Justiça barra liminar que pedia suspensão de passaporte diplomático do pastor Samuel Ferreira

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A liminar pedida em ação popular movida na Justiça Federal de São Paulo para cancelar a concessão do passaporte diplomático ao pastor Samuel Ferreira, da AD Brás, foi recusada.

Ferreira e sua esposa, Keila, receberam o documento do novo ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB). A concessão do passaporte a Ferreira e sua esposa, Keila, foi oficializada com uma publicação no Diário Oficial da União no dia 18 de maio.

Além da ação popular que foi movida pelo advogado Ricardo Nacle, o deputado federal Aliel Machado (Rede) também se manifestou contrário ao benefício ao pastor, e revelou que quer convocar Serra para dar explicações sobre o caso.

De acordo com informações do portal iG, o portador de um passaporte diplomático tem alguns privilégios em países que mantém relações diplomáticas com o Brasil, ficando livre de burocracias nos aeroportos, como a apresentação de vistos, por exemplo.


Lava Jato

Apesar de a Justiça Federal de São Paulo ter recusado a ação popular para a invalidação do passaporte diplomático a Ferreira, o pastor continua encrencado, pois tem seu nome ligado à suposta lavagem de dinheiro de propina que o deputado federal afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) teria recebido no esquema de corrupção da Petrobras.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki ordenou há pouco mais de duas semanas o envio das investigações sobre o pastor para o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba (PR).


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