Senado faz enquete para saber a opinião dos brasileiros sobre o fim da isenção fiscal de igrejas

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O Senado Federal abriu uma enquete nas redes sociais para saber a opinião dos cidadãos a respeito da proposta feita por um grupo de ateus e apoiada pela Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (ATEA) de que as igrejas deixem de ter isenção fiscal. A sugestão pode se tornar lei, caso avance nas comissões e seja aprovada em plenário.

A proposição foi feita através do programa e-Cidadania do Senado, e ganhou atenção da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa após reunir 20 mil assinaturas de apoio.

Agora, sob análise, os senadores poderão elaborar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para revogar a alínea b do inciso VI do artigo 150 da Constituição Federal. A aprovação de PECs é mais complexa e exige uma quantidade de votos favoráveis maior do que um projeto de lei comum.

Daniel Sottomaior, presidente da ATEA, afirmou ao jornal O Dia que a iniciativa dos ativistas ateus é uma tentativa de ressaltar a separação entre a Igreja e o Estado: “Esperamos que haja um debate mais amplo do que existe hoje, porque as questões de laicidade, apesar de no papel existir há mais de 120 anos, na prática é só para inglês ver. A gente espera colaborar com a discussão para que a sociedade entenda a importância da separação entre igreja e Estado. A questão praticamente não avançou, são coisas muito obscuras que as pessoas precisam começar a entender”, argumentou.


Diversos formadores de opinião, ao longo dos anos, sempre rebateram esse argumento ressaltando que o conceito de laicidade, proposto durante a Reforma Protestante, é um pensamento que coloca o Estado como um ente independente da religião, mas com obrigação de proteger todas as religiões, para que exista, na prática, a liberdade religiosa. A isenção fiscal, nesse caso, seria uma forma do Estado proteger as entidades religiosas, pois através das doações dos fiéis, estas podem atuar na sociedade.

60 COMENTÁRIOS

  1. Jesus pagou imposto. Jesus mandou pagar imposto. Nada mais justo que as organizações religiosas que recebem de seus fiéis sejam tributadas.

    Isenção seria somente se comprovassem relevante prestação de serviço social, tornando-se assim realmente merecedoras de serem isentas, pois teriam ambito social, e não somente arrecadatório como vemos na maioria hoje, e com seus donos enriquecendo a olhos vistos.

    • Tem que pagar imposto sim,Stardust se tiver isenção de imposto se eles comprovarem prestação de serviço social,eles vão falsificar documentos ,não vai adiantar de nada,lembra da conta de aguà ,o gato que estavam fazendo a gráfica da igreja Mundial,esse povo não tem limites

    • Uma questão bem complicada. Meu medo é que o fim da isenção fiscal prejudique somente as igrejinhas (católicas, evangélicas, e pequenos templos de outras religiões não cristãs que tem muita dificuldade em se manter), tirando a concorrência (se é que posso dizer assim) e aumentando o poder e monopólio dos pastores mestres em sonegação (não vou citar nomes).

      E com certeza Flaviana, se fosse feita essa exceção que o Stardust citou (comprovação de obras sociais relevantes para a isenção fiscal), esses mestres em sonegação dariam seu jeitinho. Grandes ONG´s já tem seus “esquemas” para isso. O Clamando por exemplo, que se disfarça de anjo de Jacó, argumentaria que não recebeu dinheiro algum, que foi tudo levado pelo anjo de Jacó para o Céu.

      • catolica? a onde que a igreja catolica vive com dificuldades?
        em qual pais?
        A ICAR é a maior latifundiária do pais, se você não sabe as terras da igreja catolica é praticamento do tamanho do estado de são paulo. A ICAR É A IGREJA MAIS RICA, E AINDA MAMA NO GOVERNO.

      • Eu sei que a igreja católica é rica, não estou me referindo a ela como um todo, somente às pequenas paróquias, conventos etc. Ou você não sabia que pequenas paróquias também fecham caso não consigam se manter?

      • Eduardo Nobre, concordo com vc, isso irá apenas prejudicar as “igrejinhas” honestas visto que as denominações que visam lucro acharão meios para burlar essa cobrança. Caso houvesse o fim de isenção fiscal as denominações (que de fato são honestas), tanto o envio de missionários para pregar o evangelho em outras localidades ou mesmo a compra de bíblias para distribuição gratuita não seriam consideradas como comprovação de prestação de serviço social, o que prejudicaria muito essas denominações.

        • se as igrejas forem tachadas com tributos, e se sentirem em aperto, e só segurem a orientação que JESUS deu a pedro quando lhe cobraram impostos de maneira injusta…

          O problema foi facilmente resolvido…
          as únicas igrejas que iram fechar serão as que pregam a teologia da miséria.

          • Disseste bem, cobrar impostos de maneira INJUSTA, porém se não houver mais a tal isenção é óbvio que deve-se seguir o exemplo de Pedro/Jesus (de a césar o que é de césar).

          • CEZARR7
            ME DIGA SÓ UMA COISA, COMO QUALQUER CIDADÃO DE BEM, JÁ NEM DIGO CRISTÃO, PODE DESEJAR, QUE QUALQUER PESSOA OU INSTITUIÇÃO TENHA BITRIBUTADO SEU DINHEIRO.
            COMO PODE ALGUÉM EM DELIRIOS DE ATIVISMO ATEU E GAY POSTAR AQUI CONTRA A IGREJA DO SENHOR E ACHAR QUE VAI FICAR IMPUNE.
            LEMBRA DISTO
            STARDUST disse: 1 de outubro de 2013 ás 12:22 pm
            COMUNICADO IMPORTANTE:

            Venho através deste comunicado informar que estou deixando de comentar no G+. Nada contra o site, que é fonte de informação, mas é uma decisão pessoal após orar e pedir direção a Deus. O Espírito Santo me mostrou a minha falha aqui. Levei um puxão de orelha “santo”. Peço perdão pela precipitação. Sei que todos somos falhos. E eu não vou esconder os meus erros. Não vou negar que cometi um erro, vários aliás. Peço perdão a todos que em maior ou menor grau se sentiram ofendidos com algo que eu disse.

            Peço perdão a todos que comentam aqui e em especial o clamando, edy ( ex ) e o vai arrebentar. Peço perdão a outros que não consigo lembrar. Peço que me perdoem pois eu pequei, errei. Peço que relevem. Não levem a sério. Eu errei e assumo publicamente meu erro.

            Peço perdão também a edir macedo, valdemiro santiago, marco feliciano, valdemiro santiago, silas malafaia e outros líderes religiosos que não consigo lembrar. Pequei contra vcs. Peço que igualmente me perdoem por tudo. Eu estou me retratando aqui que não agi corretamente com vcs também. E que Deus abençoe vcs e seus respectivos ministérios.

            Ao povo da iurd e outras denominações. Peço perdão. sim, pequei contra vcs também.

            A todos que não consigo lembrar, sejam comentaristas do site, ou pessoas do meio evangélico que se sentiram ofendidos com algo que eu disse, novamente peço perdão. Deixo a todos a seguinte mensagem de Cristo:

            ” [Mas, se não perdoardes, também vosso Pai celestial não vos perdoará as vossas ofensas.]” (Marcos 11:26)

            Estou pedindo perdão a todos. Os que me perdoarem, também terão seus pecado perdoados, pois todos somos pecadores.

            Agradeço aos que amigos que fiz aqui. Deus os abençoe da mesma forma que aos que estou pedindo perdão.

            Estou deixando o G+, e peço aos que comentam aqui que eu pedi perdão, que me perdoem. Vcs podem me responder?

            clamando, vc me perdoa? edy vc me perdoa? vai arrebentar vc me perdoa? E todos que se sentiram ofendidos comigo, vcs me perdoam?

            Aguardo as respostas.
            Comentar
            clamando disse: 11 de junho de 2015 ás 8:01 pm
            STARDUST
            A RESPOSTA É QUE TINHA TE PERDOADO, MAS AGORA VC. ESTÁ FERRADO SE TORNOU UM ANATEMA PECOU CONTRA O ESPIRITO SANTO DE DEUS, VC. USOU DELE PARA SE AUTO-PROMOVER E AGORA DEIXA CLARO QUE VC. MENTIU SOBRE ELE

  2. vejam se me entendem e compreendam como pode um ser humano ser tão baixo tão vil ignorante e ativista ateu em site gospel
    Jesus pagou imposto enquanto cidadão escravo de roma, todos tinham que pagar
    o modelo de governo da época era teocrático e todos eram obrigados a pagar o dízimo, incluindo Jesus
    hoje nosso pais é laico,mas todos pagam impostos, qualquer cidadão paga-os em tudo, mesmo sendo o proprietário da terra, paga, paga quando compra e quando vende, ninguém é isento
    mas temos leis que dizem que doações não podem ser tributadas, e mais quem doa a instituições sem fins lucrativos e ou para a cultura pode abater no I.R.
    Logo querer que quem recebe doações e presta serviços a comunidade pague impostos, é coisa de pessoas que gostariam que estas instituições fechassem as portas.
    A SABER STARDUSTSORIANOSATANÁS. INIMIGO DE DEUS

    • Vixe maria virguvige ai o Stardustsoriano vai ter que meter a mão no bolço e pagar as mensalidades de imposto daquela tão tão distante igrejola fulera dele, se bem que parece que já ve um comentario que a igrejola fulera dele e debaixo de um viaduto bem ali na marginal a esquerda da miseria esquina com a tambem marginal fala muito mas não faz nada, esses xibungo um sei não viu,

    • Vossa excelência, o Sr. Pastor Presidente Clamando está se confundindo comigo. Eu nunca vou postar isso (onde Jesus mandou não dar mais o dízimo, ou onde Jacó pagou seu voto), porque ao contrário do excelentíssimo, eu não tenho o costume de inventar o que não está na Bíblia (como Jacó dando dízimo ao anjo).

      Mas se deseja um texto bíblico para ler, toma esse aqui: 2 Timóteo 4:3-4.

      P.S.: lê com um tarja preta do lado, porque você vai surtar de novo.

      • como não tem se defende arduamente que quem o faz é trouxa e quem recebe é ladrão, mas não importa diga onde esta escrito que jacó pagou seu voto, já que faz questão de dizer que sou louco

      • · O que é Dízimo?

        O dízimo é uma contribuição voluntária, regular, periódica e proporcional aos rendimentos recebidos, que todo batizado deve assumir como obrigação pessoal – mas também como direito – em relação à manutenção da vida da Igreja local onde vive sua fé. O dízimo é uma forma concreta de manifestar a fé em Deus providente, um modo de viver a esperança em seu Reino de vida e justiça, um jeito de praticar a caridade na vida em comunidade. É ato de fé, de esperança e de caridade. Pelo dízimo, podemos viver essas três importantes virtudes cristãs, chamadas de virtudes teologais, porque nos aproximam diretamente de Deus. O dízimo é compromisso de cada cristão. É uma forma de devolver a Deus, num ato de agradecimento, uma parte daquilo que se recebe. Representa a aceitação consciente do dom de Deus e a disposição fiel de colaborar com seu projeto de felicidade para todos. Dízimo é agradecimento e partilha, já que tudo o que temos e recebemos vem de Deus e pertence a Deus.

        · Que passagens da Bíblia nos falam do Dízimo?

        São muitíssimas. Por sua Palavra, Deus nos convida: a confiar nele, que é o único Senhor de tudo; a ser-lhe agradecidos, porque ele é a fonte de todo bem; a colaborar com ele na instauração de uma nova sociedade, em que haja partilha e comunhão de bens, e em que não haja necessitados. Nos textos que seguem, podemos conferir essa divina proposta. A título de exemplo, citamos apenas algumas passagens bíblicas. Veremos, primeiro, que os patriarcas de Israel sabiam reconhecer os dons de Deus e lhe eram agradecidos, oferecendo-lhe a décima parte de tudo o que possuíam: “Abraão deu ao Senhor a décima parte de tudo” (Gen. 14,20). Jacó disse: “Eu te darei a décima parte de tudo o que me deres” (Gen. 28,22). Através do profeta Malaquias, Javé reclama do povo a oferta do dízimo, e lhe faz a ousada proposta de fazer a experiência do dízimo, como sinal de confiança nas graças que somente ele, Javé, pode dar. Diz Javé: “Vocês perguntam: Em que te enganamos?¹ No dízimo e na contribuição. Vocês estão ameaçados de maldição, e mesmo assim estão me enganando, vocês e a nação inteira! Tragam o dízimo completo para o cofre do Templo, para que haja alimento em meu Templo. Façam essa experiência comigo. Vocês hão de ver, então, que abrirei as comportas do céu, e derramarei sobre vocês as minhas bênçãos de fartura” (MI 3,8-10).

        · Quanto se deve oferecer de dízimo?

        Deve-se ofertar a Deus o que mandar o nosso coração e o que a nossa consciência falar. O Apóstolo Paulo assim escreve: Dê cada um conforme o impulso de seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama a quem dá com alegria (2 Cor 9,7). Os israelitas davam dez por cento do que colhiam da terra e do trabalho. Daí vem a palavra dízimo, que significa décima parte, dez por cento daquilo que se ganha. Veja como Deus é bom. Ele lhe dá tudo. Deixa nove partes para você fazer o que precisar e quiser, e pede retorno de somente uma parte. Assim, todos somos convidados a ofertar de fato a décima parte. Mas é importante perceber o seguinte: dízimo não é esmola, nem sobra, nem migalha, pois Deus de nada precisa. Ele quer nossa gratidão. Ele quer que demos com alegria e reconhecimento e liberdade. O que se dá com alegria faz bem àquele que dá e àquele que recebe.

        Deus quer que ofertemos o dízimo com alegria e liberdade. Embora a palavra dízimo tenha o significado de décima parte, ou dez por cento, cada pessoa deve livremente definir, segundo os impulsos de seu coração, sem tristeza e nem constrangimento, qual seja o percentual de seus ganhos que deve destinar ao dízimo a ser entregue para a sua comunidade. No entanto, a experiência tem comprovado que aqueles que, num passo de confiança nas promessas divinas, optaram pelo dízimo integral, isto é, pela oferta de 10% de tudo que ganham, não se arrependeram de tê-lo feito e nem sentiram falta em seus orçamentos. Ao contrário, sentem-se mais abençoados que antes, quando suas contribuições eram proporcionalmente menores. Há muitos dizimistas que dão este testemunho: quanto mais se oferece de dízimo, mais se ganha. Pois, o dízimo é um ato de fé em Deus, que não deixa na mão os que nele confiam. De qualquer modo, cada dizimista deve sentir-se livre diante de Deus para fixar o percentual de sua contribuição. O dizimista não deve preocupar-se com o que sai de seu bolso (se muito ou pouco dinheiro), mas o que sai de seu coração (se pouco ou muito amor a Deus e à comunidade).

        · O dízimo deve ser mensal, bimestral ou anual?

        Em princípio, o dízimo deve ser oferecido cada vez que se recebe algo: o salário, uma doação ou o resultado de uma venda importante. De modo geral e prático, podemos dizer que a oferta do dízimo deve ser mensal. Assim como você recebe seu salário todo mês, assim também mensalmente deveria fazer sua oferta do dízimo. Por isso, é necessário educar-se para fazer mensalmente a oferta do dízimo. Se o católico, que recebe mensalmente o seu salário, não se educar para o dízimo mensal, ele irá dar, uma ou outra vez, aquilo que sobrar. E isso não é dízimo, mesmo que seja uma grande quantia. Se desse mensalmente apenas 1%, mas com alegria e consciência, seria melhor. Sendo uma contribuição regular e periódica, e proporcional ao ganho de cada dizimista, o dízimo deve ser entregue na comunidade com a mesma regularidade com que acontece o recebimento de seus ganhos. A contribuição mensal de cada dizimista favorece também a organização da Pastoral do Dízimo, na comunidade, na paróquia e na diocese. Sabendo quanto recebe mensalmente de dízimo, a Igreja pode fazer seus orçamentos e previsões, bem como pode prestar contas regulares ao povo.

        · Por que, para algumas pessoas, é tão difícil oferecer o Dízimo?

        Vivemos numa sociedade em que o dinheiro e o lucro ocupam o lugar de Deus e das pessoas. Jesus Cristo nos adverte que é impossível servir a dois senhores, adorando ao mesmo tempo a Deus e ao Dinheiro (Lc 16,13). Mesmo assim, há cristãos que seguem a proposta do mundo. A sociedade materialista e consumista em que vivemos nos ensina a reter, concentrar, possuir, ter, ganhar, consumir, acumular. Somos incentivados a ter corações egoístas e fechados. O Evangelho, ao contrário, nos ensina que só quem é generoso e não tem medo de repartir o que possui está, de fato, aberto para acolher os benefícios de Deus. São dois projetos bem diferentes: a sociedade consumista e egoísta ou o Reino da partilha e da justiça. É preciso fazer uma escolha entre o Reino de Deus e o reino do dinheiro.

        · O que o dízimo tem a ver com Deus?

        O povo de Israel foi o primeiro povo da história humana a acreditar em um só Deus, que governa todo o Universo. Foi também, o primeiro povo a acreditar que, se o homem vive, é por vontade e querer desse Deus, que criou o ser humano “à sua imagem e semelhança”. Por esse motivo passou a fazer parte da vida desse povo a retribuição, o agradecimento. Todo judeu oferecia a décima parte de seus bens, como retribuição dos bens recebidos de Deus. Como nós, cristãos, temos nossas raízes nesse povo judeu, herdamos dele certas formas de homenagear o nosso Deus, que acreditamos ser o Pai de todas as pessoas. O dízimo é uma das mais antigas formas de agradecimento do ser humano a Deus. Não podemos deixar de reconhecer que, com o passar do tempo, tais formas de retribuição foram deturpadas. O dízimo, que inicialmente era uma necessidade de o ser humano manter sua solidariedade com seus irmãos e irmãs, através da Igreja, passou a ser uma obrigação imposta pela Igreja dos tempos antigos, perdendo o verdadeiro sentido que tinha no princípio.

        • ESTUDO BÍBLICO:

          “AS 10 MAIORES MENTIRAS SOBRE OS 10 POR CENTO DOS DÍZIMOS”

          Muitas igrejas insistem no ensino errôneo de que os dízimos ainda são obrigatórios mesmo para os cristãos que vivem debaixo da graça de Jesus Cristo, e se utilizam de argumentos que se tornaram verdadeiros mitos dentro da comunidade evangélica, porém como eles dizem que o dízimo é 10 por cento, vamos usar o mesmo princípio numérico e verificar biblicamente as 10 argumentações mentirosas mais difundidas a respeito do dízimo.

          1º MENTIRA – “O DÍZIMO FOI ORDENADO POR DEUS NO JARDIM DO ÉDEN, POIS A ÁRVORE DO CONHECIMENTO REPRESENTA O DÍZIMO”

          Na verdade, biblicamente o dízimo foi ordenado no monte sinai (levíticos 27:30-32; Números 18:21-24) e portanto, não foram instituidos no Jardim do Éden, pois sequer é mencionado que Adão e Eva receberam o mandamento de dizimar. A associação que muitos religiosos que insistem em receber dízimos fazem de que a árvore do conhecimento do bem e do mal (Gênesis 2:9), pois não era permitido a Adão e Eva comer dela (Gênesis 2:17) portanto ela seria segundo eles um “símbolo” do dízimo, mas isso é uma associação esdrúxula, pois sequer há um texto bíblico que faça uma ligação entre essa árvore do Jardim do Éden e o dízimo da lei de moisés, sequer se diz que a árvore ocupava 10% do espaço do Jardim do Éden. Trata-se portanto de mais um argumento ridículo usado pelos líderes religiosos para levar o povo a acreditar que o dízimo não era somente obrigatório perante a lei de moisés.

          2º MENTIRA – “O DÍZIMO SEMPRE FOI OBRIGATÓRIO MESMO ANTES DA LEI DE MOISÉS”

          O dízimo antes de sua ordenança no Sinai era voluntário, sendo mencionado apenas 2 vezes antes de se tornar obrigatório, Abraão deu uma única vez um dízimo do despojo de guerra quando resgatou seu sobrinho ló e jacó fez um voto a Deus (gênesis 14:17-20, gênesis 28:20-22)

          Pelas seguintes razões, Gênesis 14:20 não pode ser usado como exemplo para os cristãos dizimarem: 1º – A Bíblia não diz que Abraão deu obrigatoriamente esse dízimo. 2º – O dízimo de Abraão não foi um dízimo santo, da Terra Santa de Deus, produzido pelo povo santo de Deus. 3º – O dízimo de Abraão foi somente do despojo de guerra (hebreus 7:4). 4º – O dízimo de Abraão a Melquisedeque aconteceu apenas uma vez e Abraão mudava sempre de lugar. 5º – O dízimo de Abraão não proveio de sua riqueza pessoal. 6º – O dízimo de Abraão não é mencionado em nenhuma parte da Bíblia, seja no velho ou no novo testamento a fim de respaldar o ato de dizimar. 7º – Visto como nem Abraão nem Jacó tinham um sacerdócio levítico para manter, eles não tinham lugar algum onde entregar os dízimos, durante os seus muitos deslocamentos.

          No caso específico de Jacó, lemos o seguinte: “Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa que me vista,de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então, o SENHOR será o meu Deus;e a pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo” (Gênesis 28:20-22). O texto bíblico é claro, que Jacó fez um propósito particular (um voto) de que se Deus fosse favorável à ele, que ofereceria à Deus o dízimo. Não se vê também neste caso nenhuma ordem explicita de Deus ou algum sacerdote a mando Dele, para que Jacó dizimasse, e vemos que foi uma promessa de Jacó para Deus, não há relatos posteriores na Bíblia que ele tenha de fato dizimado, apenas se observa a sua promessa, seu compromisso de entregar o décimo de tudo que viesse a obter daquele momento em diante. Outra vez, não vemos na Bíblia nenhuma passagem em que vemos escrito que devemos dizimar como Jacó fez, portanto trata-se de mais uma mentira que os líderes criaram para tentar fazer parecer que os dízimos eram obrigatórios antes mesmo da lei de moisés.

          3º MENTIRA – “O DÍZIMO DOS ALIMENTOS DO VELHO TESTAMENTO FOI SUBSTITUÍDO POR DÍZIMO DO DINHEIRO NOS DIAS ATUAIS”

          Não há um versículo na biblia informando que dízimo obrigatório da lei de moisés possa ser ouro, prata, moeda, dinheiro, etc. Dízimo sempre foi apenas alimento do campo vegetal ou animal (levíticos 27:30 e 32) mesmo quando havia metais preciosos como moeda corrente. Abraão no seu tempo comprou uma sepultura para sua esposa por 400 ciclos de prata (gênesis 23:16)

          Embora já existisse dinheiro, a substância do dízimo divino jamais foi dinheiro. Ele era o “dízimo do alimento”. Isso é muito importante. Os verdadeiros dízimos bíblicos eram sempre somente o alimento proveniente das fazendas e rebanhos, somente dos israelitas que vivessem exclusivamente dentro da Terra Santa de Deus, as fronteiras nacionais de Israel. A fartura provinha de Deus e não da manufatura ou habilidade do homem.

          Existem 15 versículos de 11 capítulos e 8 livros, de Levítico 27 a Lucas 11, que descrevem o conteúdo do dízimo. E o conteúdo jamais, repito, jamais incluía dinheiro, prata, ouro ou qualquer outra coisa, além de alimento. Mesmo assim, a definição incorreta de “dizimar” é a maior mentira que está sendo pregada sobre esse ato, hoje em dia. (Veja Levítico 27:30,32; Números 18:27,28; Deuteronômio 12:17; 14:22, 23, 26; 2 Crônicas 31:5; Neemias 10:37; 13:5; Malaquias 3:10; Mateus 23:23 e Lucas 11:42).

          Não se observa portanto em toda a bíblia, alguém entregando dízimo em dinheiro, pois dízimo era décima parte dos alimentos ( agropecuários ou agrícolas ), e jamais foi entregue em dinheiro. E o dinheiro já era corrente nos tempos bíblicos, pois o próprio moisés que recebeu a lei para o povo lidou com dinheiro: “Então, Moisés tomou o dinheiro do resgate dos que excederam os que foram resgatados pelos levitas.Dos primogênitos dos filhos de Israel tomou o dinheiro, mil trezentos e sessenta e cinco siclos, segundo o siclo do santuário. E deu Moisés o dinheiro dos resgatados a Arão e a seus filhos, segundo o mandado do SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés” (Números 3:49-51)

          Mais uma prova de que o dízimos sempre foram alimentos podem ser vista nessa passagem bíblica: “DOS DÍZIMOS NÃO COMI no meu luto e deles nada tirei estando imundo, nem deles dei para a casa de algum morto; obedeci à voz do SENHOR, meu Deus; segundo tudo o que me ordenaste, tenho feito” (Deuteronômio 26:14)

          Portanto, mais uma mentira dos líderes que ensinam sobre a obrigatoriedade dos dízimos é revelada, quando dizem que nos tempos bíblicos dízimos eram entregues em alimentos porque dinheiro ainda não existia, mas abraão e até moisés lidavam com dinheiro, e mesmo assim na obrigatoriedade da lei de moisés nunca se pagava dízimos em dinheiro, pois dízimo sempre foi a décima parte dos alimentos, do campo e animais, e nada tem a ver com a exigência de entrega de 10% do dinheiro que os cristãos recebem para esses líderes que ensinam erradamente sobre dízimos. Dízimo nunca foi pago em dinheiro, apenas em alimentos. Se o seu pastor ou líder insistir em dizer que pode ser pago em dinheiro exija que ele mostre alguém dizimando em dinheiro na bíblia, pois dinheiro já existia e era usado naquela época.

          4º MENTIRA – “O DÍZIMO FOI DADO POR DEUS AOS LEVITAS DA VELHA ALIANÇA E HOJE OS PASTORES DA NOVA ALIANÇA SUBSTITUIRAM ESSES LEVITAS PORTANTO DEVEM RECEBER DÍZIMOS”

          O dízimo foi dado aos levitas, mas para que eles fizessem todo o trabalho da tenda da congregação (Números 18:21-23). Se hoje os membros leigos fazem mais de 90 % do trabalho e os pastores recebem todo o dízimo isso não é biblico, é humano. Na igreja primitiva de atos, um levita, chamado josé de sobrenome barnabé dava ofertas ao invés de receber dízimos dos apóstolos e membros da igreja cristã: “José, a quem os apóstolos deram o sobrenome de Barnabé, que quer dizer filho de exortação, LEVITA, natural de Chipre, como tivesse um campo, vendendo-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos” (atos 4:36-37) Portanto fica evidente que com a mudança do sacerdócio mudou a lei: “Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei” (hebreus 7:12)

          Na economia hebraica, o dízimo era usado de maneira totalmente diferente da que hoje é pregada. Mais uma vez, os levitas que recebiam o dízimo inteiro nem sequer eram ministros ou sacerdotes – eles eram apenas servos dos sacerdotes. Números 3 descreve os levitas como sendo carpinteiros, fundidores de metal, artesãos de couro e artistas, que mantinham o pequeno santuário. E 2Crônicas 23-27, durante o tempo dos reis Davi e Salomão, os levitas também foram peritos artesãos, os quais inspecionavam as obras do Templo. Vinte e quatro mil deles trabalhavam no Templo como construtores e supervisores; seis mil eram oficiais e juízes; quatro mil eram guardas e quatro mil eram músicos. Como representantes políticos do rei, os levitas usavam o seu dízimo para servir aos oficiais, juízes, coletores de impostos, tesoureiros, guardas do Templo, músicos, padeiros, cantores e soldados profissionais (1Crônicas 12:23,26; 27:5). É obvio que esses exemplos do uso bíblico da entrada do dízimo nunca se tornam exemplos para a igreja de hoje. É importante saber que na Antiga Aliança os dízimos nunca eram usados para evangelizar os não israelitas. Neste ponto o dízimo falhou. Vejam Hebreus 7:12-19. Os dízimos jamais estimularam os levitas e sacerdotes da Antiga Aliança a estabelecer uma única missão fora do país, para encorajar um só gentio a se tornar israelita (Êxodo 23:32; 34:12,15; Deuteronômio 7:2). O dízimo da Antiga Aliança era motivado e exigido por lei, não pelo amor. De fato, durante a maior parte da história de Israel, os profetas foram os principais portadores da Palavra de Deus e não os levitas e os sacerdotes que recebiam o dízimo.O falso ensino é que os anciãos e pastores da Nova Aliança estão simplesmente continuando de onde os sacerdotes da Antiga Aliança deixaram e por isso devem receber o dízimo. A função e o propósito dos sacerdotes da Antiga Aliança foram substituídos, não pelos anciãos e pastores, mas pelo sacerdócio de todos os crentes. Como outras ordenanças da Lei, o dízimo foi apenas uma sombra temporária, até a vinda de Cristo (Efésios 2:14-16; Colossenses 2:13-17; Hebreus 10:1). Na Nova Aliança cada crente é um sacerdote de Deus (1 Pedro 2:9-10; Apocalipse 1:6; 5:10). E como sacerdote cada crente oferece sacrifícios a Deus (Hebreus 4:16; 10:19-22; 13:15-16). Então, cada ordenança que havia sido previamente aplicada ao antigo sacerdócio foi anulada no Calvário. Visto não pertencer à Tribo de Levi, até mesmo Jesus Cristo foi desqualificado. Desse modo, o propósito original de dizimar já não existe (Hebreus 7:12-19; Gálatas 3:19, 24, 25; 2Coríntios 3:10).

          Portanto, não há nenhum mandamento no novo mandamento do cristão entregar os dízimos aos pastores, pois o dízimo somente podia ser recebido pelos levitas: “Ora, os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm mandamento de recolher, de acordo com a lei, os dízimos do povo, ou seja, dos seus irmãos, embora tenham estes descendido de Abraão” (hebreus 7:5), e os levitas só existiam na velha aliança da lei de moisés, pastores não são substitutos deles pois são ministros de Deus (I Coríntios 4:1) e nem sequer é ordenado que se deva entregar dízimos em favor da obra de Deus, pois ela é sustentada pelas ofertas voluntárias (2Coríntios 9:7).

          5º MENTIRA – “O DÍZIMO RECEBIDO É SOMENTE PARA USO DOS PASTORES”

          Biblicamente, o dízimo pertencia aos levitas (números 18:21-23), mas também para se fazer um festival ao Senhor (deuteronômio.14:22-27) e a cada terceiro ano, para os levitas, órfãos, viúvas e estrangeiros, os quais comiam o dízimo ajuntado dentro das suas portas (deuteronômio14:28-29). Se ofertas e dízimos eram sagrados ao Senhor e não podiam ser comidos por pessoas comuns neste caso Deus abre um exceção, visto que para ele misericórdia é melhor que sacrificio (Oséias 6:6; Mateus 12:7), a vida dos carentes é preciosa ao senhor (veja um exemplo disso em Lucas 6:1-10)

          Portanto mais uma vez, é biblicamente demonstrado que os dízimos recebidos pelos levitas não eram de uso exclusivo deles… os necessitados ( órfãos, viúvas e os de fora de israel ), também se beneficiavam dos dízimos dos alimentos recebidos pelos levitas. Essa conversa de que só os pastores e líderes religiosos podem hoje usufruir dos dízimos não encontra respaldo bíblico. Trata-se de mais uma doutrina de homem.

          6º MENTIRA – “CRISTÃO QUE NÃO DÁ O DÍZIMO SERÁ VITIMA DO “DEVORADOR”
          Se você é evangélico provavelmente já deve ter ouvido alguém falar a respeito do devorador. Muitas igrejas pregam a respeito desse ser. Mas o que os líderes religiosos gananciosos não fazem é mostrar aos membros que a admoestação de Malaquias é dirigida somente à nação de Israel, e não aos cristãos de hoje que não dizimam:

          “Sentença pronunciada pelo Senhor CONTRA ISRAEL contra Israel, por intermédio de Malaquias” (Malaquias 1:1)

          e, se destina especificamente, aos SACERDOTES CORRUPTOS:

          “Agora, ó sacerdotes, para vós outros é este mandamento.Se o não ouvirdes e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o SENHOR dos Exércitos, enviarei sobre vós a maldição e amaldiçoarei as vossas bênçãos; já as tenho amaldiçoado, porque vós não propondes isso no coração” ( Malaquias 2:1-2)

          Eles estavam ofertando ANIMAIS coxos, cegos mudos, e defeituosos:

          “Ofereceis sobre o meu altar pão imundo e ainda perguntais: Em que te havemos profanado? Nisto, que pensais: A mesa do SENHOR é desprezível. Quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isso mal? E, quando trazeis o coxo ou o enfermo, não é isso mal? Ora, apresenta-o ao teu governador; acaso, terá ele agrado em ti e te será favorável? – diz o SENHOR dos Exércitos.” (Malaquias1:7-8)

          Quanto a Malaquias 3, notamos que Deus manda trazer somente “DÍZIMOS” para as câmaras do depósito do templo, para que haja “comida” ( alimento, ou mantimento ) em minha casa. Isto é , mantimento = produtos alimentares (ver dicionário da língua portuguesa)

          O texto mais famoso citado para falar a respeito do devorador é Malaquias 3:11, que diz: “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.” Esse texto é a continuação de Malaquias 3:10, o tão famoso texto que fala a respeito de dízimos no Antigo Testamento. os líderes gananciosos dizem que o “devorador” mencionado nesse texto é um demônio que destrói as finanças daqueles que não dão os 10%, ou seja, que não são dizimistas. As pessoas que pregam nessa linha trazem ameaças de destruição financeira aos seus ouvintes se os mesmos não forem dizimistas fiéis.

          O DEVORADOR É MESMO UM DEMÔNIO? A resposta é não! Os que afirmam que esse devorador citado no texto é um demônio, no mínimo, faltaram em algumas aulas de interpretação da Bíblia. A primeira coisa a sabermos é que no Antigo Testamento, a aliança que vigorava era uma aliança baseada na obediência. Se o povo fosse obediente às leis de Deus seriam abençoados. Essas bênçãos eram visivelmente mandadas em forma de paz e boas colheitas e prosperidade. Se fossem desobedientes, seriam amaldiçoados. Falta de paz e colheitas ruins estavam em vista aqui. (Deuteronômio 28). Em uma das ameaças de maldições em suas colheitas, que Deus manda ao povo através do profeta Joel, vemos que: “O que deixou o gafanhoto cortador, comeu-o o gafanhoto migrador; o que deixou o migrador, comeu-o o gafanhoto devorador; o que deixou o devorador, comeu-o o gafanhoto destruidor.” (Joel 1:4). Uma maldição que tinha em vista a destruição da lavoura.

          O texto de Malaquias 3:11 diz a mesma coisa: “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.”. Esse devorador certamente se tratava de um tipo de gafanhoto altamente destrutivo ou outro “bicho” que acabava com as plantações (que eram a base da economia do povo de Israel). A ação devastadora desse “ser” acabava com a prosperidade do povo em pouco tempo atacando suas lavouras. Quando o povo era obediente a Deus e cumpria a Sua lei, que no caso desse texto é a lei de dizimar, Deus abençoava suas colheitas e negócios. Esse é o sentido desse texto. Assim, não faz sentido usar esse texto para afirmar que o devorador era um demônio ou coisa parecida. Nem faz sentido ameaçar as pessoas hoje em dia com esse “devorador”

          “repreenderei o devorador” Versículo 11 (Não é dinheiro que faz isto, é o próprio Deus)

          Devorador, segundo a bíblia, nunca foi demônio, e sim, gafanhotos, que Deus enviava como pragas a terra para castigar o povo, e estes gafanhotos, Deus os chamavam de “O meu grande exercito” (Joel 2:22-27) …”repreenderei o devorador ” significa… espantarei a praga do meio da vossa plantação (gafanhotos), veja também Levítico 11:22 e Naum 3:16.

          Os líderes gananciosos que ensinam que esses “devoradores” são demônios que irão causar doenças na família, o carro vai viver quebrando etc, aproveitam o desconhecimento dos cristãos do verdadeiro devorador ao qual Malaquias se refere, o gafanhoto que devorava as colheitas da nação de israel. Não há confirmação nenhuma no novo testamento de que quem não dizima será vitima desse “devorador”… quando um ladrão quer tomar o dinheiro de uma pessoa, ele a ameaça, pois se pedir provavelmente a vítima não entregará o seu dinheiro, e por conta disso o ladrão usa o recurso da ameaça, para forçá-la, da mesma forma agem esses pastores que insistem em receber dízimos pois usam um texto fora de seu real contexto para ameaçar dizendo que o mesmo “devorador” que viria sobre a nação de israel se não dizimasse virá para aqueles que não entregam seus dízimos a eles.Trata-se portanto de mais um ensino distorcido da bíblia para forçar os cristãos que não estudam a bíblia a dizimarem.

          Hoje em dia, a classe mais pobre é a que mais contribui para beneficência. E, mesmo assim, ela permanece na pobreza. Os dízimos não são uma garantia para alguém enriquecer depressa, em vez da educação, da determinação e do árduo trabalho. Se Malaquias 3:10 funcionasse realmente com os cristãos da Nova Aliança, nesse caso milhões de cristãos dizimistas já teriam escapado da pobreza e se tornado o grupo mais rico do mundo, em vez de continuar sendo pobre. Portanto, não existe evidência alguma de que a vasta maioria dos pobres “pagadores do dízimo” tenha sido abençoada pelo mero fato de o entregar. As bênçãos da Antiga Aliança já não estão em efeito (Hebreus 7:18-19; 8:6-8,13).

          Portanto, não há nenhuma possibilidade de um cristão ser vítima do “devorador” (demônio) por causa de não ser dizimista, pois nenhuma maldição da antiga aliança pode atingir aos cristãos da nova aliança em Jesus ( gálatas 3:13 )

          7º MENTIRA – O DÍZIMO SERVE PARA MANTER A IGREJA FÍSICA HOJE, POIS ELA SUBSTITUIU O TEMPLO JUDAÍCO ONDE SE ENTREGAVAM OS DÍZIMOS.

          Nada poderia estar mais longe da verdade. Trata-se de outro falso ensino os religiosos que exigem dízimos de que os edifícios chamados “igrejas”, “tabernáculos” ou “templos”, substituíram o Templo do Velho Testamento como locais de habitação divina.

          A Palavra de Deus jamais descreve os grupos da Nova Aliança como ”tabernáculos”, “templos” ou “edifícios”. Os cristãos não “vão à igreja”. Eles se “reúnem para adorar”. Também, visto que os sacerdotes do Velho Testamento pagavam o dízimo, então, logicamente, o dízimo não pode continuar. Nesse caso, é errado chamar um edifício de “armazém do Senhor” para receber os dízimos (1 Coríntios 3:16-17; 6:19-20; Efésios 1:22-23; 2:21; 4:12-16; Apocalipse 3:12). Com respeito à palavra “armazém” comparem a 1 Coríntios 16:2 com a 2 Coríntios 12:14 e Atos 20:17, 32-35. Durante vários séculos após o Calvário, os cristãos nem mesmo possuíam um edifício próprio (que chamassem de armazém), visto como o Cristianismo era uma religião ilegal e sofria perseguições.

          Após o sacrifício de Jesus, o véu do santuário se rasgou: “E o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo” (Marcos 15:38) e hoje, cada cristão é um santuário onde habita o Espírito Santo: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (I Coríntios 3:16) Não há sequer um Templo ou santuário físico para que os cristãos levem os dízimos pois: “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas” (Atos 17:24). Jesus sequer fundou uma igreja física, pois a verdadeira igreja é espiritual.

          1. Que autoridade nos dá a Palavra de Deus para estabelecermos igrejas denominacionais ou não denominacionais em meio ao testemunho cristão, quando as Escrituras condenam a criação de divisões entre os crentes? (1 Coríntios 1:10; 3:3; 11:18-19)

          2. Com que autoridade vinda de Deus os cristãos denominam suas assim chamadas “igrejas” como Presbiteriana, Batista, Pentecostal, Aliança, Cristã Reformada, Anglicana etc., quando não há na Bíblia instruções para nos reunirmos em qualquer outro nome além do nome do Senhor Jesus Cristo? (Mateus 18:20; 1 Coríntios 5:4)

          3. Será que existe qualquer base na Palavra de Deus para chamar esses edifícios de “igrejas”? A definição bíblica de “igreja” é de uma reunião de crentes que, pelo evangelho, foram chamados para fora, tanto dentre os judeus como dentre os gentios, e são unidos em um único corpo a Cristo, sua Cabeça no céu, pela habitação do Espírito Santo. (Atos 11:22; 15:14; 20:28; Romanos 16:5; 1 Coríntios 1:2; Efésios 5:25)

          4. Onde há no Novo Testamento uma referência mandando os Cristãos construírem templos e chamarem esses locais de “Cada de Deus”, sendo que Deus não habita em templos feito por mãos humanas? (Atos 7:48 e 17:24).

          Dizer que os dízimos são necessários para manter a igreja e sustentar os pastores e líderes não tem fundamentação bíblica neotestamentária, O apóstolo Paulo estava entre os que insistiam em trabalhar com as próprias mãos pelo seu sustento (Atos 18:3; 1Tessalonicenses 2:9-10; 2Tessalonicenses 3:8-14). Embora ele não tenha condenado os que recebiam sustento pela obra em tempo integral, também não ensinou que tal sustento fosse ordenado por Deus, para difusão do Evangelho. (1 Coríntios 9:12). De fato, duas vezes em Atos 20:29, 35 e também em 2 Coríntios 12:14, ele até mesmo encoraja os anciãos da igreja a trabalharem para manter os necessitados da igreja (Eu só queria ver um dos pastores atuais trabalhando para ajudar os pobres da igreja!).

          Para Paulo, a expressão “viver do evangelho” significava “viver segundo os princípios da fé, do amor e da graça” (1 Coríntios 9:14). Conquanto verificasse ter “direito” a alguma ajuda, ele concluía que a “liberdade” de pregar o seu evangelho era mais importante, a fim de cumprir a sua vocação de Deus (1 Coríntios 9:15; 11:7-13; 12:13,14; 1 Tessalonicenses 2:5-6). Enquanto trabalhava como artesão de tendas (atos 18:3), Paulo aceitou uma certa ajuda, porém se gloriava de que o seu pagamento ou salário era o fato de poder pregar livremente, sem se tornar um fardo para os outros (1 Coríntios 9:16-19).

          Em nenhum lugar desde Atos 7:58 (onde Paulo é mencionado pela primeira vez) até suas epístolas, não vemos o apóstolo Paulo orientando alguém a dizimar nem recebendo dízimos dos cristãos, portanto uma prova clara que a igreja primitiva não tinha o dízimo como uma doutrina cristã e inquestionável como se vê hoje nessas igrejas que dizem seguir fielmente as Escrituras.

          Paulo deixou claro que os que pregavam o evangelho tinham todo o direito de serem supridos com as ajudas e doações voluntárias dos cristãos (I Coríntios 9:11 e 14, Filipenses 4:18 ), mas nunca disse que seria dos dízimos! Sequer há mandamento seja do Senhor Jesus ou de seus apóstolos dos cristãos entregarem seus dízimos nos “templos” que hoje conhecemos como igreja, pois Jesus nunca fundou uma igreja física, nem ordenou que se fizessem construções para ali os seus seguidores se reunirem! Se o dízimo fosse tão necessário e importante como esses líderes gananciosos querem fazer parecer, teria o apóstolo Paulo esquecido de mencionar algo tão importante? obviamente que não, pois ele é categórico ao dizer: ” jamais deixando de vos anunciar coisa alguma proveitosa e de vo-la ensinar publicamente e também de casa em casa” e ” porque jamais deixei de vos anunciar todo o desígnio de Deus” (atos 20:20 e 27)… ou seja, tudo que era necessário ele, Paulo, ensinou e o Apóstolo Paulo nunca incentivou ou ensinou os cristãos a dizimarem!

          Portanto comprovadamente os dízimos não são obrigatórios serem entregues, muito menos nas igrejas físicas de hoje.

          8º MENTIRA – “DAR OFERTAS, MESMO ACIMA DE 10% DA SUA RENDA, NÃO TEM O MESMO VALOR ESPIRITUAL, POIS QUEM NÃO DÁ O DÍZIMO ROUBA A DEUS E NÃO SERÁ SALVO POIS ESTÁ DEBAIXO DE MALDIÇÃO”

          Tanto a bênção como a maldição de Malaquias 3:9-11, perduraram somente até o término da antiga Aliança, ou seja, até o Calvário. A audiência de Malaquias havia voluntariamente reafirmado a Antiga Aliança (Neemias 10:28-29. “Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém” (Deuteronômio 27:26, citado em Gálatas 3:10). E Jesus Cristo deu um fim a essa maldição, conforme Gálatas 3:13: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”. Portanto nenhuma maldição proveniente da não observância da lei de moisés (e o dízimo pertencia a ela) atinge aos cristãos. Mas os lideres gananciosos que recebem dízimos escondem isso dos membros.

          Mas não é porque o Cristão não seja mais obrigado a dizimar que ele esteja isento de ajudar na propagação do evangelho e em favor dos necessitados pois: “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” (2coríntios 9:7).

          “Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus concedida às igrejas da Macedônia; porque, no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade.Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários” (2coríntios 8:1-3) Essa era a prática da igreja de Deus que Cristo estabeleceu.

          Os princípios de dar no Novo Testamento, na 2Coríntios capítulos 8 e 9 são superiores ao dizimar, que não é obrigatório aos cristãos.

          Os seguintes princípios de dar voluntariamente na Nova Aliança estão fundamentados na 2 Coríntios 8 e 9 (1). Dar é uma “graça”. A 2 Coríntios 8 usa oito vezes a palavra “graça”, referindo-se à ajuda aos santos pobres (2). Dar primeiro a Deus (8:5). (3) Dar-se a si mesmo para conhecer a vontade de Deus (8:5) (4) Dar em resposta ao dom de Cristo (8:9 e 9:15). (5) Dar com desejo sincero (8:8, 10, 12 e 9:7) (6) Não dar por causa de mandamento algum (8:8,10; 9:7). (7) Dar além de sua capacidade (8:3, 11, 12) (8) Dar para produzir igualdade. Isso quer dizer que os que têm mais devem dar mais, a fim de suprir a incapacidade dos que não podem dar mais (8:12,14) (9) Dar com alegria (8:2). (10) Dar porque está crescendo espiritualmente (8:3,4,7). (11) Dar porque deseja crescer espiritualmente (9:8, 10, 11). (12) Dar porque está ouvindo o Evangelho ser pregado (9:13).

          9º MENTIRA – “JESUS MANDOU OS CRISTÃOS DAREM O DÍZIMO NO NOVO TESTAMENTO”

          O falso ensino é que Jesus ensinou a dizimar, em Mateus 23:23, dizendo que isso está claro no Novo Testamento.

          Em primeiro lugar, A Nova Aliança (o novo testamento) não teve princípio no nascimento de Jesus, mas na Sua morte (Gálatas 3:19, 24, 25; 4:4). O dízimo não é ensinado na igreja, depois do Calvário. Quando Jesus falou sobre o assunto em Mateus 23:23, Ele estava simplesmente ordenando a obediência às leis da Antiga Aliança, a qual ele endossou e obedeceu até chegar ao Calvário.

          Não existe um único texto do Novo Testamento que ensine a dizimar após o período do Calvário. (Atos 2:42-47 e 4:32-35 não são exemplos para se dizimar, a fim de sustentar os líderes da igreja). Conforme Atos 2:46, os cristãos judeus continuavam a adorar no Templo. E conforme Atos 2:44 e 4:33,34, os líderes da igreja compartilhavam igualmente o que recebiam com todos os membros da igreja (o que hoje os líderes gananciosos que recebem dízimos não fazem).

          Aliás, Jesus sequer é mencionado dizimando ou recebendo dízimos… e porque os líderes gananciosos pedem dízimos em nome de Jesus sendo que o próprio Jesus disse: “em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas;pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados” (Marcos 16:17-18)… Ele nunca disse ” em meu nome receberão dízimos…”

          Portanto comprovadamente mais uma mentira desses homens que se dizem ordenados por Deus a exigirem dízimos dos cristãos incautos foi desmascarada! Jesus nunca ordenou que os seus discípulos e futuros apóstolos recolhessem dízimos… e porque esses líderes acham que podem fazer diferente? Bem o Senhor Jesus profetizou sobre esses tipos: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores” (Mateus 7:15)

          10º MENTIRA – “JESUS RECEBE DÍZIMOS DOS CRISTÃOS CONFORME HEBREUS 7:8″

          O início do capítulo 7 de hebreus é apenas citação do Antigo Testamento, onde fala do sacerdócio de Melquisedeque. Em Hebreus 7:5 diz: ” E os que dentre os filhos de Levi receberam o sacerdócio tem ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão”

          A lei foi dada por intermédio de Moisés, ao povo, direcionada aos filhos de Levi, especificamente aos que receberam sacerdócio para trabalhar nas tendas das congregações ( montagem e desmontagem de tendas no deserto), os quais tinham ordem, segundo a lei de receber os dízimos dos seus irmãos. Agora note o relato do versículo 11 e 12:

          Hebreus 7:11: De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade se havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque (referindo-se ao Salvador) e não fosse chamado segundo a ordem de Arão? (menção a Moisés, o qual introduziu a lei ao povo).

          Hebreus 7:12: Porque mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança na lei.

          Meditando no texto acima, especificamente nestes versículos, onde a palavra assegura que os sacerdotes Levíticos recebiam os dízimos segundo a lei (Hebreus 7:5), Porque através deles (sacerdotes Levíticos) o povo recebeu a lei (Hebreus 7:11) e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também, mudança na lei (Hebreus 7:12), porque se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (pelo qual o povo recebeu a lei), qual a necessidade de que enviasse outro Sacerdote? Mudou o Sacerdócio, necessariamente se faz mudança na Lei.

          A lei dos dízimos foI direcionada especificamente aos filhos de Levi, aos que receberam o sacerdócio e não havendo mais “Levitas”, nem “templo”, nem sacerdote a oferecer sacrifícios, pois O Salvador já o fez, logo,se aplicada aos crentes hoje, ela torna-se intempestiva e ilegítima, porque os “pastores” de hoje não são levitas nem foram proibidos de trabalhar, nem menos tiveram promessas de herança de dízimos para sustento por não ter tido herança nas distribução de terras prometidas ao povo israelita por herança.

          Outra particularidade, no capítulo 18 do livro de Números, o Senhor Deus adverte aos sacerdotes levitas dizendo: Na sua terra, possessão nenhuma terás, e no meio deles nenhuma parte possuirás; eu sou a tua parte e a tua herança no meio dos filhos de Israel.

          Gostaria de recomendar aos pregadores contemporâneos (os que querem se assemelhar aos sacerdotes levitas que recebiam dízimos), seria bom que guardassem os mandamentos do Senhor para aquela tribo, os quais não possuíam bens materiais, pois o Senhor era a herança dos sacerdotes levitas.

          Recapitulando: Hebreus 7 apenas faz a menção pós-Calvário de dizimar, numa explanação de porque o sacerdócio levítico deve ser substituído pelo sacerdócio de Cristo, porque o sacerdócio levítico era fraco e ineficiente. Estude Hebreus 7 e sigam a progressão do versículo 5 ao versículo 12 e ao versículo 19.

          Porém, líderes gananciosos insistem em apenas mostrar hebreus 7:8 aos membros, onde segundo eles, Jesus receberia dízimos dos cristãos: “Aliás, aqui são homens mortais os que recebem dízimos, porém ali, aquele de quem se testifica que vive” (hebreus 7:8)

          Apenas mostrando esse versículo isoladamente aos membros desavisados, querem dar a entender que esse versículo manda os cristãos ainda dizimarem, sem ler todo o real contexto do capítulo 7 de hebreus.

          Portanto hebreus 7:8 não fala de Jesus recebendo ainda dízimos dos cristãos, pois o contexto do capítulo 7 de hebreus fala na verdade da superioridade do sacerdócio de melquisedeque em relação ao levítico que era sustentado pelos dízimos. Cristãos não tem o mandamento bíblico de dizimarem.

          Considerações finais:

          Em Hebreus 7,8,9 e 10, neste 4 capítulos deixa bem claro a questão do sacerdócio perfeito, que, quando mudado o sacerdote Levítico, veio o Cristo, e mudando o sacerdócio se muda a lei ( Hebreus 7:12 ) portanto, notamos, que no novo testamento, não há ninguém dando dizimos em dinheiro, sendo que já existia, porque, Jesus foi traído por moedas, e a viúva ofertou moedas, mas dízimos, foi mencionado em alimentos, hortaliças ( Mateus 23.23 ) jamais em dinheiro, e o próprio Senhor Jesus, relatou que o dízimo era da lei para o povo de Israel , …”o mais importante DA LEI “. (Mateus 23:23)

          Paulo não mencionou dízimos, nem outro apóstolo qualquer deixou exemplo de tal prática. Em Corintios 9, Paulo pede donativos para suprir necessitados e não para manter despesas de instituições religiosas. Em Atos 4:32 em diante, notamos a generosidade dos irmãos,vendendo tudo e depositando aos pés dos apóstolos, para que se fosse feita DISTRIBUIÇÃO AOS NECESSITADOS, de forma a não haver necessitados entre eles ( esta é a justiça que excede a dos fariseus religiosos que apenas punham seus dízimos das hortaliças e achavam que estava, cumprindo sua parte) em Mateus 23:23 e Lucas 18:12. Tal prática dos fariseus, mostra religiosidade e eles não praticavam a fé, de fato, que , quem diz que dizimar é um ato de fé, é engano, porque os fariseus dizimavam , mas não praticavam a fé. O jovem rico, não foi indicado por JESUS a dizimar, e sim, vender e REPARTIR com os pobres. Jó nunca dizimou, e mesmo assim era próspero.

          Abraão só deu o dízimo uma só vez, e não foi em dinheiro, foi despojos, sobras de conquistas de guerra, dizimo de sangue, após matar os reis e tomar seus bens.

          Jacó prometeu dar o dízimo, ( um voto particular dele ) em Gênesis 28:20-22 , mas a bíblia não fala que ele cumpriu…

          Abraão não foi a “suposta” casa do tesouro ( igreja ) mas Melquisedeque lhe saiu ao encontro para receber sua parte, devido ser rei de Salém e receber por que passava em tal parte, imposto semelhante ao que Jesus nos ensinou a pagar a César (Mateus 22:21). Isto é, JESUS mandou sermos fiéis ao estado e não sonegar impostos.

          Os cobradores de impostos ao se converter, restituíram 4 vezes mais aos que haviam defraudado, e foi nisto que Jesus afirmou: “hoje houve salvação nesta casa” (Lucas 19:9)Repare que o Salvador não o mandou dar dízimos.Todas as vezes que você quiser dar algo á Deus, e restituir a Deus com gratidão, faça isto dando ao seu próximo, pois assim,estará cumprindo a palavra na íntegra, conforme Mateus 25 deixa bem claro esta questão.

          No sétimo ano, Israel, não trazia dízimos, devido ser o ano sabático,a terra descansava (Levítico 25:4) Mas e será que a igreja atual faz isto? Fica sem receber dizimos no sétimo ano?

          O DÍZIMO era vendido POR DINHEIRO,devido a distância de levar onde o Senhor escolhera, para santificar seu nome, e o próprio dizimista COMIA DOS SEUS DÍZIMOS, administrava o dízimo, hoje em dia quem come dos dízimos são os pastores, que administram os dízimos, dando ordem quê e no que será empregado os dízimos do povo. Estes ditos “sacerdotes” ( pastores) não são levíticos, nem exercem função sacerdotal superior a qualquer irmão que seja, e muito menos têm eles o direito de administrar o dízimo pessoal de cada um.

          Quanto a sacerdotes, sabemos todos nós somos, depois de Cristo nos fazer um sacerdócio real, nação santa , povo eleito de DEUS, passamos a ter livre acesso ao Pai através de CRISTO que , na sua morte, o que nos separava foi rasgado do alto abaixo, a saber o véu que separava o lugar santo,( local onde entravam os sacerdotes) do lugar santíssimo (onde só entrava o sumo sacerdote 1 vez por ano para pferecer acrificio pelo pecado do povo).

          Paulo recebeu muitas vezes ajuda da igreja, mas era para se manter, e não era salário mensal como se estivesse numa empresa. Paulo trabalhava (atos 18:3) , e em nada pesava os irmãos e a igreja.

          Se Paulo disse: “sede meus imitadores como eu sou de Cristo”, será que nesta parte, os pastores que exigem dízimos imitam à Paulo? Vemos Jesus ou Paulo recolhendo ou ensinando sobre dízimos?Em 2Coríntios 9:9, Paulo cita o salmo 112:9, onde fala da generosidade com os mais pobres: “Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre”. (2 Coríntios 9:9)

          Nada falou de dízimos em dinheiro, e sim, contribuições voluntárias , para “suprir” os que não tem, algo que, é totalmente visto por Deus. Paulo faz uma coleta para “DISTRIBUIR”, hoje em dia se faz uma distribuição (de envelopes) para ajuntar, não para os pobres, mas, para os cofres de uma instituição, que se preocupa mais com a posição social, status, templos, fama, nome, competição, horários de TV, rádios, sites, eventos, shows, viagens, lazer para líderes, carrões, mansões, aviões, e ainda se diz que é expansão da obra de Deus…

          Cada dia os patrimônios religiosos estão ainda maiores, e o evangelho mais distante do que a igreja primitiva pregava e vivia, tudo por causa de dinheiro. A biblia fala para não reter e sim dar. Será que a igreja faz isto? Ou antes retém,para construir seu império e se fortalecer mais e mais, visando dominar a maior parte possível do globo terrestre, e arrebanhar o maior número de pessoas possível, como se tudo fosse uma partida de competição: “Quem tiver mais membros é o vencedor”

          Paulo afirma: “Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (2Coríntios 2:17)

          Deus abençoe a todos que leram este estudo e que o Espírito Santo tenha conduzido a leitura e o entendimento para compreender que dízimos não são mais obrigatórios.

          “Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno” (2Pedro 3:18)

          • starsandrosorianoplebeu
            a única postagem que quero ver é, onde jacó pagou seu voto, pois quem contesta, no minimo deve mostrar uma miserável prova do que fala, ao acusador o onus da prova.
            E também com certeza , versículos, ou pelo menos um com Jesus dizendo, não devolvam mais o dízimo.
            LEMBREM É SÓ ISTO.

          • clamando

            jamais vimos na bíblia Jesus mandando seus seguidores darem dízimo, muito menos o dízimo evangélico, em dinheiro. E o povo tá tomando conhecimento disso, e isso faz vc perder os cabelos (os poucos que lhe restam). E o medo de ter de trabalhar honestamente que vc tem?

          • Vossa excelência, quem disse algo que não está na Bíblia (que Jacó entregou dízimo ao anjo), foi o excelentíssimo Sr. Pastor Presidente, então, cabe ao senhor provar de onde tirou tamanha asneira.

            Sua exegese eu já provei estar totalmente furada (1 – Jacó só deveria pagar seu voto depois que entrasse na terra de Canaã em segurança, o que ocorreu bem depois do encontro com o anjo, 2 – Jacó estava sem nada para dizimar – todos os seus bens já haviam passado).

            Eu não sou o acusador, não estou acusando ninguém. Contestei sua exegese, e mostrei acima que ela está totalmente furada (cuidado para o seu barquinho também não estar furado, ou você vai afundar com ele).

            A Bíblia não mostra onde Jacó pagou seu voto, como não mostra Jacó brincando com seus filhos, passeando, lavando as mãos antes de comer, fazendo sexo rs..

            Se a Bíblia não mostra onde Jacó pagou seu voto, de onde o Sr. tirou tamanha asneira? Da exegese (péssima, e já refutada), já vimos que não foi foi.

            Então, se o senhor afirma que existe algo que ninguém viu, cabe ao senhor provar Sr. Pastor Presidente. Ou além de ter um péssimo conhecimento bíblico, também é tão ruim assim de lógica?

            Então, diga-nos vossa excelência, de onde tirou tamanha asneira?

          • O excelentíssimo pastor presidente teria a coragem, ou a cara de pau, de contar essa sua asneira (que não está na Bíblia, e que o Sr. não consegue provar com essa exegese furada e já refutada por mim) para um outro pastor? Ou teria medo dele rir na sua cara?

          • apenas responda a pergunta
            e outra coisa Jesus disse dai a cesar o que é dele e a DEUS o que lhe é devido,também disse façais estas dar o dízimo mas não esqueça das outras, então mais uma vez vc. mente descaradamente e não responde
            ONDE JACÓ PAGOU SEU VOTO E ONDE JESUS MANDA NÃO DAR O DÍZIMO
            RESPONDA;

          • O Senhor Jesus mandou OS FARISEUS darem o dízimo, e não os seus seguidores… os fariseus eram judeus e portanto estavam debaixo da lei de moisés que determinava a devolução da décima parte das colheitas e animais.

            Isso, claro até o sacrificio de Cristo na cruz, aonde foi encerrada a lei.

          • Já respondi mil vezes Sr. Pastor Presidente, mas como o senhor está surtado (até conversando com você mesmo – José Carvalho), não está entendendo. Vou escrever bem grande para ver se sua loucura o permite enxergar:

            Pergunta: ONDE JACÓ PAGOU SEU VOTO E ONDE JESUS MANDA NÃO DAR O DÍZIMO?

            Resposta: EM LUGAR NENHUM (não está registrado em lugar nenhum na Bíblia).

            Espero que tenha lido, ou além de tarja preta o Sr. vai precisar de um bom oculista.

            Respondida a questão, agora é a sua vez.

            Se não está na Bíblia onde Jacó pagou seu voto, e se sua exegese já se provou furada e foi refutada:

            DE ONDE O SENHOR TIROU A ASNEIRA DE QUE JACÓ DEU DÍZIMO AO ANJO?

            Conseguiu enxergar?

          • Caríssimo STARDUST, sem dúvida existem mentiras espalhadas a respeito do dízimo e de muitas outras coisas, em muitas instituições, os ser humano é falho, de fato. Porém não se deve colocar todo tipo de farinha no mesmo saco. Meu pai é pastor, nunca recebeu ou retirou um tostão do dízimo, de modo que este é usado para manter o templo. Os fieis que o dão, o fazem por crença, em alegria. Jamais, repito, jamais, vi um irmão dizimista que o fez de coração passar necessidade, a minha família prospera a cada dia mais, independentemente da crise, meu pai NÃO TEM ACESSO AO DINHEIRO DE OFERTAS E DÍZIMOS

          • Stardust

            Comprou a internet?

            É,,, Pra colocar texto tão longo, é que você agora é dono do google. Sujeito forte. Mas de cabeça fraca.

  3. EU FLAVIANA ESTOU ESPERANDO CERTO SENHOR ME MOSTRAR ONDE NA BIBLIA ESTA ESCRITO QUE O MARIDO OU ESPOSA PERDOAR SEU CONJUGE ADULTERO SE TORNA ADULTERO TB?MAS NÃO VALE BIBLIA DE PROPRIA AUTORIA

  4. ESTOU PASSANDO AQUI SOMENTE PRA ME DESPEDIR,PARA ALEGRIA DE ALGUNS, ,JA REPARARAM QUE POUCO ENTRO PARA COMENTAR AQUI PELOS MEUS A FAZERES E EMPREGO,ULTIMAMENTE COMENTO O DIA TODO,ESTOU AFASTADA COMENTEI AO SANDRO QUE ESTAVA BEM,TB COM 5 MEDICAMENTOS,NEM SEI SE ELE LEU,UM DIA QUE NOS PERGUNTAMOS SE ESTAVA BEM UM AO OUTRO,NUNCA LIGO PARA QUE OS OUTROS FALAM,PENSAM DE MIM,DEUS ME MANTEM DE PÉ E SE NUNCA FIZ NADA DE MAL COMIGO MESMA FOI PQ EU CONHEÇO DEUS,EU ESTOU SOFRENDO DE DEPRESSÃO,PANICO,ANSIEDADE GENERALIZADA ,TOC,OSCILAÇÄO DE HUMOR,TOMANDO MUITOS REMEDIOS,VENLIFT,PROPONOLOL,OLEPTAL,LUVOZX E RIVOTRIL,TO FRACA, MUITAS VEZES POR ISSO ESCREVO ERRADO,MEIO DORMINDO,MAS TUDO PASSA,DEIXO UM ABRAÇO ESPECIAL,SANDRO,JANIO,CELIA QUE DEPOIS QUE CONTOU DA HISTORIA DELA LEMBRI DA MINHA IRMA ,STARDUST,VANESSA QUE NAO ME PERDOOU ,MEU ABRAÇO MAIOR PQ TI OFENDI DEMAIS,DESCULPA,CLAMANDO SEJA MENOS RELIGIOSO,MAIS JESUS,VOU ARRUMAR MINHAS COISAS PARA INTERNAR ,NÃO QUERO ESSE TEMPO TER NEM SEI SE PODE TER CONTATO COM ESSE MUNDO VIRTUAL;SANDRO MEU AMIGO :.( UM ABRACÃO,SEMPRE QUE TI OFENDEREM LEMBRA DE MIM E SINTA ACONCHEGADO,ALIAS PRIMEIRO POR JESUS QUE TI AMA ,TCHAU

    • (╥﹏╥) ……….. não queria que você fosse……..

      Pior que não posso pedir para você ficar, porque se está te fazendo mal, o importante é a sua saúde (ಥ_ಥ) e depressão tem que tratar… Mas que monte de remédios (~_^) toma cuidado com essa medicação toda.

      Eu não entendo nada de remédios e depressão, mas não confio muito em remédios que mexem com a cabeça da gente (~_^) [Célia ignorante detected]

      Se cuida menina guerreira, e não demore muito a se curar e voltar heim (~_^) Porque tenho certeza que você vai ficar bem logo,

      e vai nos dar um belo testemunho de superação………. da…….. Super Flaviana (≧◡≦)

      Mas…………. se quiser ficar mais um pouquinho eu aceito (◔◡◔)
      [Célia egoísta detected] (╯.╰)

      Tá certo, mas aparece quando, e se puder (◔◡◔)

      Muitos Kisses ♥ ♥ ♥

    • Flaviana, que Deus esteja com vc neste momento de dificuldade e lembre_ se que não há problema que ele não possa resolver. Quanto as ofensas,eu as lançarei no mar do esquecimento.Um Abraço e melhoras!

    • Oi, Flaviana, desculpe, mas não li esse comentário a que você se refere. De qualquer forma, continue com o tratamento, não desista, e também não deixe de comentar aqui tão logo você tenha alta, pois conversar com os amigos faz bem, ajuda no tratamento. bjs. amo você.

      • E lembre-se que você pode ouvir a opinião de outros médicos além do que esta tratando você. A depressão requer, sim, tratamento, pois é uma doença grave, mas pode variar a prescrição de medicamentos. Converse muito com seu médico assistente e não desista nunca da vida. Saiba que estarei orando muito por você para que se recupere o mais breve possível. Bjs, alma querida.

        • E não se preocupe com a Vanessa, Flaviana, pois ela mereceu cada uma das palavras que você dirigiu a ela. Muitas pessoas, como é o caso da Vanessa, só crescem quando outros lhes dizem onde e porque estão errando.

  5. Se isso acontecer, o que vai ter de igreja adepta da teologia da prosperidade não vai caber no gibi, é capaz de até igrejas católicas aderirem esse tipo de teologia.

  6. Eu vejo entidades Carnavalescas, Desfiles gays, Festas juninas e outras alegorias e entidades receberem verbas Federais, Estaduais e municipais, para realizações de shows e desfiles, que no final incentiva a droga, a prostituição, e sempre ao assassinato , e recebe verbas do governo, nada pagam de imposto, deixa como sempre os locais imundo, em fim só dá prejuízo, Aí vocês querem que as Igrejas paguem imposto, que quando fazem suas convenções é para algum social, sempre orando pela nação, ensinando os bons costumes, morais e éticos , e não recebem nada do governo, e fazendo o papel de pai e mãe dos mas carentes, onde os políticos só vai quando é pra pedir voto, e mentir para o miserável. mande que os ATEUS PROCURAREM SABER, COMO FUNCIONA O SEU CORPO, QUE ENGENHARIA É ESTA QUE TRABALHA TUDO EM HARMONIA.

  7. concordo que ha muitos aproveitadores , mas então terão que cobrar não só das igrejas mas de varias outras instituições que não paga imposto e ainda recebe do governo , se o estado é laico porque estão se entrometendo nas questões da igreja? Deve ser laico só para opiniões ateístas?Mesmo um estado laico deve proteger as crenças das pessoas . Ha muitos cristão fundamentalistas mas ha também ateus e gays

  8. eu acho muito bom ,quem sabe assim, esses pastores pára de enriquecer as custas da boa vontade do povo ,que infelizmente são vítimas da chamada fé não raciocinada ,sou a favor ,que as igrejas paguem impostos .

  9. tem que pagar imposto sim ,é o único jeito de parar de enriquecer pastor ,as custas de pessoas com pouco esclarecimento , que acreditam que Deus precisa de dinheiro .

  10. “Da próxima vez que você ouvir alguém tentando justificar um regime de alta carga tributária dizendo que é uma idéia cristã, lembre que o único percentual de taxação citado em toda Bíblia é 10%.” — Rev. Robert Sirico (1951-), presidente do Acton Institute.

  11. Ante o temor da aprovação imimente do fim da isenção fiscal para igrejas, alguns vendilhões já se manifestam desesperados e entre lágrimas de dor e angústia:



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  12. Sou plenamente a favor de que Igrejas com mais de cem membros paguem impostos do dízimos ou seja 10% de sua arrecadação, porque se o Governo quer entrar na intimidade das Igrejas tem que falar seu idioma que é o dízimo, por outro lado disse Jesus, “dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, por tanto é legal dar o dízimo para o Governo só que o Governo tem que acabar com os salários dos políticos porque políticos não são funcionário Público e sim mandato que deve ser exercido civicamente ou por Honra o mérito tantos dos Poderes executivo e seus Secretários e Senadores como Legislativo de Vereador a Senador, tendo apenas ajuda de custo e seguro de vida, assim acabaremos com a corrupção no Brasil, porque os políticos só entram na politica para ficarem ricos porque na iniciativa privada só se ganha de um a dois salários mínimos a menos que entrem para os Governos que podem ganhar até 40 salários por mês.

  13. Temos visto a diversidade de raciocínios a respeito do assunto e isso é bom, pois, produz a necessidade de ampliarmos o conhecimento, mas, eu sou a favor da continuidade da isenção dos tributos como instituição religiosa, mas, nao posso aceitar que dentro da situação em destaque, seja embutida ou ampliada a pastores que se tornem isentos de impostos, por qual motivo acham que devam estar inclusos, por acaso sao diferentes de outro cidadao, que tem que cumprir as leis terrenas, onde, eu e voce somos participantes, acredito que devamos prestar atenção nessas articulaçoes que se tornam muito semelhantes as que mundo pratica em potencial e onde condenamos estas atitudes.

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