceu que os evangélicos também são minoria?

    “que minorias que, vai viver tua vida….”

    Como parte de uma minoria – você, como evangélico também é -, estou vivendo, sim, a minha vida, mas isso não significa que deixarei de lutar por meus direitos, como vocês evangélicos também um dia lutaram contra o preconceito e pelos seus direitos.

    “… e deixa de ser gado nas mãos dos esquerdistas, gente idiotizada.”

    Mais respeito, cidadão! Sou de esquerda, sim, e é um DIREITO que me assiste, e gado é você que submete sua conscência a outros homens e avilta sua inteligência por ter como verdades as fantasias, ilusões, delírios do fundamentalismo bíblico mosaico.

    “me aceitem”, ” me aceitem”, “tenho meus direitos”

    Onde você nos viu dizermos tais coisas, cidadão? Não seja ridículo ao confundir a luta por direitos civis com apelos emocionais como os que vocês fazem nos cultos em que pedem para que as pessoas aceitem suas ilusões, delírios e pantomimas religiosas fundamentalistas medievais e há muito definitivamente pulverizadas pela ciência!

    “velho ta todo mundo kgndo para teus “direitos”. Tu ja nao vive com um homem? Tem alguem te impedindo de fazer alguma coisa?”

    Tem, SIM, muita gente incomodada com o fato de eu viver com um homem. Gente DA SUA LAIA religiosa que vive obstaculizando o direito ao casamento gay, chegando ao absurdo de negar a lei e de tentar anular uma decisão tomada pela Suprema Corte com fundamento em cláusulas pétreas da Constituição. Então não venha dizer, cínico, que não há uma multidão de fanáticos fundamentalistas, inclusive no Congresso Nacional, tentando me impedir de viver minha vida como homoafetivo que tem direitos iguais. O casamento gay é só um exemplo, pois se deixarem os fanáticos tomarem as decisões é para a prisão que vocês nos mandarão, como, aliás, já pretenderam fazer na Uganda, sendo que a lei só não passou a fazer vitimas porque a Suprema Corte daquele país anulou a monstruosa lei de perpétua aprovada contra gays pelo parlamento evangélico.

    “Entao para de encher o saco das pessoas e vai viver tua vida rapaz,”

    Se você acha que estou enchendo teu saco, então por que você lê e responde os meus comentário, cara-pálida? Seja coerente e ignore meus comentários, mas não pense que deixarei de exercer meu direito de expressão apenas porque você quer!

    “porém, longe da igreja, porque para estar lá terá de abandonar a antiga vida.”

    Posso viver na Igreja se desejar fazê-lo, afinal, por que não? A Igreja Anglicana, por exemplo, aceita eu e meu namorado, bem como nos aceitam outras igrejas inclusivas.
    Agora, da tua igreja fundamentalista não quero mesmo saber, pois não suporto guetos de obscurantismo, alienação, medievalismo, limitadíssima visão de Deus, do ser, do universo.

    A propósito, você já abandonou sua antiga vida? Já se tornou santo, fariseu?

    Você pensa que é grande coisa diante de Deus para julgar os gays, mas você não passa de um pobre, cego, miserável e nú, exatamente como são os mornos da Igreja de Laudicéia, e a respeito dos quais é dito, no livro de Apocalipse, que serão vomitados da boca de Deus. Fariseu cínico, julgador, lembra-te sempre destas imortais palavras:

    “Não julgueis para que não sejas julgados” (Jesus Cristo)

  11. Não gastarei mais meu tempo falando com os mau caráter desse site, pessoas moralmente imundas, voces são muito mal intencionados. Falarei com meus irmãos de fé, católicos ou evangélicos, assuntos da nossa fé. Recomendo aos meus irmãos que façam o mesmo, antes que se contaminem com esse miasma que esses caras intencionalmente lançam aqui.

    • Como sei que esta se referindo a minha pessoa, ouça isto, fariseu: seus xingamentos, seu ódio, sua falta de respeito e de urbanidade só revelam a estreiteza de sua mente, de suas visões, a incapacidade de me vencer no debate das ideias e a falsidade de seu cristianismo, e se você quer falar apenas com seus irmãos de fé você revela que não quer ser sal no mundo, mas sal no saleiro, apesar que você, de cristão, mesmo, não tem nada a não ser um leve verniz – o verniz dos fariseus legalistas e julgadores!

      • Em tempo: “miasma”, do ponto de vista espiritual, é um termo vinculado a um interessante conceito ou abordagem da doutrina espírita.

        Sugiro para você a leitura do livro “O Espiritismo e as Igrejas Reformadas”, do ex-evangélcio Jayme Andrade, não porque esse livro fale em “miasmas”, mas porque através dele o autor explica, citando a Bíblia, porque se tornou espírita.

  12. Por favor Gnotícias seu público cristão pede: sem mais notícias gays por aqui, isso não é relevante para nossa fé nem edifica em nada. Coloquem matérias que nos edifiquem e o site de voces crescerá e muito!

    • Então agora você quer impor aqui uma ditadura de pensamento, pseudocristão? Quer determinar o que o site publicará ou não? Quem você pensa que é, cidadão, para vir aqui dizer o que deve ou não ser publicado no Gospelmais?

      E desde quando você tem procuraçã para falar em nome dos leitores do site? Tem aí uma procuração? Este site, pelo que vejo diariamente, é portal de informação que prima pela defesa e prática de liberdade de consciência, opinião e expressão dos muitos milhares de seus leitores que aqui vêm diariamente em busca de cultura, lazer, entretenimento e são beneficiados com muita informação e o debate das ideias que também informa e esclarece. Agora, se você é da turma do pensamento único, hegemônico, crie um site onde só os que dizem amém para tudo o que você fala poderão comentar. Posso até ver o quão “empolgantes” serão os debates. rsrs

      • Criatura Abominável,e Horrenda a sua resposta,o seu apoiador, simpatizante,e moderador Tiago Chagas, para proteger,a vocês gays,achou por bem deixar de lado, mas de alguma forma você saberá, em resposta, a sua falsa afirmação., contra mim. Aguarde.

        Sandro disse: 16 de outubro de 2015 ás 12:35 pm
        Olha aí a negação explícita do Evangelho de Cristo! Se alguém aqui duvidava do falso cristianismo do Antonio Henrique, agora tem as provas que precisava. Fariseu legalista e cheio de ódio.

        • Você me chama continuamente de “Criatura Abominável” e ainda tem a coragem de contestar o que eu disse e que é mais pura verdade, ou seja, que você não dá testemunho de verdadeiro cristão? Infelizmente, para você, a religião tem sido a expressão da intolerância e do ódio, e não foi nada disso que Jesus te ensinou.

          • Você pode me odiar e xingar o quanto você quiser, Antonio Henrique, que isso não mudará o fato de eu – e todas as pessoas deste mundo, inclusive você – ser uma alma por quem Cristo morreu e uma criança para Deus.



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          • Sandro, não se importe quando um desses dependentes químicos, digo, bíblicos, te chamar de “abominação”. Partindo do princípio de que o homem é um ser eminentemente social, abominações são esses fanáticos viciados em biblia.

    • Eu passei a visitar sites “gospel” quando constatei que nesses sites fala-se mais em gays do que em deus. Quando o assunto é gay, o espaço fica repleto de comentários, mas quando a matéria envolve comportamentos desviados de “homis de deus”, aí quase não há comentários. E muitos ainda reclamam com o administrador do site por publicarem esse tipo de matéria. Divina hipocrisia!
      .

  13. Meus irmãos em Cristo, não sejamos ais tolos, vamos obedecer o que está em provérbios e sair dessa loucura de debates:

    Pv 20.3 Honroso é para o homem desviar-se de questões, mas todo tolo é intrometido.

    Nossas posições são bem claras, não precisamos discuti-las com ninguém, quem quiser que venha e beba de graça da água da vida, quem não quiser que fique como está.

    • Não é errado debater, o problema esta em ser intolerante e agressivo em relação ao pensamento divergente, e o cristão esta para ser sal no mundo, não no saleiro.

  14. FANTÁSTICO

    BESbswy BESbswy BESbswy BESbswy
    Edição do dia 07/12/2014
    07/12/2014 22h47 – Atualizado em 08/12/2014 12h29
    Tradição indígena faz pais tirarem a vida de crianças com deficiência física
    A prática acontece em pelos menos 13 etnias indígenas do Brasil.
    Uma tradição comum antes mesmo de o homem branco chegar ao país.
    FACEBOOK
    Um assunto da maior importância: o direito à vida. Você acha certo matar crianças recém-nascidos por causa de alguma deficiência física?
    Pois saiba que isso acontece no Brasil e não é crime. A Constituição, nossa lei maior, assegura a grupos indígenas o direito à prática do infanticídio, o assassinato de bebês que nascem com algum problema grave de saúde.
    Para os índios, isso é um gesto de amor, uma forma de proteger o recém-nascido, mas tem gente que discorda.
    Um projeto de lei que pretende erradicar o infanticídio já foi aprovado em duas comissões na Câmara Federal e agora vai para votação no plenário.
    Do outro lado, os antropólogos defendem a não interferência na cultura dos índios. Os repórteres do Fantástico foram investigar essa questão sobre a qual pouco se fala. E descobriram que a morte desses recém-nascidos mudou para pior o mapa da violência no Brasil.
    A cidade mais violenta do Brasil fica no interior do estado de Roraima. Chama-se Caracaraí e tem só 19 mil habitantes.
    De acordo com o último Mapa da Violência, do Ministério da Justiça, em um ano, 42 pessoas foram assassinadas por lá. Entre elas, 37 índios, todos recém-nascidos, mortos pelas próprias mães, pouco depois do primeiro choro.
    A partir de uma porteira, o Fantástico entrou na terra dos ianomâmis, uma área de 9,6 milhões de hectares, maior do que Portugal. Lá, vivem 25 mil índios em 300 aldeias numa floresta inteiramente preservada.
    O filho de uma mulher ianomâmi vai fazer parte da próxima estatística de crianças mortas logo após o nascimento. Há duas semanas, ela começou a sentir as dores do parto, entrou na floresta sozinha e horas depois saiu de lá sem a barriga de grávida e sem a criança.
    Os agentes de saúde que trabalham lá disseram, sem gravar, que naquela noite aconteceu mais um homicídio infantil, o infanticídio.
    O infanticídio indígena é um ato sem testemunha. As mulheres vão sozinhas para a floresta. Lá, depois do parto, examinam a criança. Se ela tiver alguma deficiência, a mãe volta sozinha para a aldeia.
    A prática acontece em pelos menos 13 etnias indígenas do Brasil, principalmente nas tribos isoladas, como os suruwahas, ianomâmis e kamaiurás. Cada etnia tem uma crença que leva a mãe a matar o bebê recém-nascido.
    Criança com deficiência física, gêmeos, filho de mãe solteira ou fruto de adultério podem ser vistos como amaldiçoados dependendo da tribo e acabam sendo envenenados, enterrados ou abandonados na selva. Uma tradição comum antes mesmo de o homem branco chegar por lá, mas que fica geralmente escondida no meio da floresta.
    O tema infanticídio ressurge agora por ter se destacado no Mapa da Violência 2014, elaborado com os dados de dois anos atrás.
    O autor do levantamento feito para o Ministério da Justiça, o pesquisador Júlio Jacobo, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, não tinha ideia da prática.
    “E aí, então, comecei a pesquisar efetivamente com as certidões de óbito. Registravam que crianças de cor ou raça indígena, de 0 a 6 dias de idade. E começamos a ver que realmente era uma cultura indígena meio não falada, meio oculta”, diz o pesquisador.
    O secretário de Segurança Pública de Roraima, Amadeu Soares, explica por que o seu estado aparece, pela primeira vez, entre os mais violentos do Brasil.
    Fantástico: Por que no ano de 2012 teve essa evolução, esse número tão grande?
    Amadeu Soares: Porque foi o ano que a Secretaria Especial começou a fazer o trabalho de registro desses infanticídios.
    E foi assim que Caracaraí, no interior de Roraima, se transformou no município mais violento do Brasil. São 210 homicídios para cada 100 mil habitantes. A média nacional é 29 homicídios para cada 100 mil habitantes.
    Pituko Waiãpi é um sobrevivente. Ele nasceu há 37 anos numa aldeia waiapi, localizada no interior do Amapá. Tinha paralisia infantil e estava condenado ao sacrifício.
    “A minha família não aceitava por causa da deficiência. Então, a Funai me tirou de lá”, conta.
    O garoto cresceu entre os homens brancos e, aos sete anos, foi levado de volta para a tribo.
    “Uma assistente social não entendia do costume da aldeia. Ela não sabia que ele não podia mais voltar e o mandou de volta”, conta Silvia Waiãpi, irmã de Pituko.
    O garoto vivia carregado pela mãe, pai ou irmão mais velho.
    “E aí um dia minha mãe cansou de me carregar e deu para o meu pai. Quando foi na hora de atravessar o rio, meu pai começou a ameaçar que eu não servia para nada, que eu merecia ser morto. A minha mãe escutou isso e gritou que não era para ele fazer isso comigo”, conta Pituko.
    “A minha mãe o deu para um dentista e a única palavra que ele sabia falar em português era: ‘Embora. Embora. Embora’”, diz a irmã.
    Ele só voltou a ver os pais quando tinha 21 anos.
    “A minha mãe sentou do meu lado e disse: ‘Meu filho, tu lembra daquele tempo que aconteceu?’. Eu falei: ‘Lembro’. Aí ela perguntou: ‘Você tem raiva dele?’. ‘Eu, não. Eu gosto do meu pai’. Isso é cultura de vocês. Quem sabe vocês estavam fazendo o certo e eu não estava sofrendo mais”, conta Pituko.
    “Como é que é carregar um deficiente físico nas costas sem cadeiras de rodas? No meio do mato?”, comenta a irmã de Pituko.
    A irmã de Pituko explica: para o seu povo, o infanticídio não é um ato cruel.
    “Era um ato de amor. Amor e desespero. Porque você não quer que um filho seu continue sofrendo. Você quer que ele sobreviva, mas não se não há como?”, diz ela.
    “Não se pode atribuir a isso qualquer elemento de crueldade. Se uma pessoa começa já no nascimento conter deformações físicas ou incapacidades muito grandes, você vai ter sempre em si um marginal”, avalia o antropólogo João Pacheco.
    Na visão do antropólogo, este garoto é um exemplo do que seria um marginal na comunidade indígena. Ele sofre de um problema neurológico.
    “Essa criança nasceu, segundo informações, sem nenhum sinal de qualquer tipo de deficiência. Eles não rejeitaram ela, mas ao mesmo tempo ela não fica como as outras crianças. Fica mais escondidinha”, explica Tiago Pereira, enfermeiro da Secretaria de Saúde Indígena.
    Por não ter percebido a deficiência, a mãe deu de mamar ao filho.
    Esta é uma cena da maior importância na vida de um pequeno ianomâmi. Quando a mãe amamenta o filho, é como se tivesse dando a ele a certidão de nascimento, é que ele está sendo aceito por ela e pela comunidade.
    Os índios acreditam que só durante esse ritual o bebê se torna um ser vivo e, graças a essa primeira mamada, Kanhu Rakai, filha de Tawarit, está viva hoje.
    “Se tivesse anotado de pequeno, poderia estar enterrado”, afirma Tawarit Makaulaka Kamaiurá, pai de Kanhu Rakai.
    Quando nasceu, a família, que faz parte da etnia kamayurá, não notou que Kanhu Rakai desenvolveria qualquer problema.
    “Ela nasceu normal. Depois de cinco anos, ela começou a ir enfraquecendo mais”, conta Tawarit.
    Kanhu Rakai tinha distrofia muscular progressiva, uma doença degenerativa que dificulta cada dia mais os movimentos da garota, e os pais se sentiam pressionados pela comunidade para matar a criança.
    “A aldeia não manda. Pode mandar, mas só que quem decide, eu e ela, é a gente que decide”, diz Tawarit.
    E eles decidiram se mudar para Brasília.
    “Para mim, enterrar as crianças é feio, é muito feio”, afirma Tawarit.
    A solução para impedir a morte de bebês indígenas não é simples. Quem vive próximo ao problema, sabe disso. João Catalano é o coordenador geral da Frente de Proteção dos Índios Ianomâmis, da Funai.
    “A gente tem que entender o ambiente em que eles estão inseridos. Aqui a gente está falando da maior floresta tropical do mundo. A maior parte das regiões só chega de avião”, diz Catalano.
    O secretário de Segurança Pública de Roraima aponta outra limitação para agir: “A Funai acompanha, estuda e analisa todas essas questões culturais dos povos indígenas. E o estado tem essa limitação de apenas fazer o registro e o atendimento no caso de óbito”.
    Várias vezes, enquanto esta reportagem estava sendo feita, tentamos falar com a direção da Funai, a Fundação Nacional do Índio. Ela não quis falar com o Fantástico sobre esse assunto.
    E o que diz a lei brasileira sobre o infanticídio indígena? O artigo 5º da Constituição garante a todos o direito à vida.
    O jurista José Afonso da Silva, especialista em direito constitucional, faz uma ressalva sobre as exceções dentro da Constituição.
    “Ela reconhece a cultura indígena, os costumes indígenas, as tradições indígenas”, observa o jurista.
    Então, diante da Constituição do Brasil, não há nada condenável no ato da mãe índia que mata o filho bebê.
    O deputado federal Henrique Afonso, do PV do Acre, apresentou um projeto de lei indicando como o estado pode trabalhar para intervir na questão. “Esse projeto, o objetivo é erradicar o infanticídio no Brasil”, diz Henrique Afonso.
    Ele prevê, por exemplo, a criação de um Conselho Tutelar Indígena, que teria autonomia para determinar qual medida deve ser adotada em cada caso.
    O projeto ainda não foi colocado em votação no Congresso, mas já é criticado.
    “Não há como executar essa lei a não ser com violência, que é desaconselhável. E a própria Constituição repudiaria isso”, comenta o jurista José Afonso da Silva.
    “Eu não posso imaginar que esse seja um projeto realmente humanitário. Então, nesse sentido, os antropólogos têm se manifestado sempre contra”, diz o antropólogo João Pacheco.
    Para os antropólogos, a solução seria o diálogo.
    Uma saída bem sucedida encontrada pelo técnico de enfermagem da Secretaria Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Charles Sheiffer. Conversando, ele conseguiu impedir a morte de um bebê indígena.
    “Eu estava no posto de saúde mais ou menos 5h20 e, de repente, eu escutei uma batida na porta do posto. A mãe mandou um dos filhos dela me chamar para poder mostrar essa criança. Cheguei lá e a criança estava na grama já com placenta e tudo. E fiquei com essa criança mais ou menos uns três dias”, conta Sheiffer.
    O pai já tinha outros três filhos. E acreditava que não tinha condição de criar mais um bebê.
    “Até que o pai se convenceu da minha atitude. E a mãe também queria a criança. De toda forma, ela queria. E aí quando ela deu a primeira mamada… Pronto! A criança estava livre”, lembra Sheiffer.
    Silvia se formou em fisioterapia, é tenente no Exército e reclama da falta de estrutura e saúde dada a esses povos.
    “Falta de medicação, falta de enfermeiros, técnicos, porque os poucos que têm estão sobrecarregados. Então, dizer que o índio está fazendo o infanticídio é muito fácil. Mas se tivesse estrutura, eu duvido que isso aconteceria. Eu falo isso porque meu irmão, o Pituko, é tetraplégico, ele não teria nenhuma condição de sobrevivência dentro da aldeia, mas aqui ele hoje é um pintor. Ele só mexe a cabeça e o pescoço, e ele pinta, e ele escreve apenas com a boca”, conta Silvia.
    Hoje Pituko é um orgulho para a sua aldeia. Agora, os waiãpis descobriram que existe outro caminho para crianças que nascem com deficiência.
    “Eu quebrei os preconceitos sobre pessoas com paralisia infantil. Eu tenho uma sobrinha que tem dois filhos que são deficientes”, diz Pituko.
    “E hoje meu pai entende isso. Hoje, nós vemos isso no olhar dele. Um olhar de amor. Um olhar de carinho. E quando nós vamos, ele chora, porque fazia muito tempo que ele não nos via. E ele diz em português: saudade”, conta Silvia.
    A mesma saudade que Muwaji tem do seu povo. Ela é de uma tribo isolada do Amazonas, a suruwaha.
    Quando deu a luz ao seu filho, estava sozinha no meio da floresta. Percebeu que a criança não abria as mãos e tinha as pernas cruzadas e duras. Muwaji começou a criar a filha mas o irmão insistia que ela devia matar a bebê.
    “Meu irmão falou: ‘Dá o veneno. Eles vão matar’. ‘Não quero matar’”, conta Muwaji.
    Para salvar a criança, Muwaji fugiu da sua tribo. Vive com a filha de oito anos em Brasília e nunca mais viu a família.
    “Meu coração é triste, chora. Depois é alegre de novo”, diz.
    Ela não vê meios de voltar para sua tribo e apenas canta quando quer se sentir próxima a seu povo.

  15. “Jamais, em todo o mundo, o ódio acabou com o ódio; o que acaba com o ódio é o amor.” (Siddharta Gautama Buda)



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  16. Jesus disse “Deixo-vos a paz, a minha paz vou dou”, e todos quantos têm a paz de Cristo benignos e calmos são e não serão jamais encontrados guerreando contra seus semelhantes, acusando-os e julgando-os, pois o cristão esta no mundo para promover o amor, a paz, a inclusão, não o ódio, a guerra, a exclusão, pois sabe que Jesus veio ao mundo para salvar, e não para condenar os homens.



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  17. Qual é o problema de os gays utilizarem um espaço público? Vivemos numa sociedade democrática e o cristão deve saber respeitar isso e está óbvio que a lei municipal é inconstitucional. Ô mania antiga de misturar igreja e estado, herança da Igreja Católica.

    Todo tipo de pecado é praticado na Praça da Bíblia, mas quando os gays resolvem aparecer por lá, logo arruma-se uma confusão…

    Acho muito pior quando um político corrupto é convidado com honras a fazer uso de um púlpito de alguma igreja, como costuma acontecer em algumas denominações que transformam os membros em curral eleitoral.

    Jesus não mandou a igreja sair por aí condenando as pessoas. Mandou apenas pregar o evangelho. Quem crer nisso, amém; quem não crer, fazer o quê? Cada um dará conta de si mesmo.

    O grande problema não é a Praça da Bíblia receber um evento promovido por gays, mas sim uma “igreja” usar o nome de Cristo, sendo ela na verdade igreja do diabo, por causa de suas doutrinas de demônios, envolvimento com política e sociedades secretas, comércio, etc. Isso é o que mais preocupa.

    Agora quando o Estado Islâmico chegar com força ao Brasil, vai ter que ser muito corajoso para ser cristão ou gay nesse país.

    O tempo nos dará resposta!

    Evangelismo.blog.br

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